Já está em curso, mais uma semana com forte participação brasileira em Concursos de Salto Internacionais no Exterior. Confira a relação de eventos, inscritos e links para acompanhamento.
CSI5* 3* 2* 1* e CSIYH1* Knokke, Bélgica – 23 a 27/6
Marlon Zanotelli CSI5* Oboras´s Chloe / Like a Diamond van Het Schaek / Grand Slam VDL CSI3* Golia / Luigi D´Eclipse / Sin Cindy
Eduardo Menezes CSI5* H5 Elvaro / H5 Chacco´s Charlie PS CSI3* H5 Quintol / H Big Action CSI2* Calypso des Matis / Hot N Spicy
Victor Luminatti CSI5* Canascco Z / Cipollini Second Life Z / Homer van de Barlebuis CSIYH1* Air Jumper BZ
Francisco Musa CSI3* Catch me Império Egípcio / Fast Car Império Egípcio / Jivaro Império Egípcio CSI2* Miss-Sarajevo Império Egípcio CSIYH1*Choco Pops / Pepperoni van´t Meulenhof
Pedro de Andrade Costa CSI2* Chica Blue 3 / Lavita Blofagnu Z CSIYH1* Knockando / Knoxville
CSI5* 1* Paris, França – 25 a 27/6
Yuri Mansur CSI5* Ibelle Ask / Vitiki
Ana Elisa Aguiar Ramos CSI1* Iris Império Egípcio
Andre Miranda CSI1* Spotify / Hilfinger van de Zuutehoeve
Maria Elisa Gonzaga CSI1* Castello 194 / Zapping
CSI2* 1* e CSIYH1* Bonheiden, Bélgica – 24 a 27/6
Bernardo Alves CSI2* El Torreo de Muse / Mosito van Het Hellehof / No Belle Van Twee-Eiken CSIYH1* Eames de Hus / Olympica ter Doorn
Rodrigo Bass CSI2* Gray D Albion DB / Hurlevent DB CSI1* Hyppocampe DB CSIYH1* IN an Out BB / Jadore DB / Kacharel DB / Kastaflore DB
Thiago Ribas CSI2* Kinky van´t Heike / Kassandra van´t Heike / Frimette E CSIYH1*Ferrari 2000 Z / Itchock des Dames Fonte CBH
Ludo Philippaerts investiu em um novo talento. Trata-se de Karmijn ES (de Vigo d’Arsouilles), de 6 anos, que até agora esteve na ativa sob o comando de Raf Kooremans. A égua saltou para o quinto lugar do ciclo no último fim de semana. O próprio Kooremans anunciou a notícia em suas redes sociais.
Regresso a 1918, logo após a Primeira Guerra Mundial, quando a gripe espanhola estourou na Europa continental. ‘É uma época sombria’, a manchete dos jornais da época. ‘Este final de 1918’. No final de 2020, a história parecia estar se repetindo. Felizmente, não houve guerra, mas o novo surto de uma pandemia sim. Pela primeira vez em tempo de paz, as Olimpíadas foram adiadas. É até exclusivo para os Jogos Paraolímpicos. O mundo dos esportes não está preparado para se debruçar sobre contratempos em detalhes. Remeber Eriksen? O jogador de futebol dinamarquês se encontrou no gramado durante a primeira partida dos dinamarqueses, um ataque cardíaco acabou se tornando mais espesso. Por minutos, o mundo pôde ‘curtir’ a equipe médica que fez de tudo para conduzir o jogador de futebol de 28 anos. O evento foi como uma onda de choque no mundo do futebol, mas, mais de duas horas depois, o futebol estava de volta. Porque sim, o show tem que continuar .. Se tivéssemos que seguir essa lógica, deveríamos esquecer 2020 o mais rápido possível, então tudo vai ficar bem de novo … Mas, será mesmo?
Essa mentalidade positiva é talvez o que mantém os atletas de ponta em movimento, e não é nada novo. Em 1939, a Federação Francesa de Ciclismo já divulgava o calendário de corridas para a próxima temporada e aquela já em plena guerra. Seis meses depois, no entanto, descobriu-se que a positividade às vezes apresenta a realidade um pouco otimista; A Segunda Guerra Mundial efetivamente garantiu que o Tour não pudesse continuar por vários anos consecutivos.
A ambição do esporte em 1940 foi limitada por uma sociedade desestruturada, assim como aconteceu novamente oitenta anos depois pela coroa. Não são apenas os heróis e os altos que impulsionam a história do esporte, mas também os dramas e os baixos. Na verdade, foi precisamente durante as duas guerras mundiais que o movimento olímpico tomou um rumo completamente novo duas vezes. Sem essas guerras, as Olimpíadas teriam sido muito diferentes hoje.
Imediatamente após a Primeira Guerra Mundial, foi introduzida a bandeira olímpica com os cinco anéis, desenhada por Pierre de Coubertin, fundador do Comitê Olímpico Internacional. A primeira vez que foi usado foi nos Jogos Olímpicos de 1920 em Antuérpia. Os cinco anéis simbolizam a conexão global do esporte, que ainda é a ideia básica deste evento esportivo. As nações devem lutar umas contra as outras no campo esportivo, de acordo com De Coubertin, e não no campo de batalha. Este símbolo mundialmente famoso foi a resposta do esporte ao grande problema social de cem anos atrás.
Esportes depois de uma pandemia
No verão de 2020, foi publicado um estudo de Bram Constandt e Annick Willem, da Universidade de Ghent, que pode ajudar nessa busca. Por causa do corona, essa dupla acadêmica voltou exatamente um século no tempo. “Os Jogos da Antuérpia também enfrentaram uma crise de saúde pública”, escreveram Constandt e Willem, referindo-se à gripe espanhola. O número de participantes era, obviamente, consideravelmente menor do que agora, mas isso não altera o fato de que o COI também foi confrontado com novos problemas e questões. Ainda de acordo com Constandt e Willem, Antuérpia 1920 foi o recomeço do movimento olímpico, com novas ideias e símbolos. Em todos os discursos e declarações olímpicas, a importância social do esporte foi, portanto, enfatizada, para a promoção da paz e como alternativa à guerra.
Tour de force semelhante
Exatamente cem anos depois, o movimento olímpico está enfrentando um tour de force semelhante. “Uma Tóquio 2020 reduzida, colocando a voz dos atletas e a saúde de todos os envolvidos na vanguarda, poderia dar ao movimento olímpico um novo ímpeto de importância e relevância internacional.” Assim como os Jogos Paraolímpicos. Mais do que nunca, os Jogos Paraolímpicos têm grande valor social com milhões de pacientes corona em todo o mundo, que precisam reconstruir suas vidas. O esporte e o exercício físico podem desempenhar um papel importante nisso.
Os Jogos de 2021 provavelmente serão lindos de novo, com muitos novos heróis e destaques, todos eles histórias divertidas para os entusiastas. A maior contribuição social do esporte nos próximos anos será realmente os Jogos Paraolímpicos e todas as outras modalidades de esportes para deficientes físicos. Porque aí está a resposta do esporte ao grande problema social de nosso tempo.
A Federação Equestre Brasileira nomeou oficialmente João Marcari Oliva como cavaleiro individual de adestramento do Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio em 2021
O Brasil inicialmente qualificou uma equipe para Tóquio, mas a ação tardia dos cavaleiros em 2019 e a falta de apoio da Federação Hípica Brasileira acabou resultando na perda de sua vaga na equipe.
No prazo final de 31 de janeiro de 2019, os brasileiros estavam competindo freneticamente por toda a Europa em um último esforço para cumprir suas pontuações no EIA, até mesmo despachando seus cavalos para Moscou em um último esforço, mas sem sucesso.
O Brasil ficou com um ponto de partida individual.
Na segunda-feira, 21 de junho, saiu a nomeação oficial dos cavaleiros para formação dos Times Brasil de Salto e Concurso Completo de Equitação nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Conforme a regra da Federação Equestre Internacional e Comitê Olímpico Internacional, o prazo final para anúncio e inscrição das equipes – três titulares e um reserva – é 5 de julho.
Salto (ordem alfabética) – 12 conjuntos
Bernardo Alves / El Torreo de Muze Eduardo Menezes / H5 Chaganus Francisco Musa / Catch Me Império Egípcio Luiz Felipe de Azevedo Filho / Hermes van de Vrombautshoeve Luiz Francisco de Azevedo / Comic Marlon Zanotelli / VDL Edgar M Pedro Veniss / Quabri de L Isle e Boeckmanns Lord Pezi Junior Rodrigo Pessoa / Carlito´s Way 6 Rodrigo Lambre / Catover Stephan Barcha / Artois D´Avillon Yuri Mansur / QH Alfons Santo Antonio
Concurso Completo de Equitação (ordem alfabética) – 5 conjuntos
Carlos Parro / Goliath Marcelo Tosi / Glenfly Marcio Appel / Iberon JMen Nilson Moreira da Silva / Rock Phantom Rafael Losano / Fuiloda G
No último sábado, 19 de junho, a Fazenda Nossa Senhora de Lurdes, em Jaguariúna – SP, recebeu 59 conjuntos para a II Etapa do Paulistão e Concurso de Enduro Nacional nas categorias de 20km até CEI 2* 120km. O evento foi piloto para uso de monitores cardíacos seguindo as novas regras da FEI, com os quatro equipamentos recém adquiridos pelo Instituto Enduro Brasil (IEB), entidade responsável pela organização das provas no estado de São Paulo.
A vitória da categoria CEI2* 120km foi de Aguinaldo dos Santos Pinto com Achilles SBV, com velocidade média de 19.36km/h. Gerson Guerra e Safkhet SBV fizeram média de 19.35km/h. Chegando dois minutos atrás dos dois primeiros lugares, Carlos Augusto Paes de Barros e Berenis de Piboul ficaram com o terceiro lugar, com velocidade média de 19.24km/h. Concluindo a lista de conjuntos que finalizaram a prova, Patricia Bicudo e Zante Rach ficaram com a quarta colocação, com velocidade média de 17.88km/h.
Na categoria para jovens abaixo de 21 anos, a CEIYR2* 120km, a vitória foi de Veridiana Balassa com Arnica Endurance, com velocidade média de 19.51km/h. O vice-campeão foi do representante do Paraná, João Pedro Antocheski montando Mars Endurance, com velocidade média de 19.09km/h. Ryan Matheus de Almeida e Itirapina Endurance ficaram com a terceira colocação com média de 17.29km/h, seguidos por Rodrigo Saliba e Commander Rach em quarto, com 16.48 km/h.
O proprietário de Achilles SBV e Mars Endurance, campeão no Adulto e vice no Young Rider, João Leonel, conta que a prova reanimou a equipe paranaense. “Aconteceu algo que é bem o que é o Enduro. Nas últimas três provas tivemos todos os cavalos desqualificados. O Aquiles fez uma excelente prova de 120km em 2019, depois fiz mais duas que não consegui terminar e comecei a achar que não era um animal de longa distância. Entreguei para o Agnaldo nessa prova e falei “faça o que você quiser” e não é que ele respondeu?! Tínhamos a ideia de andar entre 18 e 19 km/h, ele andou como queríamos e ganhou a prova. E a Mars provou o que é: uma excelente égua, acima da média. Saímos muito contentes, principalmente depois de tudo isso que passamos. Reanimou a equipe!”
Pedro Marino e Conan Jok Trio foram os campeões da categoria CEI1 * 100km, com tempo de recuperação cardíaca de dois minutos e 3s08 no último anel, com velocidade média de 19.29km/h. A segunda colocação foi de Laura Borges com Zoey Kong Rach, com velocidade média de 16.87km/h, e o terceiro de Isadora Herman e Maria Bonita Paulista, com 15.58km/h. Fechando o pódio da categoria, Tiago Gomes e Cila HSSK, que tiveram média de 15.55km/h.
A novidade no evento foi a adoção dos monitores cardíacos no vet check, utilizando as novas regras da Federação Equestre Internacional (FEI). Carlos Ferraz, chefe da equipe veterinária da prova, explicou o procedimento. “O cavalo entra, o monitor é colocado e conta 15 segundos, se a frequência estiver em 59 batimentos por minuto (bpm) ou abaixo ele já está aprovado e vai para o trote. Se o cavalo não apresentar os 59 bpm, o monitor roda por 60 segundos, se atingir igual ou baixo que 64 bpm vai para o trote. Se estiver acima, o cavalo é penalizado. Vai resfriar novamente. Se não tiver tempo para isso tem direito a uma segunda máquina, tendo que ter a frequência de 59 bpm nos 15 primeiros segundos. A regra fica um pouco mais rígida e isso dificulta um pouco para os competidores.”
A presidente do IEB, Ana Carla Maciel, afirma que a aquisição faz parte de uma série de melhorias que a gestão tem buscado, inclusive graças a realização de um crowdfunding em 2019. “Acho que faltava isso para evolução do esporte no Brasil. Hoje todos os países já usam essa tecnologia, então fizemos esse investimento. Compramos os medidores e o Carlito do Haras Albar (Carlos Paes de Barros) comprou os painéis onde aparecem os números para todos verem. E agora todos vão usufruir dessa tecnologia, avanço e transparência para o esporte.”
No último final de semana, de 16 a 20 de junho, GB Celine e Cassilano Jmen estiveram no CSI5* Estocolmo, na Suécia, para mais uma competição do mais alto nível.
Este impressionante local na capital sueca, com uma forte herança no esporte equestre, sediou os Jogos Olímpicos em 1912 e 1956, e nesse evento reuniu estrelas internacionais para mais uma etapa desafiadora.
Na prova de velocidade do primeiro dia a (1.50/1.55 m) GB Celine (Cardento 933 / Concorde ) com Rodrigo Giesteira Almeida, fechou com uma falta, dentro do tempo. Já Cassilano Jmen (Calisco Jmen / Bramo), com Rolf-Göran Bengtsson, terminou com três faltas.
No domingo ambos BHs voltaram à pista para a disputa do prêmio Agria, a 1.55m, com desempate. Dos 28 conjuntos, apenas seis voltaram para o desempate. GB Celine fechou a prova com nove pontos e Cassilano Jmen com doze, em 86s41 e 78s03, respectivamente.
Filho da medalhista olímpica Hortência, João Victor foi convocado para sua segunda participação nos Jogos Olímpicos
O cavaleiro João Vitor Marcari Oliva será o representante brasileiro no hipismo adestramento nos Jogos Olímpicos de Tóquio, que começam em 23 de julho. Filho da medalhista olímpica Hortência, ele estreia nas Olimpíadas já no dia 24 de julho.
A Confederação Brasileira de Hipismo confirmou nesta terça-feira a convocação dele e do cavalo Escorial Horsecampline. Aos 25 anos, João Victor vai para a segunda Olimpíada da carreira. O cavaleiro fez parte da equipe brasileira nos Jogos do Rio, em 2016. Desta vez vai sozinho. O Brasil ficou em 10º lugar na prova por equipes em 2016. João Victor acabou em 46º no individual nos últimos Jogos.
Scott Brash (GBR) ganhou no último sábado (19) a etapa de Estocolmo (SWE) da Global Champions Tour de Saltos no Hipismo.
Montando Hello Jefferson, o britânico foi um dos dois atletas que zeraram o percurso principal e o desempate, mas Brash foi o mais veloz no jumpoff, com 39s81.
Edwina Tops-Alexander (AUS) foi a segunda colocada, com 40s87. Spencer Smith (USA) perdeu 4 pontos no jumpoff, terminando em terceiro lugar.
Dois brasileiros participaram da prova. Marlon Zanotelli foi o 13º com oito pontos perdidos e Yuri Mansur o 24º, com 12 pontos perdidos.
Com cinco provas realizadas, Peder Fredricson (SWE) lidera com 149 pontos. Brash é o segundo com 108 pontos e Tops-Alexander está em terceiro, com 98 pontos.
Zanotelli subiu para o 11º lugar, com 77 pontos e Mansur é o 80º, com 13 pontos.
A próxima etapa acontecerá no sábado (26), em Paris (FRA).
Uma experiente equipe de saltos da Nova Zelândia foi montada para as Olimpíadas de Tóquio.
O quatro vezes olímpico Bruce Goodin lidera os cavaleiros, junto com o duas vezes olímpico Daniel Meech e Sharn Wordley. Goodin, que mora na Suécia, competiu anteriormente nos Jogos de Barcelona 1992, Sydney 2000, Atenas 2004 e Pequim 2008. Ele foi nomeado ao volante do Backatorps Danny V.
Meech da Alemanha ganhou a prata em Atenas 2004 e Atlanta 1996 e competirá na égua Cinca 3, enquanto Wordley dos Estados Unidos, que depende de Verdini d’Houtveld Z, competiu em Pequim 2008. Meech ficou em 12º lugar no salto individual em Atenas, o melhor resultado de todos os tempos da Nova Zelândia nesta disciplina.
O cavaleiro da excursão é Uma O’Neill, da Califórnia, com seu garanhão Clockwise ou Greenhill Z. A reserva não viajante é Tom Tarver com seu Fiber Fresh Popeye.
Goodin diz que é uma honra receber o nome de outra Olimpíada. “É sempre emocionante ser selecionado para as Olimpíadas e representar a Nova Zelândia novamente”, disse ele.
“É bom que Danny esteja entrando em boa forma na hora certa. São tempos emocionantes. Sem dúvida haverá outras Olimpíadas, mas é sempre muito emocionante estar lá.
O gerente geral de alto desempenho de esportes equestres da Nova Zelândia, Jock Paget, medalhista de bronze da equipe de eventos esportivos nas Olimpíadas de Londres de 2012, diz que tem sido uma preparação longa e desafiadora para cavaleiros, cavalos, proprietários e equipe de apoio.
“Os pilotos tiveram que aproveitar todas as oportunidades para mostrar forma e lidar com a interminável interrupção de suas campanhas”, disse ele. “Todos eles mostraram uma quantidade impressionante de resiliência e adaptabilidade. Nossos chapéus vão não apenas para os pilotos selecionados, mas para todos que entraram em ação ao longo desta campanha e dificultaram o trabalho dos selecionadores.
“A executiva-chefe do NZOC, Kereyn Smith, deu os parabéns aos atletas.“ É fantástico nomear uma equipe de salto com experiência tão experiente para Tóquio. Desejamos aos atletas tudo de bom para o resto de sua preparação e esperamos vê-los carregar a bandeira em Tóquio em pouco mais de um mês e aparecer na largada “, disse Smith.
A Nova Zelândia foi representada nas Olimpíadas com cinco equipes de salto, mas o primeiro atleta de salto olímpico do país foi Adrian White, individualmente, em Roma em 1960.
A última vez que a Nova Zelândia competiu nos Jogos Olímpicos com show jumpers foi em Pequim, em 2008. Tóquio ocupa um lugar especial no coração dos pilotos Kiwi porque a Nova Zelândia teve uma equipe de saltos de salto nos Jogos pela primeira vez durante as Olimpíadas de 1964.
Equipe:
– Bruce Goodin e Backatorps Danny V de propriedade da Backatorp Ryder AB & Bruce & Ulrika Goodin
– Daniel Meech e Cinca 3 da Johnson Horses GmbH e Daniel Meech.
-Sharn Wordley e Verdini D’Houtveld de propriedade de Lauren Balcomb