Home Blog Página 856

Aposentadoria esportiva para Oak Grove’s Heartfelt.

0

O corredor de saltos da Alemanha, Harm Lahde, decidiu deixar sua égua do Grande Prêmio,   Oak Grove’s Heartfelt (Heartbreaker x Rubens du Ri d’Asse) desfrutar de sua aposentadoria esportiva. No futuro, a égua continuará sua carreira reprodutiva.

Até 2016 a égua foi competida por Rolf-Göran Bengtsson, depois que Lahde assumiu as rédeas e competiu até um nível de Grande Prêmio internacional. No ano passado, a dupla ficou em terceiro lugar no CSI3 * Grand Prix de   Redefin, e ficou em segundo lugar no CSI3 * GP de Zandhoven.

“Foi uma decisão difícil de tomar. Ela ainda é a minha favorita”, afirma o piloto. A égua já deu alguns cavalos, através do ET, dos quais seis saltam a um nível de 1,45m ou superior.

Fonte: Equnews

Sligo de Mormal está de partida para a Grã-Bretanha!

0

Sligo de Mormal (Don Juan) é o sonho que todo equestre apaixonado deseja ter. A de um criador de pôneis que dedicou toda a sua vida à sua paixão, permitindo primeiro que seu filho atingisse o nível mais alto com pôneis que ela havia criado, depois produzisse uma estrela no momento perfeito para permitir que seus dois netos o montassem ao mais alto nível ! Hoje, com a iminência do limite de idade, chegou a hora de Sligo oferecer aos seus criadores a melhor recompensa pelo seu trabalho, partindo para a Grã-Bretanha, onde esperamos vê-lo participar novamente num ou noutro Campeonato da Europa porque, aos 14 anos, sua carreira ainda está longe do fim. Aos 7 anos, para a estreia sob a sela do jovem Thomas Scalabre, o sanguinário Connemara não hesitou e conquistou o Campeonato Francês AS Poney 1 e o título de Campeão da França de 7 anos! O ano seguinte, a dupla voltou e conquistou o novo título de Campeão da França, mas desta vez na categoria Elite; a máquina foi colocada em movimento! Ao mesmo tempo, a dupla participou de seu primeiro Campeonato Europeu em Milstreet, ganhando uma medalha de ouro por equipe e 6º lugar individual! Eles garantiram um novo Campeonato Europeu no ano seguinte com a medalha de bronze por equipe e o 4º lugar individual. Mas Thomas cresceu (forte) e abriu caminho para sua irmã Pauline; lá novamente, Eric Scalabre, apoiado pelo ex-técnico da seleção Pascal Henry, acalmou as coisas e deu tempo para a dupla construir uma parceria. Demorou um pouco porque, mesmo quando você está vivendo o sonho, a pressão também se instala por si mesma. Em 2018, Pauline também venceu o Campeonato Francês de Elite. Eles ficaram em quinto lugar no ano seguinte, e a dupla também ganhou sua passagem para o Campeonato Europeu e mais uma vez ganhou a medalha de bronze. Infelizmente, a crise de saúde não permitiu que tivessem uma última experiência europeia, embora continuassem a sua colheita de colocações no circuito nacional!

meio que para terminar as coisas, já que fui a primeira a montá-lo quando ele tinha 3 anos. Sempre lembraremos de Sligo porque nunca teremos outro como ele. A caixa dele está vazia hoje e não posso agradecê-lo o suficiente por tudo que ele fez por nós, ” disse Eric Scalabre.

Fonte: Stud for Life

Hélio Pessoa: uma vida dedicada aos cavalos e esporte hípico

0

Uma vida dedicada aos cavalos fazendo história no hipismo brasileiro e internacional. Helio Pessoa, 80 anos recém completos, fala de suas atuais atividades atuais, trajetória e projetos. A família dispensa apresentações. Nelson Pessoa Falcão Pessoa e sua esposa Antonieta tiveram quatro filhos: Nelson, o Neco, Helinho, Lybia e Maá. Neco, pai do campeão olímpico Rodrigo Pessoa, mora na Europa e Hélio, que atuou em temporadas no Exterior, reside no Rio de Janeiro, onde sua segunda casa é a Sociedade Hípica Brasileira. Confira a entrevista para o portal da CBH.

Neco helio genova1962

Neco e Helio Pessoa desembarcando cavalos no porto de Genova, Itália, após longa viagem de navio, nos anos 60 

Você recém completou 80 anos e esse ano também lançou uma rede social com fotos históricas da sua carreira. O que te levou a aderir ao instagram? 

Helio Pessoa. Daniela, minha única filha, é designer e tem muita familiaridade com esses aplicativos. Os acho fantásticos, porque em segundos atingimos milhões. São os antigos álbuns de fotos, que a tecnologia nos permite hoje preservá-los para o futuro. Meu neto, bisnetos e outras gerações terão acesso ao que fiz. Fiquei surpreso com esse presente de Daniela e, sobretudo, muito feliz.

Vendo os posts em sua rede social @helio.pessoa.hipismo , fica a pergunta se pensa em lançar um livro com imagens e fatos de sua carreira?

Helio. Tenho muitos planos. Dentre esses, coletar as dezenas de entrevistas e matérias das quais participei para agregar a esse trabalho da Daniela. Me sinto ainda jovem e com muita vontade de passar minha experiência para essa garotada que ama o hipismo e, principalmente, o cavalo. Meu pai sempre dizia a mim e ao meu irmão: aprenda sempre, escute quem sabe e transmita o melhor de vocês.

A paixão pelo hipismo começou na infância. Quem foi o maior incentivador para você e o Neco montarem?

Helio. Meu pai: Nelson Falcão Pessoa. De personalidade forte, não transigia com a mediocridade. Em tudo o que trabalhou, colocava tenacidade, vontade férrea, clareza nos objetivos a serem atingidos. Tinha uma personalidade difícil, porém me recordo que todos o admiravam. Foi grande exemplo para mim, Neco e minhas irmãs.

famila pessoa bodas

Família Pessoa nos 1950 (esquerda para direita): as irmâs Lybia e Maá, o pai Nelson, a mãe Antonietta, Neco e Helio

Os primeiros mestres são sempre importantes. Quais foram se treinadores mais importantes?

Helio. Sempre fui muito observador, principalmente daqueles de notório saber da minha época como os militares de Cavalaria como Eloy, Renyldo, Magalhães, Rabello, Monzon. No Club de Regatas Flamengo ( lá havia Hipismo!) meu instrutor foi o Cel. Paquet.

samurai flamengo1960

Helio no antigo Centro de Hipismo do Clube de Regatas Flamengo, na Gávea, treinado com Samurai,  em 1960

Posteriormente, na SHB, o Paschoal Arp e o Dr. Hermes Vasconcellos muito me aconselhavam. E, claro, meu irmão Neco. O argentino Hugo Miguel Arrambide Outro também foi muito importante pra mim. Ele me chamava atenção para os saltos ao trote, o contato permanente com o cavalo e a fixidez das pernas.

helio e neco anos 1990

Os irmãos Helio e Neco na Sociedade Hípica Brasileira, na década 1990

Você segue em plena forma armando percursos. Como está vendo o nível do hipismo brasileiro, especialmente também da nova geração?

Helio. No topo, no alto nível, está indo muito bem. Há talentos jovens nos Grandes Prêmios Internacionais, na Europa e América, ao lado de investidores fortes, que suportam as demandas notórias do Hipismo de alta performance. Tudo isso foi resultado de períodos onde houve por aqui pujança na base.

A cada grupo de 100 promissores iniciantes, emergem 2 ou 3 fora de série. Em qualquer esporte. De cada lote de 100 novos animais promissores, 2 ou 3 chegam ao topo. É uma “estrada” difícill.

Vejo hoje essa base enfraquecida, por várias razões. Debito isso à inexistência de um programa nacional mais amplo com esse foco que considere a capacitação de instrutores,com exigentes avaliações, estímulos aos pequenos Centros de prática de Hipismo no interior ou até mesmo nas Capitais dos Estados, desoneração de custos na manutenção, aquisição de animais e na realização de competições nas categorias de base. Além da implantação de um sistema de avaliação de aprendizado em paralelo à criação de premiações que despertem o interesse dos jovens e de seus respectivos instrutores. Um exemplo é o que existe na América com as Finais da MacLay.

Outro exemplo mais próximo são as Olimpíadas de Matemática no Brasil, matérias de grande repercussão na mídia e que atraem milhões de crianças para uma matéria até a pouco considerada inóspita. Bons exemplos é o que devemos seguir, não é mesmo?

São muitos os seus feitos no hipismo em pistas nacionais e internacionais e você também montou na Europa nos anos 60 e 70. Por favor cite algumas conquistas mais importantes tanto no Brasil como no Exterior.

Helio. Nos anos 60, estreei nas grandes competições no Brasil e também no continente europeu, que visitei regularmente levando, por navio, vários animais de competição exportados para destinos como Holanda, França, Suíça, Itália e Bélgica. Nos anos 70, obtive centenas de vitórias e classificações em Concursos nacionais e internacionais no Brasil e no Exterior. Destaque para as vitória no Grand Prix “JUBILEU de PRATA da CBH”, no Grand Prix “ ANIVERSÁRIO da SOCIEDADE HÍPICA BRASILEIRA”.

helio neco labaule anos60

Helio com a égua Anaconda e Neco com Meaulnes na abertura do Concurso Internacional La Baule, na França,  no início dos anos 60 

Como treinador, tive dois grandes momentos nos Jogos Olímpicos de Munique. O 1º com os bons percursos de minha aluna – a amazona Françoise Thiry, que acalentava o sonho de participar em uma Olimpíada e o fez muito bem; e o 2º, com o Flipeer, cavalo de propriedade de Vittorio Orlandi, que treinei e ganhei várias provas, montado pelo português Francisco Caldeira. O conjunto vinha muito bem no Grand Prix Final – como nas provas anteriores – mas Caldeira não seguiu minhas orientações e teve dificuldades no triplo. Pagou pela teimosia.

A partir de 1980, me fixei no País, dividindo minhas atividades como cavaleiro de competição em alto nível, treinador de ginetes e de cavalos de salto, orientador e consultor de criadores da então nascente criação nacional do Brasileiro de Hipismo e, não bastasse, course designer. Nas competições, tive 1ºs lugares e classificações em Concursos Estaduais e Nacionais, por todo o País, levando por diversas ocasiões aos pódios animais então desacreditados. Fui o mentor e executor do Programa “ Com um Sant’Anna é Mais Fácil Vencer”, programa com sede no Manege Sant’Anna do Vale, no interior do Estado do Rio de Janeiro, que em dois anos transformou um lote de puros-sangues ingleses, adquiridos a baixo preço no Jockey Club do Rio de Janeiro, em animais de alto valor no mercado de cavalos de salto.

helio premio

Hélio em uma de suas inúmeras conquistas

Também orientei inúmeros cavaleiros mirins e juniores, que se tornaram destaques como seniores, a exemplo de Cláudia Itajahy e Rodrigo Lima. Já no “Course Designing”, após credenciamento oficial pelo celebrado Arno Guego passei a desenhar percursos por todo o País e também na América do Sul, América Central , em Portugal e Espanha.

Outra experiência marcante foi minha estadia na Guatemala a convite da família Tejada em parceria com a Federação de Hipismo Guatemalteca. Parceria longeva, de 13 anos. Nesse período, dei muitas clínicas por toda a América Central, obtivemos um 6º lugar como treinador da equipe da Guatemala no PanAm – Rio 2007 e a prata nos Jogos Centro Americanos – Caribe 2006,

A Sociedade Hípica Brasileira é sua casa e nos últimos anos ganhou picadeiro coberto e outras importantes melhorias. Como você vê atual momento do clube? Para você pessoalmente em poucas palavras o que a Hípica significa?

Helio. A Hípica foi fundada por sonhadores, por amantes do Cavalo e do Hipismo. É Patrimônio da Cidade, material e imaterial. Porque cada tijolo, cada janela, cada árvore, representa um pedaço da história da Cidade. Imaterial, porque quem a frequenta tem o privilégio de respirar todos esses sonhos que a fizeram nascer. Sempre que atravesso o portões do Clube, cada passo que dou me remete a esse passado. Acho que nossos dirigentes devem ter profundo compromisso com essa História. Andar para a frente, mas olhando para trás.

Helio pitagoras SHB

Helio montando Pitagoras, de propriedade de Constantin Papantonakis, na Sociedade Hipica Brasileira, final dos anos 70  

Sem dúvida, o hipismo é um esporte que une a família e o amor pelos cavalos passa de geração. Seu irmão Neco e sobrinho Rodrigo Pessoa dispensam apresentações e estão entre os ícones máximos do hipismo mundial. Comenta um pouquinho sobre essa paixão em comum.

Helio. Guardo lembranças de todos os cavalos que montei e treinei. De todos. Difíceis, espetaculares, generosos e assim por diante. De todos. Essa é a magia do nosso esporte. Única, porque o esporte equestre é único, qualquer que seja a modalidade. Nasce conosco e persevera.

helio altaneiro campodemayo

Helio e Alterneiro em treino no Campo de Mayo, em Buenos Aires

Em recente entrevista você falou da importância de criar uma licença para cavaleiros e amazonas competirem como já é feito em outros países. Qual a importância disso para elevar o nível e evitar riscos no esporte?

Helio. Simples. Inexiste ensinar, capacitar, sem avaliar. É um dogma de qualquer campo do conhecimento. Ora, só pode saltar obstáculos quem domine o básico, os fundamentos. Sobretudo em esportes de risco, como o nosso. Vocês podem imaginar uma criança competir em uma piscina, sem saber nadar?

helio neco samaia lausane

Os irmãos Neco, Hélio, Raul de Lara Campos (à direita) e Cel Schedeler (à esquerda) em Lausanne, Suíça 

helio ritabezerra josepaulo

Helio com querida amiga e amazona Rita Bezzera de Mello (in memoriam) e José Paulo Amaral, grandes amigos de toda vida, no Rio de Janeiro em 2011  

Você vem ministrando Clínicas. Por favor deixe uma mensagem para quem está começando no esporte e também para toda comunidade.

Helio. Espero continuá-las por muito tempo. Meu exemplo é Neco, até hoje sonhando em aprimorar talentos, cavaleiros e cavalos promissores. E também sigo a canção do Toby Keith, compositor de Country Music, que – ao perguntar ao Clint Eastwood o que o impulsionava aos 80’s – recebeu dele a frase “ não deixo o Velho entrar” . E compôs essa belíssima canção. Cito sempre para os iniciantes e também para meus alunos nas clínicas: “no Hipismo, na relação com o Cavalo, o mínimo de conflito, o máximo de harmonia.”

Veja mais imagens no INSTAGRAM Helio.pessoa.hipismo

Imprensa CBH com colaboração Heraldo Grillo e Daniela Pessoa

Thierry Rozier retira-se do nível superior.

0

Thierry Rozier plantou a ideia alguns dias atrás, prenunciando este anúncio em uma postagem ao vivo no Instagram mencionando “anúncios a serem feitos” . Tudo começou ontem de manhã com a venda da sua égua Star (Singulord Jot), propriedade da Electra Niarchos, ao cavaleiro japonês Mike Kawai. A próxima etapa foi gradualmente desenhada. Com muita emoção durante sua postagem ao vivo na frente de seus 45 mil seguidores, o piloto tricolor anunciou sua retirada do nível superior e que também iria se separar de suas outras montarias: Venezia d’Ecaussinnes (Kashmir Van Schuttershof, de propriedade de Electra Niarchos) e Wouest de Cantraie Z (Winningmood VD Arenberg, propriedade de Guillaume Canet).

Em 2016, Thierry Rozier voltou a competir entre os melhores pilotos franceses com apenas um objetivo: as Olimpíadas de Tóquio 2020. A pandemia Covid-19 destruiu os sonhos do piloto, mas permitiu que ele ainda cavalgasse em uma arena que sempre o impressionou e que é cara a seu coração, Aachen. “Tenho perdido a motivação ultimamente”, explicou o francês.

De comum acordo com seu proprietário, Venezia d’Ecaussinnes, de 16 anos será aposentada. A castanha “está na estrada agora. Ela vai fazer o CSI2 *  (nota do editor: em Saint-Tropez)  esta semana porque ela está voltando do intervalo, antes de competir no CSI4 * na próxima semana. Eu gostaria que ela fizesse terminar sua carreira com uma boa nota “, disse seu piloto. Wouest de Cantraie Z também estará na viagem para competir pela última vez com Thierry Rozier nesta competição antes de encontrar um novo dono. “A venda da Star foi uma consequência lógica porque recebemos algumas ofertas muito boas. A sua proprietária, a Electra Niarchos, sempre me disse ‘é você quem vai decidir’ , continuou.

É apenas um adeus por enquanto? O bom humor de Thierry Rozier não vai deixar o terreno de competição, pois ele continuará a apoiar Mike Kawai e Star. E quem sabe ele voltará um dia para andar de CSI5 *? Thierry Rozier não descarta totalmente essa possibilidade, mas prefere por enquanto se dedicar ao comércio de cavalos e também ao treinamento em novos estabelecimentos.

Fonte: Stud for Life , Léa Tchilinguirian. Foto em destaque: © Sportfot.com

Hélio Pessoa: uma vida dedicada aos cavalos e esporte hípico

A Alemanha muda as regras para o bem-estar dos cavalos…

0

Hoje, o governo alemão anunciou novas diretrizes para melhorar o bem-estar animal para cavalos na Alemanha. Nas novas diretrizes afirma que o röllkur, aparar os pêlos do nariz ou das orelhas não é mais permitido.  As diretrizes, entretanto, não são tão restritivas quanto a lei.

Para ler o documento completo com as novas diretrizes: Clique aqui : https://www.pferd-aktuell.de/shop/downloadable/download/sample/sample_id/257/

Fonte: Equnews

A estrela de Thierry Rozier muda-se para Mike Kawai.

0

A talentosa égua de Thierry Rozier, Star (Singulord Joter) representará no futuro o Japão com Mike Kawai na sela. “Ela é um dos cavalos que marcaram minha carreira esportiva. Ela soube muito bem apoiar o Venezia durante esses anos! Desejo todo o sucesso ao seu novo dono” , escreveu Thierry Rozier em suas redes sociais.

A égua da baía agora se juntou às instalações de Jan Tops em Valkenswaard. Star irá juntar-se ao excelente estábulo com Tokyo du Soleil (Montender), As de Mai (Apache d’Adriers) e Celvin (Raphael).

Juntos desde 2016, Thierry Rozier e Star correram nas mais belas arenas da Europa, vencendo um evento nos eventos Sopot e La Baule CSIO5 *, bem como o Fontainebleau e Longines Masters de Paris CSI2 * Grand Prix no ano passado. 

Fonte: Equnews

Maria Luiza Martha Vieira é campeã Brasileira de Júnior na SHB e Isadora Pastore Vilella foi medalha de ouro no Mirim.

0

Nem mesmo a chuva forte que caiu na SHB no começo da noite deste domingo tirou a emoção e o brilho da disputa da final individual do Campeonato Brasileiro de Saltos de Junior. A medalha de ouro só foi definida no baixar da bandeirola do último conjunto a entrar na segunda volta do GP Hélio Pessoa – final individual- , quando a representante de São Paulo, Maria Luiza Martha da Silva Vieira e sua excepcional Acarole do Refúgio, que precisavam do zero para o título, deixaram todos os obstáculos intactos. Malu Martha, como é conhecida, já tinha a Prata garantida com a tordilha Árica de Caillou, mas entregou um zero pontos lindo, numa pista perfeita e garantiu o ouro mais do que merecido.

Muito feliz e cumprimentada pela família inteira, Malu de 17 anos, é quase uma veterana no esporte: campeã brasileira de  Junior 2019, campeã sul-americana Pré Junior 2018 e bronze sul-americano Pré Junior 2019, ainda assim disse que ficou muito nervosa. “É meu primeiro campeonato de Júnior e estou há pouco tempo montando essa égua, mas eu não sei o que acontece, mesmo nervosa, quando entro na pista, consigo fazer direito”, explicou a campeã. E como!

A medalha de prata foi para o conjunto de Pernambuco, João Pedro de Almeida Chaves e Calanthus JMen, vencedores do primeiro dia e também regulares em todo o campeonato e o Bronze ficou em casa, com o cavaleiro da SHB, Antonio D’Orey da Veiga e seu também ótimo Le Care.

 No Pré Júnior, o título, também muito disputado, foi para Brasília, para o Jovem João Vitor Gomes de Lemos, de apenas 15 anos, filho do cavaleiro Sênior Top Geraldo Gomes de Lemos.

“Fui campeão sul americano Mirim individual e por equipes 2019. E esse ano me dediquei muito, principalmente durante a quarentena e consegui esse título de campeão brasileiro. Estou muito feliz, muito obrigado a todos que torceram!”, festejou o vencedor. “Se tudo seguir certinho vou fazer mais um ano de Pré Junior”, continuou, Christiano está na nossa mão desde os 4 anos de idade e só deu alegria até agora”, finalizou o vencedor.

Em segundo no podium ficou Camila Junqueira de Mendonça com Essenza TW, por São Paulo  e em terceiro João Marcelo Lopes Santos com Belina da Amoranda, da Federação Equestre de Pernambuco.

Na categoria Mirim, com obstáculos a 1.30m na segunda volta do GP, quem conquistou a medalha de ouro foi a representante de São Paulo Isadora Pastore Vilela que montou Sil For.

Medalha de Bronze na categoria no ano passado, Isadora festejou o título: “Esse ano eu vim para ganhar”, afirmou e dedicou o campeonato à sua égua.

João Malucelli Egoroff e o craque Wangu Cooper ficaram em segundo e Raissa Alfredo Oliveira com Libelle Z, conquistaram a medalha de Bronze. Todos os três da Federação Paulista de Hipismo.

Neste domingo, em cerimônia não menos emocionante antes do GP da final dos Juniors, que levou seu nome, a Hípica homenageou os 80 anos do cavaleiro internacional da casa, treinador e course designer, Hélio Pessoa. Parte da família mais icônica do hipismo brasileiro, Hélio estreou em grandes competições no Brasil e na Europa nos 60, e nos anos 70 conquistou centenas de vitórias e classificações em concursos nacionais e internacionais.Com a presença dos presidentes da FEERJ, Rodolpho Figueira de Mello, da CBH, Ronaldo Bittencourt e da SHB, Antônio Alegria Simões, foi entregue ao cavaleiro de uma placa de bronze comemorativa.

Seguindo as orientações das autoridades sanitárias, o evento aconteceu sem público e exigindo o respeito aos itens das Regras de Ouro da Prefeitura do Rio de Janeiro para a prevenção da Covid-19.

 Foto: LC Ruas

Fonte: CPC comunicações

Pedro Veniss vence CSI3 * GP de Vejer de la Frontera.

0

Um CSI3 * Grand Prix foi saltado esta tarde em Vejer de la Frontera. A vitória foi para Pedro Veniss. Ele montou Lord Pezi Junior de Boeckmann (por Lord Pezi) através de um desempate com 14 combinações e terminou em 38,48 segundos. Alexander Taylor terminou em segundo lugar após uma rodada clara em 39,08 segundos. Ele contou com Lorde Lúcio para isso. Kara Chad e Quidamo F (por Quidam) seguiram em terceiro lugar. Eles deixaram a madeira intacta e finalizaram em 39,27 segundos.

John Whitaker (Unick du Francport) e Eric van der Vleuten (Wunschkind 19) completaram os cinco primeiros.

Fonte: Equnews

Thiago Ribas da Costa vence CSI2 * Grande Prêmio de Bonheiden.

0

O final de um agitado fim de semana internacional acaba de ser realizado em Bonheiden: o CSI2 * Grand Prix. 53 combinações começaram esta classe e dez delas se classificaram para o desempate.

A vitória foi do brasileiro Thiago Ribas da Costa. Ele montou Kassandra van’t Heike (v. Epleaser van’t Heike) até o final em 37,17 segundos. Tom Martens levou Baucis d’Ouilly para o segundo lugar. Ele saltou uma rodada clara com a égua Modesto e terminou em 37,92 segundos. Ann Carton Grootjans ficou em terceiro lugar com Kai Licha de Carmel (por Prince vd Wolfsakker). Ela também conseguiu manter o zero e finalizou em 38,07 segundos.

Maxime Rius e Miss Marie van’t Winnenhof (por Edjaz van’t Merelsnest) seguiram em quarto lugar. Eles pularam uma rodada clara e terminaram em 41,00 segundos. Bertrand Genin (Espoir des Merisiers) foi o quinto. 

Fonte: Equnews

Johan-Sebastian Gulliksen mantém vitória no Grande Prêmio da Noruega.

0

O CSI2 * Grand Prix foi disputado ontem em Tonsberg, Noruega. Obstáculos foram construídos até 1m45 de altura e das 35 combinações iniciais apenas quatro conseguiram manter a distância. Um desempate com quatro teve que decidir o vencedor.

Esse vencedor foi Johan-Sebastian Gulliksen. Ele montou Chaloubet (por Balou du Rouet) liberado ao longo do percurso em 35,65 segundos. Geir Gulliksen segue em segundo lugar. Ele conseguiu manter o zero no placar com Edesa S Banjan (v. Toulon) e finalizou em 35,80 segundos. Harry Allen foi o único piloto não norueguês entre os cinco primeiros. Ele contou com Pembroke (por Clarimo) para saltar uma rodada limpa em 36,18 segundos. Isso lhe rendeu o terceiro lugar.

Mira Oliva Hoidal (Boleybawn Aasha) e Nick Benterman (Don Diablo HX) conquistaram o quarto e quinto lugar, respectivamente.

Fonte: Equnews

RECOMMENDED VIDEOS