Inacreditável, a Suécia conquistou o ouro na pista de Baji Koen em Tóquio. Quase cem anos após a última medalha de ouro coletiva dos escandinavos, Malin Baryard-Johnsson, Peder Fredricson e Henrik von Eckermann se mantiveram firmes em um desempate contra os EUA, construindo sobre o formidável H&M Indiana, H&M All In de Vinck e King Edward. “O conforto dos cavalos é fundamental para Malin e Peder”, disse fontes.
Os suecos foram fantásticos, estou muito contente por terem vencido porque mereceram. É ainda mais notável que seja o único país a não usar um par de reservas nesta final por equipes. O cavalo de Henrik von Eckermann (Rei Edward) não tocou uma única barra em todo o campeonato (em quatro rounds e dois desempates). Fizeram um grande desempate, com uma bela finalização de Peder Fredricson, que deu show de verdade. É comovente ver percursos tão bonitos, realizados desta forma, sem manobras, sem preparação e com muita dedicação dos pilotos. Eles estão motivados, mas permanecem razoáveis e regulares. Resumindo, tudo o que gostamos de ver!
Acho que os suecos têm muito respeito pelos cavalos. Eles calculam, estudam, analisam e observam muito. Gosto da mentalidade deles, especialmente quando se trata de Malin e Peder, que são pilotos que amo e assisto. Eles são, é claro, nem um pouco arrogantes e são verdadeiros cavaleiros. Eles são muito calmos e têm um propósito em mente. A cada reconhecimento, mesmo para um percurso de 1,40m, vemos Peder Fredricson fazendo anotações e anotando as distâncias em um pequeno pedaço de papel. É um piloto que já observei muito e gosto dele, assim como Malin. Sua pilotagem e preparação mental são notáveis. Eles praticam cavalgadas naturais, sem manobras, com trabalho no plano, buscando o conforto do cavalo e apenas coisas positivas. Eu concordo muito com eles “, disse Michel Robert para o Grande Prêmio.
No dia em que a H&M All In (Kashmir van Schuttershof) segurou o ouro para os cavaleiros suecos de salto, a Flanders Foal Auction ofereceu o irmão completo deste cavalo de liderança. A equipe FFA não conseguia pensar em um marketing melhor. Com um prêmio máximo de 130.000 euros no final.
Por muito tempo foi um duelo de lances entre um comprador holandês e um britânico. No final, um comprador público conseguiu colocar a oferta final de 130.000 euros pelo potro.
A segunda maior quantia foi oferecida a Charlene van het Oosthof. Esta filha de Chacco-Blue sai da irmã de Emerald e muda de dona por 68.000 euros.
Os criadores belgas são os melhores do mundo. Os Jogos Olímpicos são uma prova: 25 dos 90 cavalos de Tóquio vêm de solo belga. Na verdade: 5 dos 9 cavalos do pódio nasceram na Belgica. Qual é o segredo de nossos criadores? Jos Verlooy compartilha os segredos em “From here to Tokyo”.
“Criamos os melhores show jumpers do mundo”, diz Jos Verlooy convencido. “Isso porque os criadores belgas compram no exterior as melhores éguas e garanhões, um pouco mais velhos e não mais ativos no esporte.
Isso produz os melhores cavalos do mundo, que por sua vez geram interesse do exterior. Proprietários ricos arrancam os melhores cavalos belgas por grandes somas.
“É por isso que os resultados da Bélgica em grandes torneios não surgiram por muito tempo. Agora finalmente temos os proprietários certos que também querem manter os cavalos belgas em nosso país. Graças a eles, também conquistamos uma medalha hoje.”
A medalha de bronze da Bélgica é um grande impulso para o esporte equestre. O futuro para a equipe de salto parece brilhante. E não só pelo resultado dos Jogos.
“Muitos bons jovens estão chegando. No mês passado foi o Campeonato Europeu para jovens e conquistamos o ouro em todas as categorias: os estudantes (12-14 anos), juniores (15-18 anos) e Sub-21”, disse ele.
“Isso é muito excepcional”, sorri Verlooy. “Não creio que isso tenha acontecido. Isso dá confiança para o futuro.”
Neste sábado aconteceu mais uma rodada de finai do Campeonato Brasileiro de Amazonas, versão 2021, na pista Roberto Marinho da Sociedade Hípica Brasileira. Desta vez, foram definidas as medalhas por equipes das categorias Amazonas e Amazonas B. São Paulo foi a campeã de Amazonas B, com a equipe formada por Giovana Moura/Farruco, Camila Mendes/Baoloteli, Carolina Botelho/Caroline Santa Dalila e Manoela Gonçalves da Motta/Athena.
A prata ficou com a equipe de Minas e o bronze foi para Brasília.
Entre as Amazonas (1.20m), Brasília foi a campeã com Lidia Dornelas/Laurentana JMen, Gabriela de Melo Vieira/Channel G, Manuelita de Almeida Mourão/Mourão Horses Kelly Green JMen e Renata Lustosa Vieira/Zea das Cataratas. O vice-campeonato ficou o Rio de Janeiro e o bronze foi para Minas Gerais.
Neste domingo acontecem as grandes finais individuais das quatro categorias e as provas extras na pista José de Verda, a partir das 8h30.
Quem estiver no clube pode aproveitar o quiosque de sushi, os pratos especiais do Bistrô da Hípica e o Boulevard SHB de compras com a presença das seguintes marcas: Vanessa Quintiliano, com brindes, novidades, cabelo e maquiagem para as moças, Hit-Air, Eurohorse, Cavalleria, Lucky U e Toscana & Co.
Reforçamos a todos os concorrentes e familiares a importância do uso de máscaras durante todo o tempo nas dependências do clube e de mantermos o distanciamento social, em cumprimento aos decretos oficiais da Prefeitura. E lembramos que as provas estão fechadas ao público.
Informações completas CBS de Amazonas, ordens de entrada e resultados no site da SHB. As provas têm transmissão ao vivo e resultados on-line, em tempo real. E agora, você pode ver sua pista, disponível no site, com o mesmo login e senha de sua inscrição. Confira tudo em www.shb.com.br e não perca nenhuma ação.
A SHB agradece o patrocínio de Total, VillageMall, Multiplan, Grupo Sabemi, AD, Sportv e MXM. Apoio: Japiassú, Promenade e Mineirart.
Resultados: Sexta-feira- 6/8
Amazonas B
Campeã: FPH
Giovana Moura/Farruco, Camila Mendes/Baoloteli, Carolina Botelho/Caroline Santa Dalila e Manoela Gonçalves da Motta/Athen
Vice-Campeã: FHMG
Sofia Xavier Martins/Camperville, Isadora Maia Correa/Catalina Haras 3 Barras, Caroline Vilaça/Lord Luther e Luiza Patrus/Albatroz
Bronze: FHBr
Julia Perfeito Silveira/SL Indonésio, Roberta Kaiser Lacourt/FL Peck Lady Dejet, Carolina Dona Dalle Rose/Caspareto JMen e ana Grillo Araújo Magalhães/Espartacus
Amazonas
Campeã: FHBr
Lidia Dornelas/Laurentana JMen, Gabriela de Melo Vieira/Channel G, Manuelita de Almeida Mourão/Mourão Horses Kelly Green JMen e Renata Lustosa Vieira/Zea das Cataratas
Vice-campeã: FEERJ
Juliana Monteiro/Quincy do Olimpo, Isabelle Sportiello/Chocolate, Nina Basbaum/N1 Rider Elerina Cooper e Patricia Vianna/Catherine Jmen
Bronze: FHMG
Ana Figueiro Pinheiro/Enjoy Cooper, Laura Fonseca/Blanca Beerqquie, Paula Camara/SL Oriente e Heliana Fernanda Andrade/Ryloma Tok
Após um eletrizante desempate, a Suécia ficou com ouro e os EUA, prata. A Bélgica garantiu bronze. Destacadas equipes como França, Alemanha e Grã Bretanha não conseguiram fechar a competição com seus três integrantes e aparecem da 8ª à 10ª colocação.
A final olímpica do Salto encerrou as disputas do hipismo nos Jogos Olímpicos no parque equestre Baji Koen, em Tóquio, nesse sábado, 7/8. As 10 melhores equipes da qualificativa disputada na sexta-feira, 6/8, habilitaram-se na corrida pelo ouro e a eletrizante disputa que começou com contagem de pontos zerada teve muitas surpresas. O Brasil que largou pela ordem com Marlon Zanotelli montando Edgar M, 12 pontos, Yuri Mansur montando QH Alfons dos Santo Antonio, com apenas 1 falta no meio do triplo, 4 pontos, e Pedro Veniss com Quabri de L´Isle, 13 pontos, fechou a difícil competição por equipes em 6º lugar totalizando 29 pontos perdidos.
O percurso de 14 obstáculos com 17 esforços incluindo um duplo e um triplo idealizado pelo espanhol Santiago Varela estava de fato muito difícil e mais uma vez contando com sete obstáculos inéditos, retratando a cultura japonesa. Importantes times – sempre entre os favoritos como Grã Bretanha, Alemanha e França, campeã na Rio 2016, que estava liderando a competição quando Penelope Leprevost com Vancouver de Lanlore foi eliminada – não concluíram as performances com os três integrantes de suas equipes. Assim a Argentina que terminou a final olímpica com seus três representantes garantiu o 7º posto, totalizando 49 pontos perdidos. Vale lembrar que no formato olímpico inaugurado em Tóquio, as equipes passaram a contar com três integrantes ao invés de quatro e sem direito a descarte do pior resultado a cada dia.
Duas equipes da Suécia e EUA – com oito pontos cada – foram ao desempate pelo ouro. Os três integrantes de cada equipe zeraram o desempate e com o excelente tempo de Peder Fredericson com All In, duas vezes vice-campeão olímpico individual na Rio 2016 e agora em Tóquio, a Suécia foi a grande campeã contando ainda com Malin Baryard-Jonhsson e Indiana, 5ª individual, e Henrick von Eckermann montando King Edward, 4º individual, com um performance perfeita do início ao fim.
Formaram a equipe medalha de prata dos EUA Laura Kraut montando Baloutine, Jessica Springsteen apresentando Don Juan de Donkhoeve, e Mc Lain Ward com Contagius. A medalha de bronze totalizando 17 pontos perdidos ficou com a Holanda que contou com Marc Houtzager com Dante, Harrie Smolders apresentando Bingo du Parc e Maikel van der Vleuten montando Beauville Z.
E, sem dúvida, o grande nome do Time Brasil de Salto em Tóquio foi Yuri Mansur, 42, cavaleiro paulista radicado na Europa, em sua estreia olímpica com QH Alfons do Santo Antonio, um cavalo estoniano de filho de Aromats de 14 anos de propriedade do empresário carioca Francisco Brandão. Yuri foi o único brasileiro na final individual fechando em 20º lugar e após ficar de fora da qualificativa das equipes entrou substituindo Rodrigo Pessoa e Carlito´s Way 6, holsteiner de 11 anos, que deu muito trabalho no 1º percurso das equipes.
“Foi bom meu cavalo descansar depois da final individual. Acabou que ninguém imaginava o que aconteceu com o cavalo do Rodrigo. Mas a princípio a gente imaginava que tanto eu como Marlon estaríamos na final por equipes. Eu vou dizer que o meu cavalo agradeceu muito esses dois dias de descanso porque na verdade como na final individual isso aqui está muito técnico, muito difícil,” destacou Yuri, que também comentou sobre a presença de Rodrigo Pessoa, de volta ao Time Brasil, em sua 7ª Olimpíada. “Ter o Rodrigo por perto é igual ter o Ronaldo fenômeno na seleção, então só dele estar com a gente já dá um peso na frente. O cavalo dele é jovem com pouca experiência. Do primeiro dia para o segundo todos os obstáculos foram diferentes e hoje tinha outros sete obstáculos diferentes. Meu cavalo também se assustou um pouco no primeiro dia, mas não tivemos problemas.”
Pedro, paulista de 38 anos radicado na Europa, cavaleiro de três Olimpíadas e que integrou o Time Brasil na Rio 2016 com a mesma montaria quando o país fechou em 5º lugar, lamentou seu resultado. “O Quabri estava um pouco cansado, mas não ajudei como deveria. Fiquei triste por não ter o resultado que a gente queria, por não ter montado o Quabri como merece”, disse o cavaleiro referindo-se ao garanhão sela francês de 17 anos de sua propriedade, com o qual forma um dos mais premiados conjuntos do hipismo brasileiro nos últimos anos.
“Agora é pensar lá na frente, continuar trabalhando, mais duro ainda, porque Paris já está logo ali. Eu acho que a gente continua mais uma vez entre os melhores: no Rio estivemos entre os melhores e aqui em Tóquio também. Está faltando aquele detalhe final para gente poder chegar no pódio. Então acredito que a gente tem que dar continuidade a esse trabalho para chegarmos em Paris cada vez mais fortes. Graças a Deus temos cada vez mais melhores conjuntos representando o Brasil em pistas internacionais, então isso vai nos fazer mais fortes com certeza. Aproveito para agradecer o apoio de todos e a minha família no Brasil: obrigado pela torcida!”
Marlon, 33, maranhense radicado na Europa e atual nº 7 do ranking mundial, elogiou seu cavalo Edgar, uma sela holandês de 12 anos, de propriedade do empresário norueguês Bjorn Rune Gjelsten e do cavaleiro. “O Edgar saltou muito bem. No final as faltas foram mais culpa minha tanto no triplo como no duplo. Fizemos ainda a falta no rio (água), em que normalmente ele não tem dificuldades”, disse o brasileiro que também comentou sobre a conexão com os cavalos no hipismo. “A beleza do nosso esporte é a conexão entre o cavalo e o cavaleiro. Não é só durante a pista, é fora também, de toda equipe que cuida dos nossos cavalos. Dentro da pista tem as perguntas que você tem que resolver junto com o cavalo. Essa conexão, sentir como o cavalo está a cada dia, a cada prova, a cada salto faz com que a gente cada vez mais se motive em nosso esporte: uma paixão que perdura por tanto tempo!”
O Time Brasil de Salto em Tóquio foi liderado pelo técnico suíço Philippe Guerdat e o chefe de equipe Pedro Paulo Lacerda, que acompanharam o Brasil na conquista do hexacampeonato por equipes e o ouro individual de Marlon Zanotelli no Pan Lima 2019.
Ouro Suécia – 8 pp – 0/122s90 Prata EUA – 8 pp – 0/124s20 Bronze Bélgica – 12 pp 4º Holanda – 17 pp 5º Suíça – 28 pp 6º Brasil – 29 pp 7º Argentina – 49 pp 8º França – 2 pp e Elm 9º Alemanha – 12 pp e Elm 10º Grã Bretanha – 24 pp e forfait
Os Estados Unidos conquistaram a medalha de prata na competição de saltos por equipes no hipismo neste sábado (7) com um grupo formado por integrantes curiosos, que chamam a atenção até de quem não acompanha a modalidade. A equipe contou com três conjuntos na prova, sendo que uma das amazonas é herdeira de um astro mundial do rock, e um dos cavalos é neto de um velho conhecido do Brasil
A conquista da medalha de prata teve como uma das protagonistas Laura Kraut, que montou Baloutinue. O cavalo é neto de Baloubet du Rouet, famosa montaria do brasileiro Rodrigo Pessoa. Baloubet ficou marcado na história esportiva do país ao refugar nos Jogos Olímpicos de Sydney-2000, mas dar a volta por cima e conquistar a medalha de ouro quatro anos depois, em Atenas-2004. Agora, em 2021, seu neto Baloutinue também subiu no pódio. Outra curiosidade do time norte-americano foi a presença de Jessica Springsteen na equipe. A amazona de 29 anos é filha do cantor e guitarrista Bruce Springsteen, um dos roqueiros mais famosos do planeta. Jessica disputou sua primeira Olimpíada na na carreira com a montaria Don Juan Van de Donkhoeve. Por fim, a equipe vice-campeã olímpica contou também com Ward McLain, com o cavalo Contagious. Os três conjuntos norte-americanos empataram com a Suécia após a apresentação geral das dez equipes finalistas, com oito pontos de punição cada, o que forçou uma rodada extra. No desempate, os dois países zeraram o percurso, mas o time europeu levou a melhor no cronômetro, ao computar 122s90 na somatória, contra 124s20 dos Estados Unidos
A medalha de bronze foi conquistada pela Bélgica, e o Brasil terminou na sexta posição. Além das curiosidades envolvendo Baloutinue e Jessica Springsteen, outro fato marcante foi um tabu quebrado por Laura Kraut. Aos 55 anos, ela foi a atleta feminina norte-americana mais velha a ganhar uma medalha olímpica desde 1904
Marlon Zanotelli, Yuri Mansur e Pedro Veniss acumularam 29 pontos de penalidade e terminaram uma posição a mais que o 5º lugar no Rio 2016
O Brasil terminou a disputa do hipismo de saltos por equipes em Tóquio na sexta colocação, após disputa da final neste sábado pela manhã. O pódio foi definido no circuito extra, após empate entre Estados Unidos e Suécia, com 8 pontos cada – os suecos levaram o ouro em desempate emocionante. A Bélgica recebeu bronze com 12 pontos.
As melhores colocações brasileiras na disputa por equipes haviam sido em Atlanta-1996 e Sidney-2000. Na última edição dos Jogos, no Rio 2016, terminou em quinto.
Brasileiros
Iniciando pelo Brasil, Marlon Zanotelli – com o cavalo VDL Edgar M – não conseguiu repetir o feito da classificatória, quando zerou o percurso, e teve 12 pontos de penalidade. A pontuação deixou o país numa situação de ter que mínimo possível com os cavaleiros seguintes.
Na sequência, Yuri Mansur, montado no QH Alfons, teve o melhor desempenho, com apenas 4. Ele substituiu Rodrigo Pessoa na final.
As chances de medalha dependeriam de um ótimo desempenho de Pedro Veniss e seu cavalo Quabri De L Isle, além de penalidades para os adversários. Pedro acumulou outros 13 pontos, para total de 29, o que praticamente zerou a possibilidade de pódio brasileiro.
Curiosidades dos EUA
A conquista da medalha de prata pelos Estados Unidos teve algumas curiosidades. A primeira é que o cavalo Baloutine, da amazona Laura Kraut, é neto de Baloubet Du Rouet – antiga montaria de Rodrigo Pessoa. Com ela, o brasileiro levou ouro em Atenas 2004 depois da famosa refugada em Sidney 2000.
Outro ponto interessante é que a amazona Jessica Springsteen é filha do astro Bruce Springsteen. O norte-americano é um dos cantores mais famosos do mundo.
Jerome Guery foi um dos redutos da seleção belga esta semana. Uma pequena falha de comunicação na final individual resultou em um resultado inferior, mas seu Quel Homme de Hus não tirou uma única vara dos ganchos durante toda a semana. “Estou especialmente orgulhoso por podermos levar esta medalha para casa”, disse ele.
“Como já disseram Pieter e Gregory, esta medalha não é apenas um crédito para nós, mas para toda a equipa belga. Tanto a federação, todos os que são ativos no desporto equestre, os outros cavaleiros, os cavalariços, os nossos proprietários e cavalos .. Todos contribuíram para isso, por isso estou muito orgulhoso de poder retribuir e voltar para casa com uma medalha ”, finaliza.
Pieter Devos foi um dos cavaleiros que hoje conquistou o bronze com a equipe de salto belga. “Tudo ainda precisa ser absorvido pelo que aconteceu”, disse Devos, que originalmente veio para Tóquio como o quarto homem.
“Não é apenas a medalha, mas também o que esta medalha simboliza. Esta medalha não é apenas um crédito para nós, mas para toda a seleção belga. Todos nós trabalhamos muito por isso! Nossos cavalos saltaram muito hoje e têm o melhor de si . Esperamos ter sido capazes de deixar toda a Bélgica orgulhosa e que isso também abra as portas para o futuro. Esperamos poder continuar no mesmo élan depois disso. “
Além dos cavaleiros da equipe NL, há muitas outras influências holandesas nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Enquanto a Holanda forneceu um membro do júri, assistentes do júri e o gerente da competição para adestramento, Louis Konickx e Quintin Maertens estão ativamente envolvidos no salto.
Em 2018, Louis Konickx foi nomeado pela FEI para assumir o cargo de Delegado Técnico durante os Jogos Olímpicos. Entre outras coisas, ele garante que o esporte pode ser praticado no nível desejado.Uma das funções mais importantes é consultar o designer do percurso. Neste caso, o espanhol Santiago Varela.
“Fantástico estar aqui”
Quintin Maertens também trabalha em estreita colaboração com Santiago Varela. Ele experimentará seus primeiros Jogos Olímpicos no cargo em Tóquio. “É fantástico estar aqui, e caloroso, especialmente caloroso”, Quintin Maertens acrescenta com uma risada. Apesar de ser seus primeiros jogos, ele conhece os grandes campeonatos. “Já trabalhei no Campeonato Europeu de Gotemburgo e Rotterdam e em várias finais de Copas do Mundo. Você percebe que há uma atmosfera diferente nas Olimpíadas. Há um teste por dia; em outras competições importantes, geralmente há três ou quatro testes por dia. Você sente que há uma tensão diferente. ”
Lindo local
“Também é bastante silencioso porque não tem público, o que é uma pena. Mas não é tão ruim, talvez todos nós nos acostumamos com isso depois de mais de um ano de pouca audiência. Também acho que ajuda o fato de todo o local ser agradável e aconchegante, mesmo sem público. Não acho que esteja muito vazio quando você anda por aqui. Eles fizeram isso muito bem. ”
olhos em todos os lugares
Você está aqui como assistente do designer do percurso. O que isso significa? “Santiago Varela é o principal construtor do campo, nossa equipe é formada por 9 pessoas no total e tentamos apoiá-lo da melhor maneira possível.” E então o que você faz? “A pista é bastante grande, então você quer que as pessoas e olhos em todos os lugares fiquem de olho em tudo. Temos um desenho com todos os tamanhos e distâncias. Primeiro colocamos uma viga para cada obstáculo. Então iremos medir e ajustar até que seja do jeito que Santiago quer que seja. Em seguida, uma equipe japonesa chega para ajudar a construir todos os obstáculos. Acho que eles são experientes e entendem isso. Isso funciona muito bem, o único desafio é que nem todos falam inglês. É por isso que é bom estarmos com gente suficiente. ”
Estatisticas
Qual é a sua função durante as partidas? “Durante as partidas eu acompanho todas as estatísticas. Por exemplo, monitoramos onde os erros são cometidos e quantos saltos ao galope nas diferentes linhas, por exemplo. Existem muitas distâncias de escolha, por isso monitoramos as distâncias de todos. Desta forma, podemos estimar melhor para o futuro que tipo de linhas determinam a dificuldade. ”
Não deixe nada ao acaso
Além de Quintin Maertens e Santiago Varela, mais sete pessoas estão envolvidas no curso. Qual é o seu trabalho? “Quando você está no percurso, o principal é garantir que as pessoas que constroem os obstáculos não percam nada. Às vezes acontece que um copo de segurança vai até a metade ou que a parede foi tocada, mas nada cai, você tem que verificar de qualquer maneira. Todos aqueles pequenos detalhes que são facilmente esquecidos são muito importantes para ficarmos de olho. Portanto, eles são, na verdade, os olhos extras no curso. Em um evento tão importante como os Jogos, você não quer deixar nada ao acaso ”, finaliza Quintin Maertens.