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Adestramento abre as disputas do hipismo nos Jogos Olímpicos e o brasileiro João Victor Oliva é o primeiro no picadeiro

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O cavaleiro brasileiro Joao Victor Marcari Oliva e Escorial, garanhão lusitano de 12 anos, será o primeiro a adentrar no picadeiro no Grand Prix, nesse sábado, 24/7, às 5h00 (fuso brasileiro) da manhã, ou seja cinco da tarde, no Parque Equestre Baji Koen, em Tóquio, na modalidade Adestramento abrindo as disputas do hipismo nos Jogos Olímpicos. O Grand Prix, vale como qualificativa das equipes e individual, e acontece no sábado e domingo, 24 e 25/7.

A inspeção veterinária rolou nessa quinta-feira, 23, pela manhã em Tóquio e dos 72 cavalos, apenas dois ficaram para reinspeção na manhã do sábado, 9h30 (fuso local): Hot Chocolat apresentando por Isabelle Pinto da França e Sultao Menezes do português Carlos Pinto. Após a inspeção veterinária, conforme a regra, na reunião de chefe de equipe teve sorteio da ordem de entrada e as 15 nações concorrentes entram na disputa pela seguinte ordem: Dinamarca, Japão, Austrália, Grã Bretanha, Suécia, Espanha, Portugal, Canadá, Rússia, Áustria, Bélgica, França, EUA e Alemanha. A Alemanha vai defender o título em busca do 14º ouro por equipes. João Victor Oliva está entre os 15 concorrentes individuais.

Curiosamente, João Victor, de 24 anos, também foi o primeiro brasileiro na Vila Olímpica em Tóquio e seu maior desafio é superar sua a própria marca.”Cheguei no dia 15, fui o primeiro atleta brasileiro na Vila Olímpica. Estamos curtindo, aproveitando a experiência aqui no Japão melhor maneira possivel. O cavalo está bem e estamos nos preparando para chegar na melhor forma no dia da competição”, destacou João, melhor resultado do Time Brasil na Rio 2016, onde foi 46º colocado, com 68,071% de aproveitamento.

“A gente busca melhorar a cada dia, é um cavalo que eu estou há pouco tempo com ele e vamos evoluindo gradativamente, aprendendo com os erros e levando a experiência para ter mais sucesso no futuro”, disse João, que também comentou o clima nos Jogos, perante a pandemia. “Tem mais restrições que no Rio de Janeiro. Mas clima olímpico é sempre bom e a gente está contente com os outros cavaleiros e atletas nos Jogos Olímpicos”.

Sandra Smith de Oliveira Martins, chefe de equipe, elogiou a dupla. “O conjunto do João e Escorial é um conjunto muito bom, vem treinando bem também com acompanhamento de seu treinador Norbert van Laak que também gostando do desempenho da dupla. Acho que o João tem toda a condição de melhorar sua marca do Rio de Janeiro”, ponderou Sandra. Para João, “tudo pode acontecer, cavalo é cavalo, vai ser de noite com luzes e câmeras. Estamos preparados e seja qual for o resultado a gente leva como experiência e aprendizado. Temos que ter pensamento positivo e estou confiante. Agradeço a minha equipe, família e todos os amigos que estão torcendo por mim. Muito obrigado!”

Grupos

Os atletas foram distribuidos em seis grupos, três a cada noite. Nove altetas largam no primeiro grupo com João Victor Oliva e Escorial que ainda inclui a australiana Mary Hanna, 66, com Calanta e britânica Charlotte Fry com Everdale. O holandês Edward Gal co Total será o primeiro no forte grupo 2 e a top dinamarquesa Cathrine Dufour e Bohemian fecham essa rodada. Encerrando a competição no sábado, Jessica von Bredow-Werndl e TSF Dalera, da Alemanha, é a última no picadeiro às 9h42 (fuso brasileiro), 21h42min em Tóquio.

Os outros três grupos competem no domingo, 25, definindo as equipes top 8 que vão disputar o Grand Prix Special na definição do pódio das nações na terça, 27/7. A número 1 do mundo, a alemã Isabell Werth com Bella Rose será a última em pista. Já a corrida pelo ouro individual será decidida na quarta, 18, no Grand Prix Freestyle com participação dos top 18 do Grand Prix.

Instalações de 1ª qualidade

A infraestrutura de ponta da Associação Japonesa de Corrida, de propriedade de Baji Koen, local da competição, inclui concheiras com ar condicionando, boas pistas de aquecimento para os cavalos além da bela arena de competição oficial. O clima é entusiasmo e alívio e os Jogos que estiveram perante o desafio da pandemia da Covid-19 e ainda do surto do Herpes Vírus Equino (EHV-1) no continente europeu, agora vão começar.

“Estamos muito gratos por estar aqui em Tóquio e queremos agradecer profundamente os nossos anfitriões, o povo japonês e, é claro, o comitê organizador de Tokyo 2020 e Comitê Olímpico internacional que acreditaram nos Jogos e acharam uma maneira para que pudessem transcorrer de modo seguro”, destacou Ingmar De Vos, presidente da FEI. “Nossos alteas e cavalos estão prontos, as instalações são fantásticos, temos voluntários incriveis e estamos prontos para o melhor esporte olímpico no hipismo, que começa com adestramento nesse sábado!”

PROGRAMAÇÃO ADESTRAMENTO

Sexta-feira, 23 de julho
1ª inspeção veterinária

Sábado, 24 de julho – 5h00 a 10h15
Grand Prix
(1ª qualificativa equipes e individual – Sessão 1
(30 participantes)

Domingo, 25 de julho – 5h00 a 10h15
Grand Prix
1ª qualificativa equipes e individual – Sessão 2
(30 participantes)

Terça-feira, 27 de julho – 5h00 a 10h15
Grand Prix Special
Final por equipes
Cerimônia de Premiação Equipes
(24 participantes)

Quarta-feira, 28 de julho – 5h30 a 9h15
2ª inspeção veterinária
Grand Prix Freestyle
Cerimônia de Premiação Individual
(18 participantes)


Imprensa CBH com infos: FEI – Louise Parkes e Revista Horse; imgs: Luis Ruas / Hipismo Brasil e Christophe Taniere / FEI

Cavaleiro João Victor Oliva será o 1º no picadeiro no hipismo de adestramento em Tóquio

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João Victor Marcari Oliva será o primeiro cavaleiro a entrar no picadeiro no Grand Prix dos Jogos Olímpicos de Tóquio. A estreia, que ocorrerá no Parque Equestre Baji Koe, está marcada para o sábado, às 5h00 (de Brasília).

Acompanhado de seu Escorial, garanhão lusitano de 12 anos, o brasileiro competirá na modalidade de adestramento. O Grand Prix, que será realizado entre sábado e domingo, é válido como

Grupos

Os atletas foram distribuídos em seis grupos, três a cada noite. Nove largam no primeiro, com João Victor Oliva e Escorial, que ainda inclui a australiana Mary Hanna, com Calanta, e a britânica Charlotte Fry, com Everdale.

O holandês Edward Gal, com Total, será o primeiro no grupo 2 – a top dinamarquesa Cathrine Dufour e Bohemian fecham essa rodada. Encerrando a competição no sábado, Jessica von Bredow-Werndl e TSF Dalera, da Alemanha, é a última no picadeiro às 9h42 (de Brasília).

Os outros três grupos competem no domingo, definindo as equipes top 8 que disputarão o Grand Prix Special na definição do pódio das nações na terça-feira. A número 1 do mundo, a alemã Isabell Werth, com Bella Rose, será a última em pista. Já a corrida pelo ouro individual será decidida na quarta-feira, no Grand Prix Freestyle, com participação dos top 18 do Grand Prix.

Programação de adestramento

Sexta-feira, 23/07:

1ª inspeção veterinária

Sábado, 24/07 – 5h00 às 10h15:

Grand Prix

1ª qualificativa equipes e individual – Sessão 1 (30 participantes)

Domingo, 25/07 – 5h00 às 10h15:

Grand Prix

1ª qualificativa equipes e individual – Sessão 2 (30 participantes)

Terça-feira, 27/07 – 5h00 às 10h15:

Grand Prix Special

Final por equipes

Cerimônia de Premiação Equipes (24 participantes)

Quarta-feira, 28/07 – 5h30 às 9h15:

2ª inspeção veterinária

Grand Prix Freestyle

Cerimônia de Premiação Individual (18 participantes)

Fonte: Terra Esportes

Olimpíadas: Como é a preparação dos cavalos do hipismo?

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As Olimpíadas de Tóquio 2020 (que mesmo rolando em 2021 ainda mantêm o 2020 no nome) começam oficialmente nessa sexta, 23 de julho, e mais de 11 mil atletas, de cerca de 200 países, já estão na capital japonesa, para participar de competições em 46 modalidades diferentes. 

Quase todos os esportes demandam algum equipamento, mas apenas um depende do auxílio de um animal: o hipismo (e o pentatlo moderno, é claro, que é um conjunto de esportes que inclui o hipismo). Nesse contexto, como é a preparação dos cavalos? Eles também são atletas? E mais importante: eles também ganham medalha?

Nascido para vencer

Sim, os cavalos que competem no hipismo olímpico recebem até mais preparação do que os atletas humanos. Para começar, eles são criados para o esporte desde antes de nascer, com seleção genética de cavalos para competição: aqueles que descendem de linhagens vencedoras tendem a ser melhores. 

Os futuros campeões recebem todo o suporte para crescerem bem desde potrinhos, com alimentação especial e outros cuidados. Mas eles só começam a competir mesmo quando chegam aos 8 ou 9 anos (que é a idade mínima aceita nas Olimpíadas). Antes disso, eles são adestrados e aprendem a saltar. 

Os cavalos costumam competir em alto nível por um tempo entre 10 e 15 anos, quando são aposentados — e alguns continuam trabalhando como reprodutores. 

Uma rotina de atleta

Assim como os atletas humanos, os cavalos também precisam de treinos físicos e muito cuidado com a alimentação. 

Os veterinários montam uma dieta específica para cada um dos animais, com rações que tenham a quantidade certa de proteína, gordura e energia — já que cada animal tem suas demandas. Eles também tomam suplementos de vitaminas, proteínas, etc.

Os treinos físicos também dependem de cada cavalo e cavaleiro. O brasileiro Marlon Zanotelli contou à Globo Rural que seu cavalo, Edgar, faz passeios matinais na floresta e almoça todos os dias ao meio-dia e meia, sendo montado no fim do dia. É importante praticar os saltos e outras rotinas que o cavalo precisará realizar durante as provas. 

Uma longa viagem

Em entrevista à Folha de São Paulo, Marlon conta que o cavalo Edgar é peça-chave em seu desempenho para as Olimpíadas: foi com ele que o cavaleiro começou a despontar em competições. Como o cavalo era de um haras, o atleta brasileiro tinha medo que ele fosse vendido e Marlon tivesse que ir para Tóquio sem o companheiro. Porém, no início do ano, um empresário holandês amigo adquiriu Edgar e o cedeu para Marlon.

A jornada do grande atleta de quatro patas para Tóquio não é fácil. Edgar vive na Bélgica e vai até a Alemanha de caminhão, onde cumpre quarentena (contra doenças equinas) e permanece treinando. Depois, encara a viagem de avião até Tóquio, sempre acompanhado por tratadores e veterinários. Segundo Marlon, Edgar é um cavalo experiente e já viajou bastante, por isso não fica estressado no avião. 

Esperamos que a dupla traga uma medalha para nosso país em Tóquio, nas disputas que começam no próximo sábado. E sim! Os cavalos também recebem reconhecimento oficial por seu desempenho no hipismo: não é uma medalha, de fato, mas uma fita bem bonita das Olimpíadas.

Fonte: Mega Curioso

Monaco Aces vence CSI5 * Global Champions League em Berlim

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Os Monaco Aces foram capazes de vencer a CSI5 * Global Champions League em Berlim com uma pontuação total de 134,30 segundos. Julien Epaillard foi individualmente terceiro com Solero MS (por Silvio I) e Jérôme Guery décimo oitavo com Great Britiain V (por Nabab de Reve). 

O Paris Panthers ficou em segundo lugar com 144,05 segundos, Nayel Nassar e Darragh Kenny se juntaram para ocupar o 24º e o 73º lugar. O New York Empire ficou em terceiro com os membros da equipe Spencer Smith (49º lugar) e Denis Lynch (43º lugar) em 144,61 segundos. O Shangai Swans conseguiu o quarto lugar com Lucas Porter e Max Kühner e o Valkenswaard United foi o quinto com Edwina-Tops Alexander e Alberto Zorzi na equipe. 

Os resultados podem ser encontrados aqui:  https://gctv.gcglobalchampions.com/season/result?coursep=false&classId=29941&eventId=1953&eventYear=2021

Fonte: Equnews

Jérôme Guery defende honra belga durante CSI5 * em Berlim

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A vitória na prova  principal do dia, o CSI5 * 1m55 em Berlim, foi para Kevin Staut com Iliade KDW Z (por C Indoctro) com 65,25 segundos. 

Julien Epaillard foi o segundo com 66,3 segundos sobre Solero MS, descendente de Silvio I. O terceiro e quarto lugares foram para a Irlanda. Michael Pender foi o terceiro com HHS Fast Forward (da Fortunus) com 67,24 segundos. Darragh Kenny conseguiu o quarto lugar e Jérôme Guery manteve a honra belga elevada com o quinto lugar junto com a Grã-Bretanha V (por Nabab de Reve).

Resultados : https://gctv.gcglobalchampions.com/season/result?coursep=false&classId=29912&eventId=1953&eventYear=2021 


Fonte: Equnews

Alexander Kumps garante nova vitória belga em Kronenberg

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O dia começou em Kronenberg com uma seção do Youngster Tour e a qualificação do CSI1 * Grand Prix. Na classe de cavalos de 5 e 6 anos, a vitória foi de Alexander Kumps. Ele contou com Pokerface GV (por Dieu-Merci van T & l x Drossan, f. Verberckmoes) para saltar uma rodada limpa em 32,98 segundos. 

Finja Bormann e Can Hope (por Cascadello x Lord Z, f. Reimer) seguiram em segundo lugar; Eles foram capazes de marcar uma rodada clara em seu nome e terminaram em 33,32 segundos. Joel Siersema e Loraine completaram os três primeiros após uma rodada clara em 34,99 segundos.

Bart van der Maat (Kwik One) e Perry Geryl (Caesar Obolensky Vb Z) terminaram em quarto e quinto lugar. Klaas Koentges e Qendrick van de Bucxtale (f. Tangelo vd Zuuthoeve x Flipper d’Elle, f. Fenifarm) seguiram em quinto lugar.

CSI1 * Qualificação GP

Na qualificação da qualificação CSI1 * Grand Prix houve uma vitória holandesa. John Steeghs montou Noeno Z (por Numero Uno x Ramiro, f. Sikes) em 58,38 segundos. Tani Joosten e Despina 70 (por Diarado x Prinz Oldenburg, f. Bergmann) ficaram em segundo lugar. Eles conseguiram pular uma rodada limpa em 59,87 segundos. Tina Lund (Hbr Charlotte) completou os cinco primeiros após uma rodada clara em 59,96 segundos.

Alexander Kumps (Chac-Lisco Z) e Loenie Jonkers (Hurricane) completaram os cinco primeiros.

Clique aqui para todos os resultados : https://online.equipe.com/nl/competitions/42164

Fonte: Equnews

Melhores momentos do hipismo brasileiro nas Olimpíadas

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Com três pódios, um ouro e dois bronzes, entre as Olimpíadas de 1996 e 2000, o Brasil é um dos mais fortes candidatos ao pódio no passado recente dos Jogos Olímpicos. Relembre os 5 melhores momentos do hipismo brasileiros nas Olimpíadas.

1. Rodrigo Pessoa – Ouro – Atenas-2004

As Olimpíadas de Atenas, em 2004, foram a redenção de Rodrigo Pessoa, mas de um jeito um pouco diferente. Depois de conquistar o Mundial de 1998 e sofrer com as refugadas de seu cavalo nas Olimpíadas de 2000, em Sydney, o brasileiro seguiu entre os melhores. Na Grécia, Rodrigo terminou a competição em segundo lugar e chegou a comemorar e receber a prata. Entretanto, algum tempo depois, foi constatado o doping do cavalo de Cian O’Connor, da Irlanda, que havia ficado com o ouro. Com isso, o cavaleiro brasileiro foi confirmado como campeão olímpico do torneio de saltos das Olimpíadas de 2004.

2. Equipe – Bronze – Atlanta-1996

A primeira conquista da primeira medalha nas Olimpíadas do hipismo do Brasil aconteceu em Atlanta-1996. O time formado por Rodrigo Pessoa, André Johannpeter, Luiz Felipe Azevedo e Álvaro de Miranda Neto, o Doda, terminou a final da competição com 17.25 pontos em penalidades e o Brasil foi para o pódio no hipismo nas Olimpíadas pela primeira vez.

3. Equipe – Bronze – Sydney-2000

Quatro anos depois, nas Olimpíadas de Sydney, o time do Brasil no torneio de saltos do hipismo, mais uma vez composto por Rodrigo Pessoa, André Johannpeter, Luiz Felipe Azevedo e Álvaro de Miranda Neto, o Doda, terminou mais uma vez com a medalha de bronze.

4. Eloy de Menezes – 4º lugar – Helsinki-1952

A primeira participação de destaque do Brasil nas Olimpíadas no hipismo aconteceu em Helsinki-1952. Montando Biguá, o brasileiro terminou os Jogos Olímpicos na quarta colocação geral, melhor posição até a chegada de Fernando Pessoa.

5. André Johannpeter – 4º lugar – Sydney-2000

Além da conquista da medalha de bronze na disputa por equipes, as Olimpíadas de Sydney também tiveram um resultado histórico, para o momento, na disputa individual. André Johannpeter terminou com a quarta colocação, empatado com mais quatro adversários, tendo cometido oito pontos em penalidades.

Fonte: Yahoo Esportes

Alemão Michael Jung busca inédito tri olímpico no hipismo em Tóquio

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Campeão olímpico em Londres 2012 e no Rio 2016, o alemão Michael Jung chega a Tóquio com objetivo de estabelecer um novo recorde no hipismo ao conquistar a terceira medalha de ouro no concurso completo de equitação (CCE) individual. Jung já está na história do adestramento. Aos 38 anos, ele se tornou o primeiro cavaleiro a se sagrar campeão europeu, olímpico e mundial. Se triunfar em Tóquio, terá realizado mais um feito enorme, já que até hoje ninguém faturou o tri olímpico consecutivo na prova. Os que mais se aproximaram foram o holandês Charles Pahud de Mortanges, campeão em Amsterdam 1928 e Los Angeles 1932 com Marcoix, e o neozelandês Mark Todd, que venceu em Los Angeles 1984 e Seul 1988 montando Charisma. Jung também montou o mesmo cavalo em Londres e no Rio, Sam. Desta vez, porém, seu cavalo será Chimpmunk, com o qual obteve o ouro na categoria de equipe no Campeonato Europeu de 2019. Também competindo na equipe alemã estarão duas amazonas que o ajudaram a ganhar a prata por equipes no Rio, Sandra Auffarth (Viamant du Matz) e Julia Krajewski (Armande de B’Neville). A principal rival é a atual campeã França, que contará com Thomas Carlile (Birmane), Nicolas Touzaint (Absolut Gold HDC) e Christopher Six (Totem de Brecey)

Os britânicos, atuais campeões mundiais, terão o líder do ranking Oliver Townend (Classe Ballaghmore), o quinto colocado, Tom McEwen (Toledo de Kerser), e Laura Collet (Londres 52), 2ª. Além disso, na reserva estará Ros Canter, que montará Allstar B, cavalo com o qual ela ganhou os Jogos Equestres Mundiais FEI 2018

Fonte Uol Esportes

Histórico do Adestramento brasileiro em Jogos Olímpicos e perfil João Victor Marcari Oliva, a postos em Tóquio

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No Brasil, o Adestramento (Dressage) é a modalidade do hipismo com menor participação em Olimpíadas, em especial por ser a modalidade que ainda está em fase de fomento e desenvolvimento no País. Ao todo foram cinco participações e agora em Tóquio pela sexta vez, cinco delas individuais e uma vez por equipe. Nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em sua segunda participação olímpica consecutiva, João Victor Macari Oliva montando Escorial Horsecampline representa o Brasil no Parque Equestre Baji Koen, em Tóquio, que também foi sede das modalidades hípicas na Olimpíada Tóquio 1964.

1972 – MUNIQUE – ALEMANHA
O primeiro brasileiro de Adestramento em Olimpíadas foi o Cel. Sylvio Marcondes de Rezende que montando Othelo ficou em 33º lugar, até hoje o melhor resultado brasileiro da modalidade em Jogos Olímpicos.

2000 – SIDNEY – AUSTRÁLIA
Depois um hiato de 28 anos, o Brasil foi representado por Jorge Ferreira da Rocha montando Quixote Lanciano terminou sua participação com a média final de 54,000% em 47º lugar.

2008 – PEQUIM – CHINA
As competições de hipismo foram realizadas em Hong Kong e pela primeira vez o Brasil chegou como equipe, mas disputou apenas no individual. O Time Brasil foi formado por três conjuntos: Luiza Tavares de Almeida/Samba, Rogério Silva Clementino/Nilo VO e Leandro Aparecido Silva/Oceano do Top. Às vésperas da estreia, Nilo VO sofreu uma lesão e foi reprovado na inspeção veterinária e os outros dois conjuntos competiram pelo pódio individual: Luiza Tavares de Almeida/Sambra registrou a nota média final 60,833% em 40º lugar; Leandro Aparecido da Silva/Oceano do Top registrou 60,125% ficando em 43º lugar.

2012 – LONDRES – INGLATERRA
Nas pistas do Greenwich Park, nos arredores da capital inglesa e palco das competições hípicas, a única representante da América Latina na disputa individual foi a paulista Luiza Tavares de Almeida que montando o Lusitano Pastor registrou 65,866% de nota média final terminando em 47º lugar.

2016 – RIO DE JANEIRO – BRASIL
O Brasil competiu pela primeira vez como equipe, ficando em 10º lugar na classificação geral com a nota média final de 67,562%. Participaram da disputa 60 atletas de 23 países O time, que competiu no Grand Prix, também registrou as maiores notas individuais em Olimpíadas. O melhor resultado foi de João Victor Marcari Oliva que montando Xamã dos Pinhais alcançou a nota final de 68.071% (46º lugar no individual). Na sequencia se posicionaram: Giovana Pass/Zíngaro de Lyw com 67.700% (47ª), Luiza Tavares de Almeida/Vendaval 4 com 66,914% (49ª) e Pedro Tavares de Almeida/Xaparro do Vouga com 65.714% (53º).

2021 – TÓQUIO – JAPÃO
João Victor Marcari Oliva montando o Puro Sangue Lusitano Escorial Horsecampline representa o Brasil no Hipismo Adestramento nos Jogos de Tóquio. O cavaleiro paulista de 25 anos e atleta militar apresentou a melhor nota média, 70,565%, considerados os dois melhores resultados em CDIs acima de 3*. O conjunto fez três índices: dois em CDIs em Portugal (2020 e 2021) e na França em 2021. Para reserva a CBH convocou Pedro Tavares de Almeida com duas montarias, os Lusitanos Famous do Vouga e Xaparro do Vouga.

João Victor Marcari Oliva
Atleta brasileiro do Hipismo Adestramento
Nascimento: 02/02/1996 – São Paulo – SP
Instagram: @joaov_oliva
Treinador: Norbert van Laak
Chefe de equipe em Tóquio: Sandra Smith de Oliveira Martins


APRESENTAÇÃO
Paulistano, 25 anos, cavaleiro da modalidade hípica olímpica Adestramento Clássico desde os 12 anos, atleta militar desde 2015 (Sgtº Oliva), criador de cavalos Puro Sangue Lusitano e de raças alemãs, treinador, amante das coisas do campo, da música sertaneja, palmeirense, filho da ícone do basquete Hortência Marcari e do empresário e criador de cavalos José Victor Oliva Jr. Apesar da idade, João Victor já é referência e inspiração para a nova geração de praticantes da mais clássica das modalidades hípicas olímpicas.

PERFIL
João Victor Marcari Oliva começou a montar aos três anos no rancho dos pais (hoje, Coudelaria Ilha Verde), em Araçoiaba da Serra, município da privilegiada região conhecida como “cinturão do cavalo” no Estado de São Paulo e cerca de 130 quilômetros distante da Capital. Aos 12 anos, João Victor estreou nas pistas inspirado em Rogério Silva Clementino, então funcionário da coudelaria e primeiro afrodescendente a integrar uma equipe olímpica da modalidade no Brasil. Se Clementino foi inspiração para o Adestramento, a paixão pelos cavalos veio do pai, o empresário José Victor Oliva Jr. Por parte da mãe, a ex-atleta e ícone do basquete, Hortência Marcari, João Victor tomou gosto pela disciplina, dedicação aos treinos e comportamento esportivo.

TRAJETÓRIA VITORIOSA
Desde sua estreia em pista, em 2008, o jovem talento que se tornou atleta militar (Sgtº Oliva) em 2015, soma importantes conquistas: melhor atleta do time Brasil de Adestramento nas Olimpíadas do Rio 2016 e o melhor brasileiro em uma Final da Taça do Mundo de Dressage, em 2017, em Omaha, Estados Unidos; medalha de bronze por equipe em duas edições dos Jogos Panamericanos, Lima 2019 e Toronto 2015; campeão Sul-Americano individual e por equipe (Odersul/Chile 2014); melhor atleta da equipe brasileira nos Jogos Equestres Mundiais da Normandia, na França, em 2014, e de Tryon, em 2018, nos Estados Unidos. João Victor Oliva é também pentacampeão brasileiro (Amador em 2008, Mirim em 2009, Junior em 2010 e 2011, Young Riders em 2012). Também obteve títulos paulistas e lideranças nos rankings anuais da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) e Federação Paulista de Hipismo (FPH).

Em busca de aperfeiçoamento técnico, o atleta se transferiu em julho de 2014 para Möhnesee, na Alemanha, sendo treinado por Norbert van Laak – treinador de medalhistas olímpicos, mundiais e europeus – passando a competir no circuito europeu em Concursos de Dressage Internacional (CDIs) de nível superior a 3* (4* e 5*, CDI-W e CDIO) com os tops mundiais da modalidade. Após um período treinando com o mestre português Paulo Caetano, em 202′, João voltou a treinar com o alemão Nobert van Laak.

MARATONA PARA OLIMPÍADA

Depois do Pan de Lima, João Victor retornou a Europa e se transferiu para Portugal onde foi convidado a participar de um “Projeto Olímpico” montando F-Aron de Massa. Apesar de o conjunto ter sido formado em setembro, em outubro já estava competindo e registrando o 1º índice olímpico – mínimo de 66% na média final e junto a pelo menos um juiz 5* – no CDI3* Le Mans, na França. João Victor e F-Aron de Massa voltaram a competir em Randbol (Dinamarca), Moscou (Rússia) e em München (Alemanha) até final de 2019, mas o conjunto só conseguiu registrar outros dois índices em CDIs3* em Cascais, Portugal, em fevereiro e março de 2020. Porém, F-Aron de Massa foi vendido para os EUA.

Em setembro de 2020, João Victor Marcari Oliva foi convidado a integrar um novo projeto olímpico idealizado pela JRME Horse Campline – grupo de investimento focado na área de equinos – que ofereceu ao cavaleiro o garanhão Puro Sangue Lusitano Escorial HorseCampline. João e Escorial foram além ao registrar três índices e a melhor nota média entre os brasileiros (70,565%), garantindo a única vaga reservada ao Brasil no Hipismo Adestramento.

O 1º índice foi registrado na estreia internacional do conjunto, no Concurso de Dressage Internacional – CDI3* de Alter do Chão, em Portugal, no dia 27/11/2020, quando alcançou a nota média final de 71,000% de aproveitamento no Grand Prix. O 2º índice foi alcançado no CDI3* de Abrantes, Portugal, no dia 24/4/2021, com registro de 69,130% de nota média final no Grand Prix. O 3º índice foi atingido no CDI3* Compiegne, França, no dia 28/5, quando no Grand Prix o conjunto registrou 70,130% de nota média final.

João Victor Marcari Oliva voltou a ser treinado em 2021 pelo alemão Norbert van Laak, que treinou vários atletas olímpicos, incluindo a medalhista francesa Margit Otto-Crépin, equipes da França, Dinamarca, Canadá e Japão, orientando seus times em cinco Olimpíadas, vários campeonatos europeus e Jogos Equestres Mundiais.

RECONHECIMENTO

Por cinco anos consecutivos (2018/ 2017/2016/2015/2014), além de ter sido indicado em 2013 e 2012, João Victor Marcari Oliva conquistou o Prêmio Brasil Olímpico, troféu conferido anualmente aos melhores atletas do país pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB). O Exército Brasileiro também condecorou o atleta em março de 2017 com a Medalha do Mérito Desportivo Militar, a maior honraria concedida pelas Forças Armadas a atletas e personalidades ligadas aos esportes.

PRINCIPAIS CONQUISTAS

Único representante do Hipismo Adestramento do Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2021.

Melhor atleta da equipe brasileira nos Jogos do Rio 2016 e na história do Brasil em Olimpíadas.

Melhor atleta do Brasil em uma Final da Taça do Mundo de Dressage, em Omaha, Nebraska, Estados Unidos, em 2017.

Medalha de Bronze por equipe nos Jogos Pan-Americanos de Toronto 2015 e de Lima 2019.

Medalha de Ouro Individual e Equipe nos 10ºs Jogos Sul-Americanos (Odesur) e Melhor Atleta de Adestramento do evento, no Chile, em 2014

Melhor atleta da equipe brasileira de Dressage nos Jogos Equestres Mundiais da Normandia, França, em 2014, e em Tryon, EUA, em 2018.

Vencedor do Prêmio Brasil Olímpico (COB) – 2014, 2015, 2016, 2017 e 2018, além de indicado em 2012 e 2013.

Pentacampeão Brasileiro de Adestramento (Amador em 2008, Mirim em 2009, Junior em 2010 e 2011 e Young Riders em 2012)

Prêmio Hipismo Brasil conferido aos líderes do ranking anual da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) por cinco vezes (2008/ 2009/ 2010/ 2011/2014). – Vice-campeão do Ranking CBH na Forte I/Jovem Cavaleiro – 2012

PROGRAMAÇÃO ADESTRAMENTO 

Sexta-feira, 23 de julho
1ª inspeção veterinária

Sábado, 24 de julho – 5h00 a 10h15
Grand Prix
(1ª qualificativa equipes e individual – Sessão 1
(30 participantes)

Domingo, 25 de julho – 5h00 a 10h15
Grand Prix
1ª qualificativa equipes e individual – Sessão 2
(30 participantes)

Terça-feira, 27 de julho – 5h00 a 10h15
Grand Prix Special
Final por equipes
Cerimônia de Premiação Equipes
(24 participantes)

Quarta-feira, 28 de julho – 5h30 a 9h15
2ª inspeção veterinária
Grand Prix Freestyle
Cerimônia de Premiação Individual
(18 participantes) Imprensa CBH com colaboração Rute Araujo ; img: @miriamjeske.photo / Time Brasil 

Marcus Ehning aposenta Cornado NRW

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Cornado NRW pode se aposentar aos 18 anos. 

Ehning acaba de relatar isso nas redes sociais. 

Cornado NRW, filho de Cornet Obolensky, competiu com Ehning em três finais de Copas do Mundo e várias Copas Nacionais. 

Eles também fizeram parte da equipe que terminou em quarto lugar no Mundial de Caen. 

Cornado NRW permanece em seu ambiente familiar após dez anos na fazenda de Ehning. Cornado NRW permanecerá disponível para reprodução como garanhão reprodutor. 

Fonte: Equnews

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