Na edição anterior do nosso jornal, de Paarden Gazet , bem como no JUMP-OFF , Gilles Thomas, Joris Van Dijck e seu pai Marcel Van Dijck falaram sobre o porquê de Ermitage Kalone não estar à venda. “Algumas pessoas acham que é uma loucura não vendê-lo, mas ele aproxima a nossa família e isso não se compra com dinheiro nenhum no mundo”, diz Marcel Van Dijck. A história de tios que se ajudam e do cavalo único que tem como foco os Jogos Olímpicos.
Setembro de 2023, um momento mágico em que Gilles Thomas é coroado campeão belga. Seu garanhão, Ermitage Kalone, impressionou e fez a competição parecer fácil com seu cavaleiro, Gilles Thomas. “Ele simplesmente sabe o que fazer. Na verdade, não fizemos muito, pois ele estava criando no início deste ano. Até agora fizemos um Grande Prêmio CSI4*, vencendo-o em Moerzeke e depois do Campeonato da Bélgica”, diz Thomas.
Após o Campeonato Belga em Lanaken, a família Van Dijck decidiu não vender o seu garanhão . “Depois da emoção do Campeonato Belga, havia muito o que fazer em Ermitage Kalone. Vivíamos no Velho Oeste, onde as histórias mais malucas eram contadas. É claro que havia muito interesse pelo nosso garanhão, mas não tínhamos discussões muito sérias sobre o assunto. Foram feitas ofertas interessantes e tivemos tempo para refletir sobre elas, até quarta-feira, 11 de outubro.” diz Van Dijck. “Acabamos discutindo o assunto com a família e decidimos mantê-lo. Nem tudo é uma questão de dinheiro. Às vezes, a alegria que um cavalo traz não tem preço.”
A história de Ermitage Kalone
“Na verdade foi uma coincidência o termos descoberto. Na revista francesa L’Eperon havia um anúncio de um cavalo de 1,5 anos à venda. Como vivemos na Bélgica a revista chega um pouco mais tarde e quando ligamos para o proprietário Ermitage já estava vendido. Até uma semana depois, o proprietário ligou porque o comprador anterior não tinha os fundos acordados. Sem dúvida o compramos por telefone.” Van Dijck diz. “Foi Catoki com sua mãe interessante que nos interessou.”
“Quando ele chegou conosco, Ermitage mostrou-se promissor. Mas demoramos. O foco principal era sua carreira de criador, é claro que hoje em dia isso envolve também uma carreira esportiva”, Marcel Van Dijck
“A vantagem do Ermitage é que o administramos da melhor maneira possível. Um cavalo fenomenal merece um bom manejo!”
“O tempo é importante. Precisamos dar a ele o tempo e o espaço que ele precisa para desenvolver suas habilidades em um nível superior. Marc Van Dijck, sua gestão é perfeita para um cavalo assim”, acrescenta Marcel. “É também por isso que vamos nos concentrar em Paris 2024, para Gilles. Porque se você me perguntar, temos tempo. Tanto Gilles quanto Ermitage ainda são jovens. Se não estiverem prontos para Paris, estarão para Los Angeles em 2028 .”
Foco em Paris
“A diferença com outros bons cavalos é que Ermitage faz tudo com facilidade. Cada novo passo que damos, parece que já o fizemos 10 a 15 vezes. Ele se adapta tão facilmente. Na verdade, é algo que você percebe quando ele salta. Ele não ‘ Ele não se exibe, salta metros por cima da cerca, só sabe onde estão os postes e poupa esforços para mantê-los afastados.” diz Tomás. “Acredito que Paris é algo que podemos administrar…”
“Na verdade, nunca dissemos que Paris 2024 é uma meta.” Gilles Thomas continua. “Ele é um garanhão reprodutor, mas acredito que no próximo ano vamos focar um pouco mais no esporte. Ainda é um longo caminho, não se esqueça que o Ermitage ainda não fez muito, ele ainda precisa provar seu valor Mas ele é um cavalo campeão! Ele é extremamente bom e vai poder brilhar, mas ainda temos que fazer muito.”
“Ele promete tudo, mas ainda precisa provar.” acrescenta Marcel. “Só saberemos o momento em que eles cruzarem a linha de chegada. Mas enquanto ele permanecer saudável, poderemos trabalhar para atingir o objetivo”.
Saúde é tudo
“O mais importante é que ele permaneça saudável! Veremos o que vai acontecer.” Marc Van Dijck diz. “Porque tudo ainda precisa acontecer. Ele promete muito, mas ainda tem que fazer. Não se esqueça, Gilles Thomas e Ermitage, juntos, ainda não têm uma experiência CSI5* Grand Prix. Mas temos tempo e isso é o mais importante.”
Um total de oito combinações se classificaram para o Jump-Off no Grande Prêmio CSI5* de 1,60m em San Miguel de Allende. A bordo da criação de Joop Timmer (NED), Shane Sweetnam, da Cjoxx Z Ireland, saltou para a vitória.
O ex-filho de Sweetnam e Bjorn Vandenbossche com Comme Il Faut foi mais de um segundo mais rápido que Andres Azcarraga e Contendros 2 (Contendro I, criador: Wilhelm Berghorn).
O tempo de salto mais rápido foi estabelecido pelo brasileiro Santiago Lambre e seu confiável Chacco Blue II (Chacco-Blue, criador: Paul Schockemöhle). Com uma falta de salto a combinação completou os três primeiros.
Bruno Cavalheiro Rebello e Huberth B (Verdi TN) seguiram na quarta posição, enquanto o alemão Richard Vogel completou os cinco primeiros com Cepano Baloubet (Chaman).
Com a equipe formada por Marlon Zanotelli, Rodrigo Pessoa, Pedro Veniss, Stephan Barcha e Doda Miranda (reserva), o Time Brasil está entre fortes candidatos ao título por equipes e pódio individual. A brasileira Marina Azevedo é a primeira mulher na história dos Jogos a armar os percursos.
Começa nessa terça, 31/10, e segue até sexta, 3/11, a competição de Salto que fecha as disputas do hipismo na Escola de Equitação do Exército em Quillota, na região de Valparaíso, nos Jogos Pan-americano Santiago 2023.O time vem forte Marlon Zanotelli com Deesse de Conquerie, Rodrigo Pessoa apresentando Tom Major, Pedro Veniss e Nimrod de Muze, Stephan Barcha montando Chevaux Primavera Império Egípcio e Doda Miranda com Dinozo un Prince. Todos exceto Stephan que faz sua estreia em Pan-americanos são medalhistas na competição. Lideram o tíme Brasil o chefe de equipe Philippe Guerdat ao lado do chefe de equipe Pedro Paulo Lacerda.
Ao todo, o Time Brasil detém nada menos 15 medalhas em Jogos Pan-americanos, sendo nove por equipes, incluindo seis ouros e seis medalhas individuais, dentre as quais um único ouro de Marlon Zanotelli, no Pan Lima 2019. Rodrigo Pessoa foi prata individual no Pan Rio 2007 e seu pai Nelson Pessoa, prata individual em Winnipeg 1967. As demais medalhas individuais são de bronze.
Pelas primeira vez na história dos Jogos, uma mulher é responsável pela elaboração dos percursos: a brasileira Marina Azevedo, course-designer internacional 4*. As três melhores equipes garantem vaga olímpica. Exceto o Brasil que já está qualificado para Paris 2024, todas as demais equipes EUA, Canadá, México, Argentina, Chile, Colômbia, Equador e Uruguai buscam a qualificação. Entre integrantes das equipes e competidores são 46 os conjuntos a postos.
Histórico brasileiro na competição
1959 – Chicago (EUA) – Prata por equipes
1967 – Winnipeg (Canadá) – Ouro por equipes
1967 – Winnipeg (Canadá) – Prata individual: Nelson Pessoa Filho / Grand Geste
2019 – Lima (Peru) – Ouro individual: Marlon Zanotelli / Sirene de La Motte
Perfil dos Atletas
Rodrigo Pessoa
Cavalo: Major Tom
Nascimento: 29/11/72
Local: Paris, França
Treinador: Philippe Guerdat
Moradia e treinamento: Nova Iorque, EUA
Altura: 1.78m
Rede social instagram: @rodrigopessoa29
Participais conquistas e participações:
Olimpíadas: Campeão em Atenas 2004 e o cavaleiro brasileiro com maior número (7) de participação nos Jogos: Tóquio 2020+1, Londres 2012 (foi porta-bandeira do Brasil), Pequim 2008, Atenas 2004, Sidney 2000, Atlanta 1996 e Barcelona 1992 (competiu ao lado do pai, Neco Pessoa).
Jogos Pan-americanos: ouro por equipes Pan Mar del Plata 1995, ouro por Equipe e Prata individual no Rio 2007, prata (equipes) em Guadalajara 2011.
Campeão Mundial 1998 e três vezes vencedor da Copa do Mundo (1998/1999/2000). Em 2022 integrou o Time Brasil 6º colocado no Campeonato Mundial de Herning, Dinamarca.
Foi nº 1 do ranking mundial em diversas ocasiões e detém dezenas de vitórias em GPs5*.
Em 2023, integrou a equipe medalha de ouro na Copa das Nações do CSIO5* de La Baule, França (4º individual), a equipe medalha de prata na Copa das Nações do CSI5* St. Gallen, Suiça, e foi 4º lugar individual no CHIO Aachen, Alemanha.
Prêmio Brasil Olímpico/COB: É o atleta do Hipismo que mais conquistou o Prêmio Brasil Olímpico/COB (1999, 2000, 2004, 2005, 2006, 2009, 2010).
Marlon Modolo Zanotelli
Cavalo: Deese de Coquerie
Nascimento: 19/06/1988
Local: Imperatriz, MA
Treinadores: Mario Zanotelli / Phillipe Guerdat
Moradia e treinamento: Bélgica
Participais conquistas e participações:
Ranking mundial: melhor brasileiro da atualidade no ranking da Federação Equestre Internacional (FEI), 24º lugar.
Olimpíadas: Jogos de Tóquio 2020+1 (6º por equipe).
Jogos Pan-americanos: ouro individual e por equipe em Lima 2019, e 4º (equipe) em Toronto 2015.
Jogos Equestres Mundiais: Normandia 2014 (5º por equipe).
Em 2023, integrou a equipe medalha de ouro na Copa das Nações de La Baule, França. Em 2022, foi campeão do GP5* do Global Champions Tour Paris, campeão da Youngster Cup e Copa das Nações do CSI5* Saint Gallen, Suiça, campeão no GP a 1,50m no CSI5* Hubside em St. Tropez, França, campeão de dois GPs do CSI5* de Doha, Qatar, medalha de ouro na Copa das Nações do FEI Longines CSI3* de Drammen, Noruega, bronze na Copa das Nações FEI Longines CSI5* de Hickstead, Inglaterra, vice-campeão do GP do CSI5* do Global Champions Tour na Suécia, vice-campeão do GP5* do Global Champions Tour em Madri, Espanha e vice no GP do CSI5* Equita Lyon, França.
Prêmio Brasil Olímpico/COB: Tricampeão do Prêmio Brasil Olímpico (2022, 2021 e 2019).
Pedro Veniss
Cavalo: Nimrod de Muze Z
Nascimento: 06/01/1983
Local: São Paulo, SP
Residência: Bélgica
Treinador: Phillipe Guerdat
Altura: 1.82m
Rede social instagram: @pedroveniss
Principais conquistas e participações:
Olimpíadas: Integrante do Time Brasil em três edições dos Jogos: Tóquio 2021 (equipe em 6º), Rio 2016 (equipe em 5º), e Pequim 2008 (10º em equipe).
Jogos Pan-americanos: ouro (equipe) no Pan de Lima 2019, ouro (equipe) e 5º individual no Pan do Rio 2007; 4º lugar (equipe) no Pan de Toronto 2015.
Jogos Equestres Mundiais: integrou a equipe em Kentucky, EUA 2010 (equipe em 4º), Normandia, França 2014 (equipe em 5º) e Tryon, EUA 2018 (equipe em 14º).
Olimpíadas: Pequim 2008, Rio 2016 (5º por equipes) e Tokyo 2020+1 (6º por equipes)
Copa das Nações: ouro (equipe) na Copa das Nações FEI Longines no CSIO5* de Geesteren, na Holanda (2019); ouro (equipe) na Copa das Nações FEI Longines no CSIO5* de La Baule, França (2018); ouro (equipe) Copa das Nações do CSIO5* Longines 109º Royal International Horse show em Hickstead, Inglaterra (2017); ouro (equipe) em 2015 e prata (equipe) em 2016 na Copa das Nações no CSIO5* de Spruce Meadows, Canadá, prata (equipe) no CSI5* St. Gallen, Suiça, em 2023.
Prêmio Brasil Olímpico/COB: Tetracampeão (2018, 2017, 2016, 2015).
Stephan Barcha
Cavalo: Chevaux Primavera Império Egípcio
Nascimento: 27/10/1989
Local: Rio de Janeiro, RJ
Treinador: Phillipe Guerdat
Treinamento: Brasília e Europa (Bélgica)
Altura: 1.70m
Rede social instagram: @stephanbarcha
Principais conquistas e participações:
Integrou a equipe olímpica nos Jogos do Rio 2016. Em 2023, integrou o time medalha de ouro na Copa das Nações de La Baule, França, e foi bronze no GP do CSI4* de Roma. Em 2022, foi ouro por equipe e prata individual nos Jogos Sul-americanos (Odesur), onde já tinha conquistado o ouro por equipe em 2018, em Buenos Aires, e em 2006, também na Argentina, quando era Junior.
Das conquistas no circuito internacional destaca-se, ainda, ter integrado a equipe medalha de ouro na Copas das Nações no Longines Challenge Cup no CSIO5* de Barcelona em 2016, ter sido eleito o Melhor Cavaleiro do Campeonato Americano de 2007 realizado na Venezuela, e em 2009, liderado o ranking FEI Sul-americano.
Foi campeão brasileiro de todas as categorias que competiu – Mirim 2003, Junior 2006, Yong Riders 2009 – e bicampeão Sênior Top (2022 e 2021), além de vice em 2019 e 3º em 2020.
Doda Miranda
Cavalo: Dinozo un Prince
Nascimento: 05/02/1973
Local: São Paulo
Treinador: Phillipe Guerdat
Treinamento: Itatiba (SP)
Altura: 1.87m
Rede social instagram: @dodamiranda
Participais conquistas e participações:
Olimpíadas: Bronze por equipes e 7º individual, melhor integrante da equipe em Atlanta 1996. Bronze por equipes em Sydney 2000.
Também disputou os Jogos Olímpicos de Atenas 2004 e Londres 2012, quando foi o melhor brasileiro na 12ª colocação. Na Rio 2016 integrou a equipe 5ª colocada e foi 9º individual, também melhor brasileiro.
Jogos Pan-americanos: Ouro por equipes em Winnipeg 1999, bronze por equipes em Santo Domingo 2023. Prata por equipes em Guadalajara 2011.
Campeonatos Mundiais: Roma 1998, Jerez de la Frontera 2002, Aachen 2006, Lexington 2010 e Normandia 2014.
Inúmeras conquistas em GPs Internacionais 5* durante os 20 anos em atividade na Europa e chegou a integrar o seleto grupo do Top 10 do ranking mundial em 2012.
Em 2017 voltou a morar no Brasil. Em 2023, após um hiato de 18 anos, conquistou o pentacampeonato brasileiro senior top (rendimento máximo) 1996/2001/2003/2005/2023.
Prêmio Brasil Olímpico/COB: Tetracampeão (2004, 2012, 2013, 2014)
Programação Santiago 2023
Terça 31/10
09h30 – Prazo Final para Substituição
11h30 – 14h00 – 1ª Qualificativa individual e por Equipes
15h00 – 16h00 – 3ª Reunião Técnica de Chefes de Equipe
Quarta 01/11
11h00 – 14h00 – 2ª Qualificativa individual e Final por Equipes – 1ª Volta
14h30 – 17h00 – 2ª Qualificativa individual e Final por Equipes – 2ª Volta
De 25 a 29 de outubro de 2023, os amantes do hipismo tiveram encontro marcado em São Paulo, pois é nesse período que aconteceu os tão esperados Jogos Equestres Paulista.
O torneio foi válido para o Troféu Eficiência, atribuindo-lhe um peso significativo, o que aumenta a competitividade e o prestígio entre os participantes. Além disso, as performances durante os Jogos Equestres 2023 também contaram na formação das equipes que representarão São Paulo na Copa do Brasil de Hipismo.
A premiação foi um dos pontos mais atrativos do evento, com um montante impressionante de R$ 200.000,00 em espécie.
Uma característica única deste campeonato é o seu formato de disputa por pontos perdidos, o que exige consistência e excelência ao longo de todas as provas da competição. Além disso, para elevar ainda mais o nível da disputa, aconteceu um corte de 25% por categoria, visando selecionar os competidores mais qualificados para a grande final no último dia do torneio.
Outro aspecto interessante dos Jogos Equestres Paulistas 2023 é a flexibilidade dada aos cavaleiros e amazonas, que puderam inscrever até três animais em cada subdivisão. Isso permite uma diversidade maior de competidores e, ao mesmo tempo, aumenta a complexidade das estratégias e escolhas dos participantes.
Com a participação de mais de 300 cavalos, competindo em séries que variaram de 1.00m a 1.40m, os Jogos Equestres Paulista 2023 confirmou mais uma vez a qualidade dos cavalos da raça Brasileiro de Hipismo que estiveram em foco e alcançaram resultados expressivos.
Confira a seguir:
SÉRIE 1.00M AMADOR B 1º RENATA BRASILEIRO LIMA ALMENDRA – SL BIZANTINA (SL BALUARTE – SILVESTRE) 2º ANA VICTORIA RUIZ DOS REIS – CATHANA JMEN (CALISCO JMEN – FETICHE DU PAS) 3º ANA PAULA CONDE MEDEIROS – RIDING WITH STYLE CANTICO JOTER (CANTURO – CALEI JOTER II)
JOVEM CAVALEIRO B 2 º ANNA KATHARINA LAUREANO BRUKHNOVA – GR CHANEL (CARDENTO – PRINS-DRUM VAN BELLET) 3º VALENTINA IDENAGA NAVARRO – EPHESUS M (CORIALL – JAMES)
MASTER B 1º JOSE RICARDO FLORA – QUIBELLE TW (QUIRUS TW – DARCO)
MINI MIRIM 1º JOSE VLADEMIR VALERIO DE ALMEIDA – CAYANNA B JMEN III (CANAVARO JMEN – ORAME) 2º ANA LAURA FIGUEIREDO SODRE SANTORO – ABSINTHUM JMEN II (ACCORANNUS JMEN – CALISCO JMEN)
SÉRIE 1.10M AMADOR A 1º CARLA CAMILA OREGANA GUERRA – GLADIATOR JMEN (JMEN GOLDFINGER – LORADO)
MASTER A 1º ANTONIO MANOEL LOPES SANCHES – QUINTERO G (QUANTUM – GLASNOST GMS) 2º RODRIGO TOLOSA RICO – COLORADO JBA (CONTENDRO I – NUMERO UNO) 3º HANDERSON ARAUJO CASTRO – IVANA POLANA (LORDANOS. – ZIROCCO BLUE VDL)
PRE MIRIM 1º GIOVANA CICCI FARINHA MOURA – GALILEO JMEN (JMEN GOLDFINGER – ACORADO) 2º LEONARDO JOSE MIRANDA TOMINO – QUIROM MQ (QUERUBIM MQ – CLAVIGO JMEN) 3º SOPHIA MASCIOLI LIDDLE – LF LORD OF BALTIC (BALTIC VDL – SILVERSTONE)
1.20M AMADOR 2º LAILA BORIN EL ALAM – HEROI CLIMBER (ELVIS DE RIVER – BALOUBET DU ROUET) 3º ISABELLA MAZZOLINI NEGRAO – HFB FIREGIRL (FUEGO DE PRELET. – DIARADO)
JOVEM CAVALEIRO 1º JULIA FAGUNDES PAVAN- EMILIANO DO ARAUCARIA (EMILION – CORIANO)
MASTER 1º LUIS RICARDO MACAES COUTINHO – NORMANDIE DAS UMBURANAS (NONSTOP – ALNOK Z) 3º SERGINO RIBEIRO DE MENDONÇA – CASSINGER JMEN (CLAVIGO JMEN – CALISCO JMEN)
MIRIM 2º OLIVIA PASTORE VILELA – CASSANA C JMEN II (CARBACAN JMEN – CORNET OBOLENSKY) 3º LUCAS BERNARDES – JOLIE CZ (WILLEM – CARDENTO_
SENIOR 1º ARTHUR IBRAIM DA SILVA – ARGENTINA LU 2º RAFAEL RIBEIRO – KAKA AL ZAURAK (CALEANDRO – VOLTAIRE ) 3º RODOLPHO CURY MAIA – ROYAL PALM JMEN (RADIATOR JMEN II – LAEKEN JMEN)
SÉRIE 1.30M
AMADOR TOP 1º PATSY MOURAO ZURITA – JINDOCTRO METODO (INDOCTRO – PAPPILON ROUGE) 2º NICHOLAS BARBARISI – MISS BALOULEI JOTER (BALOUBET DU ROUET – ACLAND JOTER) 3º ANA VICTORIA DE ANDRADE PALHARES – FAST CAR IMPERIO EGIPCIO (DIAMANT DE SEMILLY – CALVARO Z)
MASTER TOP 1º NINA FRANZISKA BABBE – SINFONIA DA LAGOA (SIR CALEI DA LAGOA – WINSOR) 3º DANIELA CARMESINI LIMA CARVALHO – LAVANDA ITAPUA (APORE ITAPUA – ALME STAR)
SÉRIE 1.40M 1º RAPHAEL MACHADO LEITE – CHARLENE IMPERIO EGIPCIO (CHESTER Z. – REY Z ) 2º FELIPE JUARES DE LIMA – NINA BLUE M (ZIROCCO BLUE VDL – CHEERFUL Z ) 3º FELIPE JACINTO DE CAMARGO PACHECO – ROYAL BLUE HV (RITUAL JMEN – ALME STAR
Brasil carimba vaga Paris 2024, ao lado do Canadá, medalhista de ouro. Os EUA, prata, já estavam qualificados anteriormente.
Nesse domingo, 29/10, o Time Brasil de Concurso Completo – considerado um triatlo equestre com provas de adestramento, cross-country e salto – conquistou a medalha de bronze por equipes e a vaga em Paris 2024. Os EUA, anteriormente qualificados para Jogos Olímpicos, foram prata e o Canadá, ouro, também carimbando o passaporte para Paris 2024. Enquanto o brasileiro Marcio Jorge Carvalho com Castle Howard Casanova garantiu a inédita prata individual.
A 3ª e decisiva rodada do salto, com armação da course-designer brasileira Marina Azevedo, começou com Ruy Fonseca e Ballpatrick SRS que zeraram o percurso fechando com apenas 0,4 pontos perdidos (pp), resultado importante na contagem da equipe, totalizando 56,7 pp no campeonato que viria a lhe garantir o 12º posto individual.
Depois foi a vez de Rafael Losano que montando Withington cometeu dois derrubes, garantido a 9ª colocação geral, 44,9 pp. A seguir Carlos Parro, o Cacá, montando Safira, acabou perdendo 16 pontos (4 derrubes), fechando com 50 pp, em 11º lugar.
Em seguida todas as atenções se voltaram para Marcio Jorge e seu Castle Howard Casanova, que haviam virado em 4º rumo à final e com percurso limpo e apenas 0,8 pp por excesso tempo assumiu a liderança parcial da competição -32,2 pp. Foi superado somente com a entrada do último conjunto, a norte-americana Caroline Pamukcu apresentando HSK Blake que estava na liderança da competição e cometeu uma falta, totalizando 30,8 pp, conquistando a medalha de ouro.
Marcio Carvalho Jorge e seu Castle Howard Casa Nova, medalhista de prata individual, chegaram perto do topo do pódio pela diferença de apenas 1,4 pp.
Ao mesmo tempo, com a medalha de bronze por equipes, o Time Brasil cumpriu seu objetivo da qualificação olímpica .Ao passo que o Canadá que vinha em 3º após a 2ª qualificativa garantiu ouro por equipes, o bronze individual e ao lado do Brasil a vaga olímpica. Os EUA, vice-campeões mundiais 2022, já tinham vaga garantida nos Jogos Olímpicos. A diferença entre os medalhistas de ouro e prata por equipes foi de apenas 0,1 pp. Canadá, ouro, 115,6 pp, EUA, prata, 115,7 pp e Brasil, bronze, 127,1 pp.
Medalhistas brasileiros com a palavra
Marcio Jorge, 48, não poderia estar mais satisfeito. “A competição inteira foi super legal. Eu estou muito muito feliz com tudo. Meu cavalo Howard se comportou super bem desde o primeiro dia. Fizemos um bom adestramento, estou muito feliz com ele. Fomos super bem no cross e no salto ele mais uma vez confirmou ser um bom saltador, sempre cuidadoso”, destacou Marcio, que conquistou a primeira prata individual do Brasil em Jogos Pan-americanos. O vice-campeão pan-americano também falou da pressão durante o evento. “Lógico que antes sempre tem a pressão e no final um pouco maior. Chegamos perto do ouro. O Rodrigo (Pessoa) tava ali perto e falou “vai dar” (rs)”, contou Marcio, agora prata individual e bronze por equipes em Santiago 2023, prata por equipes no Pan de Toronto 2015, bronze por equipes no Pan de Guadalajara 2011.
Para Rafael Losano, 26, a missão também foi cumprida. “Foi um espetáculo, qualificar para Paris era nossa primeira missão, infelizmente perdemos a prata, uma coisa de prova que acontece. Mas os nossos quatro cavalos estão com muita saúde e prontos para trabalhar para o ano que vem”, pontou o ginete, agora bronze por equipes em Santiago 2023 e prata em Lima 2019. A exemplo dos quatro titulares, Rafael está radicado na Inglaterra.
Ruy, 50, também se mostrou satisfeito. “Estou muito contente. Ter um bom cavalo nessa fase, é sempre bom fazer um zero e ajudar a equipe. Alcançamos nosso objetivo e agora já vamos trabalhar para Paris”, disse Ruyzinho, bronze por equipes no Pan 2023, bronze (individual) e prata (equipe) no Pan de Toronto 2015, bronze (equipe) no Pan de Guadalajara 2011, ouro (equipe) no Pan de Mar Del Plata 1995.
Para Cacá Parro, 44, “o objetivo era conseguir a vaga em Paris e foi cumprido”. O cavaleiro agora bronze por equipes no Pan 2023, também foi prata (equipe) e bronze (individual) no Pan de Lima 2019, prata (equipe) no Pan de Toronto 2015, bronze (equipe) no Pan do Rio 2007. Finalmente para o reserva major Vinicius Albano Almeida Leal, 43, que veio ao Pan com Texas do Rincão, a estreia em Pan-americano foi muito proveitosa. “Estou muito feliz, parabéns aos integrantes da equipe. Sou muito grato por tudo que está acontecendo comigo, por estar em meu primeiro Pan, aprendi muito com os meus companheiros e outros cavaleiros. Estou muito satisfeito, agradeço ao exército brasileiro por ter me liberado.”
Julie Purgly, chefe de equipe, que liderou o Time Brasil ao lado do técnico o britânico William Fox-Pitt, só tinha motivos para comemorar. “Que benção, chegamos, conseguimos a vaga em Paris. Acho que viemos para esse Pan bem mais confiantes. Dessa vez, tivemos um apoio muito diferenciado dos proprietários dos cavalos, o que para o nosso esporte é muito importante e os meninos vieram bem preparados, bem montados. A gente estava muito confiante com relação a Paris, já estava certo (rs..)”, disse Julie, que também falou sobre o desempenho do medalhista de prata Marcio Jorge.
“O esporte é isso, se tivesse acontecido o ouro também seria muito merecido, porque o cavalo do Marcio é espetacular, ainda jovem e com muito talento. Acredito que os nossos cavaleiros estarão na melhor forma em Paris”, disse Julie, já de olho nos Jogos.”Visamos manter o contrato com nosso técnico o britânico William Fox Pitt e também o Guto de Faria que junto com a Confederação Brasileira de Hipismo está fazendo um trabalho magnífico nas categorias de base no Brasil. Com o William já temos uma programação de prova para o ano que vem. Eu acho que os meninos terão ainda mais opções de cavalos em mãos e teremos mais opções de seleção.”
Histórico brasileiro na competição
A primeira medalha por equipes foi o memorável ouro em 1995 em Mar del Plata, Argentina. Três medalhas de prata foram conquistadas em Winnipeg 1999, Toronto 2015 e Lima 2019 e os quatro bronzes em 2003 em Fair Hill/EUA (palco das provas de Hipismo no Pan de Santo Domingo), no Rio 2007, Guadalajara 2011 e agora Santiago 2023.
Das quatro medalhas individuais, uma foi a prata de Márcio Carvalho Jorge nos Jogos de Santiago 2023, e os três bronzes de André Giovanini em Mar del Plata 1995, Ruy Fonseca em Toronto 2015, e Carlos Parro em Lima 2019.
Santiago 2023
Pódio dos equipes
Ouro Canadá – 115,6 pp
Prata EUA – 115,7 pp
Bronze Brasil – 127,1 pp
Pódio individual
Ouro Caroline Pamukcu / HSK Blake – EUA – 30,8 pp
Prata Marcio Carvalho Jorge / Castle Howard Casanova – BRA – 32,2 pp
Bronze Lindsay Traisnel / Bacyrouge – CAN – 34,2 pp
9º Rafael Mamprim Losano / Withington – BRA – 74,39 pp
Uma nova semana, assim como muitas competições internacionais. Mas quem exatamente ganhou qual Grande Prêmio? Gostaríamos de lhe dar uma visão geral!
CSI5* Grand Prix Riyadh
1. Christian Kukuk – Checker 47 (v. Comme Il Faut) 2. Malin Baryard-Johnsson – H&M Indiana (v. Kashmir van Schuttershof) 3. Simon Delestre – Dexter Fontenis Z (v. Diarado) 4. Mouda Zeyada – If Looks Could Kill IH (v. Breitling LS) 5. Ben Maher – Faltic HB (v. Baltic VDL)
CSI 2* Grand Prix Riyadh
1. Abdullah Alsharbatly – Casallino (v. Casal) 2. Abdullah Alsharbatly – Quincy 230 (v. Quintender) 3. Kamal Abdullah Mahamdan – Kwikly (v. Grand Cru vd Vijf Eiken) 4. Meshari Albarbi – Cascadello Boy RM (v. Cascadello) 5. Annaz Al Annaz – Carlsson 96 (v. Canturano)
CSI4* Grand Prix Saint-Lô
1. Julien Anquetin – Blood Diamond du Pont (v. Diamant de Semilly) 2. Francois Xavier Boudant – Brazyl du Mezel (v. Haloubet de Gorze) 3. Harry Allen – Calculatus (v. Cachassini) 4. Robin Muhr – Mylo van Klapscheut (v. Indiana van Klapscheut) 5. Julien Epaillard – Donatello d’Auge (v. Tequila D’Auge)
CSI2*Grand Prix Saint-Lô
1. Nicolas Delmotte – Citadin du Chatellier (v. L’Arc de Triomphe) 2. Eden Leprevost Blinlebreton – Ascot Des IFS (v. Quick Star) 3. Jeroen De Winter – Leandro VG (v. Gitano vd Berkenbroeck) 4. Marie Pellegrin – Fini L’Amour (v. L’Arc de Triomphe) 5. Nicolas Layec – Du Valon (v. Kannan)
CSI3* Grand Prix Sentower Park
1. Harry Charles – Sherlock (v. Bisquet Balou vd Mispelaere) 2. Lorenzo de Luca – F One USA (v. Toulonà) 3. Tereza Vesela – Quimero M (v. Guidam Sohn) 4. Lars Kuster – Idylle of Romace (v. Andiamo) 5. Rik Hemeryck – Inou du Seigneur (v. Jenson van’t Meulenhof)
1. Harold Boissert – T’Obetty du Domaine (v. Kashmir van Schuttershof) 2. Hannah Selleck – Cloud 39 (v. Clarimo) 3. Aurelia Loser – Fleur Sinaa-A (v. Cardento) 4. Dominik Fuhrer – Ghost (v. Lord Z) 5. Stalislas de Malet – Zambo M Z (v. Zandor Z)
CSI3* Grand Prix Leeuwarden
1. Jeroen Dubbeldam – Gisborne VDL (v. VDL Zirocco Blue) 2. Gerbon Morsink – Navarone Z (v. Nabab de Reve) 3. Annelies Vorsselmans – Kurly vd Gorten (v. Thunder vd Zuuthoeve) 4. Eric Ten Cate – Incredible (v. Clinton) 5. Laura Baaring Kjaergaard – First Lady G (v. Whitaker)
CSI2* Grand Prix Vilamoura
1. Lily Attwood – Cor-Leon vd Vlierbeek Z (v. Calvaro FC) 2. Anne Kristihne Truelsen – Quemoy KT (v. Quidam’s Rubin) 3. Emil Hallundbaek – Chalisco (v. Chacco-Blue) 4. Luiz Felipe Neto de Azevedo – Valetino Massuere (v. Canturo) 5. Kasper H. Hansen – Comme Il Faut Plus (v. Comme Il Faut 5)
CSI3* Linz-Ebelsberg
1. Tobias Pfinstl – Equitron Junior (v. Kannan) 2. Sarag Messner – Cloud Over Berlin (v. Berlin) 3. Maxima Schweiger – Charlie Chaplin (v. Cariletto)
CSI2* Grand Prix San Giovanni 1. Ciriesi Federico – Quincy Juice (v. Quidam de Revel) 2.Davide Vitale – Urzo d’Iso 3. Emilio Bicocchi – Divina (v. Bologna) 4. Katie Speller – Cato Boy (v. Commissario) 5. Andrea Messersi – Ego di Vallagana (v. Canstakko)
Harrie Smolders avançou até ao fim, mas a sua determinação valeu a pena! O piloto holandês foi coroado vencedor do LGCT 2023 em Riade!
Com um total de 252 pontos, Harrie Smolders conseguiu garantir o título LGCT 2023. Este é o segundo título de Smolders no LGCT, depois de também ter vencido a série em 2017 após uma rodada decisiva, com Don VHP Z, em Roma, antes da final em Doha. A sua vitória naquela época foi a primeira da série porque nenhum piloto conseguiu garantir o título com certeza antes da final.
O compatriota Maikel van der Vleuten, que foi o melhor dos dois no confronto do Grande Prêmio esta noite, ficou em segundo lugar com 246 pontos. A dupla holandesa deixou o número um do mundo, Henrik von Eckermann, se contentando com o terceiro lugar com 245,50 pontos ao longo da temporada.
Um Grande Prêmio LGCT extremamente difícil e desafiador em Riade foi emocionante até que o último piloto cruzou a linha de chegada. Apenas três pilotos conseguiram não derrubar nenhuma madeira no chão em um emocionante desempate, onde Christian Kukuk e Checker 47 (Comme il Faut) puxaram o canudo mais longo.
Oito pilotos chegaram ao desempate. Pelo menos o primeiro tempo não manteve seco no percurso de 1,60m de altura.
Simon Delestre deu o primeiro round limpo, depois de quatro combinações não terem conseguido, com o castrado Zangersheide Dexter Fontenis Z (Diarado, Criador: SCRI S.Ky Horses)! O tempo a ser batido foi de 38,31s, o que também já era a volta mais rápida. A sueca Malin Baryard-Johnsson ainda os ultrapassou, enviando a égua BWP H&M Indiana (Kashmir van Schuttershof) dos criadores W. Vanderlinden-van Turtelboom-Ruys para a linha de chegada em 37,72s. Christian Kukuk (GER) provou que poderia ser ainda mais rápido e quase parecia flutuar na sela do Checker 47 (Comme il Faut). Com 37,56s no relógio, a dupla alemã sagrou-se vencedora!
Em antecipação ao LGCT que se desenrolará esta noite em Riade, 36 conjuntos de cavaleiros e cavalos competiram na classe CSI5* 1,50m Longines Ranking.
O belga Abdel Saïd entrou na competição com o Arpege du Ru, criado por Christophe Legue. A Selle Française, de 13 anos, filha de Apache d’Adriers, teve um bom desempenho no percurso de 1,50m de altura, cruzando a linha de chegada em 63,50 segundos. Antes disso, Gilles Thomas já havia garantido confortavelmente um lugar no pódio com uma rodada impecável sobre Feromas van Beek Z. O garanhão Zangersheide de Fantomas de Muze, criado em ‘t Eirbissemhof, registrou o tempo de 63,73 segundos e terminou em quarto.
O tempo da vitória foi cronometrado por David Will. O piloto alemão estava a bordo do Zaccorado Blue (Criador: Tanja Schramm), um cavalo castrado Holsteiner de 10 anos, filho de Zirocco Blue, e terminou em 62,62 segundos. A medalha de prata foi para Simon Delestre (FRA) e o garanhão KWPN I Amelusina R 51 de 10 anos (Dexter R – Criador: Stal Roelofs) com o tempo de 63,18 segundos.
Polêmica na seleção brasileira. Luciana Diniz foi escolhida para disputar com a seleção os Jogos Pan-Americanos, que acontecerão de 31 de outubro a 3 de novembro. Porém, Diniz, que voltou a competir sob a bandeira brasileira em 2022, agora precisa se retirar da competição devido a as regras do campeonato. A antiga equestre portuguesa deve retirar-se com o seu Vertigo du Désert (Mylord Carthago, criador: Laurent Aubaux). Anteriormente, esta combinação ajudou a garantir a qualificação olímpica durante as finais da Taça das Nações da FEI, em Barcelona.
Pelas regras dos Jogos Pan-Americanos, um atleta só pode disputar um campeonato dois anos após a mudança de nacionalidade. A FEI tem regulamentos diferentes. Diniz competiu pela última vez por Portugal em 2021, durante o Campeonato da Europa.
“É um erro lamentável”, comentou Diniz. “Ninguém de toda a equipa considerou que as regras dos Jogos Pan-Americanos diferem das da FEI. Apesar de ter salientado que competi pela última vez por Portugal em Setembro de 2021, e que há de facto um intervalo de mais de 2 anos entre o meu último participação e nos Jogos Pan-Americanos.”
“Claro que estou decepcionado. Os Jogos Pan-Americanos foram um objetivo para mim! Foi um sonho. Felizmente, munidos desse conhecimento, vamos agora tentar colocar em ordem as inscrições para Paris 2024!”
Mais precisamente, de acordo com as regras 34.5 e 34.6 da constituição da Organização Desportiva Pan-Americana (PASO), um “atleta que tenha representado um país nos Jogos Pan-Americanos ou nos Jogos Olímpicos, ou em campeonatos mundiais ou regionais reconhecidos pela Organização Pan-Americana relevante A Confederação Desportiva e/ou a federação internacional correspondente, e que tenha mudado de nacionalidade ou adquirido uma nova nacionalidade, poderá participar nos Jogos Pan-Americanos para representar o seu novo país, desde que tenham decorrido pelo menos três anos desde a última vez que o competidor representou o seu antigo país. (entendido como um campeonato internacional).” Este prazo poderá ser reduzido ou mesmo dispensado com a concordância dos Comitês Olímpicos Nacionais e das Confederações Desportivas Pan-Americanas competentes, levando em consideração as circunstâncias de cada caso.