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Novo cavalo olímpico para Lillie Keenan

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Recentemente, Dani G Waldman anunciou que faria uma pausa esportiva. Hoje é anunciado que seu cavalo castrado Zangersheide de 13 anos, Queensland E  (ex. Quinto de la Hamente Z) está se mudando para os estábulos da americana Lillie Keenan. A nova dupla saltou pela primeira vez no Peelbergen no último fim de semana.

O castrado mudou-se dos estábulos de Lansink para os estábulos de Waldman em 2020. A combinação começou no verão passado durante os Jogos Olímpicos de Tóquio. “Quando soube que Dani estava colocando um fim em sua carreira esportiva, aproveitei a chance de perguntar se Queensland estava à venda. Quero me concentrar fortemente na Liga dos Campeões Global este ano e também tenho muitas ambições com o americano equipe.”

Através de seu namorado, Darragh Kenny, um momento de teste foi imediatamente inserido. “Terei que me adaptar um pouco ao cavalo e ainda temos que crescer juntos, mas estou ansioso por um futuro de sucesso com ele.”

Fonte: equnews

El Barone 111 de Lövsta Stud e Malin Baryard Johnsson doam 150.000 coroas suecas para caridade

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O Lövsta Stud e o piloto sueco Malin Baryard-Johnsson colocaram seus ombros no volante, ReGive. Esta iniciativa tem o compromisso de garantir o bem-estar dos cavalos. Portanto, o prêmio em dinheiro que Malin Baryard-Johnsson e El Barone 111  ganharam em 2021 foi doado.

Com colocações em Valkenswaard, Barcelona e Bruxelas, o par valeu cerca de 150.000 SEK ou mais de 14.000 euros em ganhos. A ReGive decidiu agora doar o dinheiro para o Projeto Global de Fardas de Brooke. Uma organização que apoia ferradores em todo o mundo com não apenas material, mas também conhecimento. A organização está ocupada, especialmente na África, Ásia e América do Sul.

“Podemos fornecer aos nossos cavalos o melhor cuidado possível, mas muitos proprietários não têm essa oportunidade. Por meio da iniciativa ReGive, podemos apoiar outras organizações e proprietários para otimizar o bem-estar dos cavalos em todo o mundo”.

Fonte: Equnews

Brasil consegue oito pódios em concursos de saltos

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Com três vices de Marlon Zanotelli, Brasil vai a oito pódios em concursos de saltos na Europa

O hipismo saltos brasileiro conquistou oito pódios em concursos realizados pela Europa neste final de semana. O principal destaque foi a dobradinha no contrarrelógio a 1,45m do CSIO3* de Drammen, na Noruega. Thiago Ribas, montando Itchcock des Dames, foi o único a não cometer penalidades e venceu com 73.58. Marlon Zanotelli, com Harwich VDL, ficou em segundo lugar, com 75.49.

Marlon Zanotelli ainda garantiu outros dois pódios no final de semana em Drammen. No sábado, montando Chelsea, ele foi vice no Grand Prix a 1,40m do CSI1*. Já no domingo, no circuito reduzido a 1,40m do CSIO3*, ele e Sin Cindy tiveram 65.32, apenas oito centésimos mais lentos que a dinamarquesa Tina Lund, com Chacceldi, que foi a vencedora.

Também no domingo e ainda em Drammen, Victor Mariano Luminatti, com Idette, foi o segundo colocado no Grand Prix a 1,50m do CSIO3*, marcando 36.84. Já no CSI3* do Sentower Park, na Bélgica, Mariana Chaves foi a segunda colocada do especial de duas fases a 1,40m, montando RI AI The Blue. Apenas 13 atletas participaram.

Yuri Mansur também foi o segundo colocado do Grand Prix a 1,45m do CSI2* de Peelbergen, na Holanda. Montando Away Semilly, ele ficou a apenas dois centésimos do líder, o belga Alexander Housen. Felipe Nagata foi o terceiro colocado em um jump-off a 1,20m no CSI1* de Sanremo, na Itália. Ele montou Jorgos D’Heyboght.

Fonte: Olimpiada todo dia

Chevaux Hex-Lup rouba a cena do clássico em São Paulo

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No sábado, 11 de junho, sessenta conjuntos, de diversos estados, largaram na pista de grama da Sociedade Hípica Paulista para a disputa do Clássico Rodolpho Raul Lara Campos, na 51ª Copa São Paulo.

Dos 60 conjuntos, 20 avançaram para o desempate em uma disputa de tirar o fôlego.

Stephan Barcha com o BH Chevaux Hex-lup (X-Rated Gms – Clinton JMen) não deu a chance aos seus adversários e num percurso sem penalidades, em 37s59, assinou seu nome no Troféu perpétuo Rodolpho Raul Lara Campos.

 Guilherme Foroni com Cerberus C JMen (Carbacan Jmen – Petra Z) assegurou o segundo posto no tempo de 39s72 e foi seguido por Gabriel Kayan Soares Magalhães no dorso de Xispita 3K do Santo Antonio (Zirocco Blue Vdl  X Cento), em 39s73. Luciana Camargo levou Cayana B JMen II (Canavaro Jmen – Orame) ao quarto posto, com zero em 39s85. O sexto lugar também ficou com a criação nacional representada por Camiro JMen (Chileno Jmen – Laeken Jmen), conduzido pelo cavaleiro Paulo Miranda.

CLASSICO RODOLPHO RAUL LARA CAMPOS
Campeão Stephan Barcha / Chevaux Hex-lup – FHBr – 0/37s59
Vice Guilherme Foroni / Cerberus C JMen II – FPH – 0/39s72
3º Gabriel Kayan Soares Magalhães / Xispita 3K Santo Antonio – FHMG – 0/39s73
4º Luciana Camargo / Cayanna B JMen II – FPH – 0/3985
5º Mario Francisco Cia Junior / Anitaire Z MC – FPH – 0/45s38
6º Paulo Miranda / Camiro JMen – FPH – 0/47s68

Fonte: ABCCH

Ferrari M tem vitória internacional na 51ª Copa São Paulo na Hípica Paulista

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Na sexta-feira, 10/6, a principal disputa da 51ª Copa São Paulo, na Sociedade Hípica Paulista, foi a prova internacional a 1.50m, válida como qualificativa para o GP Troféu Roberto Luiz Joppert .

Sagrou-se vencedor, o jovem talento André Fonseca Moura, montando Ferrari M, BH de 14 anos, sem faltas em 39s27. Dos 37 conjuntos, 11 zeraram o percurso inicial idealizado pelo course-designer argentino Ivan Tagle e oito definitivamente largaram no desempate.

Em 2º lugar chegou o top Guilherme Foroni com Chelsea JMen, de 11 anos, seguido por José Roberto Reynoso Fernandez Filho, montando Cornet Dor JMen, de 10 anos, que cruzaram a linha de chegada, respectivamente em 39s89 e 41s16.

Do quarto ao sexto posto também estiveram presentes cavalos da raça Brasileiro de Hipismo com Dubruc JMen Botupharma e Artemus de Almedia, Con Chello´s Son JMen com Jose Luiz Guimarães e Rasputin JMen II conduzido por Stephanie Macieira, com 0, 0 e 4 pontos respectivamente em 41s34, 47s28 e 43s01.

Classificação : qualificativa do GP
1º André Moura / Ferrari M – 0/39s27
2º Guilherme Foroni / Chelsea JMen – 0/39s89
3º José Roberto R. Fernandez Filho / Cornet Dor JMen – 0/41s16
4º Artemus de Almeida / Dubruc JMen Botupharma – 0/41s34
5º José Luiz Guimarães de Carvalho / Con Chello´s Son JMen – 0/47s28
6º Stephanie Macieira / Rasputin JMen II – 4/43s01

Fonte: ABCCH

Stephan Barcha é o campeão do GP Internacional na 51ª Copa São Paulo, na Hípica Paulista

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Com o resultado, Stephan, campeão brasileiro senior top 2021, se manteve na liderança do ranking senior top 2022 e abre caminho para convocação nos Jogos Sul-Americanos 2022, já de olho no Pan 2023 e Paris 2024.

Fechando o Concurso de Salto Internacional e Nacional de Salto 51ª Copa São Paulo, na Sociedade Hípica Paulista, o cavaleiro olímpico Stephan Barcha mais uma vez confirmou a excelente forma. Montando Chevaux Primavera Montana Império Egípcio, Stephan faturou o título do GP Troféu Roberto Luiz Joppert – Prêmio Credit Suisse, a 1.55/1.60m, válido como seletiva para formação Time Brasil nos Jogos Sul-americanos – Odesur 2022 no Paraguai, Final da Copa do Mundo 2023 nos EUA e 4ª etapa do ranking brasileiro senior top 2022.

Dos 36 conjuntos, conforme a regra, os 12 melhores – entre os quais seis sem faltas, habilitaram-se para a 2ª e decisiva volta, com armação do course-designer argentino Ivan Tagle. Por ter sido o mais rápido entre os conjuntos zerados com suas duas montarias, Stephan foi o penúltimo e último em pista, precisando “apenas” garantir percurso limpo, uma vez que todos os demais concorrentes haviam cometido pelo menos um derrube.

Mantendo a incrível regularidade e performance Stephan Barcha e Chevaux Primavera Montana Império Egípcio, BH de apenas 10, cumpriram a meta e com percurso cuidadoso sem faltas nos obstáculos em 61s19, fecharam com apenas dois pontos perdidos por ultrapassar o tempo limite, faturando o título do GP. Com o resultado, Stephan, campeão brasileiro senior top 2021, se manteve na liderança do ranking senior top 2022 e abre caminho para convocação nos Jogos Sul-Americanos 2022, já de olho no Pan 2023 e Paris 2024.

“Eu estou muito feliz, acho que o processo da Primavera está muito sólido. É uma égua que monto desde muito nova. A cada GP ela evolui, ela só faz zero. Foi o 12º percurso do ano e 12º zero. É muita consistência e algo raro que eu me orgulho muito porque a gente trabalha muito para isso. Nossos próximos passos são o Campeonato Brasileiro e última seletiva para o Odesur (Jogos Sul-americanos). Ela está em preparação para ano que vem buscar uma vaga no Pan e Paris 2024”, destacou Stephan. “Quero também agradecer ao proprietário da Primavera, José Romero Dias Gomes, ao Haras Império Egípcio e toda equipe da Chevaux.”

O vice-campeonato coube à consagrada dupla Marcello Ciavaglia com GR Garuda, BH de 14 anos, com qual já garantiu inúmero títulos no circuito nacional, com percurso limpo na 2ª volta, na ótima marca de 42s04, fechando com os quatro pontos (1 falta) da primeira passagem.

Já em 3º lugar chegou Sergio Marins com California 19, oldenburger de 13 anos, zerado na 1ª passagem e que “amargou” uma falta na 2ª volta, em 54s21.

Com bela atuação, o cavaleiro da casa Vitor Dantas Medeiros com AG Bocker emplacou em 4º lugar, seguido por Rafael Collares Lucas da Rosa com Horus Método e Artemus de Almeida com Dubruc Jmen, totalizando, respectivamente, 4, 5 e 8 pontos, em 60s08, 61s54 e 53s80. A disputa distribuiu R$ 200 mil em premiação.

O Troféu Perpétuo Roberto Luiz Joppert

São muitos os cavaleiros que fizeram e fazem a história da Sociedade Hípica Paulista, mais antigo polo do hipismo brasileiro fundado em 1911. Sem dúvida, Roberto Luiz Joppert é parte dela. Ao lado de outros grandes nomes e amigos como José Roberto Reynoso Fernandez, o saudoso Alfinete (hexacampeão da Copa São Paulo), Caio Sérgio de Carvalho, Ricardo Gonçalves, Romeu Ferreira Leite, Sergio Pereira, Carlos Alberto Santos e também Raul Lara Campos, Gianni Samaja, Eduardo Dantas, o Dantinhas, Roberto Luiz Joppert, mais conhecido como Bob, era figura notória.

Falecido precocemente em 2009, aos 62 anos, Bob colecionou títulos nacionais e internacionais, entre eles, o bicampeonato GP Pão de Açúcar 1973/1974 (atual Copa São Paulo). Desde 2010, a cada edição da Copa São Paulo, a Sociedade Hípica Paulista homenageia Joppert com o Troféu Perpétuo Roberto Luiz Joppert, em que o campeão do GP tem seu nome inscrito, e leva uma réplica do Troféu para casa e uma outra réplica vai para o proprietário do cavalo campeão.

GP Troféu Roberto Luiz Joppert – Prêmio Credit Suisse


Campeão Stephan Barcha / Chevaux Primavera Montana Império Egípcio – 0/2 – 2/62s19
Vice Marcello Ciavaglia / GR Garuda – 4/0 – 4/52s04
3º Sergio Henrique Neves Marins / California 19 – 0/4 – 4/54s21
4º Vitor Dantas Medeiros / AG Bocker – 0/4 – 4/60s08
5º Rafael Collares Lucas Rosa / Horus Método – 0/5 – 5/61s54
6º Artemus de Almeidia / Dubruch JMen – 4/4 – 8/53s80

Imprensa CBH com imagens Duílio Andrade

A magia de um fundo de cavalos…

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Já está totalmente estabelecido em cavalos de corrida. Particularmente, já existem alguns fundos para cavalos e na Holanda o SFN (Springpaarden Fonds Nederland) é um exemplo clássico. Um fundo de cavalos é uma iniciativa mágica que muitas vezes é criada a partir de uma perspectiva ideológica e às vezes econômica. Mas o que é e por que é realmente benéfico estabelecer ou participar dele? Existe retorno de investimento?

Explicando de forma muito simples, um fundo de cavalos é um sistema no qual os cavalos são comprados coletivamente. Como acionista, você tem uma parte do cavalo, mas também é responsável por parte dos custos associados à manutenção, atualização e treinamento. Sua ‘propriedade’ pode ser limitada no tempo ou parar quando o cavalo for vendido.

Por exemplo, suponha que você compre um cavalo no valor de 80.000 euros. O investimento anual em manutenção, formação e competição está fixado em 50.000 euros. Você então paga 8.000 euros por 10% de propriedade do cavalo. Anualmente você paga 5.000 euros de custo de manutenção.

“É bom ter um cavalo com pessoas diferentes”, disse um acionista da Harlequin. “Há menos pressão porque o depósito e o investimento com a maioria dos coproprietários permanecem limitados. Portanto, também há menos pressão e exigências de retorno do investimento.” 

Cavaleiro é sempre o vencedor

De qualquer forma, o piloto é sempre o vencedor. Co-proprietário ou não, o piloto é sempre quem ganha em um fundo. Afinal – em teoria – ele pode ter um cavalo por mais tempo e o cavaleiro ganha mais perspectiva para crescer com o cavalo a um nível superior. Como os riscos estão espalhados, muitas vezes há um clima de premiação mais favorável para o esporte.

Investimento de risco

Atenção, como quase todo investimento no cavalo (esporte), um fundo também é um investimento arriscado. Você pode incluir o seguro  em seu custo anual para ser compartilhado. Isso reduzirá seu risco de 100% para 20%. No entanto, há sempre a possibilidade de perda de investimento. Mas, como com qualquer coisa, quanto maior o risco, maior o ganho potencial.

Portanto, é importante sempre participar com pessoas com experiência e, muitas vezes, também com pessoas que podem combinar diferentes conhecimentos em benefício do cavalo e do esporte.

Fonte: Equnews

Kon Tiki Quality Z vence em Westerstede

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Em Westerstede, o garanhão de seis anos aprovado, Kon Tiki Quality Z, imediatamente ficou de olho nele quando venceu sua primeira competição internacional. 

No primeiro dia, este belo filho de Kannan venceu o teste de adestramento sob a sela de Vincent Martens. Até então ele já estava quase quatro pontos à frente. Kon Tiki Quality Z também estava na liderança durante a aula de salto. Ele conseguiu manter esse primeiro lugar, o que o tornou muito forte. 

Ele conseguiu terminar o teste cruzado sem falhas. Ele também teve um dos tempos mais rápidos, tornando-se o vencedor geral. Ele terminou sua primeira participação internacional muito bem com essa vitória final! 

O criador do Kon Tiki Quality Z, Koen Terryn, ficou muito feliz. Ele mesmo não estava presente, mas a notícia logo o alcançou. Tanto no adestramento quanto no cross country, o Kon Tiki Quality Z sempre mostra seu melhor lado. É por isso que eles também são muito curiosos sobre o futuro. 

É também um garanhão reprodutor, o que significa que a criação de eventos belgas certamente ganhou mais uma estrela. 

Fonte: Equnews

Glenn Geerts terceiro em Valkenswaard

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Na competição internacional de pilotagem em Valkenswaard, Stan van Eijk conquistou a vitória com uma grande vantagem no cavalo par. No four-in-hand, Glenn Geerts foi o melhor piloto da Bélgica com um terceiro lugar, o degrau mais alto do pódio foi para o anfitrião Boyd Exell.

Na classe de quatro na mão, IJsbrand Chardon começou energicamente com uma boa pontuação no adestramento e foi autorizado a largar a maratona em segundo lugar. No entanto, no terceiro obstáculo da maratona, Chardon perdeu muito tempo, caindo algumas posições na classificação.

Na habilidade vencida por Koos de Ronde, Chardon não conseguiu alcançar seus concorrentes. No final, Boyd Exell conquistou a vitória (157,85), deixando Michael BRauchle (162,80) em segundo lugar, à frente do belga Glenn Geerts (164,20).

Fonte: Equnews

Carry Goossens: “Houve um período em que todos se chamavam de encantadores de cavalos…”

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Em entrevista a Stefaan Lammens, no Saddle Room, o ator Cary Goossens explicou seu amor por cavalos e esportes equestres. Goossens agora pode ser visto nos cinemas em Kapitein Zeppos. “Eu insisti que um cavalo estivesse no filme. Durante o galope eu só pensava, agora não posso cair, não aguento mais isso…” ri o ator.

O amor pelo cavalo

“O amor pelo cavalo começou cedo. Venho de um bairro operário de Mechelen. Só conhecia um cavalo pela TV. Foi só aos 29 anos que montei pela primeira vez na sela .” diz Goossens. “No auge, quando eu ainda montava minhas duas filhas, tínhamos 4 cavalos em casa. Também nos mudamos para East Flanders. E não há nada mais feliz do que acordar com a vista de seus próprios cavalos.”

Não devemos generalizar

“Se seu cavalo anda de manhã à noite em uma escola de equitação, ou na carruagem ou na feira… notei que alguns cavalos são extremamente bem cuidados e outros menos… falar sobre a ética de se os cavalos devem ser proibidos em feiras”, diz Goossens. “Como um amante de cavalos, você está lá para o seu cavalo dia e noite e só quer o melhor para eles.”

A hostilidade do cavalo infelizmente é algo que existe

“Infelizmente, existe a hostilidade do cavalo. Acho que é uma questão de confiança. Na natureza, um cavalo é um animal voador. Portanto, sua tarefa como cavaleiro ou proprietário deve ser sempre conquistar essa confiança. E sem brutalidade. nem agressividade você consegue… mas alguns pensam o contrário.”

Fonte: Equnews

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