O número sete no mundo, Kent Farrington montou sua égua BWP de 15 anos, Gazelle ter Elzen (por Kashmir van Schuttershof) para uma vitória espetacular no Lexington americano. Apenas nove combinações se qualificaram para o desempate nesta classe de 1,60m. Farrington e Gazelle foram os únicos a se afastar com o tempo de 35,96 segundos. Farrington mudou sua estratégia no último minuto, o que lhe permitiu vencer esta Copa do Mundo!
Todos os seus antecessores andaram ‘all-in’ no desempate, mas a cada vez com uma barra. Com apenas um piloto deixado para trás, Farrington decidiu fazer uma volta tranquila e segura na esperança de ser o único sem ter que correr muitos riscos. “Na primeira fase ela foi muito cuidadosa. Achei que o desempate era minha chance de fazer sua volta fácil e tranquila. Felizmente, isso nos beneficiou com uma vitória”, disse Farrington.
O segundo lugar foi para Mclain Ward e Contagious (da Contagio), precisaram de 32,60 segundos mas erraram. Daniel Bluman e Ladriano Z (de Lawito) terminaram na terceira colocação, também com uma barra e com o tempo de 32,62 segundos. Apenas fora do pódio, em quarto lugar, estavam Tiffany Foster e Figor (pelo grupo VDl Zagreb). Os cinco primeiros foram fechados por Aaron Vale e Elusive (por Rodrigoo).
Farrington e Gazelle são parceiros há oito anos. “Gazelle é muito experiente. Ela já foi um grande cavalo para mim e para minha carreira”, disse Farrington.
O lendário garanhão Hickstead faleceu exatamente dez anos atrás. Portanto, é hora de olhar para trás, para a carreira excepcional do cavalo-chefe de Eric Lamaze.
Quer você seja um cavaleiro de saltos, adestramento ou cavaleiro de evento … Hickstead é um nome conhecido e um nome em toda a comunidade equestre. A sua morte trágica durante um jogo em Verona está gravada na memória de muitos e permanece connosco até hoje. Mas vamos dar uma outra olhada em sua carreira impressionante sob o canadense Eric Lamaze.
Para começar, Hickstead não era um cavalo como outro qualquer. Eric Lamaze foi um dos únicos cavaleiros que conseguiu lidar com o cavalo e seu próprio caráter. A dupla dinâmica estabeleceu uma conexão maravilhosa que resultou em um grande sucesso ao mais alto nível.
Um exemplo é o CN International de $ 1 milhão em Spruce Meadows que Hickstead e Lamaze ganharam em 2007 e 2011. Mais tarde naquele ano (2007), a dupla também saltou para a prata por equipe e o bronze individual nos Jogos Pan-Americanos, mas não parou lá. Um ano depois, o garanhão alcançou um de seus destaques esportivos ao ganhar o ouro individual e a prata por equipe nos Jogos Olímpicos de Pequim. E por falar em destaque esportivo … Em 2010, Hickstead também somou a vitória no Grande Prêmio Rolex de Aachen à sua mão.
Em 2010, o garanhão foi reconhecido por seu desempenho excepcional e foi eleito o ‘Melhor Cavalo do Mundo’ nos Jogos Equestres Mundiais da FEI Alltech.
Nem é preciso dizer que o Hickstead apresentou um dos resultados mais impressionantes de todos os tempos. Portanto, é com o coração pesado que o esporte equestre se despede de um ícone em 6 de novembro de 2011.
O tribunal da FEI decidiu sobre um caso antidoping envolvendo uma substância proibida em cavalos. Neste caso, um cavalo, treinado por Maria Esperanza Alonso Calero (FEI ID 10150176 / ESP), apresentou resultado positivo para a substância proibida Nimesulida após coleta de amostras no CEI1 * 100 Badajoz (ESP), em 22 de maio de 2021.
O treinador admitiu a violação da regra e aceitou as consequências. Em sua decisão final, o Tribunal da FEI impôs um período de inelegibilidade de 18 meses ao treinador, começando na data da Sentença de Consentimento (2 de novembro), com a suspensão provisória já cumprida deduzida do período de inelegibilidade imposto. Ela também foi multada em CHF 5.000.
No Clube Hípico de Santo Amaro nessa quinta-feira, 04 de novembro, primeiro dia do XVI Festival Nacional do Cavalo BH, aconteceu o Campeonato Nacional do Salto em Liberdade para produtos dois e três anos.
O julgamento ficou a cargo dos juízes: Neimar Roncatti, Sebastian Rodhe e Henry Brugier.
Nessa quinta-feira, 04 de novembro, foi dia de decisão dentro do XVI Festival Nacional do Cavalo BH para a categoria Machos da Exposição Nacional, aptidão salto e adestramento.
Vinte e cinco produtos estiveram na pista nas categorias de 06 a 40 meses. Com o julgamento de Neimar Vanderlei Roncatti, Sebastian Rodhe e Henry Bernard Brugier os três primeiros colocados de cada categoria foram premiados na pista e no final do Campeonato sagrou-se o Grande Campeão Macho da Exposição 2021, aptidão salto, o BH Cornet´s Best Jmen (Cornet Obolensky x Sandro Boy), criação do Haras Agromen, nascido em 05/10/2018.
O título de Reservado Grande Campeão ficou com Cailash Jmen I (Cornet Obolensky x Bolero Jmen), criação do Haras Agromen, nascido em 02/11/2019.
Já na aptidão adestramento o Brasileiro de Hipismo Famoso do Rincão (Wonderland x Florencio), criação da Coudelaria de Rincão, nascido em 29/12/2020, sagrou-se o Grande Campeão.
Confira o placar completo abaixo:
Aptidão Adestramento 1º Famoso do Rincão (Wonderland x Florencio) – (Campeão potro – Grande Campeão )
Aptidão Salto
Categoria 06 a 12 meses: 1º Calixto Jmen (Cornet Prince Jmen x Jmen Goldfinger) – Reservado Campeão Potro 2º Jiroccolensky 3K ( Zirocco Blue VDL x Cornet´s Stern) 3º Spicy George IHB (George Z x Clinton)
Categoria 12 a 18 meses 1º Formoso do Rincão (Quinaro Jmen x Cassini I) – Campeão Potro 2º Fenomenal do Rincão (Cassius du Ry x Lordanos) 3º Baby Entrevero (Jardonnay VDL x Baloubet du Rouet)
Categoria 18 a 24 meses 1º Cailash Jmen (Cornet Obolensky x Bolero Jmen) – Reservado Grande Campeão e Reservado Campeão Potro JR 2º C- Topazio Jmen (Cornet Obolensky x Casall) 3º Amor Entrevero ( Tallmann TN x Sidney Método)
Categoria 24 a 30 meses 1º Corssalio Jmen IV (Cornet Obolensky x Casall) 2º Iphone 3K (Androide 3K x Contendro I)
Categoria 30 a 40 meses 1º Cornet´s Best Jmen (Cornet Obolensky x Sandro Boy) – Campeão Potro Jr, Grande Campeão 2º Chamberlain Jmen II (Cornet Obolensky x Kannan) 3º Corwell Jmen (Cornet Phaeton Jmen x Carbacan Jmen)
Primeiro lugar no Concurso de Thermal, Cássio Rivetti fatura cerca de R$ 18 mil
(Foto: Tori Bilas/@t_blisss)
Deu Brasil no Concurso de hipismo saltos 3 estrelas de Thermal, nos Estados Unidos. O conjunto formado por Cássio Rivetti e Alanine De Vans foi o grande campeão da principal prova do evento. Zerando duas vezes o percurso, o cavaleiro subiu no topo do pódio e levou para casa o prêmio de cerca de R$ 18 mil.
A disputa vencida pelo conjunto brasileiro teve obstáculo a 1.40 m e status de 3 estrelas. Na primeira volta, Cássio Rivetti e a égua Alanine De Vans zeraram o percurso no tempo de 33s11. No desempate, o conjunto voltou a zerar o percurso e fez incríveis 24s63.
“Hoje eu não planejava ganhar. Ela salta muito bem. Eu estava indo bem e ela tão naturalmente rápida e fazendo as curvas de forma perfeita. Definitivamente, ela foi com tudo para a chegada. É uma égua muito veloz”, disse Cássio Rivetti sobre Alanine De Vans.
Os dois seguem competindo no Concurso de hipismo saltos 3 estrelas de Thermal até o próximo domingo (7). “Ela estará pronta”, finalizou o cavaleiro brasileiro.
E olha que foi por muito pouco que Cássio Rivetti ficou com a vitória. A segunda colocação foi para Jamie Taylor, dos EUA, que fez 24s98, apenas 0s36 atrás do conjunto do Brasil.
O terceiro lugar ficou com Klee Hellerman também dos Estados Unidos.
Outros resultados
O hipismo saltos também entrou em ação em outros concursos ao redor do mundo. Destaque para o 3º lugar de Camila Mazza em prova 3 estrelas no Concurso de Vilamoura, em Portugal. Montando Carmen de La Vallee, a amazona foi a terceira melhora na prova de contrarrelógio com obstáculos a 1.45 m.
Em Oliva, na Espanha, o melhor resultado foi o 22º lugar de Mariana Frauches Chaves e Emerette na prova 3 estrelas com obstáculos a 1.35 m.
Na Bélgica, pelo Concurso 2 estrelas de Lier, André Reichmann e Hanakine foram o terceiro melhor conjunto na disputa com obstáculos a 1.45 m.
Desembargador do Rio de Janeiro negou pedido da CBH para que decisão de primeira instância, que determina novo pleito, fosse suspensa. Presidente diz que não irá recorrer novamente e que marcará nova eleição
A Justiça do Rio de Janeiro negou o pedido do Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) para que fossem suspensas duas decisões proferidas pelo mesmo juiz de primeira instância, que considerava a eleição que aconteceu na entidade em janeiro nula e determinavam novo pleito. No seu despacho, o desembargador César Cury, da 11ª Câmara Cível, alegou que as decisões estavam “bem fundamentadas”
Segundo o presidente da CBH, João Loyo, a entidade não irá fazer mais nenhum tipo de recurso. Ele contou que já elabora um edital, mas que ainda precisa tirar algumas dúvidas com o juiz que não ficaram claras na decisão.
— O departamento jurídico está fazendo o edital. Eu pedi para que o nosso advogado vá lá (no Tribunal) conversar com o juiz justamente para esclarecer alguns pontos, mas a gente vai fazer novas eleições. Decisão judicial não se discute. Fizemos o recurso dentro do prazo e eu não vou mais ficar recorrendo, não. Vou fazer logo novas eleições e pronto — contou Loyo.
Loyo afirmou também, que não sabe se irá concorrer nas novas eleições. De acordo com o que contou, a decisão será tomada de acordo com o seu grupo.
Entenda o caso
A eleição na CBH estava sub Judice desde novembro, quando deveria ter acontecido, mas não foi realizada porque foram encontradas irregularidades nas documentações das duas chapas que concorreriam. Foi marcada então uma nova data, no dia 29 de janeiro, quando houve confusão.
Uma das chapas, comandada por Bárbara Laffranchi, alegou uma série de irregularidades, como impedimento de eleitores de votarem. A chapa se retirou da assembleia oficial e realizou outra votação, com a presença de uma tabeliã, em que obteve maioria dos votos de federações e cavaleiros. Entretanto, como essa votação não era a oficial, a outra chapa, encabeçada por Kiko Mari foi oficialmente eleita.
A chapa de Bárbara entrou na Justiça e conseguiu que nova uma eleição fosse marcada, onde os votos dos eleitores que não puderam participar fossem computados. O pleito aconteceu em maio, com vitória dela. Porém, ela ganhou, mas não levou. Uma hora antes da eleição ter acontecido, um desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro derrubou a decisão de primeira instância que determinou as eleições
No meio de todo esse imbróglio, Kiko Mari, que havia sido eleito renunciou ao cargo pouco mais de seis meses após ser eleito, e o vice, João Loyo, assumiu. Ele alegou “motivos de foro íntimo” e que a abdicação era “em prol de um projeto maior”.
A situação abriu uma nova crise dentro da CBH. A chapa de Bárbara encomendou um parecer jurídico, em que afirmava que uma nova eleição deveria ser convocada. Loyo também elaborou um parecer que afirmava o contrário.
Nova eleição
No dia 28 de outubro, o juiz João Marcos Fantinato, da 34ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, deu decisões em dois processos, em que determinou a anulação da eleição e a realização de novo pleito. As sentenças de Fantinato afirmavam que a nova eleição deveria acontecer de acordo com as regras do estatuto.
Em um dos processos, a Federação Paulista de Hipismo chegou a pedir que Loyo fosse afastado e que um interventor fosse nomeado. Entretanto, a proposta não foi aceita pelo juiz, que alegou que o pedido extrapola a “função judicial”.
Mudança gera debate sobre descaracterização da modalidade, que é uma das mais tradicionais do programa dos Jogos
As imagens de um cavalo sendo agredido durante a Olimpíada de Tóquio rodaram o mundo, e as consequências disso respingaram em uma das provas olímpicas mais tradicionais: o pentatlo. Nesta quinta-feira, a União Internacional de Pentatlo Moderno (UIPM) anunciou que a equitação não fará mais parte da modalidade após a edição de Paris-2024.
Depois de mais de um século tendo seus participantes competindo em cinco esportes (corrida, tiro, esgrima, natação e equitação), o pentatlo moderno abandonará o salto equestre. A decisão veio depois que dois membros da equipe olímpica feminina da Alemanha foram acusados de maltratar um cavalo nos Jogos Olímpicos de Tóquio.
De acordo com a entidade, um processo de consulta de especialistas será feito para encontrar um esporte substituto adequado. O jornal britânico “The Guardian” apurou nesta semana que a opção mais cotada é o ciclismo. A pentatleta brasileira Yane Marques, medalhista de bronze em Londres-2012, disse que reconhece o esforço de tornar o esporte menos oneroso para a organização, mas acredita que a mudança desconfigura um pouco a modalidade.
— Acho que o hipismo tem um diferencial no dia da prova. O ineditismo, o desconhecimento do animal, testa nossas habilidades, nossa capacidade de adaptação, e isso é um pouco do pentatleta. Coisas que no ciclismo a gente talvez não tenha. Entendo que talvez seja uma medida para simplificar, porque a organização da prova do pentatlo é muito complexa e a parte dos cavalos é a mais de todas. A gente tem que aceitar algumas mudanças que são pela manutenção do esporte — afirma Yane.
Vice-presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado do Rio de Janeiro e membro da Academia de Medicina Veterinária do estado, Diogo Alves reforça a complexidade de se lidar com animais deste porte em um esporte profissional e destaca a importância do acompanhamento profissional adequado para eles também durante as competições.
— Os equídeos exigem atenção peculiar e individual, com cuidados rigorosos, como treinamento, fluidoterapia, fisioterapia, tratamento de imunidade, alimentação, adequação ao ambiente, transporte, exames periódicos, medicação, quarentenas e cautela em relação ao comportamento e ao estresse.
Acusação de maus tratos
Um dos primeiros esportes olímpicos, o pentatlo foi criado pelo Barão Pierre de Coubertin, inspirado nos soldados da cavalaria do século XIX. A modalidade entrou na agenda olímpica dos Jogos da Era Moderna em Estocolmo-1912. Com a tradição mantida por mais de um século de demonstrar todas as aptidões físicas, o pentatlo tem sofrido com a falta de popularidade fora da Europa, e nos últimos anos tem havido vários esforços para de fato modernizar a modalidade.
Mas para Paulo Franco, treinador da Equipe Brasileira Militar de Salto, a retirada do hipismo do pentatlo descaracteriza a origem do esporte.
— O problema não é o hipismo, mas a competição precisa de alguns ajustes. A equitação não pode ser tratada como esgrima ou tiro, por exemplo. É uma prova que tem um animal envolvido. Na minha opinião, o atleta deveria ter uma certificação ou um índice mais elevado para poder competir no hipismo no pentatlo. A prova não é só sobre se segurar em cima de um cavalo — afirma.
Ao contrário das competições equestres padrão das Olimpíadas, os competidores do pentatlo recebem cavalos aleatoriamente para montar, em vez de usar os seus próprios. Em Tóquio, isso levou a acusações de abuso depois que a pentatleta alemã e candidata à medalha Annika Schleu recebeu um cavalo teimoso que se recusou a pular um dos obstáculos. Sua treinadora, Kim Raisner, aparece em vídeo socando o cavalo, enquanto Schleu foi acusada de açoitá-lo excessivamente. A atleta negou a acusação. Sua técnica foi expulsa dos Jogos.
Além deste incidente, o sacrifício de um cavalo ferido em uma prova de hipismo em Tóquio levou alguns ativistas dos direitos dos animais a convocar o Comitê Olímpico Internacional para remover os esportes equestres do programa olímpico.
— Eu não sou a favor da retirada do hipismo dos Jogos, mas acho que colocar uma bancada de ativistas e representantes de ONGs dentro desses esportes para pelo menos lutar pelos direitos dos animais e ser a voz deles, seria uma boa opção — contrapõe Grayce Taranto, presidente da ONG de proteção animal Eu Sou Testemunha de Golias, do Rio de Janeiro.
A FEI anunciou seu calendário provisório de saltos de obstáculos internacionais. E está embalado. No próximo ano, nada menos do que 827 competições internacionais de salto serão organizadas. Ou seja, cerca de 16 jogos por semana! Pela primeira vez desde 1990, não haverá Jogos Equestres Mundiais em 2022. Em vez disso, existem os Campeonatos Mundiais substitutos para as oito disciplinas, cada uma em um local diferente. Para saltos de obstáculos, este é o Herning dinamarquês.
A questão que surge imediatamente é se esse calendário completo é uma coisa boa? Em média, 900 conjuntos começam cada concurso. É claro que isso é bom para a FEI com mais de 14.400 entradas por semana, mas também é o caso para as várias organizações?
“A diferença entre as diferentes organizações só vai aumentar. O calendário de competições está evoluindo cada vez mais para um acúmulo monótono de competições idênticas nos mesmos locais”, é a preocupação de muitos cavaleiros.
A temporada internacional de saltos lentos começará em 4 de janeiro de 2022 com um CSI2 * em Villeneuve-Loubet, França, seguido pelo CSI4 * -w em Abu Dhabi. Tradicionalmente, o ano termina com a partida internacional do Liverpool.
15 Bhs inscritos para a exposição do XVI Festival Nacional do Bh
Tudo pronto para a largada do XVI Festival Nacional do Cavalo Brasileiro de Hipismo. Para esse ano tivemos a inscrição de 115 produtos BHs nas diversas categorias (Exposição Nacional Salto e Adestramento, Éguas Competition, Aprovação de Garanhões Salto e Adestramento e Competição de Salto em Liberdade).
A inspeção veterinária das éguas competition e dos garanhões, bem como a medição, acontecerão na quarta-feira, 3, já com a adaptação deles no elíptico no período da tarde. Já a Exposição de Potros (as) terá início quinta-feira, 04, a partir das 9 horas.
Todos os julgamentos, na pista de areia principal do CHSA, ficarão por conta dos renomados juízes: Sebastian Rohde, da Alemanha, Henry Brugier, da França e Neimar Vanderlei Roncati, do Brasil.
O evento terá praça de alimentação com diversas opções de food trucks, o restaurante do clube aberto com pratos e lanches, área social com lojas, incluindo a BH Store, além de uma extensa programação todas as tardes com músicas ao vivo, DJs, e o tão esperado Leilão Virtual de Embriões e o Leilão BH do Futuro presencial de potros e cavalos já iniciados no esporte.
O Clube Hípico de Santo Amaro está localizado na Rua Visconde de Taunay, Nº 508, em São Paulo, e terá acesso gratuito ao público com serviço de vallet pago no local.
Excelente dica para as famílias se divertirem, em meio a natureza, para um dia ao ar livre dentro de São Paulo. O evento acontecerá por duas semanas, de 4 a 14 de novembro, e além da parte de Exposição terá provas de salto para todos os níveis, individuais e por equipe, de 60cm até o Grande Prêmio, tendo seu início no final de semana, dias 06 e 07, aberta para todas as raças!
No site da ABCCH (aba Festival) será possível acessar toda a parte da Exposição, com inscritos e catálogo virtual, bem como o link para catálogo do Leilão e para as ordens de entradas e resultados das provas de salto.
SERVIÇO: O que: XVI Festival Nacional do Cavalo BH Data: 04 a 14 de novembro de 2021 Local: Clube Hípico de Santo Amaro (SP) Estacionamento: Sim, vallet pago no local Restaurantes: Sim, incluindo praça de alimentação com food-trucks Público: sim, obrigatório o uso de máscara Site: www.abcch.com.br