Ontem Niels Bruynseels indicou que a chance de Devos o substituir como quarto homem da equipe para a competição nacional não existia. Hoje houve a confirmação definitiva de que Pieter Devos e Claire Z estrearão a Copa das Nações dos Jogos.
Niels Bruynseels não chegou à linha de chegada na competição individual com Delux van T&L (por Toulon).
Daniel Meech, um cavaleiro que competia pela Nova Zelândia nos Jogos, foi desclassificado depois que sangue foi encontrado no flanco de seu cavalo Cinca 3 (por Casall).
Ele foi excluído com base na Regra 241.30: “A eliminação segundo esta Regra implica que não houve intenção de machucar o cavalo, mas existem regras para proteger o bem-estar dos cavalos participantes”.
Em 6 e 7/8, acontece a final por equipes da modalidade Salto. No 1º dia, o Time Brasil deve largar com Pedro Veniss, Rodrigo Pessoa que pouparam suas montarias no individual e Marlon Zanotelli. Até hoje, o Brasil detém dois bronzes: há 25 anos em Atlanta 1996 e novamente em Sydney 2000.
Nessa quarta-feira, 4/8, teve final olímpica individual no Salto no parque equestre Baji Koen de Tóquio, também sede do hipismo nos Jogos de 1964. O brasileiro Yuri Mansur montando Alfons do Santo Antonio, um cavalo de esporte estoniano de 14 anos de propriedade do carioca Francisco Brandão, fechou a final individual olímpica na 20ª colocação com duas faltas. Participaram da disputa os Top 30 da qualificativa individual em 3/8.
“Arrisquei para o obstáculo número 2 onde pensei que eu pudesse ganhar tempo. Meu cavalo desde fevereiro tinha feito uma só falta, subestimei um pouco e fechei para dois e ele fez essa falta. A segunda falta (na saída do duplo nº 6) ela foi um pouco para direita, na verdade nem percebi. Estou super feliz porque é um cavalo que tem pouquíssima experiência nesse nível. Foi minha primeira Olimpíada. Uma falta teria sido melhor, mas perfeito claro, seria a medalha”, destacou Yuri.
Dos 30 conjuntos na corrida pela medalha, seis foram ao desempate. Com mais uma apresentação perfeita, sagrou-se campeão olímpico Ben Maher com Explosion W, pela Grã Bretanha, sem faltas, na excelente marca de 37s85. Com esse resultado Ben Maher, 38, atual nº 12 do ranking mundial, que foi ouro por equipes em Londres 2012, bronze individual na Rio 2016, faturou o merecido ouro olímpico em Tóquio 2020. Montando Explosion W, um sela holandês de 12 anos e filho de Chacco Blue com a Untochable, filha de Baloubet du Rouet, montaria do campeão olímpico brasileiro Rodrigo Pessoa, Ben também havia sido o mais rápido entre os 25 conjuntos zerados na qualificativa individual.
Também com excelente atuação sem faltas em 38s02, o sueco Peder Fredericson montando King Edward garantiu a sua segunda prata individual consecutiva. Último em pista, o holandês Maikel van der Vleuten montando Beauville foi bronze, sem faltas, 38s02. Outros dois suecos chegaram na 4ª e 5ª colocação: Henrik von Eckermann montando King Edward e Malin Baryard Johnson com Indiana, ambos sem faltas em 39s71 e 40s76. A boa surpresa foi o cavaleiro Daisuke Fukushina que montando Chanyon zerou em 43s76, garantindo um histórico 6º lugar pelas cores do Japão.
A amazona Luciana Diniz, paulista que defende Portugal, montando Vertigo du Desert emplacou em 10º lugar, com apenas uma falta no antepenúltimo obstáculo do percurso inicial da final individual. Vale lembrar ainda que em 1964, Nelson Pessoa, pai do campeão olímpico Rodrigo Pessoa, foi o único representante brasileiro e montando Huipil terminou empatado em 5º lugar.
Agora o Time Brasil se prepara para a final por equipes na sexta, 6, e sábado, 7, início às 7 horas da manhã (fuso brasileiro), 19h00 no Japão. O Brasil deve começar com os seguintes conjuntos: Pedro Veniss / Quabri de L’Isle, Rodrigo Pessoa / Carlito´s Way e Marlon Zanotelli / Edgar que ficou de fora da final individual por muito pouco empatado 31º lugar.
Novo formato
Em Tóquio, pela primeira vez as equipes passam a contar com apenas três integrantes sem direito a descarte e agora a disputa individual antecedeu a definição do pódio por equipes. Pelo formato da nova regra, o técnico pode fazer uma troca na equipe até 2 horas antes, por qualquer motivo. Se classificam para a final as 10 melhores equipes somando o resultado dos três conjuntos da primeira prova. Se um dos conjuntos for eliminado a equipe se classificará depois das que terminaram os 3 conjuntos. No caso da eliminação de dois conjuntos toda a equipe estará eliminada. Caso haja empate – na soma dos pontos em 10º lugar – entram na final as equipes que empataram. O cavaleiro reserva só terá direito a medalha se entrar na equipe durante a competição.
O técnico do Time Brasil é o suíço Philippe Guerdat e o chefe de equipe, Pedro Paulo Lacerda, que também estiveram à frente da equipe de ouro em Lima 2019 conquistando o hexacampeonato na história da competição e Marlon Zanotelli garantiu o inédito ouro individual. Na Rio 2016, Guerdat foi técnico da equipe francesa, medalha de ouro.
Brasil detém duas medalhas olímpicas por equipes e um ouro individual
Atlanta 1996 – EUA
Após 10 participações em Jogos Olímpicos, sonho da medalha olímpica se concretizou com a conquista do bronze pelo Time Brasil formado pelos conjuntos: Rodrigo Pessoa/Tom Boy, Álvaro Afonso de Miranda Neto, o Doda, com Arisco Aspen, André Johannpeter/Calei Joter e Felipe de Azevedo/Cassiana Joter. Doda, após desempate pelas medalhas de prata e bronze, ficou em 7º no individual.
Os Jogos de Atlanta foram históricos também para a criação nacional com a participação de quatro animais – Calei, Cassiana e, pela equipe suíça Adelfus Joter – de criação de Jorge Gerdau Johannpeter, do Haras Joter, do Rio Grande do Sul, e Arisco Aspen, criação do Haras Campos Salles, em São Paulo.
Sydney 2000 – Austrália
O Brasil conquistou sua segunda medalha de bronze por equipe em um emocionante desempate com a França. O Time Brasil foi formado pelos conjuntos: Rodrigo Pessoa/Baloubet du Rouet, Luiz Felipe de Azevedo/Ralph, Álvaro Miranda Neto, o Doda, com Aspen e André Johannpeter/Calei Joter. Na disputa individual entrou para a história o refugo de Baloubet e a desclassificação de Rodrigo Pessoa que vinha na liderança com chances de conquistar o ouro. André Johannpeter também ficou perto do pódio conquistando o 4º lugar – igualando seu feito ao do General Eloy Menezes, em 1952.
Atenas 2004 – Grécia
Rodrigo Pessoa montando Baloubet du Rouet conquistou o ouro, resultado histórico para o país por ser a primeira medalha olímpica individual no Hipismo. Rodrigo saiu de Atenas ostentando a prata, o ouro veio um ano depois quando se comprovou o doping do cavalo Waterford Cristal, montaria de Cian O’Connor, da Irlanda. A entrega da medalha foi feita um ano depois em cerimônia no Forte de Copacabana no Rio de Janeiro. A equipe ficou em 10º lugar e foi composta por Rodrigo Pessoa/Baloubet du Rouet, Bernardo Alves/Canturo, Álvaro Affonso de Miranda Neto/Countdown 23 e Luciana Diniz/Mariachi.
Imprensa CBH – Carola May e Rute Araujo; fotos: Luis Ruas / Hipismo Brasil
Quase 200 amazonas, representando 12 estados brasileiros, estão na SHB para disputar, de quinta (05/08) a domingo (08/08), o Campeonato Brasileiro de Amazonas 2021. Único torneio nacional exclusivamente feminino, as moças vão competir em quatro categorias: Amazonas B (1 metro), Amazonas A (1.10m), Amazonas (1,20m) e Amazonas Top (1.30m).
E os percursos também terão um toque feminino: serão assinados pela amazona olímpica e armadora internacional Lucia Faria Alegria Simões.
Nesta quarta (4/8) haverá percursos de adaptação, que não valem pontos para o campeonato e são opcionais, para todas as categorias. A disputa começa na quinta, a partir das 8 horas, na pista Roberto Marinho, com as provas que contam para a equipe e para o individual. Na sexta é a vez das finais por equipes e segunda individual das Amazonas A e Top e no sábado, tem final por equipes e segunda individual das Amazonas B e Amazonas. Domingo acontecem as grandes finais individuais das quatro categorias e as provas extras na pista José de Verda.
Quem estiver no clube pode aproveitar o quiosque de sushi, os pratos especiais do Bistrô da Hípica e o Boulevard SHB de compras com a presença das seguintes marcas: Vanessa Quintiliano, com brindes e novidades, Hit-Air, Eurohorse, Cavalleria, Lucky U e Toscana & Co.
Reforçamos a todos os concorrentes e familiares a importância do uso de máscaras durante todo o tempo nas dependências do clube e de mantermos o distanciamento social, em cumprimento aos decretos oficiais da Prefeitura. E lembramos que as provas estão fechadas ao público
Informações completas CBS de Amazonas, ordens de entrada e resultados no site da SHB. As provas têm transmissão ao vivo e resultados on-line, em tempo real. E agora, você pode ver sua pista, disponível no site, com o mesmo login e senha de sua inscrição. Confira tudo em www.shb.com.br e não perca nenhuma ação.
O recém-casado campeão olímpico de salto Ben Maher receberá dois convidados especiais em seu casamento este mês – uma medalha de ouro e seu maravilhoso cavalo Explosion W. Maher se casará com sua noiva americana Sophie em sua casa em Hertfordshire, com uma medalha de ouro que agora faz parte da família e Explosion W estacionados a apenas 50 metros de distância.
“Acho que nunca mais serei capaz de andar a cavalo como o Explosion novamente”, disse um Maher claramente emocionado depois de ganhar o ouro olímpico. “Ele sempre fez tudo tão bem: ganhou o seu primeiro CSI5 * Grand Prix aos nove anos, teve um desempenho muito bom no Campeonato da Europa … No ano passado tivemos uma longa pausa devido à minha cirurgia e COVID, mas tudo caiu no lugar hoje. lugar. Tenho muita sorte de ter a oportunidade de montar um cavalo como ele. Ele realmente é uma vez na vida “, concluiu.
Niels Bruynseels teve um dia ruim hoje. Ele foi excluído da final da competição de salto com Delux van T&L (por Toulon) após duas recusas. “Se poderei pular a Copa das Nações? Isso terá que ser analisado”, disse ele a um jornalista do Sporza.
“É muito cedo para tomar decisões sobre isso. Meu cavalo precisa de um check-up completo e depois uma decisão será feita em consulta com a equipe. Temos um quarto homem perfeito conosco, então aconteça o que acontecer, estaremos lá no nacional competição “, conclui.
Jerome Guery foi um dos candidatos a medalha para a final individual de saltos. Infelizmente, o último obstáculo decidiu o contrário: “Cometi um erro”, disse Guery depois. “Um erro como este não deve acontecer novamente a este nível.”
“Claro que é uma grande decepção”, continua ele. “O bom de hoje é que meu cavalo mostrou mais uma vez que estava em sua melhor forma. Tento ser positivo, mas a decepção prevalece. O assobio da multidão me tirou da concentração. Eles assobiaram porque talvez eu fosse um pouco lento . “Eu só me concentrei em ir rápido e não mais no último obstáculo. Curvei demais para que a distância até meu último obstáculo não fosse boa. Esse erro é inteiramente minha culpa. Quel Homme simplesmente não poderia fazer mais sobre isso ao mesmo tempo que deu o seu melhor ao longo do percurso ”, conclui.
Cian O’Connor da Irlanda foi o primeiro a saltar uma rodada clara na final individual hoje. Porém, com Kilkenny (por Cardento) ele conseguiu um ponto antes do final e esse não foi o único problema. O capão sofreu uma hemorragia nasal ao saltar e, embora tenha sido examinado pelo veterinário e considerado apto para competir novamente, O’Connor decidiu retirá-lo da Copa das Nações. Ele tornou isso conhecido em suas redes sociais.
O irlandês Cian O’Connor foi o primeiro cavaleiro com Kilkenny a completar uma volta clara na final de salto. No entanto, ele tem uma penalidade de tempo por trás de seu nome. Não apenas o erro de tempo, a hemorragia nasal de Kilkenny também estragou a comemoração; Quando O’Connor não foi descartado, nosso fotógrafo foi até o pessoal da FEI para perguntar o que exatamente estava acontecendo.
“O cavalo Kilkenny realmente teve uma hemorragia nasal”, disse um porta-voz da FEI. “O cavalo foi examinado imediatamente após o percurso e agora está na clínica veterinária. No entanto, sangramento nasal não está coberto pela regra do sangue e, portanto, não leva à exclusão. Isso só se aplica ao sangue nos flancos ou na boca”.
Os 30 primeiros começaram hoje na final individual dos Jogos Olímpicos de Tóquio. Desde 1976 um belga levava para casa uma medalha e com três duplas naquele desempate havia grandes esperanças. Um percurso muito difícil, porém, decidiu o contrário. Depois de um desempate enervante, Ben Maher conquistou o título de ouro com seu confiável Explosion W (Chacco-Blue).
Normalmente Niels Bruynseels iria começar primeiro, mas uma ferradura solta em Delux van T&L (Toulon) garantiu que Bruynseels viesse mais tarde. Jérome Guery foi o primeiro belga a começar com Quel Homme de Hus (Quidam de Revel).
O par lutou com o tempo de qualquer maneira, mas pareceu terminar completamente perfeito no início. O último obstáculo decidiu de outra forma e, após recusa, resultou em 7 pontos. Niels Bruynseels a seguiu e, com o estresse necessário, a exclusão foi notada para a dupla.
Com todas as esperanças depositadas em Gregory Wathelet e Nevados S (Calvados Z), a dupla começou bem. Na linha oxer – straight, as coisas também deram errado para esta dupla e a Bélgica agora tem todas as esperanças de medalhas na competição por equipes!
Um total de seis combinações qualificadas para o desempate. Incluindo os três suecos.
O primeiro a começar foi o show jumper local, Daisuke Fukushima com Chanyon (Chacco-Blue). O par deu o tom com uma rodada clara em 43,76 segundos.
Malin Baryard-Johnsson da Suécia seguiu com H&M Indiana (Kashmir van Schuttershof). Ela ficou mais curta e marcou um tempo afiado, com uma rodada clara. O Countryman Peder Fredricson seguiu com All In (Kashmir van Schuttershof) e imediatamente definiu o tempo.
Ben Maher e seu descendente Chacco-Blue, Explosion W, se saíram ainda melhor e caíram no tempo de Fredricson, imediatamente por 0,17 segundos e assumiram a liderança. Isso garantiu a Maher uma medalha. Henrick von Eckermann não fez o cronograma com o King Edward, o que o trouxe de volta ao terceiro lugar.
O último na largada foi Maikel van der Vleuten com Beauville Z (Bustique). A dupla acabou saltando para a medalha de bronze, o que deu a Peder Fredricson a medalha de prata com a H&M All In, assim como no Rio.