Na tarde dessa sexta-feira, 16 de julho, Erynn Ballard (CAN) montou Really Electra Xango, égua Brasileiro de Hipismo, nascida em 2012 (Indoctro x Lucky Electra Xango) de propriedade de Ilan Ferder, para uma segunda vitória internacional consecutiva, no Speed Stake do CSI2* Mill Spring (USA), a 1.45m, continuando a solidificar uma nova parceria.
O conjunto, que representou o Canadá, completou o percurso definido por Nick Granat (EUA) em 56,66 segundos e foi imbatível.
Resultado final – $ 6.000 Speed Stake – 1,45 m
1) Erynn Ballard (CAN) e Really Electra Xango – 0 / 56,66 2) Lillie Keenan (EUA) e Diadarco van Evendael Z – 0 / 57,92 3) Natalie Dean (EUA) e Maestro Vica V / D Ark – 0 / 58.2
Turbulência durante o primeiro dia das Olimpíadas na equipe da Austrália: Jamie Kermond foi expulso da equipe depois que o saltador deu positivo para um metabólito da cocaína.
O chefe de missão da Austrália para os Jogos de 2020, Ian Chesterman, confirmou na quarta-feira que a adesão de Kermond à equipe foi encerrada depois que ele desacreditou o esporte.
A Equestrian Australia anunciou na manhã de quarta-feira que um teste A, conduzido pela Sport Integrity Australia em 26 de junho, teve um resultado positivo.
Kermond, tricampeão australiano, foi provisoriamente suspenso pela Equestrian Australia e banido de todas as competições, incluindo as Olimpíadas.
“É provável que o resultado positivo se deva a um único uso recreativo da droga em um evento social e não tenha relação com meu esporte equestre”, disse Kermond em um comunicado.
“Estou muito chateado e muito triste pelo que aconteceu e aceito toda a responsabilidade. Lamento muito, pois decepcionei muitas pessoas, incluindo minha família e companheiros de equipe.
A KBRSF anunciou hoje que Yves Vanderhasselt infelizmente terá que se retirar como reserva para a equipe olímpica. Ele será substituído por Pieter Devos.
O anúncio é o seguinte: ” Yves Vanderhasselt, que foi selecionado como reserva para a equipe de salto dos Jogos Olímpicos de Tóquio, infelizmente tem que se retirar da seleção da Seleção da Bélgica por motivos veterinários. Yves será substituído na seleção como reserva por Pieter Devos com seu cavalo, Claire Z. Os ajustes necessários serão feitos agora, para que Pieter possa viajar para Tóquio a tempo. “
Se contarmos os cavalos em Tóquio mais tarde, quase certamente podemos ganhar uma medalha belga. Mas não é assim que funciona, então o cavaleiro Niels Bruynseels espera tentar a fama eterna. “Meu cavalo está em forma, eu estou em forma. Agora aquele pouquinho de sorte. ”
A Bélgica envia três cavaleiros de salto para Tóquio. Se contarmos também as bandeiras com os cavalos, precisamos de um ábaco. “Durante o salto, cerca de vinte cavalos belgas entram em ação”, calcula Bruynseels.
Sem surpresa. Nosso país tem sido um terreno fértil para os melhores cavalos internacionais por anos e esta fama foi confirmada em Tóquio. “Com Mumbai, um dos meus cavalos (Bruynseels é meio proprietário, ed.) Também aparecerá no início sob a bandeira alemã.”
“Há uma boa chance de em breve termos um cavalo belga no pódio. Vamos torcer para que seja com um cavaleiro belga ”, ri Bruynseels, décimo sétimo lugar no ranking mundial. “Estamos em forma, mas para pular você também precisa de um pouco de sorte.”
Certamente na competição nacional, onde a pontuação foi ajustada e o número de cavaleiros foi reduzido de quatro para três. “Antigamente era possível excluir um resultado como país, mas isso não é mais possível. Se um cavaleiro cometer um erro, você pode esquecer as medalhas como um país. Mas podemos ser ambiciosos, vamos para o Japão com três combinações fortes. Em Doha, meu cavalo Delux e eu vencemos outra rodada do Global Champions Tour, comparável a um grand slam no tênis ”.
A FEI está comemorando seu 100º aniversário, razão pela qual todos os aspectos do esporte estão sendo colocados em destaque. Também os desenhadores de percursos, porque sem percursos não haveria eventos ou, certamente, não haveria hipismo. A FEI conversou com alguns designers de percursos especializados e todos eles concordam em uma coisa; ‘nosso trabalho gira em torno do bem-estar do cavalo.’
O primeiro foi o desenhista do curso de Rotterdam e o homem de plantão em Tóquio, o espanhol Santiago Varela. “Sempre foi um sonho poder construir nos Jogos Olímpicos. Até 1998 fui designer assistente de percurso na Madrid”.
“Madrid é onde tudo começou para mim. Durante a minha adolescência, saltei sozinho e depois admirei o cavaleiro olímpico Luis Alvarez Cervera. Todos começaram então em Madrid. Com esse conhecimento também utilizo a minha filosofia básica. O percurso tem de ser sempre justo com o cavalo! ” diz o designer de percurso. “Um saltador moderno é extremamente inteligente e eles são definitivamente superatletas. Mas também é nosso trabalho protegê-los, então temos que construir de forma justa.”
Fundação
“É fundamental que o cavalo salte do galope. O galope é, portanto, a base do desenho do percurso. Você traça a linha e o cavalo a segue. Dica é colocar tudo em perspectiva nesse percurso. As distâncias são apenas números , os obstáculos não são definitivos “A distância em uma linha só se torna curta ou longa dependendo do que você fez antes no percurso. Como atleta você deve sempre ser capaz de lidar com o percurso de forma dinâmica. Cabe a nós permitir isso liberdade.”
Alimentação, treinamento e testagem de doenças fazem parte dos cuidados com animais que competirão nas provas de hipismo dos Jogos de Tóquio
“Eles são mais tratados como atletas do que nós mesmos”. É assim que o cavaleiro Marlon Zanotelli, campeão Pan-americano de 2019, se refere aos cavalos da equipe do Brasil na busca de medalhas nas Olimpíadas de Tóquio, que começam oficialmente na sexta-feira (23/7) – as provas de hipismo iniciam no sábado (24/7).
A análise do atleta brasileiro é baseada no grande diferencial do hipismo: é o único esporte olímpico com animais. A peculiaridade exige que a preparação dos cavalos seja tão complexa e rigorosa quanto a dos humanos. Afinal, a performance passa muito pela combinação entre força, agilidade e saúde.
“O cavalo começa atingir um rendimento de alto nível para esporte a partir dos 10 anos. Oito, nove anos, acredito que ainda seja uma idade precoce, de formação e aprendizado do que de alta performance”, diz Zanotelli.
Rogério Saito, veterinário do Time de Salto Brasil, destaca que os cuidados físicos são semelhanes entre cavalos e humanos. “Os cavalos são como pessoas, envelhecem, ficam doloridos, tem problemas nas articulações, desgastam músculos. Normalmente, os animais de alta performance competem entre 10 e 16 anos”, ressalta.
Saito conta que todo tratamento de um cavalo de alta performance é extremamente rigoroso e individual. “Tem cavalo que é mais quente, então, precisa de comida menos energética. Os mais frios precisam de comida mais energética. Depende do humor do animal, de como ele é trabalhado no dia a dia, do clima de onde vive.”
Para cada cavalo, o veterinário monta um esquema de alimentação específico. Isso inclui o tipo de ração mais ou menos energética, proteica e gordurosa, a suplementação com vitaminas, whey protein, condroprotetores à base de colágeno, ácido hialurônico e outros. Zanotelli explica que seus cavalos de alto nível têm picos de performance no ano, ao longo das competições.
“No caso das Olimpíadas, como temos muitos cavalos diferentes de competição que saltam provas altas e também provas menores, existe um grupo de pessoas especializadas que cuidam dessa parte de treinamento físico”, revela.
Edgar é o cavalo que ele montará nas Olimpíadas. “Atualmente, em dias normais, o Edgar sai às 9h para um passeio na floresta de cerca de uma hora, volta para o pasto, entra para almoçar 12h30 e, no fim do dia, eu monto ele. Esse é mais ou menos o dia a dia dele”.
Seleção de cavalos competidores
Desde a formação do cavalo, os especialistas já têm controle das boas linhagens genéticas de garanhões e matrizes, onde normalmente tiram-se potros bons.
“Quando esses potros nascem, são selecionados, separados, melhor alimentados e dado todo o suporte desde pequeno. Quando chegam aos três, quatro anos, já começa a ser feita a seleção desses animais”, conta Zanotelli. A partir daí, os potros começam a saltar em liberdade e em sequência, vem a doma, para destinar aos melhores cavaleiros.
“Existem cavalos que nascem em grandes haras ou cocheiras conhecidas por tratar e criar grandes competidores, mas também têm aqueles que despontam mesmo nunca tendo sido tratados como atletas”
Marlon Zanotelli, cavaleiro brasileiro
Zanotelli afirma que não existe regra específica, mas o objetivo é controlar os fatores ao máximo. “Existem cavalos que nascem em grandes haras ou cocheiras conhecidas por tratar e criar grandes competidores, mas também têm aqueles que despontam mesmo nunca tendo sido tratados como atletas”.
Por isso, reitera que o mais importante é o estudo das linhas maternas, afinal, a parte genética é onde mais se busca tirar o máximo de excelência.
Deslocamento
Para Tóquio, os cavalos sairão da Bélgica, onde Marlon mora, e vão de caminhão para a cidade de Aachen, na Alemanha, onde farão quarentena até dia 26 de julho. Neste dia, embarcam para o Japão, sempre na companhia dos tratadores e veterinários.
Ao chegar no país asiático, a equipe será recebida pelos veterinários de cada confederação, e, então, os cavalos serão encaminhados para as áreas de competição.
“Assim como nós, humanos, tem os cavalos que ficam nervosos, os que ficam mais tranquilos, os que dormem. Alguns sofrem com o estresse da viagem, outros nem se incomodam”
Marlon Zanotelli, cavaleiro brasileiro
A viagem até Tóquio é muito longa, e os cuidados são muitos. “Antes das viagens, eu faço o preparo deles em termos de músculo, cansaço, imunidade. Sempre os coloco em ordem antes de mandá-los para os Jogos”, afirma o veterinário.
Apesar de os cavalos estarem acostumados com longas viagens de caminhão e avião, a preocupação da equipe é grande. “Assim como nós, humanos, tem os que ficam nervosos, os que ficam mais tranquilos, os que dormem. Alguns sofrem com o estresse da viagem, outros nem se incomodam. O Edgar tem experiência, já viajou muito, é um cavalo relativamente tranquilo dentro do voo e isso nos dá um conforto”, conta Zanotelli.
Quarentena
Para as Olimpíadas de Tóquio, a equipe brasileira fará quarentena de nove dias em Aachen, na Alemanha. Essa não é uma programação aplicada em razão da pandemia de Covid-19.
“Com a questão da pandemia está sendo mais complexo para nós, mas os cavalos sempre fazem essa programação em viagens internacionais”, explica o cavaleiro.
Saito relata que, durante os nove dias, a preparação dos animais é feita em conjunto pela equipe com a presença do veterinário, do técnico e dos cavaleiros.
“Lá, os cavalos trabalham, montam, saltam, treinam individualmente e em conjunto. Para fazer a quarentena, existem locais oficiais pré-selecionados que possuem aprovação para isso”, observa.
Duas provas nacionais agitaram a pista Roberto Marinho na Sociedade Hípica Brasileira no Rio de Janeiro, em 17 e 18/7, em paralelo com o Concurso de Salto Nacional, válido como seletiva para o Sul-americano ou CSIO da Juventude, além do ranking SHB VillageMall.
No domingo, 18, a principal disputa foi o GP/Clássico, a 1.45m, com vitória do experiente ginete de Minas Gerais Rodrigo Sarmento montando AD Daughter of Cool 2 GMS, com duplo zero, em 37s99. A pequena castanha Daughter of Cool GMS, como o nome diz, é uma filha de Cool de Laubry e Land Harmony, tem dez anos e foi criada pelo Haras Primavera, de propriedade de Sarmento, vendida aos 6 meses de idade. “Ano passado eu comprei ela de volta”, conta Sarmento. “Tinha feito apenas uma prova de 1.30m. E esse ano ela vem no GP de Aniversário da Hípica. Embora seja pequena, conto com ela paras as provas fortes”, comentou o vencedor, que no sábado foi 3º com mesma égua a 1.35m.
Na 2ª e 3ª colocação teve dobradinha da casa com Rodrigo Ullmann Lima montando Dehli do Santo Antonio e Thiago Mattos com Dieulefit do Santo Antonio, ambos com duplo zero, em 39s87 e 40s04.
Já no Clássico, a 1.35m, no sábado, 17, a vitória ficou em casa com o top Rodrigo Ulmann Lima montando Kent do Santo Antonio sem faltas no desempate, em 33s72. Antonio Dorey Correa da Veiga, jovem talento da entidade anfitriã, foi vice com Falbert SB, pista limpa, 35s94. Ambas as disputas também foram válidas pelo ranking SHB VillageMall.
Imprensa CBH com a fonte: CPC Comunicação; imgs: João Markun e Luis Ruas
Um campeonato cheio de glamour, elegância, capricho e muitos prêmios! Foi assim a Taça Paulistão de Amazonas e Amazonas Iniciante no Clube Hípico de Santo Amaro, que aconteceu neste último final de semana, de 15 a 18/07. O CHSA se vestiu de cor de rosa para receber as atletas do sexo feminino de todo o estado que totalizaram 825 inscrições, sendo 176 animais e 137 competidoras no Salto e 124 amazonas e 105 animais no Salto Iniciante. Estiveram em jogos os títulos por equipes e individuais com armação dos percursos assinada por Gabriel Malfatti nas duas pistas de areia da entidade situada na zona sul da capital paulista.
E não faltaram prêmios especiais: cada uma das campeãs das séries de 1 a 1,30 metro recebeu um relógio Bulova e as vice-campeãs foram presenteadas com uma bota DLacerda. Todas as integrantes dos pódios individuais e por equipes de 0, 40 a 1,30 metro ganharam presentes da Giorno, além de kits Forever You no individual e kits VQ para as equipes. Uma premiação especial da VQ, um brinco piercing, foi oferecida à amazona mais elegante de cada uma das séries e o tratador do cavalo mais bem apresentando levou uma caixa The Horse Box.
A série Aspirantes contou com 17 concorrentes, das quais duas terminaram o campeonato sem penalidades e três com apenas um pornto perdido. Para definir os 10 melhores foi utilizada a soma das aproximações ao tempo ideal das duas provas, o que deu a vitória a Flavia David que somou 2s47 montando com Rio Jump Almirante. A jovem amazona de apenas 7 anos representa a Hípica Arujazinho.
Já Mariana Carvalho e Luso totalizou 3s38 de aproximação tempo ideal, levando a prata para o Centro Hípico Granja Viana. O bronze então foi para Leila Buncanna que apresentou Catana RI e contabilizou um ponto perdido nas três provas, pelas cores da Sociedade Hípica Paulista, somatória de 5s53.
Pódio Individual Aspirantes – 0.40m
Campeã Flavia Elena Cassiano David / Rio Jump Almirante – HARUJ – 0pp/2s47
O pódio das equipes foi composto pelo time campeão Bonito Z com uma falta, o time Attack Z em 2º com 6 pontos perdidos, e o time Singular Joter em 3º lugar com 16 pontos.
Pódio Equipes Aspirantes – 0.40m
Campeã Bonito Z – 4pp
Alana Garibaldi / ML Royal
Yasmin Kaori Ferreira / ML Royal
Marcela Gimenez Camargo / Ice Girl
Vice Attack Z – 6pp
Hari Matsui / Dosha
Flavia Elena Cassiano David / Rio Jump Almirante
Julia Mizumoto Pena / Rio Jump Almirante
3º Singular Joter – 16pp
Luisa Mollo Guzzardi / Fenix
Yasmin Garcia Prates / Boy
Donatella Huese Appel / Mickey
Entre as 49 amazonas da série Preliminar, o título foi decidido pelo mesmo critério de desempate entre 14 concorrentes sem faltas nos dois dias de prova. Gabriela Franco, 11 anos, e Poa, do Centro Hípico Granja Viana, somaram míseros 0s87 nas duas provas garantindo o ouro.
Penelope Hernandez e Madonna representaram a entidade anfitriã. Totalizando apenas 1s40 levaram a medalha de prata. Rafaela Madureira também montou Madonna e chegou muito perto do tempo ideal, somando 1s52 e garantindo o bronze para o CHSA.
9º Sonia Maria Machado Cavalheiro / Jogo da Luz – CHGV – 0pp/3s39
10ª Eduarda Scarparo / Big Red – MA – 0pp/3s56
Em uma disputa acirrada, as duas equipes melhor colocadas terminaram sem pontos perdidos. Seguindo o critério de desempate, sagrou-se campeã a equipe do Centro Hípico Granja Viana e a prata ficou com o time da Hípica Arujazinho. A medalha de bronze foi para a equipe da Sociedade Hípica Paulista, que fechou com 3 pontos.
Pódio Equipes Preliminar – 0.60m
Campeã CHGV – 0pp
Gabriela Franco Bonzo / Alipio
Sonia Maria Machado Cavalheiro / Jogo da Luz
Isabela Leme Abrahão / Sante
Ana Luiza dos Santos Marcelo / Jogo da Luz
Vice HJAHU – 0pp
Isadora Santana Gonçalves / Encanturano Loar
Laura Monteiro Buganza / Encanturano Loar
Marcela Arantes Araujo / Safada Mia
Bianca Cimino Stern / Equador Itapuã
3º SHP – 3pp
Maria Julia Bernardes Ferreira / Salamandra Biscoito
Brunna Passarelli Netto / Felicio Itapuã
Ane Reinhardt Caovilla / Buterfly R
Maria Amélia Liberatore Bechara / Proti
Entre as 31 amazonas da série Intermediária, quatro finalizaram as duas provas sem faltas. Pelo critério da somatória das aproximações, Olivia Lopes e Steve venceram a categoria com 2s76 representando a Sociedade Hípica Paulista.
Marcando 3s69, Luisa Bergamaschi e Fatto a Mano HG levaram a prata para o Centro Hípico Fazenda do Tanque. Logo atrás chegou Maria Clara Ciasca com Dublin Itapuã, com uma somatória de 3s77, que rendeu o bronze para a Sociedade Hípica Paulista
Pódio Individual Intermediária – 0.80m
Campeã Olivia Lerario Lopes / Steve – SHP – 0pp/2s76
Vice Luisa Lopes Bergamaschi / Fatto a Mano HG – E-CHFT – 0pp/3s69
3º Maria Clara Ciasca / Dublin Itapuã – SHP – 0pp/3s77
4º Julia Mandia Stenders / Karenina – SHP – 0pp/6s47
10º Alice Baldini Coelho / SS Zezé – HARUJ – 4pp/3s24
Entre as equipes, o vencedor foi o time Preto da Sociedade Hípica Paulista com 5 pontos perdidos. Com 8 pontos, ficou em 2º lugar a equipe Trakehner time da SHP. E a 3ª colocação foi da SHP Branca com 11pp pontos.
Pódio Equipes Intermediária – 0.80m
Campeã SHP Preta – 5pp
Chiara Mariottini Alves / Buterfly R
Julia Mandia Stenders / Karenina
Maria Clara Ciasca / Dublin Itapuã
Sophia Inês Macahnan Signor / Proti
Vice Trakehner – 8pp
Leticia Maglione / SL Homero
Mayara Caroline Porfirio / Toledo VDL
Luisa Boechat Castilho / Gladiador
Gabbriela de Lima Lemes / Greco do Vouga
3º SHP Branca – 11pp
Rachel Milre Buncanna / Guapo JPG
Cristina Godoy Freitas / Grazi M
Rosana Fernandes / JCR Arantxa
Olivia Lerario Lopes / RSC Prince
Na categoria Principal, apenas dois conjuntos dos 36 que largaram conseguiram passar sem faltas pelos dois dias de campeonato. A grande campeã, sem nenhum derrube, foi a representante da Hípica Indaiatuba, Carolina Salvador que levou Caran ao alto do pódio com uma somatória de 3s22.
Maria Clara Widmer sagrou-se vice-campeã com Forca OH Z, com a marca de 4s84 pelo Centro Hípico Santista. Entre os oito concorrentes que terminaram o campeonato com apenas um ponto perdido, Gabriela Barbara e o experiente Quatour du Coutol somaram 4s43 e brindaram o Clube Hípico de Santo Amaro com a medalha de bronze.
Pódio Individual Principal – 0.90m
Campeã Carolina Salvador de Bona / Caran – HI – 0pp/3s22
Vice Maria Clara Xavier Widmer / Forca OH Z – CHS – 0pp/4s84
3ª Gabriela Coelho Barbara / Quatour du Coutol – CHSA – 1pp/4s43
4ª Candice Fonseca Braga / Ultimus – E-CHFT – 1pp/6s93
5ª Maria Luiza Alves do Nascimento / Greco do Vouga – CHGV – 1pp/7s03
7ª Julia de Oliveira Almeida / Carthiane do Araucária – CHG – 1pp/7s80
8ª Laura Stefania O Chaim / Cantonnia C JMen II – HBR – 1pp/8s84
9ª Giulia Petroni / La Cucaracha – SHP – 1pp/9s10
10ª Gabrielli Basso / Bulgari FA – HJAHU – 1pp/9s59
Dois times empataram com apenas 4 pontos, porém pelo critério de desempate o vencedor foi o time Macarena Tok. A equipe Holsteiner terminou em 2º e a Cassino Royale foi bronze com 5 pontos perdidos.
Um campeonato cheio de glamour, elegância, capricho e muitos prêmios! Foi assim a Taça Paulistão de Amazonas e Amazonas Iniciante no Clube Hípico de Santo Amaro, que aconteceu neste último final de semana, de 15 a 18/07.
O CHSA se vestiu de cor de rosa para receber as atletas do sexo feminino de todo o estado que totalizaram 825 inscrições, sendo 176 animais e 137 competidoras no Salto e 124 amazonas e 105 animais no Salto Iniciante. Estiveram em jogo os títulos por equipes e individuais com armação dos percursos assinada por Gabriel Malfatti nas duas pistas de areia da entidade situada na zona sul da capital paulista.
E não faltaram prêmios especiais: cada uma das campeãs das séries de 1 a 1,30 metro recebeu um relógio Bulova e as vice-campeãs foram presenteadas com uma bota DLacerda. Todas as integrantes dos pódios individuais e por equipes de 0,40 a 1,30 metro ganharam presentes da Giorno, além de kits Forever You no individual e kits VQ para as equipes. Uma premiação especial da VQ, um brinco piercing, foi oferecida à amazona mais elegante de cada uma das séries e o tratador do cavalo mais bem apresentando levou uma caixa The Horse Box.
A série Amazonas B contou com 66 concorrentes, das quais três habilitaram-se ao desempate pelo título individual ao terminarem o campeonato sem penalidades. Luiza Fauvel foi a que mais se aproximou do tempo ideal, finalizando seu percurso com CS Aimeè com uma diferença de apenas 0s78. A jovem amazona de apenas 10 anos treina atualmente na Hípica Manège Alphaville.
Já Giovana Cicci, 9 anos, levou duas de suas três montarias ao desempate e, consequentemente ao pódio. Montando Zafira ela teve uma aproximação de 1s37 ao tempo ideal, levando o bronze para o Centro Hípico Granja Viana. Com Farruco sua aproximação foi de 1s71, resultado que a colocou também na 4ª posição final no campeonato, pois uma mesma amazona não pode ocupar duas colocações entre os três primeiros no campeonato.
O bronze então foi para Manuela Mendes que contabilizou apenas dois pontos perdidos nas três provas, pelas cores da Sociedade Hípica Paulista. Completaram o pódio Valentina Gasparetto e Chiclete em 5º, e Maria Luiza Bomfim com Balder, em 6º, pelo critério de desempate regulamentar.
Pódio individual Amazonas B – 1 metro
Campeã Luiza Casale Fauvel de Moraes / CS Aimeè – MA – 0 pp
6º Maria Luiza Bomfim Prado da Silva / Balder – CHSA – 4 pp
O pódio das equipes foi composto pelo time campeão da regional Centro Sul em 1º lugar, o time do Centro Hípico Granja Viana em 2º, e o time Azul do Clube Hípico de Santo Amaro em 3º, todos com uma falta, suas posições definidas pelo critério de desempate regulamentar.
Pódio equipes Amazonas B – 1 metro
Campeã Centro Sul – 4pp
Rafaela Ramires Falcão / Equicenter Obolensky
Maria Eduarda Palladino / SL Bizantina
Valeria das Dores Tavares / Rafaelo FGA
Ana Clara Granjeiro Costa / Lord Blue Mystic Rose
Vice-campeã CHGV – 4pp
Giovana Cicci Farinha Moura / Farruco
Luisa Gomes Salutti / GRS Doc Top
Eduarda Vieira Bassi / Stradivarius
Rafaella Ez Zughayar Vital / Barney
3ª CHSA Azul – 4pp
Patricia de Campos Dell Erba Guanieri / Dandy Josilmar
Cleo Cesnik / Valentin RI
Maria Luiza Bomfim Prado da Silva / Balder
Lourdes da Silva Pinto Monteiro / Daphne do Bosque
Entre as Amazonas A, o título foi decidido em um desempate ao cronômetro entre quatro conjuntos sem penalidades nos três dias de prova. A única a finalizar o desempate sem faltas foi a representante da Sociedade Hípica Paulista Katharina Tuch, que levou Horse a Porter Ibadan van het Simsehof ao ouro em 38s10.
Com uma falta em 40s33, Gabriela Rodrigues e Jungle Boy JC levaram a medalha de prata para o Centro Hípico Santista. Maria Bento montando Creed Wimbledon TF cometeu dois derrubes no desempate em 37s92 e ficou com a medalha de bronze representando o Haras Jahuzinho. A amazona do Santa Rosa Centro Hípico, Julia Marino com Flash Forward das Essência, apresentou forfait no desempate e classificou-se na 4ª colocação.
Completaram o pódio Karina Smith montando E3I Notorius das Umburanas e Thais Teixeira com Camaro HR, ambas com 1 ponto perdido.
Pódio individual Amazonas A – 1,10 metro
Campeã Katharina Afrange Tuch / Horse a Porter Ibadan van het Simsehof – SHP – 0 pp
Em mais uma disputa acirrada, as três equipes melhor colocadas terminaram todas com 4 pontos perdidos. Seguindo o critério de desempate, sagrou-se campeã a equipe Preta da SHP, a prata ficou com o time Metropolitano e o bronze foi para a equipe Rosa do CHSA.
Pódio equipes Amazonas A – 1,10 metro
Campeã SHP Preta – 4pp
Ana Paula Conde Medeiros / Riding with Style Cantico Joter
Julia Reynoso Borges Gomes / Princess Balu
Manuela Reynoso Fernandez / Dardo Montana
Katharina Afrange Tuch / Horse a Porter Ibadan van Het Simsehof
Vice Metropolitana – 4pp
Eliza Vasconcellos Rezende / Carla Bruni MC Brasil
Carolina Beatriz Quintavalle Garcia / Diamant van de Wijngaardhoeve
Giovanna Albiani / Kamila II G
Maria Perez Coelho Bento / Creed Wimbledon TF
3ª CHSA Rosa – 4pp
Karina Ivone Comastri Smith / E3I Notorius das Umburanas
Gabrielle Abbate de Andrade / Lucky Star GA
Juliana Silva de Almeida / FM Dior
Paula Motta Maluf / Sardenha Tok
Entre as 40 amazonas da série 1,20 metro, seis finalizaram as três provas sem faltas e voltaram à pista para um desempate ao cronômetro vencido por Fernanda Yunes e seu fiel Frederico SI no ótimo tempo de 38s74, representando a entidade anfitriã.
Marcando 40s79, também sem penalidades, Nina Sagesser e Corado BR levaram a prata para a Sociedade Hípica Paulista. Logo atrás, parando o cronômetro em 41s16, a jovem concorrente do Centro Hípico Granja Viana Maria Eduarda Vianna, 14, levou Robin Wood ao 3º lugar no pódio individual com pista limpa. Também com zero ponto perdido, Killer Santa Rosa sob a condução de Rafaela Perrone ocupou o 4º posto, 46s73.
Gabriela Barbosa e WS Atlas cometeram um derrube no desempate ficando com a 5ª colocação. Com duas faltas, Renata Scafuro e I Pony foram os 6º colocados.
Pódio individual Amazonas – 1,20 metro
Campeã Fernanda de Araújo Pereira Yunes / Frederico SI – CHSA – 0 pp
Entre as equipes, a única a terminar sem penalidades foi a Norte Paulista, grande campeã. Com 4 pontos, ficou em 2º lugar pelo critério de desempate o time da SHP. A 3ª colocação foi da equipes CHSA Rosa, também com 4 pontos.
Pódio equipes Amazonas – 1,20 metro
Campeã Norte Paulista – 0 pp
Fernanda Costa Neves / Indiany
Gabriela Alcantara Barbosa / WS Atlas
Rafaela Junqueira Stamato Perrone / Killer Santa Rosa
Juliana Costa Bernardes / Salamandra Invictra
Vice-campeã Sociedade Hípica Paulista – 4 pp
Giovanna Vallias / Fantasia Trapiche
Isabella Toledo / La Marianita Candelation
Nina Sampaio Coelho Sagesser / Corado BR
Renata Afonso Scafuro / I Pony
3ª Clube Hípico de Santo Amaro – 4 pp
Fernanda de Araujo Pereira Yunes / Frederico SI
Catarina Lebrão Toledo Piza / Argentinus das Cataratas
Camila Horo Gil / Missy Pullman
Flavia Helena Junqueira Lopes / Thinka´s Day
Na principal categoria, a Amazonas Top, apenas um único conjunto dos 19 participantes conseguiu passar incólume pelos três dias de campeonato. A grande campeã, sem nenhum derrube, foi a representante da Sociedade Hípica Paulista Carolina Maciel que apresentou o belo Campitello, um animal Oldemburger de 10 anos.
Um concorrido desempate ao cronômetro definiu as medalhas de bronze e prata entre quatro conjuntos empatados com uma falta. Uma a uma, todas as quatro concorrentes voltaram à pista e mais uma vez terminaram sem faltas, levando a decisão a um apertado embate pelo melhor tempo, vencido pela representante da casa, Flavia Junqueira Lopes. Com sua primeira montaria, Diamant SH, que está montando há cerca de um mês, Flavia já baixou o tempo da prova para 36s03. Entrando em seguida com sua incrível Crystal Santa Dalila, Flavia baixou ainda mais a marca para 34s69, em um percurso impecável, que acabou por lhe dar o vice-campeonato.
Vivian Park Kang e sua Luna Pullmann, últimas no desempate, fizeram o segundo melhor tempo da prova, 34s95, e levaram o bronze, e sua irmã, Lys Park Kang foi a primeira do desempate e a 5ª colocada com 37s95 montando o espetacular Casillero, ambas pelo Clube Hípico de Santo Amaro. Completou o pódio mais uma amazona santamarense Alexia Wunderlich, 5 pontos perdidos com Darto CW.
Apenas times da casa disputaram o título por equipes e quem levou a taça foi o CHSA Rosa, com apenas 4 pontos. Na sequência, o time Amarelo foi prata com 19 pontos e o Azul foi bronze com 27.
Campeã CHSA Rosa – 4 pp
Flavia Helena Junqueira Lopes / Crystal Santa Dalila
A espera acabou. Os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 começam nesta semana e o Brasil terá 302 atletas na disputa por medalhas no Japão.
Como normalmente acontece, algumas competições estreiam antes da abertura oficial. Neste ano, futebol e beisebol/softball começam na próxima quarta-feira, 21, dois dias antes da cerimônia de abertura, marcada para sexta-feira, 23 de julho.
O Time Brasil terá a maior delegação em Olimpíada fora de casa. Até Tóquio, a maior equipe em Jogos Olímpicos fora do país havia sido em Pequim 2008, com 277 atletas. No entanto, o recorde de representantes do time brasileiro foi registrado na Rio 2016, com 465 atletas. Na ocasião, o Brasil competia em seus domínios e herdou muitas vagas por ser o país-sede.
Saiba quem representará o Brasil no Hipismo:
Hipismo adestramento (1 atleta) – João Victor Oliva
Hipismo CCE (3 atletas) – Carlos Parro – Marcelo Tosi – Rafael Losano *Foi definido ainda que Márcio Appel será o atleta AP (atleta substituto) da equipe.
Hipismo saltos (3 atletas) Marlon Zanotelli – VDL Edgar Pedro Veniss – Quabri L´Isle Rodrigo Pessoa – Carlitos Way Yuri Mansur – QH Alfons Santo Antonio *Ainda não foi informado publicamente quem será o atleta AP (atleta substituto) da equipe.