O primeiro dia da segunda semana em Drammen foi inaugurado com as competições CSI1 *, no final da tarde acontecem as provas CSIO3 *. Na primeira prova da manhã, foi uma vitória em casa para Ine Marlen Mausethagen, a segunda resultou em uma vitória da Finlândia com John Antell.
John Antell montou a segunda fase mais rápida em Drammen esta manhã. Ele entrou na arena com um filho da Camargue, Osaka Hastak, e parou o relógio de desempate em 30,89 segundos. Com este tempo ele levou Harry Allen em segundo lugar. Este cavaleiro irlandês montou It’s Me des Saules (de Best Of Nec) em cerca de 32,92 segundos. O resto dos cinco primeiros foi completado pelos cavaleiros noruegueses Celine Eknes Hegna com H Day Van Bareelhof Z (por Hardrock Z) parou o cronômetro em 33,23 segundos.
Rebekka Lie Hafskjold ficou em quarto lugar com Chila (por Cosmeo) em 33,40 segundos e Martine Eknes Hegna terminou em quinto nas costas de Zoraya 7 (por Grå) em 33,98 segundos.
O primeiro dia em Hubside com duas provas CSI2 *, no 1m40 a vitória foi da britânica Emma Stoker. No 1m30 os franceses mantiveram a vitória graças a Mathieu Billot.
Emma Stoker foi a que deu a volta mais rápida com Japatero Vdm (da Eldorado Vd Zeshoek) com o tempo de 60,18 segundos. Em segundo lugar veio Lorenzo de Luca com seu filho de Vigo D’Arsouilles, Malissa de Muze, que cruzou a meta em 60,22 segundos. Os três primeiros foram completados por Gregory Rulquin com Verdi des Forets (por Verdi TN) em 61,27 segundos.
Seguido por Michel Robert com Van Kilmor (por Valentino) em 61,56 segundos e Flore Giraud com Voyou du Bobois (por Calvaro FC) em 61,58 segundos.
No 1m30 contra o relógio, foi o francês Mathieu Billot que conquistou a vitória com o tempo de 57,59 segundos nas costas de Makalele Van’t Meulenhof (de Elvis Ter Putte). Ele foi seguido por Emanuele Gaudiano que parou o relógio em 57,82 segundos com Nikolaj de Music (por Kannan). O resto dos cinco primeiros foi para a França com Clement Gras que montou Miss d’Aix Z (por Montender) em 59,20 segundos.
Marie Demonte montou Evoshana (por Berlim) ao redor do percurso em 61,58 segundos e Olivier Perreau com Gl Events Jessi d’Haverlande (por Cicero Z Van Paemel) em 61,80 segundos terminou em quinto lugar.
Cavaleiro brasileiro repetiu o desempenho de terça-feira e conquistou mais um ouro em Peelbergen, na Holanda
Em mais um dia de competições de hipismo na Holanda, o Brasil conseguiu se manter entre os melhores. O grande destaque desta quarta-feira (26), voltou a ser Thiago Ribas. Depois de vencer uma prova na terça-feira, o cavaleiro voltou a ser ouro em Peelbergen.
Na disputa do jump-off com obstáculos entre 1,40 m e 1,45 m, o brasileiro montou Kinky Van ‘T Heike e não deu chances para os demais adversários. Thiago Ribas completou a primeira fase do percurso em 70s64, sem penalidades. Na final, o atleta fez a marca de 34s71, novamente sem erros, e ficou com o título. Nesta mesma prova, Matheus Corrêa terminou na 17ª colocação e Camila Beneticto foi a 22ª colocada.
Na disputa com obstáculos a 1,30 m em duas fases, Matheus Corrêa foi o melhor brasileiro. Montando Guus van de Smockelaer, o cavaleiro completou a prova com a marca de 37s54, na primeira fase, e 32s71, na segunda, sem nenhuma penalidade e ficou com o terceiro lugar.
Brasil fora do pódio
Na disputa do jump-off com obstáculos até 1,45 m, Matheus Corrêa foi o quinto colocado. Montando Angelina Van’T Klein Asdonk Z, o brasileiro terminou com a marca de 74s66 e seguiu para a final da prova. Nela, Matheus fez o tempo de 42s67 e terminou no top cinco da prova. Yuri Mansur foi o 19º colocado geral e Thiago Ribas foi 29º na mesma prova.
No jump-off com obstáculos entre 1,35 m e 1,40 m, o Brasil teve alguns representantes. O melhor foi Matheus Corrêa, que montando Hero, ficou na sétima colocação. Na prova, o brasileiro completou a primeira parte da prova em 70s26 e avançou para a decisão. Nela, Matheus fez a marca de 41s82, com quatro pontos em penalidades, e fechou na sétima colocação.
Na mesma prova, Yuri Mansur e Midnight Blue Ask formaram o conjunto brasileiro. Na prova, o cavaleiro fechou a participação com a marca de 64s59, com quatro pontos em penalidades, e foi o nono.
Já Camila Benedicto, amazona que representou o Brasil na Olimpíada de 2008, acabou um pouco mais abaixo na classificação. Montando Cafe In de Kreisker, a brasileira completou a sua participação com o tempo de 69s55, com oito pontos em penalidades, e ficou na 24ª colocação.
Na disputa em duas fases com obstáculos até 1,35 m, Thiago Ribas não foi bem. Montando Dreambrina, o brasileiro fechou a primeira parte com a marca de 33s29, sem penalidades, e na segunda fez o tempo de 35s38, com oito pontos de penalidades, e foi o 16º.
Brasil tem quatro medalhas na modalidade, todas de bronze, realidade que Riskalla e Oliva, a um ano da estreia em Tóquio, querem mudar Começou a contagem regressiva! Daqui exatamente um ano, o hipismo brasileiro fará sua estreia nos Jogos Paralímpicos de Tóquio-2020 e dois cavaleiros querem fazer história. Rodolpho Riskalla e Sérgio Oliva garantiram as vagas para o Brasil e vão em busca do inédito ouro da modalidade.
Tanto Riskalla, como Oliva têm boas chances de conseguir um lugar no pódio. Ambos têm experiência em Paralimpíadas e chegam ainda mais preparados para Tóquio depois de participações marcantes na Rio-2016.
Sérgio Oliva, campeão mundial e com quatro Paralimpíadas no currículo, conquistou duas medalhas de bronze no Rio, uma no Adestramento grau IA e outra no Estilo Livre grau IA.
Ao mesmo tempo, Riskalla fez sua estreia em Jogos Paralímpicos apenas um ano após ter amputado a parte inferior das pernas, a mão direita e quase todos os dedos da esquerda, ficando logo na 10ª posição.
Quatro anos depois, Rodolpho Riskalla já é vice-campeão mundial, o quarto melhor atleta das Américas no ranking mundial e o 19º no geral. Aos 35 anos, ele se vê pronto para conquistar um bom resultado para o hipismo em Tóquio-2020.
“A expectativa para Tóquio é grande, até porque a gente não tem certeza absoluta se vai acontecer ou não… Mas eu acho que vai e a gente tem que pensar positivo. O objetivo é estar lá brigando pelo ouro e acho que a gente tem toda possibilidade de conseguir. Eu tenho um cavalo muito bom, meu reserva também é muito bom… Então com ou outro, a gente tem chances de ouro e estamos trabalhando para isso”, destacou Riskalla em entrevista ao Olimpíada Todo Dia.
Conquista da vaga
O Brasil não conseguiu ficar entre os sete melhores países do ranking da FEI (Federação Equestre Internacional) até janeiro deste ano. Assim, os brasileiros disputaram as vagas do ranking da América, justamente para atletas de países que não alcançaram a classificação por equipes.
Como Estados Unidos e Canadá ficaram no top 7 do mundo, Riskalla e Oliva são os dois próximos melhores atletas da América rankeados, assegurando os lugares em Tóquio. As vagas, inclusive, não sofrerão alterações pelo adiamento dos Jogos, uma vez que o ranking foi fechado antes do início da pandemia.
Importância da medalha
A estreia do hipismo em Paralimpíadas foi nos Jogos de Nova York-1984. No entanto, com pouca popularidade, a modalidade ficou de fora da programação oficial até os Jogos de Sydney-2000.
Oito anos depois, em Pequim-2008, o Brasil conquistou as primeiras medalhas, quando Marcos Fernandes Alves, o Joca, faturou duas de bronze, uma no estilo livre e outra na prática individual. No Rio, Sérgio Oliva repetiu o feito e, até hoje, esses são os melhores resultados do hipismo brasileiro em Jogos Paralímpicos. No olímpico, Rodrigo Pessoa foi ouro em Atenas-2004.
Por isso, uma medalha do hipismo em Tóquio-2020 seria fundamental para que o esporte de consolide ainda mais no Brasil. “O movimento paraequestre está crescendo cada vez mais no Brasil e a gente precisa ter mais adeptos e mais atletas. E estar no pódio em um esporte que no Brasil não é popular, não tem muita ajuda, é muito importante. Então para o hipismo, não importa qual medalha for, vai ser importante e vai dar mais visibilidade não só para mim, mas para todo o esporte”, concluiu Rodolpho Riskalla.
O show internacional de Kronenberg está chegando lentamente ao fim e o destaque de três dias de saltos internacionais acaba de ser montado: o CSI2 * Grand Prix. Leopold van Asten garantiu que a vitória permanecesse nas mãos dos holandeses: ele montou VDL Groep Miss Intocável (f. Chacco-Blue) galoparam até o final em 41,59 segundos.
Com este tempo bateu o rápido irlandês Denis Lynch que terminou na segunda posição com Bushi de Gc Chopin (f. Contendro II). Eles limparam o percurso e terminaram em 41,90 segundos. Fernando Martinez Sommer e Cor Bakker (v. Colandro) completaram o pódio. Eles deixaram a madeira intacta e terminaram em 42,25 segundos.
Vincent Voorn (Explosão) e Matheus Corrêa (Angelina van’t Klein Asdonk Z) terminaram respectivamente na quarta e quinta colocação.
Ao contrário do que ocorreu em toda a Europa, onde os principais concursos e campeonatos do hipismo mundial foram adiados para o ano que vem por causa da pandemia, no Brasil, as provas de saltos com cavalos começam justamente com um novo e importante concurso: o DTC Equestrian Tour 2020, que foi criado pelo cavaleiro olímpico Doda Miranda e terá uma excepcional premiação em todas as suas provas e categorias.
Sem a entrada de público em virtude do Covid-19 e seguindo os padrões de segurança como já vêm ocorrendo em todas as disputas esportivas do país, a primeira etapa do campeonato começa a partir desta quinta-feira (27/08), às 9 horas e termina no domingo, com as participações de alguns cavaleiros olímpicos, como o próprio Doda, Stephan Barcha, José Reynoso Fernandez Filho, entre outros.
O novo certame será realizado em cinco etapas, de agosto a dezembro no novo centro de treinamento de Doda, o DTC – Doda Training Center, localizado no haras do cavaleiro, em Itatiba, no interior de São Paulo. O local tem infraestrutura completa, com 3 pistas (2 de areia e 1 de grama), picadeiro coberto, arquibancada com mezanino e100 cocheiras. Outras 25 cocheiras já estão sendo construídas e mais 200 serão feitas. “O objetivo é trazer uma Copa do Mundo para o DTC”, destaca Doda.
O mundo do hipismo ganhou também um novo centro de treinamento, com um sistema de formação de atletas e cavalos inédito no Brasil, e o torneio com uma inédita premiação. Na grande final para os Top 25 atletas de cada categoria a premiação vai ultrapassar meio milhão de reais.
A futura arena criada especialmente para o hipismo vai oferecer para cavaleiros e cavalos o DTS – Doda Training System, método desenvolvido pelo cavaleiro olímpico para treinar atletas e preparar cavalos novos. “O DTS, o Doda Training System, é um sistema de treinamento que eu montei para que os alunos tenham acesso a tudo que aprendi na Europa nos últimos 22 anos, e que continuo aprendendo, sem a necessidade de estar na Europa, com um investimento tão alto”, explica Doda, que irá fazer a assessoria dos atletas a distância e presencialmente, no início, uma vez por semana.
“Em breve vamos conseguir formar cavaleiros ambiciosos, de diversas idades, que independente de sonhos olímpicos, querem ser campeões em suas categorias. Vamos conseguir ter uma equipe sensacional, com um método de trabalho padronizado com o Sistema Doda de treinamento”, comenta.
DTC Equestrian Tour 2020
O DTC Equestrian Tour será realizado em 5 etapas: 1ª ( 27 a 30 de agosto), 2ª ((17 a 20 de setembro), 3ª (24 a 27 de setembro); 4ª (05 a 08 de novembro) e Final com as presenças dos 25 melhores atletas das provas durante as 5 etapas, que será realizada de 14 a 20 de dezembro. As duas últimas etapas mais a final terão transmissão ao vivo dos GPs pela Band Sports.
Cavaleiros e amazonas de todos os níveis podem participar, de 1,10 m. a 1,45 m. de altura. Pré-Júnior, Júnior, Young Rider, Amador Top e Sênior no Gold Tour e Silver Tour (1,35m./1,40m./1,45m.). Amadores e Children no Bronze Tour (1,10m./1,20m./1,30m.). Cavalos novos 4, 5, 6 e 7 anos.
São 40 conjuntos em cada tour, podendo chegar a 45 conjuntos. No Gold, cada cavaleiro pode saltar 4 cavalos por prova; no Silver, 3 cavalos; e no Bronze, 2 cavalos. A expectativa é receber de 120 a 135 conjuntos no torneio.
A premiação para provas individuais será recorde no Brasil. Na etapa final, só o GP Final Gold Tour vai premiar com R$ 250 mil. Os três melhores cavaleiros do concurso vão receber um prêmio extra de R$ 100 mil, dividido entre os 3. O valor total distribuído na etapa final será de R$ 535 mil.
DTC – Doda Training Center
O mais novo centro de treinamento e eventos equestres do Brasil oferece infraestrutura completa para treinamentos e torneios de nível internacional. Localizado a apenas 75 minutos da capital paulista, em Itatiba (SP), o DTC tem pista de grama (100mX50m) e duas pistas de areia (de 100mX45m e de 80mX30m), além de picadeiro coberto (70mX40m) com arquibancada e mezanino. São 100 cocheiras e outras 25 em fase de construção, além de 200 que serão construídas. A expectativa é receber de 25 a 30 eventos por ano no local. Um projeto de loteamento para formação de um condomínio com 30 casas está em fase de desenvolvimento.
DTS – Doda Training System
O sistema de treinamento para preparação de cavaleiros e amazonas, além de cavalos, adota uma abordagem holística e inclui treinamento de alta performance baseado nos 22 anos em que Doda esteve na Europa, representando a equipe brasileira de hipismo como titular absoluto de 1995 a 2016. No método serão abordados aspectos técnicos, físicos, mentais, estratégicos e táticos, além de logística de concursos, acompanhamento com a equipe veterinária de cada cliente, ferradoria dos cavalos, estilo de vida e sistema de suporte relacionado à prática de hipismo, focado nos objetivos de curto, médio e longo prazo.
O sistema é individualizado de acordo com cada conjunto (cavaleiro e cavalo), por intermédio da elaboração de um planejamento anual. Além do treinamento e longo prazo, serão realizadas oficinas com Doda e outros cavaleiros brasileiros e estrangeiros convidados.
A formação de cavalos novos também receberá atenção especial. Outros haras terão acesso ao treinamento e poderão enviar seus animais e cavaleiros para treinamento pelo DTS
Em De Peelbergen, a última prova do show internacional ‘meio da semana’. Foi uma prova de 1m45 com desempate. 33 participantes entraram e 13 deles conseguiram saltar uma rodada básica clara. Um desempate com 13 conjuntos determinou o vencedor.
O vencedor acabou se tornando o c avaleiro brasileiro Thiago Ribas Da Costa. Ele saltou uma rodada clara na sela de Kinky van’t Heike (por Epleaser van’t Heike) e terminou em 34,71 segundos. Niels Kersten foi o melhor holandês em segundo lugar. Ele conseguiu manter o zero no placar e finalizou em 34,98 segundos. Sophie Hinners e Hendrick’s HX (por Bustique) completaram os três primeiros após uma rodada clara em 35,22 segundos.
David Will (Concordia 49) e Antonio Alfonso (Primeiro de abril CL) ficaram em quarto e quinto lugar, respectivamente.
Thibaut Huyvaert saltou para a vitória na Copa da Bélgica para Young Riders e U25 no último fim de semana. O cavaleiro de 22 anos do Haras de Laubry não cometeu um único erro ao saltar na sela de Babou de Laubry (de Bamako de Muze) ao longo dos três dias. Falamos com ele depois.
“Estou muito satisfeito com o meu cavalo”, começa Huyvaert. “Ele saltou muito bem durante os três dias. Tem apenas sete anos e não cometeu nenhum erro. Por isso, só posso ficar satisfeito com ele. Babou ainda está lá. tem apenas sete anos e tenho muita fé nele. É um Bamako de Muze, filho de Vênus de Laubry. Isso significa que é irmão de Hooligan de Laubry, entre outros, que competiu no nível CSI5 *. Este campeonato foi para mim portanto, a preparação ideal para o Campeonato Belga para cavalos de 7 anos que se realizará dentro de duas semanas. Espero conseguir lá também um bom desempenho “, continua.
“Certamente não esperava ganhar. Claro que esperava um bom resultado, mas houve várias outras combinações fortes que estavam em muito boa forma. Também tive de largar em primeiro dos zero pontos na última volta. Depois tentei definir a volta o mais rápido possível, mas sabia que a Marthe Heudens, entre outras, ainda tinha que arrancar. Por isso não fiquei totalmente satisfeito ”, afirma. “Para mim e para a minha equipa, estava portanto ansioso para esperar pelo último piloto a cruzar a linha. Quando percebi que tinha ganho, fiquei muito feliz. Da próxima vez, terei de aprender a abrir a minha garrafa de champanhe mais rapidamente porque Isso não correu bem e, como resultado, eu estava completamente cheio de champanhe antes mesmo de abrir minha garrafa “,
Antes de o cavaleiro italiano Lorenzo De Luca terminar no Stephex Stables de Stephan Conter, ele treinou com Henk Nooren. Ele tinha acabado de chegar da Itália na época e tinha pouca ou nenhuma experiência no mais alto nível. “Aprendi muito com o Henk nessa altura”, diz De Luca. “Mas o mais importante não foi necessariamente uma dica, e sim algo que ele fez quando exploramos o percurso”, ..
“O que Henk me ensinou acima de tudo é ter confiança em mim mesmo”, diz o italiano. “Quando comecei apenas no nível mais alto, não tinha a confiança que tenho agora. Por si só isso é lógico, porque já estou ativo no nível mais alto há vários anos e sei melhor como fazer um determinado trabalho. situação precisa responder “, continua ele.
“Quando Henk explorou o percurso comigo, ele deu suas dicas, mas também acrescentou comentários como ‘mas você decide por si mesmo o que você acha que é o melhor’. Dessa forma, eu sabia que Henk confiava em meu julgamento. também quis dizer que ele acreditava nas minhas habilidades. Ele confiava que eu poderia tomar minhas próprias decisões com base nas habilidades do meu cavalo. Portanto, posso dar dicas a todos os treinadores para que seus alunos sintam que realmente acreditam neles Isso fará maravilhas pela confiança deles e, por fim, melhorará seu desempenho “, conclui.
O Grande Prêmio CSI1 * foi realizado em De Peelbergen. 41 participantes competiram nesta seção, que foi saltada sobre uma altura de 1m35. 15 deles conseguiram completar um primeiro round sem problemas e voltaram para o desempate.
Nesse desempate, Emilie Conter garantiu que a vitória chegasse às mãos dos belgas. Ela fez uma volta limpa na sela de Clochard (por Kashmir van Schuttershof) e terminou em 36,24 segundos. Conter foi o último cavaleiro a largar no desempate e, portanto, foi capaz de definir o tempo de Richard Vogel ainda mais acertado a tempo. Vogel teve que se contentar com o segundo lugar no último minuto. Ele montou Dieg’Eau de Villee (por Ugano Sitte) no desempate em 37,40 segundos.
Amanda Slagter foi a melhor holandesa em terceiro lugar. Ela contou com Candy Crush (da Chacco-Blue) para chegar ao final em 37,59 segundos. Fabienne Daigneux-Lange (Fringant du Calvaire) e Derin Demirsoy (Minuit van het Grootveldhof) terminaram em quarto e quinto, respectivamente.