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Hipismo: Stephan Barcha fatura o GP Indoor Jayme Loureiro Filho

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Carioca conquista título pela primeira vez, montando a Primavera Montana. Curiosamente, ele também ficou em terceiro lugar, mas com outro cavalo

Stephan Barcha faturou o GP  Troféu Jayme Loureiro Filho Indoor da Sociedade Hípica Paulista (Foto: Divulgação)

Cavaleiro olímpico, o carioca Stephan Barcha conquistou, no último domingo, o GP Troféu Jayme Loureiro Filho Indoor da Sociedade Hípica Paulista, a principal competição do hipismo brasileiro na atualidade. Na grande final do Internacional de Salto 31º CSI-W, ele e o cavalo Primavera Montana foram os único a zerar o percurso e concluí-lo com o tempo de 53s75.

Curiosamente, ele também levou o terceiro lugar da competição, mas montando o cavalo Atomic des Luthiers. Ele encerrou esta prova com tempo de 58s74 e só uma falta cometida, ainda na primeira volta. O segundo lugar ficou com Flavio Grillo. Montando Lorentino JMen, ele zerou a 1ª volta e fechou a 2ª, em 51s69, mas com uma falta.

Trinta e 36 conjuntos estiveram na pista na 1ª volta do GP. De acordo com a regra, os 12 melhores avançaram para a segunda e decisiva volta. O GP foi válido pela seletiva do ranking brasileiro senior top que irá garantir transporte de três cavalos e seus cavaleiros para o Winter Equestrian Festival 2022 nos EUA e ainda pela liga sul-americana na corrida para a final da Copa do Mundo 2022, em Leipzig, Alemanha. 

“Nosso próximo desafio é o Brasileiro Senior Top daqui a três semanas. A médio prazo, o projeto é o Campeonato Mundial ano que vem, depois o Pan-americano 2023 e Paris 2024”, destacou Stephan, de 31 anos , e integrante do Time Brasil na Rio- 2016.  Fonte: Lance

Lenda do vôlei e campeão olímpico, Zé Roberto Guimarães explica amor pelo hipismo

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José Roberto Guimarães é considerado uma lenda no vôlei. Tricampeão olímpico comandando o Brasil e que recentemente conquistou a medalha de prata com o time feminino nos Jogos de Tóquio, ele é reconhecido como um dos melhores técnicos do mundo na modalidade. Nas horas vagas, costuma também jogar tênis, uma de suas paixões. Mas o que poucos sabem é que ele pratica hipismo e tem um fascínio por cavalos. Mas do que gostar, ele põe sua paixão em prática.

Quando o treinador teve uma folga em sua apertada agenda na Olimpíada há dois meses, ele pediu para conhecer as instalações de hipismo em Tóquio. Tirou fotos com atletas e cavalos, incluindo Rodrigo Pessoa. “Uma das únicas coisas que pedi para o pessoal do COB (Comitê Olímpico do Brasil) foi poder ir ao hipismo. Me arrumaram uma credencial e consegui entrar nas baias. Foi uma emoção fantástica, pois eu amo esse mundo do cavalo”, comenta o treinador, que prestigiou a abertura do CSI- W Indoor 2021 na Sociedade Hípica Paulista.

Enquanto falava de sua relação com os animais, Zé Roberto pegava o celular e mostrava as fotos que tirou lá no Japão. Ele lembra que desde criança tem relação próxima com os animais. “Eu sou do interior de São Paulo, de Quintana. Na minha casa sempre teve isso. Meu avô tinha um sítio, meu pai sempre andou a cavalo, acho que está no DNA da família. Meu irmão mais novo trabalha com hipoterapia há quase 30 anos”, conta.

Mas por causa de seu trabalho no vôlei, ele ficou muito tempo afastado dos cavalos, principalmente quando se mudou para São Paulo. “Depois, quando me mudei para Barueri, comecei a ficar mais próximo e um dia, quando fui fazer uma palestra na Amil, eu pedi para conhecer o Dr. Jorge Ferreira da Rocha, que era o presidente na época. Eu tinha visto numa revista que ele fazia adestramento clássico e competia pelo Brasil. Então pedi para me apresentarem a ele.”

O contato com o fundador da Amil foi fundamental para Zé Roberto. Ambos conversaram sobre a paixão pelos cavalos e o técnico de vôlei explicou que queria montar com mais técnica, pedindo ajuda. Além de médico, Jorge Ferreira da Rocha foi um ótimo cavaleiro e chegou a representar o Brasil nos Jogos de Sydney, em 2000.

“Então ele falou que me ajudava e me convidou para ir até o haras. Disse que tinha uma pessoa lá que poderia me ajudar. Era a Marietta Almasy, e lá comecei meus primeiros passos no adestramento. Aí comecei a montar com mais frequência, só que nunca consegui ter tempo para montar por causa do vôlei”, continua Zé Roberto.

Ele sempre teve cavalo e, certa vez, na fazenda de um amigo em Castilho, cidade no interior paulista, na região de Araçatuba, próximo à divisa com o Mato Grosso do Sul, um cavalo veio do pasto ao seu encontro. Esse amigo comentou que aquele era um dos melhores cavalos que já tinha nascido ali para adestramento. O animal tinha ótimos andamentos.

“Aí sugeri de levar o cavalo para treinar. Acabei me tornando sócio do Tonico Pereira, levei para o haras do Dr. Jorge, e esse cavalo começou a treinar, a evoluir, e começou a competir dentro do Brasil até que foi vendido em um leilão. O Paulo Salles comprou o animal, o Oceano do Top, e se classificou para os Jogos de Pequim. Ele ficou em 43º lugar com o Leandro Silva. Mas aí eu já não conseguia mais montar esse cavalo, porque poderia atrapalhar o desenvolvimento dele. Então a vida seguiu, comecei a me interessar por saltos, a treinar um pouco mais, aí minha vida foi para esse lado.”

PRATA NO MASTER – Com a pandemia de covid-19, as competições foram suspensas e com isso Zé Roberto teve a chance de se dedicar mais aos saltos. “Todos os dias estava em cima do cavalo. Até que meu professor em Alphaville ofereceu para eu competir no torneio Brasileiro, que foi onde acabei me tornando vice-campeão master”, comemora, citando o evento que foi realizado em setembro do ano passado.

O treinador sabe que o hipismo permite uma longevidade maior para os atletas e existem casos de idosos competindo na Olimpíada. Mas Zé Roberto não pretende se aventurar mais seriamente em uma nova modalidade. “É outro esporte, eu não tenho gabarito para isso. Precisa começar a montar cedo, para aprender, competir e ganhar experiência. Para ser profissional da área, precisa ter um cavalo excepcional e ter treinado durante muito tempo. É a mesma coisa no vôlei, precisa começar com 12 ou 13 anos e participar de grandes competições”, compara.

Ao mesmo tempo em que vê sua relação com os cavalos ficar mais estreita, Zé Roberto já começa a projetar o próximo ciclo olímpico do time feminino de vôlei. Ele sabe que ainda tem um caminho a percorrer até Paris-2024, mas acredita que o grupo renovado ganhou força com a medalha de prata nos Jogos de Tóquio e espera fazer com que as jogadoras evoluam ainda mais nos próximos anos para novamente brigar pelo pódio.

“Antes da Olimpíada tem Campeonato Mundial, outras competições, então tem muita coisa para acontecer. Espero que dê tudo certo e que a gente consiga completar o ciclo da melhor maneira possível. Quero construir esse time para Paris”, avisou o tricampeão olímpico, que pretende continuar à frente da seleção. “Nós vamos ter um bom time, com jogadoras jovens que vão aparecer, de muito potencial, que vão ter chance de jogar pela seleção nacional. Mas, como todos os treinadores, eu também vivo de resultados

Fonte: Isto É

Eduardo Barbara e Rsf Princesa são os campeões do Hermès Young Talent 2021

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O jovem talento de São Paulo Eduardo Barbara, de 16 anos, montando RSF Princesa (Coriall – Jus De Pomme), venceu o desafio Hermès Young Talent 2021. O conjunto cometeu apenas uma falta em 70s95 na 1ª passagem do Clássico, válido pelo Hermès Young Talent.

A disputa voltada à jovens talentos da categoria Under 25, entre 16 e 25 anos, premiou o vencedor com uma clínica de 10 dias com o cavaleiro olímpico e bicampeão pan-americano Pedro Veniss no Sunshine Tour 2021, na Espanha, com as despesas pagas pela Hermès.

Fonte: ABCCH

Dobradinha do BH com Primavera Montana e Lorentino Jmen no GP Internacional SHP

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O Grande Prêmio internacional do CSI-W Indoor SHP encerrou com chave de ouro o evento. A prova com obstáculos a 1.50m/1.60m, em duas voltas, contou com os percursos elaborados por Marina Azevedo.

Trinta e seis conjuntos largaram e os doze melhores voltaram em ordem inversa de classificação do primeiro percurso para a decisão, sendo 6 BHs e 5 importados com registro emitido pela ABCCH.

A criação nacional não deu mole e fez logo a dobradinha com Stephan Barcha montando Primavera Montana (Calvaro Z – Paroli), de 10 anos, único conjunto a zerar os dois percursos. A segunda colocação ficou com Flavio Grillo Araújo, com Lorentino JMen (Landario Jmen – Calisco Jmen), que zerou a 1ª volta e fechou a 2ª com uma falta em 51s69.

“Montar essa égua é um privilégio, monto ela desde os 5 anos. Ela ainda é um cavalo em formação com idade hípica de 9 anos. Ganhar um Indoor é um sonho realizado, um GP tradicional no Brasil. Quero agradecer a toda a equipe, ao proprietário José Romero Dias Gomes da Silva: um sonho sonhado junto é muito melhor! Graças a Deus eu tenho um time forte que me dá todo o suporte”, destacou Stephan.


Completaram o placar do 4º ao 6º posto Marcello Ciavaglia com GR Garuda (Douglas (*) – Corland) seguido por Guilherme Foroni com Clueso 5 e Sérgio Henrique Neves Marins com Cornet Super Star JMen, todos com oito pontos na soma dos dois percursos, em 51s60, 55s09 e 56s32.

 Placar Grande Prêmio – CSI-W2*
Campeão Stephan de Freitas Barcha / Primavera Montana – 0/0/53s75
Vice Flavio Grillo / Lorentino JMen – 0/4/51s69
3º Stephan de Freitas Barcha / Atomic des Luthiers – 4/0/58s74
4º Marcello Ciavaglia / GR Garuda – 8/0/51s60
5º Guilherme Dutra Foroni / Clueso 5 – 4/4/55s09
6º Sergio Henrique Neves Marins / Cornet Superstar JMen – 4/4/56s32

Fonte: ABCCH

Kannantturo M no topo do clássico no 31º indoor SHP

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Sábado à noite o Indoor da Sociedade Hípica Paulista foi palco do Clássico, com obstáculos a 1.45m, com armação de Marina Azevedo e Gabriel Malfatti.

Cinquenta e dois conjuntos largaram na disputa e oito zerados foram ao desempate. A vitória ficou com o mineiro Henrique Rocha Lobo montando Kannantturo M (Kannan. – Canturo), Brasileiro de Hipismo de 9 anos, que cruzou a linha de chegada sem faltas, em 40s19, conquistando sua primeira vitória em um Clássico.

Representando Brasília, Flavio Grillo no dorso do BH Kirk do Cach (Zirocco Blue Vdl – Corland) zerou em 40s92, e ficou com a segunda posição, sendo seguido por Marcello Artiaga com Sapiensa TW (Diamant De Semilly – Cardento), sem faltas em 42s19, pelas de São Paulo.

Em quinto citamos Conto RJ, importado com registro genealógico emitido pela ABCCH, na condução de Cicero Barros, da FPH, no tempo de 41s39, com uma falta. Enquanto a criação nacional ocupou o sexto lugar com Kripton Pullman Imperio Egipcio (Calisco Jmen – Ahdonna Pullman (IA) ), com Raphael Machado Leite, com 4 pontos em 42s08, também pela Federação Paulista de Hipismo.

TOP 6 – CLÁSSICO INDOOR

Campeão Henrique Rocha Lobo / Kannantturo M – FHMG – 0/40s19
Vice Flavio Grillo / Kirk do Cach – FHBr – 0/40s92
3º Marcello Artiaga de Almeida Castro / Sapiensa TW – FPH – 0/42s86
4º Tiago Mesquita / Incroyable de Muze – FEERJ – 4/40s04
5º Cícero Faustino Barros / Conto RJ – FPH – 4/41s39
6º Raphael Machado Leite / Kripton Pullman Império Egípcio – FPH – 4/42s08

Fonte: ABCCH

CEJHUR Princess Quiny no topo do pódio entre novos 7/8 anos do CSN4* Indoor

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A série dos Cavalos Novos 7/8 Anos do CSN4* Indoor SHP terminou nessa sexta-feira levando ao pódio, por contagem olímpica, os três melhores conjuntos da série após três dias de competição.

Sagrou-se campeã a égua de 8 anos CEJHUR Princess Quiny, na condução de Felipe Ferreira Figueiredo. Dublin JMen com José Roberto Reynoso Filho garantiu o segundo posto, enquanto a 3º colocação ficou com Davis RJ, 8 anos, e Cícero Faustino Barros.

Cavalos Novos 7/8 Anos – 1,35m
1º CEJHUR Princess Quiny (Emilion x Calvados) / Felipe Ferreira Figueiredo – FHMG – 82 pontos
 Dublin JMen / José Roberto Reynoso Fernandez Filho – FPH – 77 pontos
3º Davis RJ / Cícero Faustino Barros – FPH – 69 pontos

Fonte: ABCCH

ZARABATANA 3K IMPÉRIO EGÍPCIO E RENATO JUNQUEIRA IMBATÍVEIS NA COPA OURO DO INDOOR

A Copa Ouro, a 1.35m, lotou as arquibancadas do CSN4* Indoor, na Sociedade Hípica Paulista. Dos 63 conjuntos, 14 habilitaram-se ao desempare no percurso de Gabriel Malfatti e Marina Azevedo.

No topo do pódio a criação nacional brasileira com Zarabatana 3K Império Egípcio (Arezzo Vdl – Quapillon Metodo), na condução do cavaleiro da casa Renato Junqueira Arantes, com zero em 38s33.

Confira abaixo o placar:

Copa Ouro – 1.35m
Campeão Renato Junqueira Arantes / Zarabatana 3K Império Egípcio – FPH – 0/38s33 (Brasileiro de Hipismo)
Vice Pedro Paulo Cordeiro / Shy Boy – FPH – 0/38s51
3º Raphael Machado Leite / Amazing Blue Império Egípcio – FPH – 0/40s75 (importada com registro emitido pela ABCCH)
4º Fernanda Dib Gabriel / Sissi Dior – FPH – 0/42s68
5º Maurício de Oliveira Franco / El Santo – FPrH – 0/43s24
6º Rafael Ribeiro / Ludam do Liberte – FPH – 4/36s98 (Brasileiro de Hipismo)

Fonte: ABCCH

A treinadora mental Annette Paterakis fala sobre positivismo no esporte e perseverança

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Quando caímos do cavalo e quebramos uma perna ou torcemos o pulso, a primeira coisa que fazemos é tratar a fratura. Assim que a fratura ou ferimento cicatrizar, montamos em nosso cavalo. O que frequentemente esquecemos é que o dano físico foi embora, mas o dano mental ainda está lá. Poucas pessoas prestam atenção ao que está acontecendo em suas cabeças. É uma pena, porque andar a cavalo é um esporte muito mental. É aqui que Annette Paterakis vem ao resgate! 

Annette montava pôneis quando era mais jovem e era boa com eles. Ela ganhava quase todo fim de semana e o único jeito era subir. Até que ela subiu um nível alguns anos depois e as coisas não estavam mais indo como antes. Foi lá que Annette teve que lidar com as adversidades pela primeira vez. A falta de orientação mental a levou a estudar psicologia na universidade. O Equestrian Mental Coach nasceu.

Conectividade 

Além de sua própria experiência, Annette também falou com alguns dos maiores cavaleiros do mundo, como McLain Ward e Laura Kraut.

Esses cavaleiros dedicaram suas vidas aos cavalos e possuem as habilidades mentais que o esporte exige. Além de montar, isso também os torna alguns dos melhores pilotos do mundo. Annette entrevistou muitos desses cavaleiros para seu segundo livro, que será lançado este ano, para descobrir o que esses cavaleiros do topo têm em comum e como todos nós podemos aprender com eles. “Quando lhes pergunto o que os motiva a trabalhar tanto e acordar de manhã e querer montar seus cavalos todos os dias, todos dizem que é pela alegria que encontram em se relacionar com o cavalo. É a isso que tudo se resume. Esse vínculo é parcialmente físico, mas também mental “, diz ela.

Annette acredita que é importante manter o foco nessa conexão durante uma partida. ‘Para se sair bem durante uma competição, é importante treinar conscientemente durante a semana. Isso significa que, durante o treinamento, você deve trabalhar em detalhes sobre o que precisa para ter um bom desempenho. Por exemplo, muitos cavaleiros sabem que precisam de ritmo ou ritmo suficiente na pista para se sair bem, mas em casa eles se concentram principalmente em controlar o cavalo. Eles querem que o acelerador funcione, mas se concentrem apenas nos freios. Eu ajudo os cavaleiros a perceberem o que realmente precisam para ter um melhor desempenho e trabalhar nisso de forma mais consistente. Em vez de se concentrar apenas nos resultados, tente se concentrar no progresso que você fez durante a semana.

A pressão

A pressão é algo que a maioria dos cavaleiros sente mais em competição do que em casa. Isso pode ser bom, mas também pode afetar negativamente sua direção. Você pode ficar mais inseguro e mudar sua linguagem corporal. Seu cavalo também responderá a isso.

“Quando se trata de pressão, você não precisa necessariamente se livrar dela para melhorar sua montada. É sobre como você lida com isso sozinho. Comece com você mesmo. Pense em como a pressão afeta você e como você pode transformá-la em algo positivo. 

Claro, é normal se sentir um pouco inseguro de vez em quando, mas isso não significa que você tenha que agir dessa maneira. Assim que você disser a si mesmo que pode realmente fazer isso, seu corpo se adaptará e isso se traduzirá em seu cavalo. ‘

Positividade 

Não é apenas a pressão de sua própria equipe que influencia seu estado mental. Um ambiente positivo, em geral, é essencial. É tão fácil falar mal da rodada de alguém, ter ciúme de uma rodada boa e lembrar uns aos outros dos erros que um cavaleiro cometeu. Infelizmente, as pessoas raramente se elogiam ou dão um bom feedback sobre seu desempenho. Assim que algo acontece com você em uma competição, também é algo que passa pela sua cabeça: “O que as outras pessoas vão dizer?” É por isso que é tão importante criarmos um ambiente positivo para nós, mas também para outras pessoas. Isso terá um grande impacto em nosso estado mental na próxima vez que entrarmos na pista. ”

Fonte: Equnews

Montando do jeito alemão ou americano? Qual é a diferença?

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Qualquer pessoa que compete regularmente ou apenas faz seu passeio semanal ao centro equestre pode ter ouvido os ditados ‘ele monta como um alemão’ ou ‘Seu estilo é mais americano’. Mas qual é a diferença agora e qual estilo é o ‘melhor’? Porque vamos ser honestos, escolher entre Marcus Ehning e Beezie Madden, isso é quase impossível, não é? 

Quando se pensa em cavaleiros americanos Hunter Jumper, pensa-se em cavaleiros de equitação perfeitos com seu assento leve e impecável, praticamente deslizando sobre saltos e fazendo com que pareça fácil. Os americanos tendem a conduzir seus cavalos para a frente. Isso permite que os cavalos estiquem o pescoço e carreguem a si próprios e ao cavaleiro até o salto. Esse estilo funciona bem porque nos Estados Unidos eles gostam de montar cavalos mais leves. Além disso, a equitação é uma disciplina importante nos Estados Unidos. Os jovens cavaleiros são ativamente treinados para ter uma postura firme e boa.

Os cavaleiros alemães tendem a sentar-se altos e profundos e têm ombros muito quadrados quando montam. Os cavalos são geralmente um pouco mais pesados ​​e dependem apenas da força para fazer os saltos. O estilo de pilotagem é baseado no controle e na capacidade de pilotagem e o cavalo é montado em uma estrutura muito mais curta e vertical. Normalmente os cavalos são realmente conduzidos ao obstáculo. Você pode descobrir que uma boa base de adestramento é a base desse estilo.  Isso lhes dá uma base e técnica sólidas, que podem usar mais tarde na trilha, já que os alemães são cavaleiros muito técnicos.

Estas são as principais diferenças entre os dois estilos de condução. No entanto, a criação alemã está lentamente mudando para cavalos mais ágeis e leves, que requerem menos suporte. Na América, vemos cada vez mais pessoas importando seus cavalos jovens da Alemanha e vendendo-os no mercado americano depois de terem colocado alguns quilômetros de exibição. Quase parece que estamos lentamente nos aproximando de um terreno comum quando se trata do tipo de show jumpers que queremos. Ambas as partes estão lentamente começando a adaptar seu estilo ao que funciona melhor para os cavalos e nossa disciplina preferida.

Fonte: Equnews

Willem Greve: “Em casa ele é um pouco preguiçoso, mas sabe o que fazer na pista”.

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Os showjumpers do TeamNL concluíram a temporada ao ar livre de uma forma magnífica, com uma vitória impressionante na Final da Longines FEI Jumping Nations Cup em Barcelona.

A final de Barcelona foi um evento especial para Willem Greve e  Carambole  . “É sempre bom fazer parte da equipe vencedora, principalmente em um show como este.” Greve está feliz com o desempenho de seu Carom, de 17 anos. “Devo muito a este cavalo, ele significa muito para mim. Eu gostaria que ele pudesse dar a entrevista coletiva porque ele mereceu esta vitória. É ótimo que agora ele tenha mostrado ao mundo todo o quão bom ele é nesta idade. “

Greve mantém Carom em seus estábulos desde os quatro anos. “Em casa ele é um pouco preguiçoso, mas sabe o que fazer na pista. Fiz um plano para o Barcelona e deu certo. Não quero pensar na aposentadoria de Carambole ainda, vamos comemorar isso primeiro. Eu quero tirá-lo do esporte no auge, e é isso. Vamos ver o que vamos fazer em casa primeiro “, conclui Greve.

Fonte: Equnews

Eric Lamaze recebe a ‘Ordem do Esporte’ canadense e é introduzido com Hickstead no ‘Hall da Fama’

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A dupla campeã olímpica, Eric Lamaze e Hickstead  , foi incluída no ‘Hall da Fama’ canadense, o lugar de honra foi entregue ao saltador canadense na noite de domingo. 

Lamaze foi admitido no Hall da Fama após uma carreira notável que viu a dupla conquistar o título olímpico em 2008 em Pequim e ajudar o Canadá a conquistar a medalha de prata pela equipe. A combinação também levou a medalha de bronze nos Jogos Equestres Mundiais de Lexington em 2010. “Esta é a maior honra que você pode receber de seu próprio país”, responde o saltador de 53 anos. “Hickstead foi um fenômeno. Verdadeiramente um em mil. Juntos, representamos repetidamente nosso país com orgulho e bem em nosso esporte. Para Hickstead, esta é realmente uma conquista honrosa.”

Lamaze também recebeu a ‘Ordem do Esporte’, o maior prêmio do Canadá para atletas. Lamaze já recebeu este título em Calgary no mês passado.

Fonte: Equnews

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