Nessa quarta-feira, 28/7, rolou a primeira final individual olímpica do hipismo com o Grand Prix Freestyle, na arena Baji Koen, em Tóquio. Após vencer o Grand Prix na abertura da competição e estabelecer novo recorde no Grand Prix Special fazendo a diferença no 14º ouro olímpico por equipes da Alemanha em 27/7, Jessica von Bredow-Werndl apresentando a égua TSF Dalera também faturou o Freestyle Grand Prix com nada menos que 91,732% de aproveitamento. Sua compatriota Isabella Werth com Bella Dona foi prata, 89,647%, garantindo assim sua 12ª medalha olímpica e a bicampeã olímpica britânica Charlotte Dujardin com Gio completou o pódio com bronze, 88,543%.
Jessica, 35, atual nº 2 do ranking mundial, e TSF Dalera, uma égua trakehner de 14 anos, integraram o time medalha de ouro da Alemanha nos Jogos Equestres Mundiais de 2018 nos EUA e foram bronze no Campeonato Europeu em 2019. “Do primeiro ao último segundo senti a Dalera 100% em sintonia comigo, estava tão atenta às ajudas que eu tinha tomar cuidado para não fazer demais e nem de menos”, comentou a campeã olímpica, bastante emocionada. “No Campeonato Europeu não tivemos um largada tão feliz no Grand Prix e Grand Prix Special. Mas no Grand Freestyle mostramos que tudo seria possível e que o sonho olímpico poderia se tornar realidade.” Agora é fato…
Isabell e sua Bella Rose, antepenúltimo conjunto no picadeiro e atual nº 1 do mundo, bateu na trave. Ao ser questionada se poderia perder o posto de nº 1 mundo, Isabell, 52, respondeu sabiamente. “Se você observar os resultados dos últimos 30 anos, verá que nem sempre foi a nº 1, subimos e descemos durante todo o tempo. Eu estou feliz porque senti minha égua Bella fantástica. Estamos em um competiçao dura, o que todos queremos e amamamos ter. Não é possível ter 10 vencedores, apenas um, isso é esporte.
Charlotte, que garantiu sua sexta medalha olímpica (dois ouros em Londres 2012, ouro e prata na Rio 2016 e agora em Tóquio dois bronzes), superou sua compatriota Dame Katherine Grainger, remadora, e agora a atleta mulher mais premiada da Grã Bretanha, estava muito satisfeita com seu craque Gio, um sela holandês de apenas 10 anos. “Até hoje Gio havia feito somente um outro Freestyle em sua carreira. Ele não sabia o que estava fazendo e eu não sabia o que estava fazendo. Apenas entramos para curtir e nos divertir, e conseguimos. Estou muito orgulhosa dele”, disse Charlotte, 36, atual nº 5 do ranking mundial.
Fatos e feitos
Com a prata do Freestyle e ouro na Final por equipes, Isabell Werth agora computa 12 medalhas olímpicas desde sua estreia nos Jogos de Barcelona em 1992: seis ouros por equipes,um ouro individual, cinco medalhas de prata individuas. Detalhe: desde 1992 usando o mesmo par de “botas da sorte”.
O último ouro individual da Alemanha havia sido de Isabell Werth na Olimpíada de Atlanta em 1996, então montando Gigolo.
Na disputa por equipes, em 27/7, a Alemanha conquistou o 14º ouro, os EUA foram prata e Grã Bretanha, bronze (confira aqui).
Estatística de notas 10 (máxima) das três medalhistas nas três disputas em Tóquio:
Jessica von Bredow-Werndl / Dalera – 81 Isabell Werth / Bella Rose – 66 Charlotte Dujardin / Gio – 8
Após 49 anos, o brasileiro João Victor Macari Oliva montando Escorial Horsecampline, um lusitano de 12 anos, chegou colado no resultado do brasileiro Cel Sylvio Marcondes de Rezende, 25º em Munique 1972. João foi 26º, competindo com 59 concorrentes, sendo que em 1972 havia 33. Com a nota de 70,419%, João rompeu a barreira dos 70% de aproveitamento de um brasileiro em Jogos Olímpicos.
Imprensa CBH – Carola May e Rute Araujo com informações FEI – Louise Parkes; fotos: Luis Ruas / Hipismo Brasil
Competição de hipismo de salto nos Jogos Olímpicos começa no dia 3 de agosto
Depois de um período de 14 dias de quarentena, em Aachen, na Alemanha, os cavalos da equipe brasileira de Saltos foram embarcados para Tóquio na madrugada de segunda-feira (26/7) para a disputa das Olimpíadas. A informação é da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH).
Rodrigo Pessoa (campeão olímpico individual, em Atenas 2004, e duas vezes medalhista de bronze por equipes, em Atlanta 1996 e Sidney 2000) montará Carlito’s Way, cavalo de 11 anos; Yuri Mansour forma conjunto com QH Alfons Santo Antonio, de 14 anos; Quabri de L’isle, de 17 anos, será a montaria de Pedro Veniss; e VDL Edgar, de 12 anos, entrará em pista com o cavaleiro Marlon Zanotelli.
Pelo horário de Brasília, as competições de salto começam com a qualificatória individual, no dia 3 de agosto. No dia 4, será a final individual. Na sexta-feira, 6 de agosto, é a qualificatória por equipes, com final no dia 7 de agosto. Todas as rodadas começam por volta das 7h, pelo horário de Brasília, informa a Confederação.
De acordo com a CBH, pela primeira vez, as equipes de hipismo passam a contar com quatro atletas, sendo três titulares e um reserva. E o reserva pode ser escalado após o início da competição. Outra mudança é que todos os resultados são computados, sem o descarte do pior.
Adestramento
Na prova de adestramento, o brasileiro João Victor Oliva terminou em 26º lugar nos Jogos de Tóquio. De acordo com a Confederação Brasileira de Hipismo (CBH), é o melhor resultado de um competidor brasileiro na história dessa prova em 49 anos. Oliva obteve também a melhor nota da história do Hipismo de Adestramento do Brasil em Olimpíadas.
A colocação final do cavaleiro, filho da ex-jogadora de basquete Hortência e do empresário José Victor Oliva, só não superou o resultado obtido pelo coronel Sylvio Marcondes de Rezende, que ficou em 25º lugar nesta prova nas Olimpíadas de Munique, em 1972. Naqueles jogos, Rezende competiu contra 33 conjuntos. Em Tóquio, João Victor Oliva competiu com outros 58.
“Fizemos uma boa prova, meu cavalo esteve bem e estou super contente. O Escorial esteve disponível, escutando as ajudas e tranquilo. Estou muito feliz. Tem coisas para melhorar, tivemos um errinho no meio da prova, mas mesmo assim o resultado foi bom”, disse Oliva, de acordo com o divulgado pela CBH.
A medalha de ouro no adestramento individual ficou com Jessica von Bredow-Werndl, da Alemanha. A prata foi para a também alemã Isabell Werth e a medalhe de bronze ficou com Charlotte Dujardin, da Grã-Bretanha. No adestramento por equipes, a medalha de ouro também foi para a Alemanha, com a prata para os Estados Unidos e bronze para a Grã-Bretanha.
Charlotte Dujardin conseguiu levar o bronze na final individual de adestramento hoje, tornando-se imediatamente a atleta olímpica britânica de maior sucesso de todos os tempos. Ela tem um total de seis medalhas em seu nome (três de ouro, uma de prata e duas de bronze). Nisso ela se sai melhor do que Katherine Grainger, uma remadora, que tem cinco medalhas em seu nome.
“Posso dizer honestamente que estou extremamente orgulhosa de mim mesmo”, disse Dujardin à Horse & Hound. “Eu sabia que queria dar tudo no ringue, mas também queria aproveitar ao mesmo tempo e aproveitei. O Gio deu tudo e aos meus olhos é um verdadeiro vencedor”, finaliza.
O Dr. David Marlin escreveu um artigo interessante em suas redes sociais sobre a viagem de volta dos cavalos de adestramento atualmente em Tóquio. Ele diz que um telefonema com Isabell Werth tornou possível pousar os cavalos sete horas antes. O truque? Deixe-os sobrevoar a Rússia!
“O vôo não foi permitido no espaço aéreo da Rússia. Quando Isabell Werth ouviu isso, ela ligou para uma pessoa importante na Rússia. Agora é possível voar de volta sobre a Rússia para que os cavalos pousem em Liège 7 horas antes “, disse o Dr. em sua mídia social.
Hoje a alemã Jessica von Bredow-Werndl conquistou a medalha de ouro no adestramento. Você perdeu a prova que deu a ela uma pontuação de monstro? Você pode assistir novamente abaixo!
Ruben Mulders anunciou a saída do garanhão Ne-President van Koekshof (pelo presidente) em suas redes sociais. O garanhão de 8 anos continuará sua carreira sob a bandeira britânica, sob a sela de Ben Maher. Sob a sela de Mulders, ele foi extremamente bem-sucedido em nível nacional e regional.
Isabell Werth conquistou a medalha individual nos Jogos de Tóquio hoje. Ela contou com Bella Rose 2 de 17 anos (de Bellissimo) e imediatamente anunciou que este campeonato seria a última competição para sua égua top, informa o St. Georg.
Ainda não se sabe exatamente onde e como a égua vai se despedir do esporte. O que já é certo é que a égua será utilizada na criação a partir de agora. “Estou completamente satisfeito com meu Freestyle”, disse Werth na coletiva de imprensa. “Não me importa se vou ganhar prata, bronze ou ouro. Afinal, também não concordo com medalhas de ouro “, acrescentou ela rindo.
A final individual para cavaleiros de adestramento acaba de ser realizada em Tóquio e Jessica von Bredow-Werndl chegou à vitória com uma pontuação monstruosa de 91,732%. Ela foi a única com TSF Dalera (da Easy Game) a atingir e ultrapassar a marca de 90%.
Isabell Werth e Bella Rose 2 (de Belissimo M) levaram para casa a medalha de prata. Seu Freestyle foi premiado com um total de 89,657% pelo júri. Charlotte Dujardin e Gio (da Apache) completaram o pódio com uma pontuação total de 88,543%.
Para Cathrine Dufour (Bohemian) e Sabine Schut-Kery (Sanceo) houve um quarto e quinto lugar.
Na noite dessa terça-feira, 27/7, a equipe alemã de Adestramento fez história nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Nos últimos 27 anos, o país considerado berço da equitação clássica vem sendo praticamente imbatível no mais alto nível do esporte e, mesmo mediante todos os desafios enfrentados nos últimos 18 meses devido a pandemia, mais uma vez reinou supremo: conquistou ouro com Dorothee Schneider apresentando Showtime FRH, Isabell Werth montando Bella Rose 2 e Jessica von Bredow-Werndl com TSF Dalera, totalizando 8.178 pontos.
A equipe dos EUA – Adrienne Lyle com Salvino, Steffen Peters e Suppenkasper e Sabine Schut-Kery com Sanceo foi prata, 7747 pontos, e a Grã Bretanha – Carl Hester montando En Vouge, Charlotte Fray e Everdale e Charlotte Dujardin montando Gio – garantiu bronze, 7.723 pontos. Se a vitória da Alemanha foi incontestável a decisão entre EUA e Grã Bretanha foi apertada até o final.
E uma nova estrela surgiu. A alemã Jessica von Bredow-Werndl roubou a cena no Grand Prix Special alcançando 84.666% de aproveitamento com sua égua Dalera.
Sua companheira de equipe Isabell Werth com a égua Bella Rose registrou 83.298% e Dorothee Schneider e Showtime fecharam com 80.086%.
Destaque também para a dupla norte-americana ainda pouco conhecida Sabine Schut-Kery com Sancero que registrou 81,596%, fazendo a diferença na conquista da medalha de prata.
Isabell Werth que garantiu nada menos que sua 10ª medalha olímpica comentou o domínio da Alemanha. “A gente está há tempo suficiente nesse esporte para saber que um cavalo ou uma situação podem fazer a diferença, especialmente agora que as equipes são formadas por três conjuntos e sem descarte. Nós viemos com muita autoconfiança e sabíamos que se correspondessemos à nossa habitual performance seria difícil bater nossa equipe. Mas nunca se sabe, com um dia ruim ou um cavalo doente depois de uma viagem tudo é possível.”
Curiosamente Isabell vestia botas de montaria de longa data. “Eu tenho essas botas desde 1991 e tenho calçado elas em todos os campeonatos desde então, são as minhas botas da sorte” , destacou a super amazona alemã, que detém sete ouros olímpicos e se levar mais um no Freestyle Grand Prix será a mais premiada atleta mulher da Alemanha em Jogos Olímpicos, ao lado de Birgit Fischer, da canoagem, que conquistou oito ouros e quatro pratas em sua brilhante carreira.
“Eu esperava um percentual mais alto, mas as coisas são como são. Ela (Bella Rose) estava um pouco tensa no primeiro dia, mesmo em boa forma. Tenho que lidar com seu temperamento. Mas por outro lado é uma vantagem, uma vez que tem 17 anos, mas eu poderia dizer que tem 12. Hoje ela esteve relaxada e super bem. Eu amo essa égua e espero que também me ame. Ela é um presente”, finalizou Isabell.
Fatos e feitos
A Alemanha conquistou o primeiro ouro por equipes na modalidade adestramento nos Jogos Olímpicos de Amsterdã em 1928, com três cavaleiros Carl Freiherr von Langen montando Draufganger, Hermann Linkenbach apresentanndo e Eugen Freiherr von Lotzbeck com Caracalla.
A Alemanha estava defendendo o título com dois integrantes que também reinaram na Rio 2016: Dorothee Schneider com o mesmo cavalo, Showtime and Isabell Werth então montando sua égua Weihegold.
Final individual
A final individual, acontece nessa quarta-feira, 28, com o Freestyle Grand Prix, das 5h30 a 9h15 (fuso brasileiro). Participam os 18 melhores conjuntos do Grand Prix
O Brasil estreou na modalidade em 1948, depois retornou somente em 1992 e o 6º lugar em Sydney 2000 foi a melhor colocação do Time Brasil nos Jogos. Carlos Parro, Marcelo Tosi, Rafael Losano e Marcio Appel (reserva) estão a postos nos Jogos Oímpicos de Tóquio 2020 + 1, no Japão.
O estreante em Jogos Olímpicos Rafael Losano com Fuloida G, dupla integrante do Time Brasil medalha de prata no Pan Lima 2019, em sessão de adaptação no Parque Equestre Baji Koen, em 26/7
O Concurso Completo de Equitação (CCE) – considerado um triatlo equestre reunindo as modalidades adestramento, cross-country e salto – passou a fazer parte da programação olímpica nos Jogos de Estocolmo, na Suécia, em 1912, uma edição depois da estreia do Salto.
Passadas nove edições, o Brasil fez sua estreia na modalidade nos Jogos de Londres, em 1948, com time formado apenas por militares: os capitães Aécio Marrot Coelho/Guapo, Anísio Rocha/Sahib e Renyldo Ferreira/Índio. Completou o time o general Edgar Amaral, chefe de equipe, e o capitão Darcy Villaça como veterinário. Às vésperas da estréia foi feita uma improvisada troca dos cavalos: Guapo, montaria de Eloy Meneses – que competia no Salto – foi cedida para Aécio Marrote Coelho, enquanto Menezes montou Sabu, o cavalo reserva. A substituição foi acertada e Aécio/Guapo entrariam para a história da modalidade no país ao conquistar o 7º lugar, melhor resultado individual do Brasil até o momento.
Passaram-se 44 anos, e outras dez Olimpíadas, para o retorno de representantes brasileiros do CCE ao palco Olímpico nos Jogos de Barcelona, na Espanha, em 1992, com Serguei (Guega) Fofanoff montando Éden e Luciano Miranda Drubi com Xilena.
Nos Jogos de Atlanta, nos Estados Unidos, em 1996, o Brasil ficou em 13º lugar por equipe, voltando a integrar o time os conjuntos Guega Fofanoff/Éden e Luciano Miranda Drubi/Xilena que tiveram como companheiros de time Sidney de Souza/Avalon da Mata e André Giovanini/Al do Beto.
Nos Jogos de Sydney, Austrália, em 2000, o Brasil conquistou seu melhor resultado da modalidade em Olimpíadas até o momento: 6º lugar por equipe com time formado por Guega Fofanoff/Rose, Gustavo Pagoto/Amazonian, Luís Augusto (Guto Faria)/Hunefer e Vicente Araújo Neto/Tévere. O técnico foi Marcelo Tosi, cavaleiro que compete nos Jogos de Tóquio. Disputando o título individual estiveram Carlos Eduardo Paro/Feline e Roberto Carvalho de Macedo que montando Fricote sofreu uma queda.
Nos Jogos de Atenas, na Grécia, em 2004, o Brasil ficou em 11º lugar com o time só de estreantes formado pelos conjuntos: Raul Senna/Super Rocky, Rafael Gouveia Jr/EHK Mozart, Sérgio Marins/Vallee Rally, André Paro/Land Heir e Remo Tellini/Special Reserver com Paulo Eduardo Limongi/Planetarius JMen na reserva e como técnico o escocês Ian Starks, dono de quatro pratas olímpicas que treinou o time um mês antes da competição.
Nos Jogos de Pequim (Hong Kong), em 2008, o Brasil ficou em 10º lugar por equipe. André Paro/Land Heir voltou às pistas olímpicas ao lado do Ten.Cel. Jeferson Sgnaolin/Escudeiro do Rincão, Saulo Tristão/Totsie e Marcelo Tosi/Super Rocky. Tosi, técnico nos Jogos de Sydney e membro do time em Tóquio 2020 + 1, ficou em 22º lugar, Sgnaolin em 39º e André Paro em 47 º. Saulo Tristão foi eliminado no cross-country e a égua Butterfly, montaria de Fabrício Salgado, foi vetada na inspeção veterinária antes da estreia.
Nos Jogos de Londres, Grã-Bretanha, em 2012, o Time Brasil se posicionou em 9º lugar. Na classificação geral o estreante Ruy Fonseca/Tom Bombadill Too ficou em 42º, Marcelo Tosi/Eleda All Black em 44º e Marcio Jorge Carvalho/Josephine em 46º. Guega Fofanoff/Barbara foi eliminado no cross-country.
Nos Jogos do Rio 2016, todos os brasileiros chegaram à prova final de Salto, feito alcançado apenas por mais três equipes. O Time Brasil ficou em 7º lugar e foi formado por Marcio Carvalho Jorge/Lissy Mac Wayer, Ruy Fonseca/Tom Bombadill Too, Carlos Eduardo Parro/Summon Up The Blood e Marcio Appel/Iberon Jmen. Na classificação geral, Parro ficou em 18º, Marcio Jorge ficou em 25º lugar e o estreante Marcio Appel em 39º. Ruy Fonseca foi eliminado devido a uma queda na prova de Salto.
Time Brasil nos Jogos de Tóquio
Pela primeira vez, as equipes de hipismo contam somente com três atletas sem direito a descarte. Lembrando que anteriormente, as equipes contavam com quatro atletas e havia descarte do pior resultado. O diferencial é que a partir de agora, o conjunto alternativo (reserva) pode ser escalado até duas horas do início das respectivas provas se houver um problema veterinário com outro integrante da equipe.
Carlos Parro, Marcelo Tosi, ambos com vasta experiência olímpica, ao lado do estreante em Jogos Olímpicos Rafael Losano formam a equipe titular e o cavaleiro reserva (alternativo) é Marcio Appel, que disputou sua primeira Olimpíada na Rio 2016. As provas de adestramento e salto acontecem no Parque Equestre Baji Koen e o cross-country no Sea Forest Cross Country Course.
CARLOS EDUARDO PARRO Cavalo: Goliath Data de nascimento: 05/06/1979 – Colina, SP Residência: Cheshire, Inglaterra Onde treina: Harthill Stud, Cheshire, Inglaterra Participações internacionais de destaque: Olimpíadas Tóquio 2020 + 1, Sidney 2000 e Rio 2016 e reserva em Atenas 2004 e Londres 2012. Pan-americano do Rio 2007, Toronto 2015 e Lima 2019. Jogos Equestres Mundiais de Roma 1998, Jerez de La Frontera 2002 e Aachen 2006. Principais conquistas: prata (equipe) e bronze (individual) no Pan de Lima 2019, prata (equipe) no Pan de Toronto 2015, bronze (equipe) no Pan do Rio 2007; ouro (equipe) no Campeonato Sul-americano de CCE 2001 no Brasil. Prêmio Brasil Olímpico (COB) em 2019 e 2016.
MARCELO TOSI Cavalo: Genfly Data de nascimento: 14/08/1969 – Piracicaba, SP Onde reside e treina: Marcelo Tosi Equestrian – Jaboticabal Participações internacionais de destaque: Olimpíadas de Tóquio 2020 + 1, Pequim 2008, Londres 2012 e Rio 2016, técnico nos Jogos de Sidney 2000 e assistente técnico em Atenas 2004. Pan-americano de Winnipeg 1999, Guadalajara 2011, Toronto 2015, técnico da equipe bronze no Pan de Santo Domingo 2003 (Fair Hill/EUA). Jogos Equestres Mundiais de Roma 1998, Normandia 2014 e Tryon 2018. Principais conquistas: Prata (equipe) no Pan de Winnipeg 1999; bronze (equipe) no Pan do Rio 2007; bronze (equipe) no Pan de Guadalajara 2011; prata (equipe) no Pan de Toronto 2015; prata (equipe) no Pan de Lima 2019. Campeão sul-americano de 2001. Hexacampeão Brasileiro Sênior. Prêmio Brasil Olímpico/COB 2001 e 2013. Tetracampeão do Prêmio Hipismo Brasil da CBH.
RAFAEL MAMPRIN LOSANO Cavalo: Fuiloda G Data de nascimento: 10/10/1997 – Rio Claro, SP Onde reside e treina: Swindon – Centro de Treinamento Mark Todd Eventing – Inglaterra Participações internacionais de destaque: circuito internacional em CCI de 1*, 2* e 3* a partir de 2015 com vitórias nas provas de Dauntsey (2017) e Barbury (2018); reserva no Pan de Toronto 2015. Principais conquistas: em 2011 foi Campeão de Hipismo Rural no Salto e no CCE, destaque do Adestramento e vencedor do Troféu Maurício Zangrande conferido ao maior pontuador do ano entre todas as modalidades de Hipismo; em 2012 foi bicampeão de HR no Salto e Adestramento, destaque do Salto na temporada e troféu Cavaleiro Completo; em 2013 foi Campeão Brasileiro de CCE/Graduados; em 2014 foi Campeão Brasileiro Young Riders, campeão do CCI** de Pirassununga e Campeão Paulista de CCE 1*, Júnior, Young Rider e Sênior. A partir de 2015 se transferiu para a Inglaterra passando a competir no circuito internacional em CCI de 1*, 2* e 3* com vitórias em provas em Dauntsey (2017) e Barbury (2018). Rafael Integrou a equipe base da Seleção Brasileira Permanente de CCE de 2012 a 2016 e é atleta profissional e integra o time Mark Todd Eventing.
MARCIO APPEL Cavalo: Iberon JMen Data de nascimento: 01/01/1979 – Campos do Jordão,SP Onde reside e treina: São Paulo – Clube Hípico de Santo Amaro Participações internacionais de destaque: Olimpíadas do Rio 2016, Jogos Equestres Mundiais de Tryon 2018 e reserva nos Jogos Pan-americanos de Lima 2019. Principais conquistas: Prata no Aquece Rio 2015, evento-teste dos Jogos Olímpicos; Campeão do Poplar Place Horse Trials nos EUA 2016; reserva no time medalha de prata no Pan de Lima 2019. No Brasil, no CCE e na categoria Sênior foi Campeão Brasileiro em 2019 e vice-campeão Brasileiro em 2015. No Adestramento foi Campeão Brasileiro Amador 2016.
Técnico: Ademir Oliveira Chefe de equipe: Julie Purgly Veterinário: Paulo Eduardo Limongi
PROGRAMAÇÃO CCE NOS JOGOS DE TÓQUIO (atenção ao fuso / dia BSB)
Quinta-feira, 29 de julho Concurso Completo de Equitação (CCE) 1ª inspeção veterinária Fuso Japão – 9h30 – 11h30 Fuso BSB – 28/7 – 21h30 – 23h30
Sexta-feira, 30 de julho CCE – Adestramento Equipes e Individual Dia 1 Fuso Japão – Sessão 1 – 8h30 – 11h00 e Sessão 2 – 17h30 – 20h10 Fuso BSB – Sessão 1 – dia 29/7 – 20h30 – 23h00 – Sessão 2 – 30/7 – 5h30 – 8h10 (44 participantes)
Sábado, 31 de julho CCE – Adestramento Equipes e Individual Dia 2 Fuso Japão Sessão 3 – 8h30 – 11h00 Fuso BSB – 30/7 – 20h30 – 23h00 (21 participantes)
Domingo, 1 de agosto CCE Cross Country Equipes e Individual Fuso Japão – 7h45 – 11h10 Fuso BSB – 31/7 – 19h45 – 23h10 (65 participantes)
Segunda-feira, 2 de agosto CCE Salto Final Equipes e Individual Fuso Japão 17h00 – 19h35 e 20h45 – 21h45 Fuso BSB 5h00 – 7h35 e 8h45 – 9h30 Cerimônia de Premiação Equipes Cerimônia de Premiação Individual (25 participantes)
Imprensa CBH – Carola May e Rute Araujo ; fotos: Luis Ruas / Hipismo Brasil