A final da Copa das Nações da FEI para os jovens será realizada em Peelbergen. A primeira rodada foi concluída hoje, a Bélgica está em sétimo lugar.
A equipe sueca lidera o ranking com um total de 7 pontos de penalidade. Janelle Larsson e Kingston 43 fizeram as melhores voltas junto com Cora Hirn e Chaginue . Ambas as combinações permaneceram claras, mas tiveram que marcar uma falta de tempo por exceder o tempo. Filippa Enmark e King Kong Van’T Valissenhof adicionaram 5 pontos de penalização. Philip Svitzer e Alida Nike anotaram o resultado da eliminação de 16 pontos de penalização.
Depois, há três países em um segundo lugar ex-aequo com 9 pontos de penalidade: Itália, República Tcheca e França.
A Itália contou com Giacomo Casadei com Filou Vd Kruishoeve Z (0), Sofia Manzetti e Bombay de Beaufour (12), Elena Datti e Nebbia Delle Schiave (9) e Francesco Corredu com Necofix (0).
Na República Tcheca, o resultado da sucata veio de Katerina Tomanova. Ela teve que ficar satisfeita com Quebec 64 com 9 pontos de penalização. Adam Pisarik e Imandra de Laubry , bem como Anna Held e Casparino mantiveram-se afastados, mas deixaram a pista com 2 erros de tempo. Finalmente Linda Portychova e Copin’s Boy fizeram uma rodada com 5 pontos de penalidade.
Finalmente, a França poderia contar com uma rodada clara, que veio de Leona Mermillod Baron com Chanel de la Claye . Antoine Ermann e Azur Vinnebus cometeram um erro, Ramatou Ouedraogo e Gfe Up To You cometeram cinco. O resultado final neste caso veio de Laura Klein com Cattleya Plassay. Dezesseis pontos de penalidade foi o veredicto para eles.
Nossos belgas estão atualmente com um total de 20 pontos de penalização. Apenas Simon Morssinkhof e Vivolta de Gree conseguiram manter uma ficha limpa. Thibault Philippaerts (Cap du Marais) e Claire Putters (High Fly Special) marcaram 12 e 8 pontos de penalização, respectivamente.
Em Zangersheide (Lanaken), a primeira rodada do Campeonato Belga foi agendada para hoje. Os 47 melhores cavaleiros de nossos países vieram para o início desta seção na qual saltaram diretamente contra o relógio. A vitória de hoje foi para Gregory Wathelet. Ele montou Faut-Il des 7 Vallons livre em 65,96 segundos e já tem uma opção sólida no título belga. Afinal, ele foi quase três (!!) segundos mais rápido que seu primeiro perseguidor.
Esse primeiro perseguidor foi Leonie Peeters. Ela conseguiu marcar uma rodada limpa com Tinkoucha Hero Z (por Tinka’s Boy) em 68,81 segundos. Olivier Philippaerts completa o pódio provisório. Ele foi capaz de saltar uma rodada limpa em 69,07 segundos na sela de Zayado (por Cayado).
Gilles Thomas ( Konak ) e Dieter Vermeiren ( Kingston Town 111 Z ) completaram os cinco primeiros após rodadas claras em 69,15 e 69,37 segundos.
O atual campeão Jos Verlooy está atualmente em sexto lugar. Ele montou Varoune (por Verdi Tn) livre em 69,88 segundos. Os dez primeiros provisórios são completados por Thibeau Spits ( Classic Touch DH ), Frederic Vernaet ( Lavallino ter Klomp ), Dominique Hendrickx ( Vintadge de la Roque ) e Wilm Vermeir (Joyride S).
Ludo Philippaerts pode se tornar campeão belga pela sétima vez em sua carreira neste fim de semana. Ele próprio permanece bastante sóbrio: “Simplesmente deixo tudo vir para mim. O mais importante para mim é me divertir no que faço”, disse ele no último episódio do desempate.
“Há muito tempo que não monto a este nível, por isso levo tudo dia após dia”, continua. “O mais importante é que estou me divertindo. Claro que seria bom conseguir um bom resultado no Campeonato Belga ou rodar em Mechelen novamente. Mas veremos …”
Depois de seis anos, Lorenzo de Luca decidiu seguir seu próprio caminho. O saltador italiano deixa a equipe de Stephan Conter.
De Luca quer se manter em pé e vai expandir seu próprio estábulo esportivo. “Agradeço a Stephan pelo apoio e cooperação agradável. Também não descarto a possibilidade de trabalharmos juntos no futuro. ” Diz o show jumper.
De Luca evoluiu de um nível CSI2 * para o topo do mundo durante sua passagem por Conter. Ele ficou em segundo lugar no ranking mundial em 2017 e por muitos anos ocupou a posição número 1 do ranking WBFSH com Halifax vh Kluizebos.
“É com respeito e consulta mútua que decidimos seguir caminhos separados.”
O evento de hipismo mais esperado do ano em São Paulo está previsto para o período de 28 de setembro a 3 de outubro de 2021. O picadeiro coberto da Sociedade Hípica Paulista (SHP) recebe o Concurso de Salto Internacional (CSI2-W) e o Concurso de Salto Nacional (CSN4). Ao longo dos seis dias de competição, são realizadas 24 provas, com obstáculos que vão de 1,10 a 1,60 metros, havendo mais de 400 mil reais em premiação.
Entre as principais atrações do 31º Indoor estão a série internacional a partir de sexta-feira, 1º/10, às 16h, com prova de salto a 1,45 metro, e o Grande Prêmio Troféu Jayme Loureiro Filho no domingo, 03/10, com duas voltas e obstáculos de 1,40 a 1,60 metro, com a primeira volta às 13h e a segunda às 18h. No intervalo entre elas, é realizado “Desafio carro x cavalo” com sete conjuntos convidados.
Programação: clique aqui e confira: chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/viewer.html?pdfurl=https%3A%2F%2Fshp.org.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2021%2F09%2FCSN-INDOOR-2021_Com-Protocolo-COVIDF01.pdf&clen=2831770&chunk=true
Nos dias 17 e 18 de setembro, as trilhas da região do Haras Minas Gerais, em Caetanópolis – MG, ficaram movimentadas pelos enduristas de cinco estados que buscavam o título de diferentes categorias no Campeonato Brasileiro de Enduro Equestre (CBEE) 2021.
Na maior categoria do esporte, CEI 3* 160km, o grande campeão foi o brasiliense Rodrigo Barreto que, montando Mandalla Rach, finalizou a prova após 8 horas e 51 minutos de trilha. Com velocidade média de 18.05 km/h após os seis anéis percorridos na disputa, Rodrigo conta que foi uma prova difícil, principalmente pelo calor e tempo seco na região. ” O clima estava muito quente e seco, o que aumentou bastante a dificuldade para os cavalos. A trilha de lá é sempre bem legal de fazer, mas tem muitas subidas leves e longas, o que dificulta a percepção de dificuldade para o cavalo”, explicou Rodrigo.
Após uma penalização no primeiro vetcheck, Rodrigo conta que ficou mais fácil seguir sua estratégia inicial: “Como já era previsto o calor, a estratégia era andar mais no primeiro anel, que é mais fresco, e depois reduzir a velocidade. Acabou que a penalização no primeiro vetcheck facilitou a minha decisão de andar menos nos próximos anéis. Foi mais fácil fazer uma prova gradual e manter o foco na minha prova, que proporcionou que a minha égua chegasse muito bem até o final da prova.”
O Brasileiro de Enduro acontece anualmente e é considerado uma das disputas mais esperadas do calendário nacional, por isso, a vitória tem sempre um gostinho especial. “Foi uma emoção muito grande. Eu já havia sido vice-campeão brasileiro de 160km em outro ano, e com a Mandalla tive duas eliminações recentes, ambas no último anel após provas muito boas. Conseguirmos fechar bem a prova no Brasileiro foi um resultado muito gratificante. Além disso, o Brasileiro sempre é muito especial porque todos vão com os cavalos muito bem treinados e experientes, para fazer provas fortes. A exemplo do Pedro (Marino) com Al Saida Larzac e o André (Vidiz) com Bonitão Endurance. Todo mundo dá o sangue para se consagrar campeão e o nível é mais alto do que em outras provas”, finalizou Rodrigo.
O vice-campeão dos 160km foi o representante de São Paulo, José Caio Vaz Guimarães, montando Cabo Frio CSM, com média de 17.57 km/h.
No sábado mais uma disputa 3* foi realizada, dessa vez de 140km. A largada foi às 5h30 da manhã e às 17h37, cruzavam a linha de chegada as competidoras Fernanda Abreu com Pocahontas HVP e Rafaela Barreto com Tannat XB. Após completarem os 140km juntas, a disputa ficou para o último segundo de prova, com um “sprint” emocionante e em alta velocidade que resultou na vitória da amazona da casa Fernanda (FHMG), seguida pela brasiliense Rafaela, ambas com velocidade média de 17.23km/h.
Também sentindo que o calor afetou fortemente a estratégia de prova de todos, Fernanda comentou a experiência. “Quem imaginou um Brasileiro de tudo ou nada, com muita velocidade, não foi o que atingimos. Foi muito mais estratégico, pensando na saúde do cavalo, com consciência e poupando os animais. O sentimento de ser campeã brasileira foi muito bom! Principalmente por ser o meu primeiro 3* com uma égua que é a paixão da minha vida. Nosso conjunto tem 100% de aproveitamento, nunca fomos eliminadas. E fiquei muito feliz que mostramos ser um bom conjunto.”
1º Fernanda Abreu e Pocahontas HVP – Vel. Média 17.23km/h (FHMG) 2º Rafaela Barreto e Tannat XB – Vel. Média 17.23km/h (FHBr) 3º – Rodrigo Saliba e Blues Master Rach – Vel. Média 15.39km/h (FPH) 4º – Gabriela Abreu e Thelos T – Vel. Média 14.38km/h (FHMG)
Outra categoria que foi definida no “sprint” foi a CEI 2* 120km Young Riders. Após 7 horas e 21 minutos de trilha, o brasiliense Diogo Martins e o paranaense João Pedro Antocheski cruzaram a linha de chegada em altíssima velocidade na busca pelo título. O primeiro a cruzar a chegada foi o paranaense, porém após eliminação no vetcheck final, a vitória foi para Brasília e Diogo Martins sagrou-se campeão montando Verve Rach. A vice-campeã foi a paulista Helena Haaland com Valente HEB.
Na categoria Adulto, a vitória dos 120km ficou com Minas Gerais: após andar na ponta durante toda a disputa, Tiago Manetta e NNL Tremendão levaram o título com velocidade média de 18.21km/h. “A prova foi mais difícil do que vínhamos fazendo no Brasil. A sensação térmica estava de 35°C para cima, com um tempo muito seco, com muita poeira na trilha. Então, tivemos que pensar do início ao fim na estratégia da prova. Foi uma disputa com anéis longos, o último tinha 28km, tivemos que fazer essa gestão para manter o cavalo muito bem. E ele respondeu, com boas recuperações cardíacas. Tinha uma certa tensão na equipe, porque o cavalo vinha de uma eliminação após reinspeção final na prova do Haras Albar, mas ficamos atentos e trabalhamos firme. No final, deu tudo certo e ficamos muito contentes com o resultado. E o mais importante: o cavalo terminou muito bem!”, comentou o campeão.
1º – Tiago Manetta de Lana e NNL Tremendão – Vel. Média 18.21 km/h (FHMG) 2º – Fernando Gonçalves e Miranda Rach – Vel. Média 17,16 km/h (FHBr) 3º – Gerson Guerra e Safkhet SBV – Vel. Média 16.68 km/h (FPH) 4º – Cláudio Kalume e Fuerza Endurance – Vel. Média 16.15 km/h (FHBr) 5º – Eliton de Paula e Lion Kong Rach – Vel. Média 15.40 km/h 6º – Carlos Augusto Paes de Barros e Amon-Ra SBV – Vel. Média 15.40 km/h (FPH)
Encerrando os resultados das categorias FEI, no CEI 1* 100km, a vitória foi do sempre competitivo Pedro Marino (FPH) com Conan D Jok Trio, com velocidade média de 18.71km/h. A prata e bronze foram para Brasília: Rafaela Pantel sagrou-se vice-campeã montando La Tache D Jok Trio com velocidade de 18.07 km/h e o terceiro lugar foi de Isabella Campedelli e Taye, que concluíram a prova com média de 17.45 km/h.
1º – Pedro Stefani Marino e Conan D Jok Trio – Vel. Média 18.71km/h (FPH) 2º – Rafaela Pantel e La Tache D Jok Trio – Vel. Média 18.07 km/h (FHBr) 3º – Isabella Campedelli e Taye – Vel. Média 17.45km/h (FHBr)
Fonte: Isabella Campedelli com fotos: Ricardo Saliba, Luciana Toledo (@l_rtoledo) e arquivo pessoal
No sábado, 18/9, a terceira e última decisão individual no penútlimo dia do Campeonato Brasileiro da Juventude no Clube Hípico de Santo Amaro (SP) foi da categoria Under 25, de mais alto rendimento voltada a jovens entre 16 e 25 anos, disputada com obstáculos a 1.45/1.50m de altura. Sagrou-se campeão, o sempre competitivo mineiro André Fonseca Moura apresentando Henessy M, totalizando apenas 4,18 pontos perdidos.
“Esse concurso foi muito bom. No primeiro dia a gente ficou em 2º lugar, no segundo dia fechei com uma falta e viemos com garra para a decisão final, vencemos a prova com zero faltas e fomos campeões”, resumiu André, 18, que em 2020, ano de criação da categoria em substituição à de Young Riders (16 a 21 anos), foi vice-campeão também montando Henessy M, égua BH de 11 anos. “A Henessy é de criação nossa, está com a gente desde que nasceu e eu fico muito feliz por isso. Também é muito gratificante ver a nossa criação Estância Mourada dar esses frutos”, destacou André, que treina com o cavaleiro olímpico Stephan Barcha da equipe Chevaux. “Quero agradecer a toda a equipe Chevaux, meu tratador, meu pai Ricardo Moura e todos que nos acompanham.”
Pelas do Rio de Janeiro, também com muito boa atuação totalizando apenas 11,32 pp, o vice-campeonato ficou com o carioca Felipe Pereira Teixeira apresentando Ziramon VDL.
A medalha de bronze coube a Gabriel Kayan Soares Magalhães que montando SM Hex-lup Guabi fechou com 18,06pp, pelas cores de Mnais;
Jugamento técnico – No Campeonato Brasileiro da Juventude 2021, a CBH está promoveu um julgamento técnico / subjetivo em paralelo, sem influenciar o resultado objetivo. Com essa iniciativa espera-se que todos atletas e instrutores possam somar conhecimentos para melhor evolução dentro do esporte. O julgamento esteve a cargo de Marcelo Blessmann, renomado treinador ex-cavaleiro olímpico. Os três primeiros colocados de cada série foram premiados com medalhas e os campeões com bota True Ability Equus (site oficial). Na categoria Under 25, o campeão André também venceu o julgamento técnico.
Campeão André Fonseca Moura / Henessy M – FHMG – 4,18 pp Vice Felipe Pereira Teixeira / Ziramon VDL – FEERJ – 11,32 pp 3º Gabriel Kayan Soares Magalhães / SM Hex-lup Guabi – FHMG – 18,06 pp 4º Thales Gabriel de Lima Marino / LWC Ashley – FPH – 18,67 pp 5º Lucas Teixeira Lima / Alpha Condor – FPH – 19,03 pp 6º Carolina Souza Chade / Flying High das Umburanas – FPH – 19,27 pp
No sábado, 18/9, a segunda grande final individual do Campeonato Brasileiro da Juventude 2021 no Clube Hípico de Santo Amaro (SP) foi a final da categoria Junior, categoria de alto rendimento voltada a cavaleiros e amazonas de 14 a 18 anos, com obstáculos a 1.40/1.45m de altura. Ao todo participaram da competição 210 conjuntos de 10 Estados Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Paraná, Brasília, Mato Grosso do Sul, Ceará, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e, é claro, São Paulo.
Dentre os 25 conjuntos que largaram na categoria Junior, quatro viraram com menos de duas faltas para a final individual. Computando apenas uma falta no campeonato e grande vencedora da prova final Maria Luiza Martha Vieira apresentando Acarole do Refúgio faturou o título brasileiro junior 2021. Somandos os títulos da campeã brasileira Junior 2020 e pré-junior 2019, Malu, 17, amazona do interior paulista filiada à Sociedade Hípica Paulista, agora é tricampeã brasileira.
Em seu ano de estreia na categoria Junior, sagrou-se vice-campeã a amazona paranaense Gabriela Ongaratto Munhoz montando Top Horse Forte Equinos Haia Método, 2ª colocada na prova final e somando apenas 10,82 pontos perdidos (pp) ao longo dos três dias de competição.
O 3º posto ficou com o premiado cavaleiro da casa Eduardo Barbara, o Dudu, montando RSF Princesa, 11,56 pp, também estreando na série Junior.
“Foi muito emocionante, eu poderia até fazer uma falta. Mas claro que terminar o Campeonato com um percurso limpo com a Acarole foi incrível. Quero agradecer a toda a equipe, minha família, a minha égua principalmente, meu treinador Artemus de Almeida, a Deus, todo mundo. Agora ano que vem vou subir de categoria para o Under 25, começar a saltar um GPs mais altos com minhas duas éguas”, declarou a campeã que também foi 4ª colocada montando Arica do Caillou.
Julgamento técnico – No Campeonato Brasileiro da Juventude 2021, a CBH está promoveu um julgamento técnico / subjetivo em paralelo, sem influenciar o resultado objetivo. Com essa iniciativa espera-se que todos atletas e instrutores possam somar conhecimentos para melhor evolução dentro do esporte. O julgamento esteve a cargo de Marcelo Blessmann, renomado treinador ex-cavaleiro olímpico. Os três primeiros colocados de cada série foram premiados com medalhas e os campeões com bota True Ability Equus (site oficial). Na categoria Junior, a campeã Malu também venceu o julgamento técnico.
Campeã Maria Luiza da Silva Martha Vieira / Acarole do Refúgio – FPH – 5,37 pp Vice Gabriela Munhoz Ongaratto / Top Horse Fort Equinos Haia Método – FPrH – 10,82 pp 3º Eduardo Coelho Barbara / RSF Princesa – FPH – 11,56 pp 4º Maria Luiza Martha / Arica du Caillou – FPH – 12,72 pp 5º João Marcelo Monte Santos / Belina de Amoranda – FEP – 13,77 pp 6º Philip Greenlees / Astalavista Declamens – FPH – 14,56 pp
A primeira grande final do Campeonato Brasileiro da Juventude 2021 que reuniu 210 conjuntos de 10 estados no Clube Hípico de Santo Amaro (SP) foi da categoria Mini-mirim, voltada a jovens talentos entre 8 e 11 anos, disputada no sábado, 18/9. Participaram da disputa, a 1/1.05m de altura, 45 conjuntos dentre quais cinco chegaram à 3ª e última prova sem faltas habilitando-se ao desempate na corrida pelo título valendo a melhor aproximação ao tempo ideal de 42 segundos e, claro, menor número de faltas. E dando show em pista, os cinco voltaram a zerar definindo o pódio por diferenças mínimas. Sagrou-se campeã a amazona paranaense Anna Storrer Muller, 11, que montando Extrato HI ficou a 1s32 do tempo ideal e, de quebra, também foi a vencedora do julgamento técnico a cargo do ex-cavaleiro olímpico de treinador Marcelo Blessmann
O vice-cameonato coube à amazona de São Paulo Luiza Casale Fauvel de Moraes que montanddo CS Aime, também se faltas, com aproximação de 1s48 ao tempo ideal. Representando o Ceara, o 3º posto ficou com Bruno Miranda apresentando Floriano JMen, pista limpa, aproximação de 1s48.
“Acho que a vitória é resultado muito treino. Saio da Escola e vou direto para o Haras Galope (Campo Largo, Curitiba). Quero agradecer ao nosso tratador que veio até aqui e me ajudou a cuidar Extrato, ao meu técnico Mauricio e a meus pais que sempre me apoiaram”, comentou Anna, que agora vai se preparar para disputar a categoria Pré-mirim no ano que vem.
Julgamento técnico – No Campeonato Brasileiro da Juventude 2021, a CBH promoveu um julgamento técnico / subjetivo em paralelo, sem influenciar o resultado objetivo. Com essa iniciativa espera-se que todos atletas e instrutores possam somar conhecimentos para melhor evolução dentro do esporte. O julgamento esteve a cargo de Marcelo Blessmann, renomado treinador ex-cavaleiro olímpico. Os três primeiros colocados de cada série foram premiados com medalhas e os campeões com bota True Ability Equus (site oficial).
Campeã Anna Storrer Muller / Extrato HI – FPrH – 0 pp – 0/1s32 Vice Luiza Casale Fauvel de Moraes / CS Aime – FPH – 0 pp – 0/1s48 3º Bruno Miranda Porto / Floriano JMen – FEC – 0 pp – 0/1s81 4º Cleo Cesnik / Jasper do Cach – FPH – 0 pp – 0/2s42 5º Felipe Tadeu da Silva Martha Mandaliti / Balada das Umburansas FPH – 0 pp -1/3s29 6º Bruno Miranda Porto / SIL Iluminada – FEC – 4 pp
Judy-Ann Melchior está de volta à sela após um longo período desde este verão. No entanto, a Powerlady do esporte equestre é mais conhecida como criadora e proprietária de um dos maiores studbooks do mundo: Studbook Zangersheide. A partir de hoje, ela e sua equipe dão as boas-vindas ao mundo do salto internacional em seu terreno em Lanaken. “Mentalmente sou forte, aprende que graças ao esporte, o medo não tem lugar na minha vida …” em conversa com a dona do esporte equestre.
Esta semana, a Studfarm Zangersheide será a meca do salto esportivo e do comércio de cavalos por cinco dias. “Somos uma pequena equipe de quatro pessoas”, diz Melchior. “Vamos terceirizar a organização do evento para especialistas. Em breve haverá estábulos temporários sob grandes tendas nos prados para acomodar as centenas de cavalos participantes. Vai cheirar a uma mistura de óleo de couro, aparas de madeira, suor de cavalo e feno por cinco dias.”
“Os cavalos jovens que saltam na final aqui no domingo são os campeões de amanhã”, diz Melchior. “Certamente 85 por cento alcançam o nível de salto internacional mais alto.”
Tudo começou com Léon Melchior …
“Ele era um visionário”, diz Judy Ann Melchior, que sucedeu seu pai como presidente daquele livro genealógico. “Hoje damos por certo que criamos de acordo com seus princípios: cruzar os melhores cavalos de esporte entre si: sejam franceses, alemães, holandeses ou belgas. Mas então ele foi vaiado. A fenomenal égua Ratina Z, que meu pai criado nos primeiros anos com linhagens alemãs e francesas, foi o resultado dessa visão. ” Aquele saltador icônico ganhou duas medalhas olímpicas de ouro e uma de prata. Ela foi campeã mundial e ganhou vários prêmios importantes. Ela foi premiada com o título de ‘Égua do Século’. Sua estátua fica na entrada do domínio.
“Eu sou extremamente ambicioso com o Studbook. Meu pai provou que há uma boa chance de os cavalos de salto de topo renascerem. Portanto, a origem do seu cavalo determina o preço.”
“Não estou tentando ser Léon II”, diz Judy Ann. “Esses sapatos são grandes demais para ocupar. Meu pai começou como minerador e fez tudo sozinho. Sou extremamente grato pela situação privilegiada em que nasci. Faço o meu melhor para seguir em frente e dar continuidade ao negócio da melhor maneira que posso . continuo crescendo. Procuro não pensar muito nisso, seria paralisante. Meu pai tinha 60 anos quando nasci. Na minha juventude sempre ajudava nos eventos do domínio. Não se falava muito. E eu ia a um grande jogo todo fim de semana, aí você fica sabendo como os outros fazem, ele tinha 78 anos quando eu fiz 18. Quando ele faleceu aos 88, muito cedo para mim, eu já estava no comando com ele, ambos do Studbook , os eventos e da criação. “
De volta à sela …
“Quando estava grávida de Ella, deixei minha carreira de salto em espera. Recentemente, comecei a saltar de novo: agora treino dois cavalos jovens até que estejam no nível mais alto. Mas mesmo que seja minha paixão, não é minha prioridade. O coração da mamãe não pode dizer: “Eu tenho uma babá, então vou às competições quatro dias por semana.”
O sócio Christian Ahlmann vai pular no topo e os filhos também estarão prontos. “Somos uma verdadeira família de cavalos. Leon também é um cavaleiro de pônei possuído. Ele fez sua primeira competição de salto com seis anos. Ella tem apenas dois anos e ela já caminha para os cavalos. Cavalos me fazem feliz, não posso imagine qualquer outra vida. “