Os custos crescentes para pilotos e organizadores estão novamente causando tensão. Uma frente unificada de pilotos questiona os custos extras soltos das organizações. Enquanto isso, vários organizadores estão de costas para a parede … as exigências dos pilotos são cada vez maiores, os custos de organização mais caros e as margens muito menores. Organizar eventos exclusivos tornou-se quase impossível e isso é prejudicial ao esporte!
Recentemente, tornou-se mais uma vez evidente que os custos crescentes de participação em competições (inter)nacionais estão sob pressão. Por outro lado, as demandas dos participantes continuam extremamente altas e as organizações estão sob pressão. “Parece ser uma situação insustentável, especialmente para organizações pontuais. Um consenso deve ser encontrado entre o grande pacote de requisitos dos participantes, os requisitos da FEI e os custos impostos, bem como as margens das organizações.” soa. “É muito fácil apontar o dedo para uma festa!”
O esporte deve ser autossustentável
O grande problema hoje em dia é que o esporte não é mais autossustentável. Nos diferentes níveis da modalidade, é o catering e/ou o patrocínio do evento que deve garantir um saldo positivo. Isso coloca as organizações e os custos relacionados ao esporte sob pressão. “É perceptível que algumas organizações estão com o foco errado. Pegue uma competição internacional, por exemplo. Os VIPs e patrocinadores são importantes, mas nada de entretenimento sem os pilotos. Eles vão para onde queremos”, diz um noivo aos nossos editores. “Portanto, é igualmente importante tratar bem os cavalariços e os cavalos.”
“Se o esporte já fosse autossustentável, então o foco do equilíbrio entre custos e benefícios específicos pode ficar inteiramente com o esporte”, diz um organizador. “Hoje os custos impostos apenas ao esporte são altíssimos. Você já tem que ter dois veterinários em um evento CSI. Há mais de um punhado de comissários e depois há muitos juízes que não só temos que pagar por dia, mas também temos que fornecer acomodação e alimentação. Acrescente a isso o custo de estábulos, equipamentos de obstáculos e pessoal de pista e, claro, também os ganhos, então o equilíbrio é feito rapidamente … em nenhum momento o esporte é autossuficiente e a indústria de alimentação ou patrocínio deve contribuir para a cobertura dos custos .”
Uma questão em aberto deve, portanto, examinar como as diferentes partes podem trabalhar juntas para encontrar um novo equilíbrio em favor do esporte…
A grande final do Campeonato Brasileiro Jovem Cavaleiro Top, 1.30/1.35m, na Sociedade Hípica Paranaense, nesse domingo, 23, contou com 13 conjuntos em pista. Pelas cores de Brasília, Maria Luiza Borges Cabral montando Lumpur JMen II computando apenas 4 pontos perdidos trazidos da 1ª prova sagrou-se campeã. Sempre competitivo, o gaúcho Augusto Bonotto Perfeito com Chevaux Big Boy GMS foi vice, totalizando 6 pp. Dois conjuntos com oito pontos perdidos na soma das três prova voltaram à pista para decisão do 3º lugar: o carioca Antonio D Orey Correa Veiga montando Felin JB, sem faltas, em 33s00, marca que colocou a amazona paranaense Monique Hubner Busato com RR Cornel du Lys, pista limpa, em 33s20, na 4ª colocação.
Na segunda final do Brasileiro de Jovens Cavaleiros nesse domingo, 23, série 1.10/1.15 metro, na Sociedade Hípica Paranaense, foram 10 conjuntos entre um total de 41 a postos na prova final que fecharam os três dias de competição sem faltas, levando a decisão a mais um emocionante desempate. Dois voltaram a garantir percurso limpo e Cintia Breda Lee com Caraibes faturou o título por São Paulo. Representando o Rio Grande Sul Kauan Ehlers dos Santos Martins Reis com MD Bravo garantiu o vice. Por São Paulo Victoria Bosso Mendes com Dinka arrematou bronze, sendo a mais rápida, entre os conjuntos com uma falta no desempate.
Jovem Cavaleiro A Campeã Cintia Breda Lee / Caraibes – FPH – 0 pp – 0/30s67 Vice Kauan Ehlers dos Santos Martins Reis / MD Bravo – FGEE – 0 pp – 0/36s78 3º Victoria Bosso Mendes / Dinka – FPH – 0 pp – 4/31s89 4º Natalia Angelia Freitas / Equimimos Ludd Ágape – FPrH – 0 pp – 4/33s25 5º Marina Silva Holanda / Chevaux Cyrillo JMen I – FEC – 0 pp – 4/34s83 6º Luiza de Oliveira Bier / Corialia MC Brasil – FCH – 0 pp – 4/35s47
Nesse domingo, 23/7, a primeira final do Brasileiro de Jovens Cavaleiros foi da série 1/1.05 metro. Dos 40 conjuntos classificados para a prova final, 10 seguiram zerados no Campeonato e nada menos que 8 voltaram a zerar o desempate valendo a melhor aproximação ao tempo ideal de 49 segundos. Representando o Mato Grosso do Sul Arthur Saldanha Carvalho com Kilaue da Santa Helena conquistou o topo do pódio a 0s15 do tempo ideal. Já o vice e a 3ª colocação ficaram com as paranaenses Luiza Alcantara Garbardo montando HGJ Kendal e Carolina Paiva Domingues com Lindsay HV.
Na segunda semana de julho, entre os dias 12 e 16, o Campeonato Brasileiro da Juventude 2023 no Clube Hípico de Santo Amaro (SP) reuniu 233 jovens talentos em seis categorias. Estavam em jogos os títulos das categorias Mini-mirim (9 a 11 anos) com 38 conjuntos, Pré-mirim (11 a 13 anos, Mirim (12 a 14 anos), Pré-junior (14 a 16 anos), Junior (14 a 18 anos) e Under (16 a 25 anos).
Os três primeiros colocados de cada categoria, exceto Under 25, garantiram a vaga objetiva no Sul-americano da Juventude 2023 em Porto Alegre (confira o regulamento ao final). Todas as categorias – exceto Mini-mirim e Pré-mirim – rolaram na pista de grama, mesmo piso do Sul-americano na Sociedade Hípica Portoalegrense.
Em paralelo, com as disputas objetivas, também teve julgamento técnico a cargo dos olímpicos Caio Sérgio de Carvalho, coordenador das categorias de base e chefe de equipe no Sul Americano, e Marcelo Blessmann. Todos os campeões do julgamento técnico em suas respectivas séries garantiram um vale de uma bota sob medida True Ability Equues.
Carolina Amor é a campeã brasileira mirim 2023
No sábado, 15, a final do Campeonato Brasileiro Mirim (12 a 14 anos), a 1.25m sob dois percursos distintos, foi muito bem disputada no sábado, 15. Dos nove conjuntos que viraram para a final sem faltas, somente a mineira Carolina Amaral Fontes Amor, 13, com Carthagena, fechou a prova final com duplo zero e faturou o título brasileiro sem um único ponto perdido.
Oito conjuntos com somente uma falta habilitaram-se ao desempate na decisão pela medalha de prata e bronze. Com apresentação perfeita o cearense Bruno Miranda Porto, 12, com sua segunda montada no desempate Chevaux Vereda do Araucária garantiu o vice e, de quebra, foi 6º com Chevaux JLP Beatriz.
Já o bronze ficou com o mineiro Bruno Dias Cambraia Henriques Costa que também foi 5º, respectivamente, com Diani do Araucária e Helena. Pelas cores de São Paulo, Bianca Buttarello Malzoni Oliveira montando Cassilano JMen V conquistou a 4ª colocação.
Campeã Carolina Amaral Fontes Amor / Carthagena – FHMG – 0 pp Vice Bruno Miranda Porto / Chevaux Vereda do Araucária – FEC – 4 pp – 0/34s73 3º Bruno Dias Cambraia Henriques Costa / Diani do Araucária – FHMG – 4 pp – 0/34s73 4º Bianca Buttarello Malzoni Oliveira / Cassilano JMen V – FPH – 4 pp – 0/37s34 5º Bruno Dias Cambraia Henriques Costa / Helena – XM – FHMG – 4 pp – 4/35s60 6º Bruno Miranda Porto / Chevaux JLP Beatriz – FEC – 4 pp – 4/35s92
Felipe Greco garante o terceiro título brasileiro consecutivo e é bi brasileiro Junior
Na grande final da categoria Junior (14 a 18 anos), a 1.40m sob dois percursos distintos, que abriu finais individuais do Brasileiro da Juventude no domingo, 16, somente Felipe de Mello Siqueira Greco com La Noblesse JMen sua La Noblesse JMen garantiu duplo zero e foi o vencedor da prova. Felipe, 18, também venceu a prova inicial e fechou com apenas quatro pontos perdidos na 2ª parcial sob dois percursos. Com o resultado, Felipe garantiu o tri brasileiro: foi campeão pré-junior 2021 e agora bi junior 2022/2023. Montando Cheville JMen, Felipe também foi 5º colocado.
Também com grande atuação o cavaleiro da casa e campeão sul-americano Junior 2022, Eduardo Coelho Barbara, o Dudu, com RSF Princesa, conquistou o vice-campeonato totalizando apenas 8,99 pontos perdidos: com um dois segundos lugares na 1ª e 3ª prova e o 4º lugar na 2ª parcial.
Já a medalha de bronze coube à amazona paulista Isadora Pastore Resende Vilela apresentando Celtic Rose JMen, 16,97.
Montando RSF Princesa, o campeão sul-americano Junior 2023 Dudu fechou com 14,56 pp e por não poder ficar com dois cavalos entre os três primeiros foi 4ª colocado. Pelo mesmo, Felipe, dessa feita, com Cheville JMen, 16,46 pp, foi 5º. Botho von Heyderbreck com Ephese Ste Hermelle foi 6º, 17,31 pp. Todos finalistas representando São Paulo.
Campeão Felipe de Mello Siqueira Greco / La Noblesse JMen – FPH – 4 pp Vice Eduardo Coelho Barbara / RSF Princesa – FPH – 8,99 pp 3º Isadora Pastore Resende Vilela / Celtic Rose JMen – FPH – 16,97 pp 4º Eduardo Coelho Barbara / GR Java – FPH – 14,56 pp 5º Felipe de Mello Siqueira Greco / Cheville C JMen II – FPH – 16,46 pp 6º Botho von Heydebreck / Ephese Ste Hermelle – FPH – 17,31 pp
Gabriela Sperb fatura o título brasileiro Pré-junior
Na grande final do Brasileiro da Juventude – categoria Pré-junior, a 1.35m, dois conjuntos fecharam sem um único ponto perdido nos obstáculos e todos os seis primeiros com menos três faltas. Última a largar, a paranaense Gabriela Rezendo Sperb, 15, vice-campeã sul-americana Mirim 2022, com sua Kannantina Fas (IA) fez uma apresentação perfeita garantindo duplo zero ao lado de outros quatro conjuntos e fechou com somente 0,26 pp trazidos do 2º lugar do primeiro dia da competição.
Já o gaúcho Thomas de Castro Gouvea apresentando Izambard também fechou com apenas com a pontuação do primeiro dia, 3,17pp, e se manteve zerado na 2ª e 3ª prova conquistando o vice-campeonato e, de quebra, foi 6º com HFB Ayra do Igarapé.
Por São Paulo, Maria Eduarda Barreto Bisco, a Duda, com Conthacheblue conquistou bronze. A brasiliense Giulia Atrasa Bolson e Job Método arrematou em 4º posto e a paulista Nina Sampaio Coelho Sagesser com Corado BR garantiu a 5ª colocação.
Manoela Michaelis é a bicampeã brasileira mini-mirim 2022/2023
Na final Brasileiro Mini-mirim, a 1.05m, nada menos que oito conjuntos concluiram a 3ª prova sem um único ponto perdido, levando a edicão ao desempate valendo a melhor aproximação ao tempo ideal de 46 segundos. Pelas cores do Paraná, Manoela Müller Michaelis, 11, com Polo Black comemorou o bicampeonato e ainda levou Lord-Blue Mystic Rose ao 4º posto.
Também pelo Paraná, Ana Francisca Ramos Mansur con Uliz das Cataratas foi vice e amazona de São Paulo Helena Horta Nasser garantiu o bronze. Todos as seis primeiras colocadas voltaram garantir pista limpa no desempate.
A penúltima final categoria Pré-mirim (11 a 13 anos), a 1.15m, contou emocionante desempate entre seis conjuntos na corrida pelo título em que quatro voltaram a zerar. Arrojadas, a paulistas Giovana Cicci Farinha Moura, 12, a Gigi, bicampeã do ranking brasileiro mini-mirim 2021/2022, com Galileo JMen, campeã, e Luiza Casale Fauvel de Morais, a Luli, com Oracle, vice, brigaram pelo título andando abaixo dos 32 segundos. O bronze ficou com a paranaense Maria Eduarda Colasso Agnoletto montando Berlim.
Lis de Paula Lacerda é a campeã brasileira Under 25
Fechando o Brasileiro da Juventude 2023 a categoria Under 25 (16 a 25 anos), a 1.45m, também foi bem disputada. Apenas 0,52 pontos perdidos separaram a campeã goiana Lis de Paula Lacerda, 18, com Chevaux Gody Cooper do vice-campeão Leandro Abrahão com Bella des Causes, por São Paulo, ambos com menos de faltas ao longo da competição. Lucas Teixeira Lima com Alpha Condor garantiu bronze.
Campeã Lis de Paula Lacerda / Chevaux Gody Cooper – FHGO – 9 pp Vice Leandro José Abrahão / Bella des Causses – FPH – 9,52 pp 3º Lucas Teixeira Lima / Alpha Condor – FPH – 16,27 pp 4º 3º Sgto Paulo Brasileiro de Miranda / Zinka do Feroleto – FPH – 16,75 pp 5º André Fonseca Moura / Kiarada M (IA) – FHMG – 25,4 pp 6º Eduardo Sennati Mattar / Galiano des Fourches – FPH – 28,16 pp
Seletiva Sul-Americano 2023
Em 2023, o Campeonato Sul-americano da Juventude acontece no Brasil, na Sociedade Hípica Portoalegrense, entre 3 e 8/10, com duas equipes por categoria, incluindo um reserva.
A pré-seleção dos 10 (dez) conjuntos de cada categoria obedecerá ao seguinte critério: (Quatro) indicações por análise do potencial de performance, a exclusivo critério da Comissão Técnica O Campeão, Vice-Campeão e o 3º lugar do Campeonato Brasileiro de cada categoria, exceto na categoria U25, que serão os 6 melhores classificados no CBS U25. O Campeão, Vice-Campeão e o 3º lugar da classificação final do ranking seletivo, conforme critérios a seguir: Nas etapas seletivas para as categorias Pré-Mirim, Mirim, Pré-Junior e Junior serão obrigatoriamente totalizados os resultados obtidos pelos conjuntos participantes na somatória de pontos perdidos de 3 (três) percursos em 2 (duas) etapas seletivas, totalizando seis percursos e de 3 (três) percursos do CBS de cada categoria.
Na semana passada, ela competiu em Riesenbeck pela primeira vez. Malin Baryard-Johnsson diz: “Eu já estive aqui antes. Mas isso foi há pelo menos 15 anos, eu acho. Naquela época, eu tinha meu próprio programa de TV e filmava com Ludger.” É certo que as coisas pareciam muito diferentes aqui naquela época, e a grande arena de grama é nova tanto para cavalos quanto para cavaleiros. É muito bem recebido. “Não há nada melhor do que boas arenas de grama!” é a opinião do sueco, e “Indiana também os ama”.
Indiana, esta égua belga de 15 anos de Kashmir van Schuttershof. Ela desempenha um grande papel na vida de Malin Baryard-Johnsson. Com ela, ela se tornou campeã olímpica por equipes em Tóquio e campeã mundial por equipes no ano passado, após conquistar a prata com a equipe nos Jogos Equestres Mundiais, em Tryon, quatro anos antes. A dupla virou a chave para a Suécia em inúmeros prêmios de nação e, quando competem no Longines Global Champions Tour, geralmente são colocados entre os dez primeiros. Ou nem terminam o curso. Isso também acontece. Indiana tem um “caráter um pouco estranho”, explica seu piloto. “Ela é muito difícil em muitos aspectos. Mas, ao mesmo tempo, ela é tão talentosa, o que facilita para mim na maioria das vezes – também porque a conheço tão bem.”
Os dois são um casal há oito anos. Mas demorou muito, muito tempo para que os sucessos mencionados se materializassem. “Levei muito, muito tempo para entendê-la, e levei muito tempo para fazê-la entender melhor o que o piloto quer. Ela é pegajosa, mas não do jeito que um cavalo normal é. Você tem que estar com ela o tempo todo e tentar mantê-la com você um pouco. Se isso se perder, nada funciona.” Ao mesmo tempo, diz ele, ela é incrivelmente doce de lidar. “Mas apenas diferente. Sim, diferente é uma boa palavra para ela.” Ainda assim, ela é a número um indiscutível no estábulo. “Acho que nunca terei outro cavalo como Indiana. Ela é realmente única, absolutamente especial. Claro, tenho vários bons cavalos jovens. Mas apenas um Indiana. Acho que ela é o melhor cavalo que já tive.”
Assim, o número um do grupo é Indiana. No dia a dia de Malin Baryard-Johnsson, no entanto, ela tem que dividir o lugar com os filhos de 14 e 18 anos de Baryard-Johnsson, entre outros. “Em casa, tento terminar de pedalar quando as crianças saem da escola”, diz. “Os dois praticam esportes, e eu amo ser mãe do esporte! Eles jogam handebol e futebol e, para mim, o mais importante é levá-los aos jogos e torcer. É muito divertido!” Por outro lado, diz ela, seu entusiasmo pelos esportes de sua mãe não é tão grande. “Quando eram pequenos, é claro que viajavam o mundo comigo. Mas hoje eles têm suas próprias vidas. Eles vêm aos torneios quando lhes convém, mas basicamente fazem suas próprias coisas.”
O Longines Global Champions Tour deste fim de semana em Riesenbeck obviamente não se encaixou na programação dos meninos. A mãe deles está aqui sozinha, mas ainda cheia de expectativa. “Estou animado para correr aqui neste fim de semana. Indiana gosta do curso, estamos em boa forma. A partir daí espero bons resultados!”
João Eduardo Ferreira de Carvalho sabia que tinha um vencedor nas mãos com And Action. Ele provou isso para todos os presentes no Flintfields Horse Park no sábado da terceira semana do Great Lakes Equestrian Festival (GLEF), quando a dupla levou as principais honras no $30,000 Traverse City National Grand Prix. Ao longo de uma pista construída por Bernardo Costa Cabral (POR), a dupla foi uma das oito a saltar e avançar para o salto, enfrentando outros atletas internacionais de topo pelo maior prémio. Esperando sua segunda vitória da semana no Turtle Creek Casino & Hotel, Cathleen Driscoll postou um tempo rápido para bater a bordo do Magnolia, de propriedade da Plain Bay Farm. Mas, acabou ficando em segundo lugar depois que seu tempo foi melhorado por Ferreira De Carvalho. Jacob Pope e Casper, de Hannah Hink, conquistaram o terceiro lugar com mais uma dobradinha.
E a Action, uma égua de Oldenburg de 11 anos de propriedade da Evergreen Stables LLC, tem milhas até o nível CSI5*, mas desde que Ferreira De Carvalho adquiriu o passeio, o cavalo tem se mostrado mais confortável na altura de 1,45m. “O cavalo é de Teddi Pritzker; ela é cliente da Team KPF”, disse Ferreira De Carvalho. “É um prazer montar a égua, e ela é uma super, super égua. Estou montando ela desde o final do ano passado. Tivemos ótimos resultados nos 1,40m. Ganhei quatro ou cinco classes, e agora estamos construindo ela para o nível de GP novamente. Ela está indo muito bem.” A égua estava pronta para a tarefa no sábado, mas isso ajudou a ser penúltima na ordem de salto. No fim das contas, a vitória foi um passo na direção certa em direção ao seu objetivo. “Foi um bom passo porque o salto tinha oito, então foi muito rápido”, comentou Ferreira de Carvalho. “Tive que forçar um pouco mais do que o normal e ela foi perfeita.
“Tivemos a sorte de ir no final”, continuou Ferreira de Carvalho sobre sua estratégia de salto com And Action. “Vimos [Cathleen Driscoll] pulando e vimos o que ela fez. Acho que virei muito apertado até a última vertical e fiz nove passadas até a última linha, então isso nos tornou mais rápidos do que ela no final do salto.”
Embora a vitória seja um grande movimento na construção do cavalo, eles não têm grandes expectativas à medida que a égua continua a progredir. “Vamos dia a dia”, explicou. “Não temos grandes planos, então vamos passo a passo.”
Harrie Smolders venceu espetacularmente o Grande Prêmio do Global Champions Tour de Riesenbeck na tarde de domingo. É a segunda vitória de cinco estrelas em Grande Prêmio para Uricas vd Kattevennen depois de Sankt Gallen em junho. “O Uricas só queria ganhar hoje”, elogia Smolders seu garanhão.
“Vi a volta do Daniel Deusser e ele foi muito rápido, principalmente na largada do desempate. No final, parecia que ele estava levando algo fácil. Ele deixou uma pequena lacuna lá, na minha opinião. Foi aí que ganhei. Eu tinha uma distância de avanço até o último obstáculo. O Uricas estava mesmo de olho no salto e só queria vencer hoje. ”
Com isso, Smolders fez história no Global Champions Tour. Ele registrou sua sexta vitória em Grande Prêmio na história do Global Champions Tour e Smolders subiu ao pódio em três corridas consecutivas. Uma gravação. Na semana passada em La Coruña ele terminou em terceiro com Monaco NOP, uma semana antes eles estavam em segundo lugar em Mônaco e hoje a vitória em Riesenbeck.
“Eu não gosto muito desses registros. Concentro-me nos meus cavalos. Se eles se sentirem bem e eu rodar bem, os resultados virão naturalmente. Só tenho que ter paciência e arriscar. Se isso levar a recordes, ótimo. Estar no pódio já é ótimo”, diz Smolders.
Hoje houve um comparecimento completamente movimentado para o Grande Prêmio Longines de Riesenbeck de 1,60m. No final, Harrie Smolders venceu com Uricas vd Kattevennen, de 11 anos, após um tempo muito rápido.
Oito combinações se qualificaram para o desempate deste Grande Prêmio de 1,60m. Como um dos últimos a largar, Harrie Smolders e Uricas vd Kattevennen (Uriko) estabeleceram o tempo mais rápido. A dupla parou o cronômetro em 45,56 segundos e saltou para o primeiro prêmio de mais de 100.000 euros.
Último a largar, Max Kühner (AUT) saltou para o segundo lugar com o Elektric Blue P de 12 anos (Eldorado vd Zeshoek). Daniel Deusser seguiu no pódio com a égua BWP de 13 anos, Killer Queen VDM (Eldorado vd Zeshoek).
As duplas irlandesas completaram os cinco primeiros. Trevor Breen guiou o cavalo castrado KWPN de 11 anos, Highland President (Clinton) para o quarto lugar. Michael Duffy completou os cinco primeiros com Cinca 3 (Casall).
Pela Bélgica, Abdel Said ficou em sétimo lugar com a égua de 10 anos, Bonne Amie (A Big Boy), com uma falta de salto.
Mesmo a chuva não foi capaz de parar o esporte de ponta em Moerzeke. Com apenas três combinações no início do desempate, o Grande Prêmio foi extremamente emocionante. Sanne Thijssen mostrou aos belgas a diferença e acabou saltando para a vitória com seu Con Quidam RB de 17 anos!
Acabou sendo um Grande Prêmio de 1,60 m muito difícil em Moerzeke. O salto triplo na base acabou causando muitos problemas. A primeira rodada clara apareceu no livreto, colocada por Thibeau Spits e Calvino II de Nyze Z (Calvaro Z x Heartbreaker). Spits deu o tom imediatamente no desempate com uma rodada limpa em 50,64 segundos.
Rik Hemeryck seguiu com seu belo salto Navarro van het Eelshof (Jappelloup vh Dauwhof x Poleander) na largada. Na fila para a combinação dupla, Hemeryck fez uma passagem a menos e venceu por pouco o tempo de Spits. O belga assumiu assim a liderança em 50,05 segundos. A última a iniciar o desempate foi Sanne Thijssen com seu cavalo Grand Prix, Con Quidam RB .
Thijssen fez tudo o que pôde e imediatamente começou bem. A dupla deixou a madeira nos ganchos e imediatamente levou a vitória por quase SETE segundos!
Fora do pódio, apenas duas duplas conseguiram cruzar a linha de chegada com apenas uma falta de salto. Como uma das últimas a largar, Kim Emmen guiou seu Inflame Go (Namelus R) para o quarto lugar. A dupla assim transferiu Thomas De Wit com Tools DW Z (Toulon) para o quinto lugar.