A classe CSI3* 1,45m foi realizada hoje em Deauville. François Jr Mathy foi o belga mais forte e ficou em segundo lugar. Um total de três combinações belgas conseguiram ficar entre os dez primeiros.
Depois de três rodadas muito boas no primeiro campeonato do Dominator Z, Christian Ahlmann decidiu não deixar seu garanhão saltar novamente na final de domingo para a qual se classificou no sábado à noite.
Christian Ahlmann: “ Estamos muito orgulhosos do Dominator Z e da forma como saltou no seu primeiro campeonato. Como sempre, ele mostrou 100% de empenho e lutamos juntos pelo time. Volto para casa com uma sensação muito boa, principalmente porque agora temos a qualificação para os Jogos Olímpicos de Paris em 2024 com a seleção alemã. Estou feliz por ter me dado a confiança para participar deste campeonato pela seleção alemã e gostaria de agradecer aos meus companheiros de equipe, mas também a toda a minha equipe aqui e em casa! Meus cavalos estão nas melhores mãos com eles! ”
A classe CSI3* 1,50m acaba de terminar em Opglabbeek. Sophie Hinners foi para casa com a vitória. Gilles Dunon foi o belga mais forte.
Sophie Hinners venceu esta classe junto com Anaba Haize (por Ravage de Mars) em um tempo de 65,83 segundos. O segundo lugar foi para Guillaume Foutrier e Corneska de la Falize Z (por Cornet Obolensky ) em 66,20 segundos. O terceiro lugar foi para Niels Kersten, que foi montado por Tippy Z (por Tyson ) em um tempo de 67,75 segundos.
Niels Tacken ( Cordis Totalis Z ) foi o quarto. O quinto lugar foi para Lisa Huep (Confetti M).
Hoje cedo a classe CSI1* 1.15m foi montada. Giel Vangeebergen e Gazelle (por A’Lee Spring Power) venceram esta classe com o tempo de 62,05 segundos. Alexander Kumps (Fraya Wiro) foi o sexto. Juliette Herpoel ( Carrera KDW Z ) foi a oitava.
O CSI3* 1,45m acaba de ser disputado em Herning, onde atualmente decorre o Campeonato do Mundo. Os belgas pontuam fortemente neste quesito, com Maartje Verberckmoes em um e três lugares no top 10. Thibault Philippaerts termina no pódio com um terceiro lugar.
No percurso que é executado em 2 voltas e um desempate, a primeira volta terminou. Verberckmoes foi o mais forte e Carrera Z (V. Calvaro Z) conquistou a vitória em 73,60. Esse tempo é pouco menos de 2 segundos mais rápido que sua sucessora, a sueca Angelica A. Zanotelli com Chadora Lady. Ela montou o pedigree Chacco-Blue de 9 anos em 75,51 claros. Thibault Philippaerts a seguiu de perto em 75,80. Ele também garantiu um lugar entre os três primeiros com Broadway de Mormoulin (V. Kannan).
O dinamarquês Nicolas Pedersen evita que os belgas dominem quase todo o top 5 e se espreme entre eles em 4º lugar com pedigree Diarado Tailormade Diarado’s Boy. Vincent Lambrecht termina o top 5 com Andiamix II Hero Z (V. Aganix du Seigneur). Do lado de fora do top 5, Emilie Conter guincha. Ela termina com Balento CS (V. Balou du Rouet) em seis.
Evelyne Putters entra no top 15 com Eye of the Tiger (V. Carambole) com um quarto lugar.
Com soberania da Suécia, campeã olímpica, 10 das 22 nações avançaram para a final por equipes no Mundial 2022, em Herning, na Suécia. O Brasil virou em 10º lugar, a menos de uma falta do time 5º colocado e segue firme no jogo também na classificação geral.
Nessa quinta-feira, 11/8, a 2ª qualificativa individual e 1ª volta da final por equipes foram o centro das atenções no estádio de Herning, na Dinamarca, sede do Mundial 2022, evento maior do hipismo, realizado a cada quatro anos.
Com show Suécia, campeã olímpica, que computa menos de 1 falta (equivalente a 4 pontos, 10 das 22 nações avançaram para a final por equipes. O Brasil virou em 10º lugar, a menos de uma falta do time 5º colocado e segue firme no jogo também na classificação geral. Ao mesmo tempo, os 60 melhores conjuntos também avançaram para final por equipes, também válida como 3ª qualificativa indidivual.
Pelo Brasil, Yuri Mansur montando QH Alfons do Santo Antonio fez pista limpa e vem em 14º na soma da classificação individual, Marlon Zanotelli e Like a Diamond van het Schaeck e Pedro Veniss com Nimrod de Muze, registraram ambos uma falta na tripla combinação (oxer, a dois lances, uma vertical e, a um lance, um oxer), ocupando, respectivamente, o 27º e 30º posto. Garantiram o passaporte para a decisão por equipes: Suécia, 3,69 pontos, França, 5,44, Alemanha, 11,76, Holanda, 13,31, Bélgica, 13,49, Grã Bretanha, 14,66, Suíça, 14,83, Canadá, 15,56, Irlanda, 17,15 e Brasil, 17,29. Vale destacar que o Brasil está menos de uma falta da Bélgica, 5ª colocada.
“Foi um percurso bem delicado, ainda mais nessa segunda rodada com pouquíssmos zeros. Meu cavalo hoje estava simplesmente incrível, na última linha ele me deu um trabalho, eu acho que ele imaginou que tivesse acabado ali, deu uma estancada de repente, mas do resto não tem o que falar, foi muito bom”, comemorou Yuri.
Marlon que foi o primeiro a largar também se mostrou satisfeito. “Minha égua Diamond saltou muito bem, está passando um sentimento muito bom. Cheguei um pouco perto na entrada do triplo, acabei tendo que montar um pouco para o segundo elemento e ela trocou de pé na vertical. A gente está feliz, saltando muito bem até agora. Hoje estava bem mais técnico e amanhã vai estar com certeza mais difícil ainda. É o normal e o armador está fazendo um ótimo trabalho”, destacou Marlon, atual nº 5 do ranking mundial.
Pedro lamentou um pouco a falta. “O cavalo saltou muito bem, um pouco chateado, talvez faltou um pouco mais de perna na saída do triplo, mas ainda estamos na briga. Amanhã a expectativa é boa. Acho que os três cavalos que saltaram bem ontem repetiram bons percursos hoje. O percurso estava um pouco mais difícil que ontem, mas eu acho que realmente o campeonato realmente começa amanhã”, pontuou cavaleiro.
Regras do jogo
As cinco primeiras equipes habilitam para Paris 2024 e a França, por ser país sede, independente do resultado, já tem vaga garantida. Assim se o Brasil chegar em até 6º lugar também está habilitado aos Jogos Olímpicos, independentemente do resultado do Pan 2023 no Chile, onde os três melhores países também irão se garantir nos Jogos de Paris.
Já a final individual, a 1.65m, dois percursos, rola no domingo, 14/9, a partir da 9h00 (fuso brasileiro).Entram 1ª volta os 25 melhores do Campeonato (soma de todos os percursos) e na 2ª os 12 melhores da 1ª volta. Todas as disputas têm transmissão ao vivo pelo canalolímpicodobrasil.com.br
Retrospectiva do Brasil nos Mundiais
O Salto é a única modalidade no atual formanto de Mundiais que o Brasil conquistou medalha com o ouro individual de Rodrigo Pessoa montando Gandini Lianos em Roma 1998.
Participando de todas as oito edições, desde 1990 na Suécia, o Time Brasil soma duas vezes o 4º lugar (The Hague, Holanda, em 1994 e Kentucky, Estados Unidos, em 2010); duas vezes o 5º lugar (Roma 1998 e Normandia 2014); 8º em Estocolmo, Suécia, em 1990; 9º em Jerez de La Frontera, Espanha, em 2002, 10º em Aachen, Alemanha, em 2006 e 14º em Tryon, Estados Unidos, em 2018.
Mais um final de semana de sucesso para a criação nacional que está saltando os principais concursos internacionais do mundo. Na última sexta-feira, 05 de agosto, Sindiva Joter (Singular Joter II X Jalisco B), garantiu o segundo posto no prêmio Stephex Horsetrucks, a 1.10m, no CSI1*.
Montada pela amazona brasileira Maria Elisa Conceicao Gonzaga, a BH zerou o percurso de velocidade, no tempo de 64s55, ficando atrás apenas de Layth Ghrayeb, montando Elite de Pontos, que fechou em 58s23
Nessa terça-feira, 09 de agosto, criadores do cavalo Brasileiro de Hipismo viajaram para a Bélgica no tão esperado BH BREEDERS TOUR 2022.
A ABCCH, sob as orientações de Antonio Celso Fortino, idealizou a viagem em parceria com os criadores belgas a fim de elucidar para os criadores nacionais os caminhos que a criação belga está tomando, observando analisando e entendendo os pensamentos sobre o mercado mundial do cavalo de esporte, incluindo o modelo e cruzamentos que os belgas vêm buscando para seus cavalos, assim como os sucessos e insucessos da criação local.
A título de incentivar a participação dos criadores na Exposição Nacional do Cavalo Brasileiro de Hipismo, as vagas para o BH BREEDERS TOUR inicialmente foram vinculadas com os criadores que participaram e ou venceram a Exposição do XVI Festival Nacional do Cavalo BH do ano passado.
Estão no grupo de brasileiros o Haras Incitatus representado pelo sócio Eduardo Bisco, Haras BH representado pelo Bruno Ribeiro, o Haras DC com o criador Emyr Diniz além de Alexandre Plassa, do Haras Ipiranga acompanhados do representante da ABCCH: Antonio Celso Fortino.
Roteiro de Viagem: – Embarque no Brasil – 9/8 – Chegada em Bruxelas – 10/8 – Prova de Salto – Final do Campeonato de Cavalos Novos da Bélgica de 11 a 15/08 – Visitas aos Haras : ✓ ZANGERSHEIDE ( 16/8) ✓ VAN OVERIS STUD (16/8) ✓ STAL DEN BISSCHOP (17/8) ✓ STAL DE MUZE (17/8) ✓ QUALITY STUD (18/8) ✓ PICCOBELLO (19/8) ✓ GLOBAL CHAMPIONS TOUR DE LONDRES – 20/8 ✓RETORNO AO BRASIL – 21/8
“Essa é uma oportunidade de interagir com criadores respeitados mundialmente pela produção de cavalos de hipismo.”
Lembrando que faltam apenas 90 dias para a próxima edição do Festival Nacional do Cavalo Brasileiro de Hipismo, que acontecerá no mês de novembro, no Clube Hípico de Santo Amaro. Já está na hora de começar a preparar e treinar o seu potro para se apresentar na maior vitrine nacional da Raça Brasileiro de Hipismo. Em breve divulgaremos os prêmios e as oportunidades que serão ofertadas aos vencedores desse ano da Exposição!
Em nome da Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo de Hipismo desejamos uma boa viagem aos nossos criadores com a certeza que a viagem será um verdadeiro sucesso com o intercâmbio de informações e conhecimentos.
Ao longo da viagem faremos alguns “Diários de Bordo”. Até breve!
Em 7º lugar entre 22 países, a menos de 1 falta do 2º colocado, o Brasil vem com boas chances de pódio por equipes e individual no Mundial na Dinamarca. As cinco primeiras nações habilitam-se para Paris 2024.
Nessa quinta-feira, 10/8, o Time Brasil de Salto estreou bem no Campeonato Mundial 2022, no Estádio Stutteri Ask, em Herning, na Dinamarca. Três conjuntos brasileiros fizeram percurso limpo na prova de caça, a 1.55m (em que a cada falta são acrescidos quatro segundos ao tempo final), na seguinte ordem de largada: Marlon Zanotelli com Like a Diamond van Het Schaeck, em 84s27, Yuri Mansur e QH Alfons Santo Antonio, 86s38, e Pedro Veniss montando Nimrod de Muze Z, 85s15, computando respectivamente, 2,60, 3,04 e 3,65 pontos, ou seja, a menos de uma falta do vencedor Julien Epalilard com Carcacole de Roque, 75s08, integrante da equipe da França, vice-líder.
Já Bernardo Alves com Mosito van Hellehof, primeiro em pista, teve um problema no nº 6 do percurso de 14 obstáculos, idealizado pelos holandeses Louis Konickx e Quintin Maertens, quando seu ainda jovem cavalo (10 anos) estranhou um muro branco e o cavaleiro desistiu, tendo seu resultado descartado para efeito de contagem da equipe.
Mas o saldo é o muito positivo, o Brasil ocupa o 7º lugar, com 9,29 pontos, a menos de 1 falta da França, vice-líder, e a 5,6 pontos do time líder Suécia, 3,69. Dos 22 países, 12 computam menos de 12 pontos (equivalente a 3 faltas) na competição. A atual campeã olímpica Suécia em 1º, 3,69 pontos, seguida pela França, 5,44, Bélgica, 5,49, Grã Bretanha, 6,66, Suíça, 6,83, Alemanha, 7,76, Brasil, 9,29, EUA, 9,60, Itália, 9,76, Irlanda, 11,15 e Canadá, 11,56.
Os três brasileiros zerados se mostraram satisfeitos com resultado cumprindo o objetivo de seguir de fazer um tempo com boas chances tanto por equipes e individual. Já Bernardo não tem mais chances no individual, mas segue na briga por uma medalha do Time Brasil.
Para o 1º percurso da final por equipes, nessa quinta-feira, 11, a partir das 8 horas (fuso brasileiro), o chefe de equipe Pedro Paulo Lacerda e o treinador suíço Philippe Guerdat definiram a seguinte ordem de largada, Marlon, nº 19, Yuri, nº 48, Pedro, nº 74 e Bernardo, nº 99.
O 2º e decisivo percurso da final por equipes e terceira qualificativa individual acontece na sexta-feira, 12, a partir das 16 horas (fuso brasileiro) e a grande decisão individual será no domingo, 14, a partir das 9 horas.
As cinco primeiras equipes habilitam-se para Paris 2024 e a França, por ser país sede, independente do resultado, já tem vaga garantida.
Regras do Jogo até a final por equipes e individual
Final por equipes sem cronômetro, a 1.65m, 11 e 12/8. Participam da 2ª volta as 10 melhores equipes e os 60 melhores conjuntos individuais Final individual, 1.65m, dois percursos, 14/9 Entram 1ª volta os 25 melhores do Campeonato e da 2ª os 12 melhores da 1ª volta.
Retrospectiva do Brasil nos Mundiais
O Salto é a única modalidade em que o Brasil conquistou medalha com o ouro individual de Rodrigo Pessoa montando Gandini Lianos em Roma 1998.
Participando de todas as oito edições, o Time Brasil soma duas vezes o 4º lugar (The Hague, Holanda, em 1994 e Kentucky, Estados Unidos, em 2010); duas vezes o 5º lugar (Roma 1998 e Normandia 2014); 8º em Estocolmo, Suécia, em 1990; 9º em Jerez de La Frontera, Espanha, em 2002, 10º em Aachen, Alemanha, em 2006 e 14º em Tryon, Estados Unidos, em 2018.
Nessa quarta, 10/8, na abertura das competições do Adestramento Paraequestre no maior evento hípico do mundo, em Herning, a dupla vice-campeã paralímpica conquistou a medalha de bronze na prova técnica e agora vai brigar por medalha no Freestyle.
Montando seu fiel parceiro Don Henrico em conquistas como prata nos Jogos de Tóquio e duas pratas na última edição dos Jogos Equestres Mundias, em 2018, em Tryon, Estados Unidos, o cavaleiro de 37 anos fez uma elogiada apresentação no BB Horse Arena terminando sua performance com a nota média geral de 74,925%.
“Estamos super felizes. Estava difícil, pois tinha bastante cavalo bom e eram 20 conjuntos, com diversos concorrentes novos. Estou muito contente, pois é o último concurso do meu cavalo que agora está com 19 anos e fez tanto por mim. Já vamos sair daqui com uma medalha e agora é ficar entre os 8 na prova por equipe do meu grau (IV) para classificar para o Freestyle se der tudo certo”, destacou Rodolpho.
“O Freestyle é uma prova que a gente gosta mais de montar, costumamos ficar sempre bem e espero que dê tudo certo”, comemorou o atleta que foi vítima de uma meningite bacteriana que trouxe como sequelas a perda de parte inferior das pernas e de dedos de uma mão, em 2015.
A prova por equipes do grau IV acontece na sexta-feira, 12, e se o conjunto ficar entre os oito primeiros colocados se classifica para a prova Freestyle (coreogradia livre e música) que acontece no domingo 14, definindo mais um pódio individual.
No pódio da prova técnica do grau IV deu dobradinha holandesa com a medalha de ouro para a atual campeã paralímpica e mundial Sanne Voets montando Demantur RS2 N.O.P (76,750%), e a prata para Demi Haerkens / EHL Daula (76,000%).
Sergio Oliva e Flamarion Silva fazem bonito no picadeiro
Outros dois atletas do Brasil também competiram nesta quarta-feira: Sérgio Oliva, 39 anos, dono de dois bronzes na Paralimpíada do Rio 2016 e montando Millenium, com quem competiu em Tóquio, atingiu 65,367% de nota média final terminando na 15ª colocação no grau I. Sérgio nasceu prematuro e por falta de oxigenação na incubadora ficou com paralisia cerebral.
A medalha de ouro do grau I ficou com Rihards Snikus montando King of the Dance, da Letônia, com a nota média final de 78,535%, a medalha de prata foi para a italiana Sara Morganti / Royal Delight (78,393%), e o bronze para o irlandês Michael Murphy / Cleverbou (74,143%). A prova por equipe do grau I acontece na sexta-feira 12 com o retorno de Sérgio Oliva à pista.
Estreando no Mundial, Flamarion Pereira de Silva montando Francis registrou 53,545% de nota média final, se posicionando em 14º lugar no grau II. Flamarion sofreu sequelas com a síndrome de Guillain Barré. A dupla retorna a pista na sexta-feira 12, na prova válida para equipes.
No pódio da prova técnica a medalha de ouro foi conquistada pela dinamarquesa Katrine Kristensen / Goerklintgaards Quater (75,788%), a prata com Pepo Puch / Sailor’s Blue (75,333%), da Áustria, e o bronze ficou para Lee Pearson / Breezer (75,091%), da Grã Bretanha.
Nesta quinta-feira 11, o Brasil está de volta a pistas do Mundial Paraequestre com Thiago Fonseca dos Santos montando o Lusitano Johnny Walker Plus no grau V. O atleta que tem dificuldade de movimentação em uma perna volta a competir na prova por equipes no sábado 13.
O Time Brasil de Adestramento Paraequestre tem como técnica Andrea Kober, a chefe de equipe Rosana Ayrosa, os veterinários Rodrigo Saito e Henrique Macedo e Claudiane Crisóstomo Pasquali, diretora da modalidade na Confederação Brasileira de Hipismo (CBH).
Sobre o Brasil no Mundial
O Adestramento Paraequestre foi a última modalidade a integrar os Jogos Equestres Mundiais (WEG na versão em inglês) e, hoje, ECCO FEI World Championship. A modalidade estreou em 2010 em Kentucky / EUA, quando o Time Brasil ficou em 13º lugar.
Na Normandia, França, 2014, a equipe ficou em 12º, com o melhor resultado individual, 6º lugar de Vera Lúcia Mazzilli/Ballantine.
Em Tryon, EUA, em 2018, o Brasil registrou sua melhor campanha no Mundial com a conquista das duas pratas individuais de Rodolpho Riskalla / Don Henrico e o 7º lugar por equipes. Imprensa CBH Carola May, Natasha Simonato com colaboração Rute Araújo; imgs: Luis Ruas
O cavaleiro Julien Epaillard foi o melhor no primeiro dia de disputas dos saltos, realizado nesta quarta-feira (10), no Mundial de Hipismo, em Herning (DEN).
Epaillard, montando Caracole de La Roque, ficou o tempo de 79.08s, liderando o primeiro dia de competições. o britânico Scott Brash é o segundo, com 0.23 pontos perdidos.
A terceira colocação pertence ao suíço Martin Fuchs, com 0.36s.
O melhor brasileiro no individual foi Marlon Zanotelli, com 2.60 pontos perdidos na 22ª colocação. Pedro Veniss é o 27º (3.04 pontos perdidos) e Yuri Mansur ficou em 35º, com 3.65 pontos perdidos. Bernardo Alves abandonou a prova e soma 39.30 pontos.
Por equipes, a Suécia está em primeiro lugar, com 3.69 pontos, seguida pela França (5.44 pontos) e pela Bélgica (5.69 pontos). O Brasil é o 7º colocado, com 9.29 pontos. Como os cinco primeiros garantem vaga em Tóquio, e a França já está classificada, a equipe brasileira está a 1.53 pontos da Suíça, a última classificada.
Fry repete e ganha também o Grand Prix Freestyle do adestramento
Após ganhar o Grand Prix Special, a britânica Charlotte Fry faturou nesta quarta-feira o Grand Prix Freestyle.
Montando Glamourdale, Fry obteve um total de 90.654% para levar o título. A prata ficou com a dinamarquesa Cathrine Laudrup Dufour (89.411%) e o bronze para a neerlandesa Dinja van Liere (86.900%).