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Participações do Brasil em Internacionais de Salto até domingo, 29/8

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Já está em curso mais uma semana com importantes participações brasileiras em sete Internacionais de Salto na Europa e Canadá. Confira : .

CSI5*3* e 1* Bruxelas, Bélgica – 25 a 29/8
FRANCISCO MUSA
CSI5*: Catch Me Imperio Egipcio, Fast-car Imperio Egipcio
CSI3*: Miss-sarajevo Imperio Egipcio, Jivaro Imperio Egipcio
KARINA JOHANNPETER
CSI3*: Lucero Ls La Silla, Escape-adventure
EDUARDO MENEZES
CSI2* Open: Hot N Spicy, H5 Chacco’s Charlie Ps
ANA ELIZA RAMOS
CSI1*: Iris Imperio Egipcio, Edwina Imperio Egípcio

CSI5* e CSIYH1* Hamburgo, Alemanha – 25 a 29/8

YURI MANSUR
CSI5*: Vitiki, Qh Alfons Santo Antonio
CSIYH1* incl. 8yo: Qh Bamboleo Santo Antonio
MARLON ZANOTELLI
CSI5*: Urban De Rohan, Obora’s Chloe
CSIYH1* incl. 8yo: Eclair De Rouhet
BERNARDO ALVES
CSI5*: Mosito Van Het Hellehof, El Torreo De Muze

CSI5* Rockwood On, Canadá – 25 a 29/8

RODRIGO PESSOA
CSI5*: Quality FZ, Lord Lucio
FELIPO GODINHO
CSI2*: Tabu, Guschenka

CSI2* Gijon, Espanha – 26 a 29/8

PEDRO VENISS
CSI2*: Nimrod De Muze Z, Ebriolita, Boeckmanns Lord Pezi Junior, Balada De Colores
FELIPE GUINATO
CSI2*: Musica Van ‘t Roosakker, Diferencio Van Het Lindenhof Z, Constantin De Hus, Bigstar

CSI2* e CSIYH1* Lastrup, Alemanha – 25 a 29/8

NANDO DE MIRANDA
CSI2*: Dream Du Phare
CSIYH1*: Karra Ami, Eagle Eye Birdavenue Z, Frimousse N’ko

CSI2* e CSIYH1* Opglabbeek, Bélgica – 26 a 29/8

JOÃO VICTOR CASTRO
CSI2*: Helga, Cocaine De Riverland
CSIYH1* incl. 8yo: Call For More
LEANDRO ABRAHÃO
CSI2*: Virtual Boy De Sheloa, Disco, Bella Des Causses
CAMILA MAZZA
CSI1*: Carmen De La Vallee

* Roeser, Luxemburgo – 26 a 29/8

ERIK JORDAN
CSI1*: Isidor Du Mont D’anhee

Fonte CBH

Atualização: Fratura de Clooney

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O saltador suíço Martin Fuchs compartilhou uma atualização sobre seu majestoso tordilho, Clooney  (Cornet Obolensky x Ferragamo). Na semana passada, soube-se se feriu após um deslizamento no piquete.

Fuchs compartilhou a atualização hoje que Clooney tem uma fratura do úmero, ou em outras palavras, uma fratura do braço. Fuchs também nos informa que o castrado de 15 anos está bem e se alimentando bem.

Assista o vídeo : https://www.facebook.com/watch/?v=381746606849505

Fonte: Equnews

Marine Levy garante vitória belga em Bruxelas

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Ontem Kasper De Boeck venceu a classe CSI1 * de 1,15 m em Bruxelas, hoje foi Marine Levy quem garantiu a vitória belga. Levy venceu com a égua sBs, Gerboise des Rosiers  (Nabab de Reve).

Assim como ontem, a atriz americana Mary Kate Olsen se contentou com um segundo lugar. Olsen seguiu em segundo lugar com a filha de 13 anos de Numero Uno, Dunotaire V. Em terceiro lugar ficou Iris Vergauwen com a égua BWP, Joy Hof Ter Bruggen (Ugano Sitte).

Fora do pódio, os cinco primeiros também coloriram a belga com Yara Coppé em quarto lugar. A Antuérpia seguiu com Papagena Vds antes de Kasper de Boeck com Gerenia.

Resultado : https://online.equipe.com/nl/class_sections/605673

Fonte: Equnews

Jeroen Appelen pula no palco principal em Bruxelas

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O primeiro dia de hipismo, no Masters de Bruxelas, terminou com uma aula de 1,40m CSI3 *. Posteriormente, o hino alemão foi tocado graças a Josch Löhden com Van Moor (Van Helsing x Singular Joter), de 10 anos. A dupla cronometrou a única volta livre em menos de 31 segundos e permaneceu mais de dois segundos à frente da competição.
Junto com Murakami Gp Z (Mylord Carthago), de 9 anos , Charlotte Bettendorf seguiu em segundo lugar, à frente de Jeroen Appelen da Bélgica. Appelen encalhou no terceiro degrau na sela do Sina (Homem-Aranha) de Fabien Schreiber .
Appelen foi sucedido pelo compatriota Anthony Wellens com o cavalo castrado BWP, l’Escada Cava (Vagabond de la Pomme) sob a sela. O ex-campeão belga, Dirk Demeersman completou os cinco primeiros. Demeersman colocou-se na sela de L’Innocence Van ‘t Meulenhof (Diamant De Semilly), de 10 anos.

Resultado: https://online.equipe.com/nl/class_sections/605321

Fonte: Equnews

Evelyne Putters e Coline Brants mantêm a honra belga elevada em Bruxelas

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O esporte de salto continua em Stephan Conter em Bruxelas. Na classe cSI2 * de 1,40 m, Evelyne Putters estabeleceu o melhor resultado diante de seu próprio público. A vitória na prova foi da norueguesa Maria Louise Kingsrod com o garanhão SF, Urioso de Laume . Junto com o filho de Diams du Grasset, o norueguês Ransome Rombauer estava na frente.

Na sela de Ayade Hero Z (Aganix du Seigneur), Rombauer indicou Linn Hamann com Crystal Clear (Clearway) para o terceiro lugar na classe de 1,40 m. Fora do pódio, os cinco primeiros também coloriram belgas.

Evelyne Putters terminou em quarto lugar na sela da égua Carom-12-year-old, Eye of the Tiger . Philippe Vanderhasselt segue em quinto lugar com seu Fenne (Namelus R) .


Coline Brants mantém a honra belga alta no CSI1 *

No CSI1 seguinte * Sara Maria Hank Guerreiro conseguiu afastar a belga Coline Brants da vitória. O mexicano venceu com o H5 Cadiva (Canoso) . A égua vem dos estábulos do parceiro de Zoe Conter, Carlos Hank. Coline Brants seguiu com Gitana van het Molenhof (Heartbreaker) em segundo lugar.

A dupla, portanto, referiu Alexandra Crown para o terceiro lugar. Junto com Basic (Silverstone), a piloto, Sylvie Morrier com Jet Set du Beaumont, estava à frente.

Resultados : https://online.equipe.com/nl/competitions/42628

Fonte: Equnews

Zoe Conter e Kasper de Boeck continuam a série vitoriosa da Bélgica em Bruxelas

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Os show jumpers belgas continuam a dominar as provas em Bruxelas. Kasper de Boeck ficou à frente de Mary-Kate Olsen na abertura de CSI1 *. Zoe Conter garantiu uma vitória em casa no primeiro CSI3 * com Ma Belle .

Zoe Conter venceu a primeira prova de CSI3 * do dia em seu quintal. Junto com a égua tordilha de 9 anos de idade de Ugano Sitte, Ma Belle, Conter venceu à frente da cavaleira da equipe, Kendra Claricia Brinkop, com o cavalo castrado SF Ultrachic de Charmois . Virginie Thonon seguiu em terceiro lugar com seu confiável High TEch Vy de Septon  (Del Piero P&B).

Thonon e o castrado BWP de 14 anos encaminharam Maartje Verberckmoes com seu filho por Ulysses M2s e Dedalus M2s para o  quarto lugar, enquanto Jos Verlooy terminou entre os cinco primeiros na sela de Chatocino (Chacco-Blue)

Estreia internacional de Verlooy com o capão de 11 anos. Antes disso, o marrom era liberado pelo Ao. Sergio Alvarez Moya e Yves Winkelmolen.

Kasper de Boeck deixa Mary-Kate Olsen para trás

Na aula de abertura do CSI1 * de 1,15 m, Kasper de Boeck correu para a vitória com a filha de 10 anos de Cantos, Gerenia . A dupla belga ficou à frente da conhecida atriz americana Mary Kate Olsen com Dunotaire V (Numero Uno x Voltaire). O pódio foi completado por Ana Eliza Aguiar Ramos com a égua BWP, Iris Imperio Egipcio (Kannan).

A dupla foi seguida por Iris Vergauwen com Joy Hof Ter Bruggen (Ugano Sitte) em quatro e Stephanie Haelterman em Indiana Jones vh Krekelhof (Concorde) em cinco.

Todos os resultados : https://online.equipe.com/en/competitions/42628

Fonte: Equnews

Olímpicos Yuri Mansur, Marlon Zanotelli e Pedro Veniss se destacaram em Internacionais na Europa

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Foram diversas as conquistas do Brasil em Internacionais de Salto no Exterior no último final de semana. No domingo, 22, no Internacional 5* de Valkenswaard na Holanda, Yuri Mansur montando Ibelle Ask garantiu o 3º posto na prova 5* 1.50m que contou com 33 conjuntos top mundiais e 11 no desempate. Sagrou-se vencedora a francesa Penelope Leprevost montando Verite Une Prince que zerou em 38s71. Representando o Egito Abed Said com Arpege du Ru foi vice, sem faltas, 38s99. Já Yuri com Ibelle Ask, uma sela belga de 13 anos, cruzou a linha de chegada com percurso limpo em 39s80.

Também no domingo, 22, na série Internacional 2* em Valkenswaard, Marlon Zanotelli e Cartaro conquistaram o 2º posto a 1.45m, sem faltas em 36s16. A disputa que contou com 58 conjuntos e 15 no desempate teve vitória do belga Gregory Wathelet montando Berloine du Maillet Z, pista limpa, 35s39. No sábado, 21, no GP 5* Valkenswaard a 1.60m, Marlon e Grand Slam VDl fecharam na 6ª colocação. Sagrou-se campeão da disputa – que contou com 33 conjuntos e oito no desempate- o top alemão Daniel Deusser montando Binto Ste Hermelle, em 44s66.

A postos no Internacional 2* de Gijon, na Espanha, Pedro Veniss montando Balada de Colores foi vice GP 1.45m, sem faltas, em 33s98. Dos 42 conjuntos 11 foram ao desempate e a vitória ficou em casa com o espanhol Kevin Gonzalez de Zarate com Conthargos Rouge, pista limpa, 33s87. Também com Balada de Colores, uma filha de Baloubet du Rouet em Couleur Rubin de 11 anos, Pedro havia vencido a qualificativa do GP na sexta-feira, 20, superando demais 46 conjuntos. Na mesma disputa, Pedro, dessa feita, montando Nimrod de Muze Z, garantiu a 6ª colocação.


Imprensa CBH

Rodolpho Riskalla é esperança de medalha no adestramento Paraequestre

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A paixão por cavalos e torná-los fiéis parceiros no hipismo é uma tradição na família de Rodolpho Riskalla. O paulistano, de 37 anos, segue os passos do avô e da mãe Rosangele, que também é juíza de adestramento e hoje é sua técnica. Ela é o olhar atento ao desempenho do herdeiro na disputa do evento paraequestre em Tóquio. O ginete conta também com o apoio da irmã, a amazona Vitória Riskalla. E teve ainda o suporte do treinador alemão Holga Finkeen.

Seu foco é a inédita medalha de ouro na Paralimpíada nipônica. Na sua bagagem, leva entre conquistas e prêmios: duas medalhas de prata nos Jogos Equestres Mundiais de 2019, realizados em Tryon (EUA). Além de ter sido eleito cavaleiro paralímpico em 2018 e 2019 pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). E agraciado pela FEI (Federação Equestre Internacional) com a láurea Against All Odds (prêmio contra todas adversidades) em 2016.

Além destes atributos, acumula experiência de já ter disputado os Jogos do Rio há cinco anos – ficou em décimo lugar no individual e foi sétimo por equipe. Ele, que já participou de provas do hipismo convencional, pertence ao grau 4 (classificação funcional de atletas com deficiência severa dos membros superiores, deficiência moderada nos quatro membros ou baixa estatura). No ranking da FEI ocupa a vice-liderança do Grupo 4 e é o 11º lugar na classificação geral.

Foi na infância, aos oito anos, que deu start no esporte ao conhecer o estilo clássico na Hípica Santo Amaro, na zona Sul da capital paulista.

Além de Rodolpho, o Brasil terá outro candidato ao prêmio máximo: o experiente Sergio Oliva, dono de duas medalhas de bronze obtidas em 2016, nos Jogos do Rio. O brasiliense, de 39 anos, participa da terceira Paralimpíada. Havia se igualado a outro cavaleiro do Distrito Federal, Marcos Alves, o Joca, que conquistou dois bronzes em Pequim-2008. Oliva, que é servidor do TJDFT, ocupa o 16º lugar no Grau IA e 57º no ranking geral. Sua montaria é um cavalo da raça warmblood, da Letônia.

Já a grande favorita a levar ouro, Sophie Christiansen, de 33 anos, da Grã-Bretanha, decidiu não competir. Oito vezes campeã, ela desistiu devido ao problema veterinário em seu cavalo Inuendo III. Com paralisia cerebral, a europeia, que é do grau IA (cadeirantes com pouco equilíbrio de tronco/debilitações em membros ou nenhum equilíbrio do tronco e bom funcionamento em membros superiores), será substituída pela estreante Georgia Wilson, de 25 anos, com experiência de medalhas no campeonato europeu.

Riskalla e Oliva estarão na modalidade cuja peculiaridade é ter homens e mulheres competindo juntos nos mesmos testes sem distinção. Outros detalhes do evento ficam por conta das pistas de areia, ao contrário das convencionais. São compactadas para facilitar a acomodação dos paratletas, além de cartas de posicionamento maiores. E utilização de sinais sonoros para orientação quando de competidores cegos. A modalidade reunirá 78 competidores de 27 países em disputas no Baji Koen Equestrian Park

O êxito nacional pode valorizar as estatísticas do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), que espera figurar entre os 10 melhores nos jogos e, até com possibilidade de superar o oitavo lugar conseguido no Rio de Janeiro. Na época faturou 14 medalhas de ouro, 29 de prata e 29 de bronze.

Reviver

No entanto, até chegar ao atual momento que lhe dá destaque no Time Brasil, Riskalla revela história que transcende a resiliência. Ele seguia uma vida normal quando em 2015 foi acometido por uma meningite bacteriana [geralmente transmitida de pessoa a pessoa, por meio das vias respiratórias por gotículas e secreções das vias aéreas superiores (nariz e garganta)]. A infecção provoca inflamação do tecido que envolve o cérebro e a medula, causada por uma bactéria como a Neisseria meningitidis. Dura cerca de 20 dias e pode deixar sequelas. Esta meningite é considerada mais grave pela infecção que pode ser temporária ou permanente.

Ele ficou em coma por três semanas no hospital e já na Europa teve a parte inferior das duas pernas, mão direita e dedos da mão esquerda amputados. Faz uso de prótese. Após o susto, adotou a palavra adaptabilidade. Menos de um ano depois do que sofrera competiu na Paralimpíada no Brasil. E dois anos mais tarde, chegaria às conquistas nos Jogos Mundiais Equestres em solo norte-americano.

O paratleta morou na capital da França e é funcionário da suntuosa grife de moda Christian Dior. Atua no bureau de eventos organizando exposições de artes. Viveu dez anos na cidade-luz, mas trocou de país: agora está na Alemanha. Motivo: seus cavalos ficam em Aachen e tiveram de cumprir a quarentena obrigatória para animais antes da viagem à terra do sol. São duas montarias, os hanoverianos (animais de origem alemã, altos, robustos, criados entre outros para a prática de hipismo e equitação) são irmãos, Don Henrico e Don Frederic.

No Japão, vai competir com Don Henrico, de 18 anos, que pertencia a ex-amazona olímpica Ann Kathrin Lisenhoff, medalha de ouro em Seul-1988).

Yahoo Esportes – Após a meningite você teve de se adaptar para competir?

Rodolpho Riskalla – Comecei a competir na infância pelo hipismo convencional. Depois da meningite tive maior dificuldade, mas fui compensando com outras alternativas. Por exemplo, a força das pernas com mais acento. O comprometimento da mão direita me levou a usar a mão esquerda.

Você sofreu preconceito pela condição que passou a ter?

Se sofri, nunca dei “trela”. Talvez tivesse dificuldade na acessibilidade quando andei de cadeira de rodas. Não dava atenção para nada. Mas quem sofre deve se manifestar. Talvez o problema apareça por desinformação. Por outro lado, participar dos Jogos Paralímpicos mostra que somos “eficientes”.

O surgimento da pandemia o atrapalhou?

A pandemia em si não. Ficava sim angustiado se a Paralimpíada seria ou não confirmada. E também para cuidar da logística de meus cavalos que estão na Alemanha.

Como foi sua classificação para disputar os Jogos Paralímpicos?

A partir de 2019 com a qualificação pelo ranking mundial.

Na segunda participação em Jogos, quais são as expectativas?

No Rio de Janeiro cheguei a sétimo por equipe e décimo individual. Acredito em medalha, pois venho de bons resultados especialmente no Mundial nos EUA, com duas conquistas de prata.

Você trabalha na grife de moda Christian Dior, não é?

Sim, com obras de arte contemporânea. A empresa é na França onde já vivi. Hoje moro na Alemanha e é possível trabalhar em home-office.

Você tem ídolos na modalidade ou esporte?

Sim, admiro o trabalho da alemã Isabell Werth [hepta campeã olímpica no adestramento]. Além do que é feito em alto nível por dois treinadores de vôlei do Brasil: José Roberto Guimarães e Bernardinho.

Quais serão seus maiores adversários nos Jogos?

Os mesmos do Mundial. Uma holandesa e representantes dos Estados Unidos, Bélgica e Dinamarca na minha categoria.

Fonte: Yahoo Esportes

Hipismo nas Paralimpíadas: conheça as regras e os brasileiros na luta por medalha

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Brasil terá dois representantes na modalidade, que reunirá 78 competidores de 27 países. Disputa começa a partir de quinta-feira (26/8)

A partir de quinta-feira (26/8), o hipismo é destaque nos Jogos Paralímpicos de Tóquio, com o Brasil na luta por medalha. As provas  da modalidade reunirão 78 competidores de 27 países e serão realizadas até domingo (30/8).

Na Paralimpíada, o adestramento paraequestre será a única disciplina no programa do hipismo, com provas nas categorias prática individual, estilo livre individual e por equipes. O hipismo paralímpico estreou nos Jogos em 1984.

Em Tóquio, os atletas com deficiência físico-motora ou visual serão divididos em cinco graus denominados por algarismos romanos, de I a V, sendo que o grau I é para atletas com maior comprometimento físico e o V, com menor comprometimento.

A seguir, saiba mais detalhes sobre as provas e as chances dos brasileiros na competição.

Os graus paralímpicos

Grau I – Cadeirantes com pouco ou nenhum equilíbrio do tronco, ou debilitados nos quatro membros

Grau II – Cadeirantes ou atletas com severa debilitação no tronco ou unilateral

Grau III – Atletas capazes de caminhar sem suporte, com moderada debilitação unilateral; atletas com total perda de visão em ambos os olhos

Grau IV – Atletas com deficiência severa dos membros superiores, deficiência moderada nos quatro membros ou baixa estatura.

Grau V – Comprometimento leve em um ou dois membros. Atletas com deficiência visual leve.

Pista e regras

No hipismo paralímpico, a pista recebe algumas adaptações em relação à modalidade convencional. A areia é compactada para facilitar a locomoção e são utilizadas sinalizações sonoras para orientar os competidores cegos.

Na prova individual técnica, o conjunto deve apresentar movimentos obrigatórios pré-determinados pelo Comitê Internacional Paraequestre (IPEC). No estilo livre, o atleta e o cavalo são acompanhados por música e o conjunto pode fazer sua apresentação de forma criativa, incorporando os movimentos obrigatórios.

Retrospecto do Brasil

O Brasil já conquistou quatro medalhas paralímpicas no hipismo. Marcos Fernandes Alves, o Joca, levou dois bronze nos Jogos de Pequim 2008, um no estilo livre e outro na prática individual.

No Rio de Janeiro, em 2016, Sérgio Oliva ganhou mais dois bronzes: um no adestramento e outro no estilo livre. Sérgio vai voltar a lutar por medalhas em Tóquio.

Chances de medalha

Ganhador de dois bronzes na Paralimpíada do Rio 2016 no grau IA, Sérgio Fróes De Ribeiro Oliva, promete trazer mais conquistas para o hipismo paralímpico brasileiro em Tóquio. O brasiliense começou no hipismo como forma de terapia, pois sofreu paralisia cerebral por falta de oxigenação na incubadora.

Deu tão certo que o atleta hoje é destaque mundial na modalidade. Além das medalhas olímpicas, Sérgio já ganhou vários torneios internacionais, foi campeão do mundo em 2007 e venceu os Jogos Parapan-Americanos de Mar del Plata (Argentina) 2003.


Já o paulistano Rodolpho Riskalla de Grande era cavaleiro do hipismo convencional, com passagens pela seleção brasileira. Em 2015, ele teve meningite bacteriana e precisou amputar parte da mão e das pernas. Dois meses após sua recuperação, ingressou no hipismo paralímpico.

A adaptação de Rodolpho foi um sucesso. Entre suas conquistas estão o ouro no individual no Hartpury Festival of Dressage 2019, na Inglaterra, campeão geral do Concurso Internacional Paraequestre de Doha 2019 e prata no individual e estilo livre nos Jogos Equestres Mundiais EUA 2018.

Fonte: Globo Rural

Vencedor da final da Copa do Mundo, Flexível faleceu aos 25 anos

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O vencedor da Copa do Mundo , Flexível (Cruisting) , faleceu aos 25 anos. O imponente amigo de quatro patas impressionou até tarde na vida com o cavalheiro americano Rich Fellers na sela. “É com tristeza que anunciamos o fim do Flexível”, disse Fellers.

“Flexível morreu naturalmente em seu paddock.” Aos 25 anos, Flexible ainda era usado de vez em quando e ocasionalmente saltou um pequeno curso. 

“É meu cavalo verdadeiramente único”, continua Fellers. “Eu sempre vou sentir falta dele.”

Fellers e Flexible começaram suas carreiras combinadas há 19 anos. Em 2012, a dupla conquistou as finais da Copa do Mundo em ‘s Hertogenbosch. A dupla também representou a América nas Olimpíadas de Londres de 2012.

Fonte: Equnews

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