No domingo, 11/7, o cavaleiro Luiz Francisco de Azevedo, convocado para os Jogos Olímpicos de Tóquio, garantiu ótimo resultado montando My Way emplacando em 3º lugar no GP5*, a 1.60m, no Internacional de Valkenswaard, na Holanda. Largaram na disputa 36 conjuntos top mundiais com 300 mil euros (equivalente a 1.844.820 reais) em jogo.
Doze foram ao desempate. A vitória foi do britânico Scott Brash, atual nº 4 do ranking mundial, campeão olímpico por equipes em Londres 2012, apresentando Hello Jefferson, com o qual está convocado para Tóquio, que cruzou a linha de chegada sem faltas, em 45s71. Sagrou-se vice-campeão o top belga Peter Devos montando Claire Z, sem faltas, 47s71. Com percurso sem faltas em 47s86, Luiz Francisco, o Chiquinho, filho do medalhista olímpico Luiz Felipe de Azevedo, montando My Way conquistou o 3º posto.
O campeão pan-americano Marlon Zanotelli também teve boa atuação com Grand Slam VDL fechando com apenas uma falta na 1ª passagem. Nos Jogos Olímpicos de Tóquio, Marlon está convocado montando VDL Edgar, Luiz Francisco apresentando Comic, Rodrigo Pessoa com Carlito´s Way e Yuri Mansur com QH Alfons Santo Antonio.
Dono de três conquistas olímpicas, entre elas o único ouro do hipismo do País, mostra otimismo em sua 7ª Olimpíada
Rodrigo Pessoa volta a defender o hipismo do Brasil e vai para sua 7ª Olimpíada
A trajetória olímpica de Rodrigo Pessoa é cheia de momentos marcantes. O cavaleiro de 48 anos estreou em Barcelona/1992. Conquistou a única medalha de ouro da história do hipismo brasileiro em Atlanta. Depois, vieram mais duas de bronze (Sydney e Atlanta). Em 2012, ele foi porta-bandeira da delegação brasileira. Agora, vai para sua sétima Olimpíada, em Tóquio. E mostra otimismo com novas conquistas.
“A expectativa é boa. Temos excelentes cavaleiros capazes de conseguir bons resultados. O nosso objetivo é brigar por uma medalha por equipe. Teremos competidores fortes, como Alemanha, Suíça, Bélgica e Estados Unidos, mas não temos razões para não pensar positivamente. Temos uma chance real de medalha”, disse o cavaleiro em entrevista exclusiva ao Estadão.
Pessoa é o único da equipe com experiência olímpica. O técnico suíço Philippe Guerdat convocou os conjuntos estreantes Marlon Zanotelli/VDL Edgar, Luiz Francisco Azevedo/Comic e Yuri Mansur/QH Alfons Santo Antonio para formar a equipe. Pessoa afirma que todos têm grande experiência internacional, são radicados na Europa e estão habituados às grandes competições.
O Time Brasil de Salto terá Pedro Paulo Lacerda como chefe de equipe. As competições se iniciam no dia 3 de agosto, data do Salto Qualificativa Individual, que reunirá 75 participantes.
Pessoa está voltando à seleção brasileira depois de ficar fora dos Jogos do Rio. O então técnico da seleção brasileira, o americano George Morris, convocou Pessoa como reserva. Ele justificou o fato afirmando que a montaria não estava à altura dos outros titulares. Pessoa abriu e ficou fora de uma Olimpíada pela primeira vez desde 1992. Após a saída, ele passou a ser treinador da equipe da Irlanda e conseguiu um título europeu.
“Servir a seleção brasileira é sempre uma honra. Trabalhar com a equipe irlandesa foi importante para eu me afastar um pouco e digerir tudo o que aconteceu. A Olimpíada de Tóquio vai ser diferente. São novos Jogos. O clima vai ser diferente. Vamos trabalhar do mesmo jeito”, afirmou.
Para Rodrigo Pessoa, o adiamento de um ano dos Jogos em função da pandemia do novo coronavírus foi positivo. Ele teve mais tempo para se preparar com Carlitos Way, sua nova montaria. “A adaptação envolve um processo longo, mas quando o cavalo vai evoluindo e saltando em provas maiores, a gente vê que tem capacidade. Eu só me apresentaria para uma disputa de vaga se o cavalo tivesse possibilidades”, avaliou.
Para o servidor, este ano as Paralimpíadas serão uma celebração do amor ao esporte e demonstração de união após as dificuldades trazidas pela pandemia.
Na última terça-feira (6/7), o servidor do TJDFT Sérgio Fróes Ribeiro de Oliva, 38 anos, foi convocado, pela quarta vez, para integrar a equipe de atletas brasileiros que vão participar dos jogos paralímpicos do Japão. O servidor ficou emocionado com a convocação e com a oportunidade de poder representar mais uma vez o Brasil em um dos maiores eventos esportivos do mundo. Em 2016, nas Paralimpíadas do Rio de Janeiro, Sérgio recebeu duas medalhas de bronze na modalidade de adestramento paraequestre.
Poder participar novamente da Paralimpíada, em meio à pandemia, é uma grande oportunidade para o atleta paraolímpico. “Não tenho palavras para descrever o quanto significa mais uma participação em Jogos Paralímpicos. Apesar de ser medalhista de bronze no RIO 2016, sinto a emoção de estar participando dos jogos depois de uma ano e meio de muitas dificuldades, mas consegui superá-las apesar das adversidades com a pandemia de covi-19”, disse.
O servidor agradeceu à Confederação Brasileira de Hipismo (CBH), o Comitê Paralímpico Brasileiro, o Brasília Country Club (BCC), local onde treina, e a torcida brasileira por acreditar e confiar nele para mais uma medalha. Na ocasião, o servidor também agradeceu ao Presidente do TJDFT, Desembargador Romeu Gonzaga Neiva, por sempre torcer e acreditar nas suas vitórias.
Formado em Direito, com pós-graduação em Direito Público, Sérgio trabalha no TJDFT desde 2003 e prática adestramento paraequestre há mais de dez anos. Em 2007, foi campeão mundial em Hartpury, na Inglaterra,e participou de mundiais no Kentucky, nos Estados Unidos, em 2010, e em Caen, na França, em 2014, além de outras competições internacionais. No ano de 2014, recebeu o prêmio de melhor atleta paralímpico brasileiro na modalidade hipismo.
Jerome Guery tem estado em sua melhor forma ultimamente. No início de julho ele venceu o CSI5 * Grande Prêmio Rolex na sela de seu Quel Homme de Hus (por Quidam de Revel) e no último fim de semana ele também ganhou regularmente prêmios na competição CSI5 * de Chantilly. Portanto, não é surpresa que Guery tenha sido escolhido para representar nosso país nas Olimpíadas. Os insiders até o veem como um dos maiores candidatos a medalhas. O próprio Guery continua muito calmo: “Ficarei muito feliz se conseguir terminar entre os dez primeiros”, diz. Procuramos por ele em seus estábulos em Villers-La-Ville e conversamos com ele sobre seu cavalo-chefe, Quel Homme, os Jogos Olímpicos e suas chances de medalha.
Ingresso olímpico
Não é a primeira vez que Jerome Guery tem um ingresso olímpico no bolso. Há cinco anos ele começou pelo nosso país no Rio. Depois, contou com Grand Cru van de Rozenberg (de Malito de Reve) e foi o único belga a chegar à final. “Minhas ambições são completamente diferentes este ano”, diz Guery. “O Grand Cru era, como eu, ainda muito inexperiente no nível superior. Meu objetivo de cinco anos atrás, portanto, era principalmente ganhar experiência e chegar à final. Eu também consegui fazer isso. Para este ano, no entanto, minhas ambições são um pouco diferentes. Eu sei que Quel Homme está em sua melhor forma. Ficarei feliz se conseguir terminar entre os dez primeiros “, continua.
“Em termos de competição por equipes, sei que estamos todos ansiosos por uma medalha”, disse Guery. “Somos quatro cavaleiros talentosos com quatro cavalos experientes. O novo formato dos Jogos Olímpicos, em que apenas três cavaleiros por equipe largam e, portanto, não há resultado de cancelamento, cria alguma pressão extra, mas é o caso de todos. Niels, Gregory, Yves e eu queremos deixar a Bélgica orgulhosa e levar a medalha para casa. Acho que esta equipe deve ser capaz de fazer isso. ”
Quel Homme
Quel Homme, como Guery, está em sua melhor forma. O garanhão saltou para a vitória no CSI5 * Grand Prix de Knokke algumas semanas atrás. Guery nos contou sobre o garanhão negro Quidam de Revel: “Desde o primeiro momento que sentei em sua sela soube que ele era algo muito especial e que poderia ser meu próximo cavalo olímpico”. Isso também é confirmado pelo coproprietário Alexander Oancea: “Quando Jerome veio até mim e me disse que ele poderia ter encontrado seu próximo cavalo olímpico, eu nunca duvidei dele por um momento”, ele ri. “Quando você vê o que ele conquistou nos últimos anos, não acho que haja razão para isso. Então, investi no garanhão junto com Jerome. Eu estou nervoso? Absolutamente! Há cinco anos eu mesma viajei para o Rio, mas não vou mais fazer isso.
Jerome retoma: “No ano passado, Quel Homme também estava pronto para ir aos Jogos, mas agora também está em sua melhor forma. Ele é naturalmente muito competitivo e isso transparece nos resultados. Na minha primeira prova com ele, em Oliva, já consegui montar até a vitória. Ele também fez parte da seleção belga durante o Campeonato Europeu de Rotterdam. No México ele ganhou seu primeiro Grand Prix CSI5 *,… Quel Homme é, portanto, um cavalo com muitos resultados e experiência ao mais alto nível. Este ano ele também obteve muitas boas classificações com a vitória do CSI5 * GP em Knokke como a cereja do bolo. Tive então a certeza: Quel Homme está pronto para viajar para Tóquio ”.
Quarentena
Desta vez, a palavra quarentena não se refere à Covid, mas à quarentena obrigatória que Quel Homme deve entrar antes de partir para Tóquio: “Quel Homme ficará em quarentena em Aachen por alguns dias no final desta semana. Ainda vou lá regularmente para treinar com ele, é claro que você não pode deixar seu cavalo ficar parado pouco antes dos Jogos. Ele vai voar para Tóquio no dia 24 e então a aventura pode realmente começar. ”
Guery acrescentou: “Sem uma equipe forte atrás de mim, nada disso teria sido possível. Minha esposa Patricia é meu braço direito. Além disso, também empregamos três cavalariços e quatro cavaleiros para manter os cavalos em competição e em casa em ótimas condições. Gostaria de aproveitar esta oportunidade para agradecê-los novamente do fundo do meu coração. Graças a eles posso mais uma vez realizar meu sonho olímpico ”, finaliza.
Gudrun Patteet, tem um novo talento no estábulo. Criador e proprietário da égua Donna vd Windeweg Z (Diamant de Semilly) de 11 anos, Luc Deknudt confia a égua a amazona.
A égua recebeu seu treinamento do West Flemish, Cederick Deknudt e sua namorada, Elisa Strubbe. A égua foi posteriormente transferida para os estábulos de Koen Vereecke. A dupla saltou para nada menos que 15 vitórias internacionais e se classificou várias vezes.
Patteet estreou recentemente com a égua durante o Knokke Hippique. A dupla se familiarizou até o nível de 1,40m.
Neste fim de semana, o novo casal viajará para Valkenswaard.
A juventude belga está indo muito bem e isso é evidente no novo ranking nacional de H&H. Jos Verlooy está no topo do ranking e é seguido por duas seleções olímpicas; Niels Bruynseels e Jérome Guery.
Entre os cinco primeiros, Pieter Devos e Olivier Philippaerts seguem em quarto e quinto lugar. Mas a juventude está chegando bem perto desse pico. Gilles Thomas está em décimo lugar este mês. Com Pieter Clemens a uma distância segura e Thibeau Spits dois lugares depois.
Zoe Conter também salta mais perto do top 10 com um 19º lugar.
Foram três dias de boas disputas, fair play e confraternização no Campeonato Brasileiro de Escolas 2021, entre 8 e 11/7, no Clube Hípico de Santo Amaro (SP). Estiveram a postos no primeiro dia de competição 249 conjuntos – 126 na série preliminar, 0.60/0.60m, e 1.23 na principal, a 0.80/0.85m – provenientes de 12 estados: Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Paraiba, Santa Catarina, Rio de Grande do Sul, Brasília, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, além, é claro, São Paulo.
Após a definição da disputa por equipes no sábado, 10, com os jovens de talentos de Santa Catarina levando ouro na preliminar e São Paulo, na principal (clique aqui), no domingo, 11 foram decididos os campeões individuais. Nada menos que 22 conjuntos terminaram o Brasileiro de Escolas – série preliminar sem faltas. E, ao final, com a incrível aproximação de apenas 1s33 na soma dos tempos ideais das três parciais a pequena amazona de São Paulo Gabriela Nagy Kovalsky Shoel, de apenas 7 anos, montando Cristalzinha faturou o título de campeã.
Gabi estava saltando sua terceira prova. “Ela saltou Paulista de Salto Iniciantes há uma semana e uma provinha da Copa Santo Amaro, o interclubes do CHSA”, contou seu treinador Esdra Ramos. A receita de sucesso da campeã é simples. “Rapidez e muita confiança”, disse Gabi, estreante no Salto, mas que já monta há cercado de três anos e começou com volteio. A jovem campeã brasileira ainda fez um agradecimento completíssimo: “agradeço meu professor, minha mãe, meu pai, minha família inteira e também a todas as pessoas que torceram pra mim.”
O vice-campeonato e a medalha bronze também ficaram com duas amazonas de São Paulo Eduarda Ribeiro Mamono montando Troia e Sonia Maria Machado Cavalheiro com Jogo da Luz, respectivamente, com 1s44 e 1s80 de aproximação na soma das três provas.
Na série Principal, em mais uma concorridissima disputa, 15 conjuntos fecharam a competição sem faltas nas três provas. Sagrou-se campeão o jovem talento mineiro Matheus Henrique Machado Lima, 11, que começou a montar Curry somente uma semana antes da competição.
“Treinei uma semana com o Curry e vim para cá”, contou o campeão. Segundo seu treinador, o renomado cavaleiro Sérgio Marins, Matheus é muito talentoso, gosta demais de cavalos. “Aí eu falei para ele: nós vamos arrumar um cavalo bala para você. Então o Marcelo Fernando da equipe LF nos deu essa honra de emprestar o cavalo e foi só sucesso. Competência dele, cavalo espetacular e realmente papai do céu iluminando porque esse campeonato é muito difícil de ganhar.”
Com desenvoltura Matheus resumiu: “eu dei o meu máximo. Hoje foi bem na sorte, eu quase esqueci o nº 11, mas deu certo. Agradeço meu professor que me deu as melhores instruções que podia ter, falou tudo que eu tinha que fazer, foi perfeito. Também ao meu pai, que deixou de trabalhar só para me trazer, a minha mãe que queria muito vir mas teve que ficar com meu irmão e aos meus amigos que estão todos por aqui.”
Representando o Rio de Janeiro o vice-campeonato ficou com Wladimir Aragão Costa Gomes Padilha montando Adonis RJ, 1s79 de aproximação. Pelas cores de Brasília, Marcos André Chalub Prandi montando Montreal conquistou bronze, 2s10 de aproximação.
Final Preliminar – 0.65m
Campeã Gabriela Nagy Kovalsky Shoel / Cristalzinha – FPH – 0/1s33 Vice Eduarda Ribeiro Mamono / Troia – FPH – 0/1s44 3º Sonia Maria Machado Cavalheiro / Jogo da Luz – FPH – 0/1s80 4º Pedro Dirceu Zanini Filho / Imperial – FEERJ – 0/2s79 5º Ricardo Lopes Bergamaschi / Cadillac Império Egípcio – FPH – 0/34s5 6º Paulo Mauricio Filho / Rawelo TW – FPH – 0/3s83
O Campeonato Brasileiro de Escolas 2021, o primeiro do ano na corrida pelos títulos nacionais com mais de 250 conjuntos de 12 estados em pista no Clube Hípico de Santo Amaro (SP), no sábado, 10/7, foram definidos os títulos por equipes em uma disputa acirradísima.
Na série preliminar, a 0.60m, estiveram a postos nove equipes. O time de Santa Catarina foi o único sem pontos perdidos nos obstáculos e tempo garantindo a medalha de ouro com Manuela Meyer Sandri / Ze Colmeia, Alice Tedesco Gutierrez / Xamã, João Edemar Damate Junior / Babaloo e Marina Zanella Bedin / Red Bill. Jovens talentos do Mato Grosso do Sul e de São Paulo fecharam com somente dois pontos (excesso de tempo) e – conforme critério de desempate da soma dos tempos de melhor aproximação ao tempo ideal nos dois dias de prova – conquistaram, respectivamente, prata e bronze.
Já na série principal, a 0.80m, oito equipes disputaram o pódio que, ao final, contou com três times sem faltas com critério de desempate pela melhor aproximação ao tempo ideal. Sagrou-se campeão o time de São Paulo formado por Cleo Cesnik / HS Balliem MCIA, Julia Pereira Silveira / TCL Bento HVR, Stella Salek Limongi / Miojo do Triunfo e Felipe Machado Trassi / Jogo da Luz. Santa Catarina conquistou prata e Minas Gerais, bronze.
“É muito bom ver a ótima participação nesse Brasileiro de Escolas e bom nível técnico em ambas as séries. Certamente um bom presságio para as futuras gerações do hipismo do hipismo brasileiro. Em nome da Confederação Brasileira de Hipismo, parabenizo a todos e esperamos vê-los novamente nos Campeonatos Brasileiros dos próximos anos, sempre buscando superação e crescimento dentro do nosso esporte que tanto nos ensina”, pontuou Francisco José Mari, presidente da CBH, presente na cerimônia de premiação.
Série Preliminar – 0.60m – 9 equipes
Campeã Federação Catarinense de Hipismo – 0 pp
Manuela Meyer Sandri / Ze Colmeia Alice Tedesco Gutierrez / Xamã João Edemar Damate Junior / Babaloo Marina Zanella Bedin / Red Bill
Vice Federação Sul Mato Grossense de Hipismo – 2 pp (11s87)
Heitor Carvalho dos Santos Nunes / Karisma Isabelle Beck Xavier Vantin / Warren RJ Luana de Figueiredo Oliveira / Sabonete
3ª colocada Federação Paulista de Hipismo – 2 pp (12s93)
Isabella Soares Fassina / Florata HI Leonardo Lopes Bergamaschi / Cadilla Império Egípcio João Pedro Gomieri Frange / Zoko Loco HG Pedro Haddad Oncins / MC Queen
Série Principal – 0.80m – 8 equipes
Campeã Federação Paulista de Hipismo – 0 pp (9s15) Cleo Cesnik / HS Balliem MCIA Julia Pereira Silveira / TCL Bento HVR Stella Salek Limongi / Miojo do Triunfo Felipe Machado Trassi / Jogo da Luz
Vice-campeã Federação Catarinense de Hipismo – 0 pp (9s32)
Themis Cotosky Ferreira / HLP Land Frida Maria Eduarda Warmling Sucupira / Pity Ana Paula Aranda dos Reis / Pity Marina Araujo Marcelino / Apollo
3ª Federação Hípica de Minas Gerais – 0 pp (17s21) Fernanda Rezende Neves Marins / First Class Ninah Daniel Rezendo Claro / Pintado Chevals Sofia Carsalade de Souza Lims / Coratha Alessia Vinci / Pintado Chevals
Houve muito barulho na semana passada. Os meios de comunicação social e paralelamente são discutidos, nos DIFERENTES concurso foi nomeadamente a dificuldade de recebimento no ciclo de junção “Em cinco anos n sto nd a trilha o n exigida construção pesada,” klo nk você depois niem. A federação está agora entrando em ação.
Entretanto, Paardensport Vlaanderen também respondeu positivamente. “No último fim de semana, a quarta rodada do Ciclo STX foi organizada. A JV Horses proporcionou uma boa organização com uma grande e convidativa arena para os cavalos jovens. Rapidamente ficou claro que o teste era (muito) difícil para as crianças de 5 anos. “É impossível ajustar o nível de dificuldade durante um teste em andamento. Como um comitê de salto, é claro que não estamos cegos para os problemas e o impacto desta situação. Estamos bem cientes de que não podemos voltar no tempo.”
“Mesmo que o Ciclo STX seja usado como meio de fazer uma seleção para o Campeonato Belga, a prioridade do Ciclo STX continua sendo preparar cavalos jovens para o trabalho maior. A intenção é e continua sendo fazer cavalos, não quebrá-los . ”
A federação, portanto, escreve um limite máximo de altura. Isso é para conter os cursos muito pesados.
Cavaleiros unânimes
Enquanto isso, alguns pilotos estão dizendo que uma reforma completa é necessária. “A pressão sobre os cavalos é muito alta. Estatisticamente, bons atletas de salto freqüentemente saltam no percurso limite de 1,40 / 1,45m. No ciclo, eles têm que fazer isso já aos sete anos de idade. Temos que espalhar melhor o ciclo e preste ainda mais atenção ao desenvolvimento dos cavalos. “
“Para cavalos jovens como de 4 e 5 anos, o ciclo continua sendo um sistema que precisa ser atualizado”, explica outro participante. “É melhor treinar esses cavalos regionalmente. E poupar a pressão excessiva que o ciclo acarreta.”
Durante o Festival dos Grandes Lagos, os quatro primeiros colocados encalharam com um segundo de diferença. No final, Karl Cook fez o melhor tempo com Caillou 24 (Casall x Corrado I, criador: Johannes, Max-Hermann).
“O primeiro round foi construído muito tecnicamente. Para um cavalo com um galope longo, isso não era motivo de riso. Meu objetivo final era, portanto, me qualificar para o desempate. Caillou resolveu tudo bem. No desempate tudo foi construído como deveria ter sido. muito divertido para nós. “
No pódio, Jim Ifko seguiu com Un Diamant Des Forets (Diamant de Semilly) à frente de Cormac Hanley com RMF Chacco Top (Chacco-Blue).