Nessa segunda-feira, 6/4, a Federação Equestre Internacional (FEI) anunciou o cavaleiro olímpico brasileiro Pedro Veniss, como representante dos atletas da modalidade Salto, junto ao Comitê de Atletas da entidade. Pedro, 37, radicado na Europa e atualmente residente em Barcelona, defendeu o Brasil nas Olimpíadas de Pequim 2008 e Rio 2016, e detém duas medalhas de ouro por equipes nos Jogos Pan-americanos Rio 2007 e Lima 2019. Pedro passa a integrar o Comitê de Atletas ao lado dos representantes de cada uma das disciplinas equestres e também se torna membro do Comitê de Salto da FEI até o final de 2022.
Pedro com Quabri D L Isle na comemoração do ouro por equipes no Pan Lima 2019
“Eu concordei em assumir o cargo de representante dos atletas pela minha paixão pelos cavalos e esporte. Essa possibilidade surgiu ano passado na reunião do International Jumping Riders Club (IJRC) em Barcelona”, destaca Pedro, em entrevista ao portal da FEI. “Acredito que esse papel seja importante para levar as ideias e posições à cúpula da FEI. Espero poder contribuir com o esporte trabalhando em estreita parceria com os cavaleiros e comunidade do Salto”, adianta o brasileiro.
O Time Brasil medalha de ouro Pedro Veniss, 2º à direita, com Luiz Felipe de Azevedo Fº, Rodrigo Lambre, Marlon Zanotelli e Eduardo Menezes na área mista da imprensa no Pan Lima 2029
“A meu ver, o desafio nos próximos anos é aumentar a exposição do esporte na grande mídia. Minha principal preocupação é o bem estar do cavalo conforme o esporte evolui e cresce. É importante lembrar que novas regras e diretrizes devem ser construídas com justiça e bom senso”, enfatiza Pedro. “Eu acho que a modalidade Salto vem crescendo bastante. A cada ano, vemos cavalos e cavaleiros melhores, o que é muito bom para o nosso esporte. Ao mesmo tempo temos cada vez mais excelentes concursos com ótima infraestrutura e premiação o que também incentiva os proprietários a investir no esporte.”
Quem
está cumprindo a quarentena em casa, e devido a isso está mais tempo conectado
nas redes sociais, já percebeu que todos os dias surgem novos recursos
para que as pessoas consigam se comunicar a distância. Emails e ligações
telefônicas estão sendo deixadas de lado, para que com novos recursos um maior
número de pessoas seja atingido de uma só vez.
Sim, de forma simples, estamos falando
das “lives” recurso do Instagram para fazer transmissões de vídeo em
tempo real. Essa “facilidade” já existia em outras redes sociais
(como no YouTube) há mais tempo, mas só chegou no Instagram em 2016 e desde
então, já passou por várias melhorias que abriram novas possibilidades.
Nossa dica de hoje são duas
“lives” que envolverão o cavalo Brasileiro de Hipismo e com tema de
interesse de criadores e proprietários.
O grupo de trabalho de Saltos de Obstáculos criado pela Federação Equestre Internacional (FEI), para avaliar o impacto que a pandemia está a causar no calendário desportivo da FEI reuniu-se numa videoconferência para apresentar as suas soluções.
A FEI criou grupos de
trabalho para avaliar qual o impacto que a pandemia viria a ter no seu
calendário desportivo e para tal, criou oito grupos de trabalho para cada uma
das disciplinas equestres
O grupo destinado à disciplina
de Saltos de Obstáculos já realizou a sua primeira reunião por
videoconferância, na quinta-feira, 2 de Abril, que foi orientada por Sabrina
Ibáñez, secretária-geral da FEI, que tem responsabilidade geral pelo
Calendário e dirige cada um dos grupos.
A reunião durou cerca de três
horas e os principais tópicos abordados pelo grupo foram: o prazo final para as
Federações Nacionais proporem à FEI datas alternativas para os eventos que
pretendem reagendar em 2020; as regras relaccionadas com conflitos de datas e
solicitações de alteração de datas; iniciativas para ajudar os organizadores e
o impacto da nova data dos Jogos Olímpicos no Calendário da FEI de 2021.
Os membros que se uniram à
reunião virtual foram os vice-presidentes da FEI, Mark Samuel e Jack
Huang, o presidente do Comité de Saltos, Stephan Ellenbruch, o presidente da
Federação Europeia de Equitação Theo Ploegmakers, o representante de atletas de
Saltos, o cavaleiro brasileiro Pedro Veniss e o presidente da Associação
Internacional de Organizadores Equestres Peter Bollen. O vice-director de
Saltos da FEI, o administrador do calendário e os directores dos departamentos
de TI, Jurídicos e Governamentais da FEI também estiveram se juntaram à
chamada.
As conclusões e resoluções do
grupo de trabalho serão consideradas pelo Conselho da FEI numa
videoconferência, que será convocada ainda durante esta semana.
Posteriormente, os princípios
acordados pelo Conselho serão partilhados com os outros sete grupos de
trabalho, que vão avaliar o impacto do novo coronavírus no calendário da FEI de
adestramento, para adestramento, CCE, Atrelagem, rédeas, Volteio….. Cada um
dos grupos irá realizar reuniões durante os próximos dias, sempre com a
presença do presidente do Comité Técnico, um representante dos atletas e o
director de desportos da FEI de cada disciplina específica.
O presidente da FEI, Ingmar De
Vos, será atualizado constantemente sobre cada trabalho dos grupos e, quando
necessário, auxiliará na finalização de propostas de soluções a serem
apresentadas ao Conselho da FEI para aprovação
Doda e Rodrigo Pessoa foram companheiros em cinco das seis Olimpíadas que cada um disputou, em incontáveis treinamentos, almoços, jantares e conversas de cocheira. Os dois maiores cavaleiros da história do hipismo brasileiro, porém, não se falam há quase quatro anos. Em quarentena em um haras no interior de São Paulo, Doda decidiu dar o primeiro passo para retomar contato. Enviou uma mensagem ao ex-melhor amigo na tentativa de deixar para trás as brigas do passado recente, em nome da forte amizade do passado agora distante. Deixou Rodrigo Pessoa à vontade para não responder. Não teve e não terá resposta.
Álvaro Affonso de Miranda Neto, o Doda, está com 47 anos e foi às últimas seis edições dos Jogos Olímpicos, mas não compete em alto nível praticamente desde a Rio-2016. Nas vezes que esteve em eventos internacionais desde então, cruzou com Rodrigo, filho do seu ex-treinador Nelson Pessoa, mas os dois evitaram trocar olhares. O clima é péssimo desde a última Olimpíada, quando Rodrigo recusou ser reserva da seleção brasileira e preferiu atuar como comentarista de uma televisão francesa.
No dia da final por equipes, os dois trocaram farpas pela imprensa. Primeiro Rodrigo comentou a desclassificação de Stephan Barcha, que ficou com a última vaga no time e foi eliminado por lesionar sua égua. “Eu sei que comigo não teria acontecido porque eu monto minha égua sem espora”, disse o campeão olímpico, tirando, porém, a culpa das costas de Barcha e colocando nas do técnico norte-americano George Morris. “Ele entrou como uma lenda e vai sair como uma lêndea”, atacou.
Acabada a prova com o Brasil em quinto, Doda falou com a imprensa e reagiu. “A experiência do Rodrigo não fez falta, porque com o cavalo que ele tinha iria fazer várias faltas. Não tinha nenhuma condição, nenhuma, nenhuma. Ele ia passar vergonha aqui. Um cara como ele, que é um craque, se não tiver um cavalo à altura, derrubaria os obstáculos aqui.”. Rodrigo ainda teve tempo de uma tréplica, alegando que Doda falava de cabeça quente: “Isso a gente nunca vai saber, porque não me deram a oportunidade de mostrar meu potencial.” Doda insistiu: “É como você pegar o Schumacher e colocar ele em uma equipe que não está boa.”
Desde então foram mais de três anos e meio sem nenhum contato. Partiu de Doda a iniciativa de propor a paz. “Não entrei no mérito de quem está certo ou erado. Eu perdi minha razão de ter falado aquilo no calor da competição. Ele fez um comentário e eu não fiquei feliz. E respondi de uma forma que não deveria fazer. Foi um péssimo exemplo que eu dei, que ele deu”, admite Doda.
Segundo ele, a convivência com Kaká, ex-jogador de futebol que será padrinho do seu segundo filho, previsto para nascer em agosto, o ajudou a ser mais humilde. “Tenho essa obrigação de ser um bom exemplo para minha filha, para meu filho que está a caminho, para meu esporte, para minha imagem. As pessoas acham que é um absurdo você admitir que errou. Tomo o Kaká como espelho. Você olha a humildade dele, a maneira que ele fala as coisas. Ele sempre valoriza o que as pessoas têm de bom. Como fiz aquilo no calor do negócio, aquilo me incomodou”.
Na mensagem de Whatsapp, escrita há cerca de duas semanas, quando Doda iniciava a quarentena no seu haras em Itatiba, no interior de São Paulo, o cavaleiro desejou tudo de melhor ao ex-amigo e demonstrou gratidão por tudo que os dois viveram juntos. A relação começou em 1993, quando Doda mudou-se para o centro de treinamento de Nelson Pessoa, o Neco, na Bélgica e virou não só companheiro de treinos, mas colega inseparável de Rodrigo, que é um ano mais velho. Eles eram jovens de 22 e 23 anos quando levaram o Brasil a uma histórica medalha de bronze por equipes na Olimpíada de Atlanta, em 1996.
Além de lembrar essa amizade, a mensagem avisava que Rodrigo deveria se sentir à vontade para responder, ou não. O campeão olímpico, que também está em quarentena, mas nos Estados Unidos, por enquanto não teve “cabeça” para responder. Mas em contato telefônico com o Olhar Olímpico, não se furtou em revelar que sentiu falta de uma palavra: um pedido de desculpas.
“Não é que ele pediu desculpas, e eu não espero isso também, mas não foi o que eu esperava. Para mim, infelizmente, não muda grande coisa. Ele falou coisas que ele achava importante para ele falar, sobre minha família, sobre a relação que a gente sempre teve. Nós éramos muito próximos, como irmãos praticamente. Vivíamos juntos, viajamos muitos, compartilhávamos muitas coisas. Se ele tivesse falado: ‘cometi um erro, aconteceu isso, isso e isso’, aí seguramente a gente poderia sentar e conversar sobre a situação. Como não foi o caso, para mim não muda nada. A atitude que ele tomou, ao meu ver, não foi justa.”
Cada um impedido de sair à rua em um canto do mundo, já chegando aos 50 anos, os dois ex-amigos têm um sonho em comum: disputar uma sétima Olimpíada, o que seria um novo recorde no esporte brasileiro — Robert Scheidt e Formiga também caminham para a sétima. Há pouco tempo, os objetivos eram outros. Rodrigo trabalhou até o ano passado como treinador da Irlanda, enquanto Doda passou por uma conturbada separação, voltou ao Brasil e teve que recomeçar.
Curou uma lesão no quadril, perdeu 14 quilos em três meses e malhou até o percentual de gordura do seu corpo cair para 8%. “Atingi agora a melhor forma física da minha vida. Estou magro, seco, me alimentando muito bem. Falta ritmo de concurso, mas estou melhorando. No meu último Grand Pix fiz zero pontos”, conta.
O objetivo era começar o ciclo olímpico de Paris-2024 voando, mas os planos mudaram com o mundo. “Comprei uma égua na Argentina e me surpreendi com o potencial dela. Na hora pensei: se tivesse mais um ano para a Olimpíada, eu arriscava. E agora tem. Não que ache legal esse adiamento. É uma catástrofe mundial, preferia esperar quatro anos, mas já que isso aconteceu, acorda minha motivação um pouco mais. Eu vou participar das seletivas”, avisa.
Rodrigo Pessoa será seu adversário. O cavaleio, que mudou-se da Bélgica para os arredores de Nova York, mas estava (e segue) na Flórida quando o coronavírus chegou, está com três cavalos “cinco estrelas” e animado. “Um deles estava machucado, mas já participou de eventos cinco estrelas. Agora vou ter mais tempo para me adaptar a ele. Agora é fazer um bom trabalho nesse ano e meio para se preparar da melhor forma possível, para agradar o técnico e eventualmente participar da Olimpíada”
A concorrência será forte. No Pan de Lima, o time com Marlon Zanotelli, Pedro Veniss, Rodrigo Lambre e Eduardo Menezes ganhou a medalha de ouro. Se, por ventura, os dois veteranos entrarem na equipe, aí eles devem conversar para tentar ter uma convivência sadia em nome de uma equipe que sempre defenderam com unhas e dentes. “Mas nunca mais vai ser a mesma coisa”, resume Rodrigo.
Nessa quinta-feira, 2/4/2020, pela primeira vez, a Assembleia Geral Extraordinária da Confederação Brasileira de Hipismo aconteceu por participação remota já prevista no estatuto da CBH. Presidentes de federações e representantes de atletas reuniram-se conectados à plataforma disponibilizada pela CBH. A reunião foi bem-sucedida com aprovação unanime das alterações do estatuto CBH adequando-se à portaria 392/18 de 31/12/2018 do Ministério de Esporte (atual Secretaria Especial do Esporte) que alterou a portaria 115/18 de 3/4/2018.
Satisfeito com o desenrolar da AGE Ronaldo Bittencourt Filho, presidente da CBH, apontou vantagens da reunião virtual. “O estatuto da CBH já estava adequado a maior parte da legislação em vigor e foram poucas as adequações neste novo estatuto. Acredito que reuniões virtuais possam ser cada vez mais frequentes para interação com nossos diretores, dirigentes estaduais e organizadores, agilizando a tomada de decisão e otimização do uso dos recursos”, avalia Ronaldo Bittencourt Filho.
As alterações tratam da representação de atletas no colégio eleitoral, apoio para a candidatura ao cargo de presidente e vice-presidente, o não impedimento da candidatura de atletas a cargos eletivos, prévia publicação do calendário das assembleias e posterior publicação sequencial das atas. O próximo passo é o registro da ata da AGE junto ao cartório que neste caso será através de processo online, cumprido esse tramite será publicada no portal da Transparência da CBH.
A Assembleia Geral Ordinária que acontece em 28/4/2020 será para a apresentação do Relatório de Gestão e Prestação de Contas e conforme definido no estatuto deve ocorrer até o fim do 1º quadrimestre.
A Federação Equestre Internacional (FEI) cancelou as
Finais da Copa do Mundo de Saltos e de Adestramento, que seriam disputadas em
Las Vegas (USA).
A decisão,
que foi tomada em conjunto com a Federação Equestre dos Estados Unidos e com o Las Vegas Events, foi motivada pela
pandemia do novo coronavírus que assola o mundo.
É a primeira vez desde 1978 (saltos) e 1985 (adestramento)
que o evento é cancelado.
A competição estava marcada para Abril, entre 15 e 19.
O juíz
internacional de Saltos, Jon Doney, morreu no primeiro dia de Abril com 71
anos.
Jon Doney era uma
figura bem conhecida e popular no mundo dos saltos internacionais e chegou a
receber um MBE da Rainha Elizabeth II, em reconhecimento ao seu trabalho com o
British Showjumping.
O Conselho do
Royal Windsor Horse Show e Olympia, o London International Horse Show, anunciou
em seu site oficial que “com muita tristeza foram informados da morte de Jon
Doney”, referindo que “Jon foi um defensor dos eventos, atuando inicialmente
como chefe de pista e posteriormente como Presidente de Júri de Campo (CSI e
Nacional) para o Olympia e o Windsor, durante mais de 30 anos. A sua longa
experiência e sábios conselhos foram absolutamente incalculáveis, e o seu
sorriso assim como as suas palavras vão fazer muita falta nas pistas”,
concluiu.
Simon Brooks-Ward,
director de ambos os eventos, deixou também uma palavra. “Falo em nome de todos
nós, quando digo que todos estamos devastados.
Jon não era apenas
um dos juízes de salto internacionais mais experientes e competentes, ele
também era sábio, apaixonado pelo esporte e um grande amigo, com um
maravilhoso senso de humor. Dizer que ele fará falta é um eufemismo. Os nossos
sentimentos para a sua família.”
Em 2019 foram 198 os conjuntos que pontuaram no ranking brasileiro de Adestramento em 26 categorias. A novidade foi a inclusão da categoria Juvenil (menores de 21 anos) que não disputam as categorias base de alto rendimento nas séries Elementar à Média II. O fomento do adestramento em outros estados – graças e iniciativas como o Desafio Brasil que teve etapas em Brasilia, São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná possibitilou a oportunidade de pontuar no ranking brasileiro sem necessariamente viajar para outros Estados.
Cavaleiros e amazonas de quatro estados sagraram-se campeões: São Paulo, principal polo da modalidade com 19 campeões, Rio de Janeiro, três, e Rio Grande do Sul, três e Minas Gerais, um.
O Prêmio Hipismo Brasil, condecoração dos melhores do ano de 2019 em todas as nove modalidades chanceladas pela CBH, foi adiado devido à pandemia do Coronavirus. Os calendários CBH de todas as modalidades em 2020 serão reagendados após o fim da recomendação de isolamento social.
Cavalos Novos 4 anos Campeão Rogério da Silva Clementino / Lorde CLB – FPH
Cavalos Novos 5 anos Campeão Eduardo Alves de Lima / Florisbela – FPH
Cavalos Novos 6 anos Renderson Silva de Oliveira / Senhorita VO – FPH
Cavalos Novos 7 anos Cristiano Augusto da Silvaa / Italy AMM – FPH
Pônei Penélope Camacho Hernandez / Ravel – FPH
Iniciante Livia Vieira Alves / Ibis do Castanheiro – FPH
Elementar Mini-mirim Pônei Luciana Ferreira Motta / Cinderela – FEERJ
Elementar Mini-mirim Isabela Gomes Galvão Vieira de Moraes / Cantonela da Boa Vista – FPH
Elementar Juvenil Mariana Benediti Maia Magalhães / Bandoleiro LS – FEERJ
Elementar Amador Marta Bercht Brack / Fafinir – FGEE
Elementar Profissional Mauro Pereira da Silva Junior / Ibisco AMM – FPH
Quem está cumprindo a quarentena em casa, e devido a isso está mais tempo conectado nas redes sociais, já percebeu que todos os dias surgem novos recursos para que as pessoas consigam se comunicar a distância. Emails e ligações telefônicas estão sendo deixadas de lado, para que com novos recursos um maior número de pessoas seja atingido de uma só vez.
Sim, de forma simples, estamos falando das “lives” recurso do Instagram para fazer transmissões de vídeo em tempo real. Essa “facilidade” já existia em outras redes sociais (como no YouTube) há mais tempo, mas só chegou no Instagram em 2016 e desde então, já passou por várias melhorias que abriram novas possibilidades.
Nossa dica de hoje são duas “lives” que envolverão o cavalo Brasileiro de Hipismo e com tema de interesse de criadores e proprietários.
6º FEIRA (3/4) Horário: 16 horas Yuri Conde Garcia conversa com Rodrigo Giesteira, cavaleiro português, que monta a égua Brasileiro de Hipismo GB Celine desde agosto de 2019, tendo participado no mais alto nível nos CSIs de Opglabbeek, Beervelde, Deauville, Gijon, Barcelona, Liège, Verona, Poznan, Geneve, Liverpool, Amsterdam e Götemburgo. Instagram:Yuri Conde
SÁBADO (4/4) Horário: 10 horas Tema: Como criar estratégias para melhorar os índices neonatais dentro do próprio haras/ propriedade Convidada Especial: Debora Baptista Instagram: Tati_Figuero_vet
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