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Marlon Modolo Zanotelli, do Brasil, vence na abertura do Longines Masters de Paris.

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foto: © Sportfot pour EEM

Na abertura do Longines Masters de Paris 74 conjuntos entraram no Masters One Hubside, a 1,45m, do CSI 5 * e o brasileiro Marlon Modolo Zanotelli obteve o melhor desempenho.

Montando a égua da KWPN, 10 anos, Sweet Tricia, ele foi o único a gerenciar uma rodada zerada com a marca imbatível de 29’84. Uma primeira vitória para essa parceria relativamente nova, pois ele passou a montar há apenas algumas semanas.

“Este é obviamente um começo muito bom para o evento. Estou muito feliz e orgulhoso de Sweet Tricia, que já ganhou muito com seu cavaleiro anterior Darragh Kenny (Irlanda). É um prazer para mim ser capaz de saltar com esse cavalo », disse o duplo medalhista de ouro nos Jogos Panamericanos de 2019. O atleta que mora na Bélgica poderá levar para casa um prêmio muito especial, a Ducati Scrambler apresentada ao vencedor.

45º da ordem, Marlon Modolo Zanotelli permaneceu sem contestação até o final da prova. Uma rodada clara em 30’09 permitiu que Jessica Springsteen, EUA, assumisse o segundo lugar com Tiger Lily. O jovem italiano e membro do Riders Lab Filippo Marco Bologni ficou nos 30 ’18 com o Diplomat, em 3º.

Um total de 19 conjuntos conseguiu manter a pista limpa. Os melhores do contingente francês são Max Thirouin e sua égua castanha Utopie Villelongue, que começou pela primeira vez entre a elite do mundo no Longines Masters de Paris.

Encontre os resultados completos AQUI

Fonte: Por Fora das Pistas

Campeão do ranking, Team Artem vence semi mas não é favorito absoluto da final do playoff do Longines XTC.

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ARTEMUS DE ALMEIDA (team Artem)

Seis equipes disputam amanhã (sábado, 07/12), a partir das 16 horas, na pista de grama da Sociedade Hípica Paulista, a final do Playoff do Longines Xtreme Teams’ Challenge, que será transmitida ao vivo pela Fox Sports 2.

Distribuindo uma premiação de R$ 500 mil, este playoff está sendo realizado duas semanas depois da 7ª e última etapa do Ranking do LXTC, disputada no Rio de Janeiro, onde a equipe Artem conquistou o título com apenas três pontos de vantagem sobre a vice-campeã, a Exitum.

É a última competição do evento Longines XTC, criado pelo cavaleiro olímpico Doda Miranda, que será decidida amanhã entre as seis melhores equipes das 12 que iniciaram as classificatórias de ontem (quinta-feira) e participaram das semifinais de hoje (sexta-feira).

Misturando diversas categorias do hipismo nacional em provas de 1,40, 1,30 e 1,20 metro, com participações de renomados cavaleiros olímpicos e pan-americanos, de jovens talentos entre 12 e 25 anos e de amadores, o LXTC terá na grande final de seu Playoff o mesmo tipo de competição realizada em todas as finais de cada etapa do ranking, ou seja, a equipe leva pra pista o seu melhor trio de cavaleiros para tentar fazer o menor tempo na soma de cada um dos percursos. A única diferença é que participarão seis equipes em vez das oito das finais das etapas.

Por decidir outro título importante em apenas uma única prova, o Playoff do LXTC promete ter uma disputa bem mais acirrada do que no ranking, principalmente entre as três equipes que ficaram na frente dele: a campeã Artem (formada pelo capitão Artemus de Almeida, Gabriel Gouveia e Bruno Pessanha), a vice-campeã Exitum (capitão Stephan Barcha, Luiz Felipe Pimenta Alves e Alberto Bento Sinimbu) e a terceira colocada Opus (capitão José Reynoso Fernandez Filho, José Luiz Guimarães de Carvalho e Thales Marino).

Entre os três times melhores classificados do ranking não dá pra apontar um favorito, mesmo porque o que mais venceu etapas foi justamente o vice-campeão, o Exitum com quatro vitórias, contra 2 da Artem e 1 da Opus. Além disso, o team Artem foi o vencedor das semifinais de ontem e, portanto, vai ser o último a entrar na pista. Leva a vantagem de saber exatamente o que precisa, porém, em nenhuma das sete finais de etapas a última equipe a entrar na pista ganhou prova.

E tem ainda outro fator importante: a equipe Opus, apesar de ter ficado em quarto lugar nas semifinais de ontem foi justamente a que fez o melhor tempo da série de 1,40 metro, ou seja, praticamente com os mesmos participantes de amanhã. Com todos seus cavaleiros da Hípica Paulista, onde será realizada a grande final, os cavaleiros da Opus geralmente crescem muito em desempenho.

Fora isso, não dá pra deixar de destacar também que as outras três equipes desta final também evoluiram demais neste playoff. São os casos do team Vitae, que ficou em segundo lugar nas semifinais de ontem e vai ser o penúltimo a entrar amanhã, do team Audacius, último colocado do ranking que classificou surpreendentemente em quinto e o Aurum, que sempre obtém boas posições.

Este foi o resultado das semi-finais de hoje, que classificaram as seis primeiras equipes para a final de amanhã:

1º) Team Artem, 4 pontos perdidos; 2º) Team Vitae, 7; 3º) Team Exitum, 8; 4º) Team Opus, 10; 5º) Team Audácius, 12: 6º) Team Aurum, 12; 7º) Team Crystallini, 16; 8º) Team Auxilium, 21; 9º) Team Fortuna, 28; e, 10º) Team Equus, 33 pontos.

Fonte: Por Fora das Pistas

O benefício de um cavalo no tratamento de uma doença!

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foto: reprodução

“É algo que me dá em dobro aquilo que eu preciso. De carinho, de amor, de compreensão. Ela não fala, mas escuta tudo o que eu lhe digo”, explica Eva Silva, de 65 anos.

Um projeto de equitação terapêutica, em Matosinhos, ajuda idosos que sobreviveram ao cancro, na maioria mulheres, a ter uma vida melhor e a realizar sonhos, trabalhando os aspectos físicos e emocionais.

No terreno há uma década, a trabalhar com pessoas portadoras de deficiência, a Associação Equiterapêutica do Porto e Matosinhos (AEPM) aceitou há um ano o repto da Associação de Apoio a Pessoas com Cancro (AAPC) para fazer nascer um novo projeto, agora dedicado a sobreviventes de doenças oncológicas.

“Percebemos nos últimos anos que a utilização de cavalos para fins terapêuticos, ou mesmo em atividades lúdicas e pedagógicas, é muito útil”, justificou a presidente da AEPM, Joana Pereira.

Uma vez por semana, oito pacientes de cada vez, fazem terapia no picadeiro do Lar do Comércio, em Matosinhos, durante cerca de duas horas.

“Trabalham-se várias competências, mas principalmente a emocional, a relação que se estabelece com o animal”, disse Joana Pereira, enaltecendo também como mais-valias “o trabalho físico [em cima do cavalo] e as competências mentais”.

Susana Pires Duarte, coordenadora da AAPC, destacou os “ganhos diversos”, a partir do momento em que os idosos, com a ajuda de dois técnicos, sobem os degraus para montar uma égua de 14 anos.

“Estamos a falar de doentes oncológicos que estão numa fase de sobrevivência. Falamos de emoções, de isolamento social e os ganhos são tentar recuperar, ainda melhor, numa fase de sobrevivência [em que ainda há] consequências da doença, quimioterapia e radioterapia”, vincou a coordenadora.

E prosseguiu: “são terapias que podem auxiliar, por exemplo, na falta de memória, que é uma consequência dos tratamentos, ao ter [acesso a] exercícios repetitivos, todos os meses ou semanas”.

Na “maioria mulheres sobreviventes do cancro da mama”, informou Susana Pires Duarte, a faixa etária dos utentes na equitação terapêutica vai dos 35 aos 73 anos, distribuindo-se por duas turmas de oito.

Esta proposta foi recebida pelos pacientes com muito agrado, pois uma parte deles nunca teve contacto com cavalos e tinha esse desejo e vontade.

Associação que tem “finalidade prestar assistência e apoio a pessoas carentes portadores de cancro”, na AAPC, segundo a coordenadora, ocorre depois, nas consultas de psicologia, a segunda parte do tratamento, fazendo-se a “ponte das emoções vividas”.

Em cima da égua Cabriola, depois de duas voltas ao picadeiro, Maria Cunha, de 70 anos, falou sobre os efeitos da terapia que a ajuda hoje a continuar a combater os efeitos do cancro da mama que venceu há 23 anos. “Estas aulas descontraem-me. Há uma presença com os animais e nós convivemos com isso. Os exercícios, o equilíbrio, as emoções”, descreveu, numa conversa a que colou a memória de ter sido vizinha, enquanto criança, do Sport Club do Porto, altura em que nasceu a “paixão” pelos cavalos.

Garantindo que a “terapia é muito válida”, porque transmite paz, Maria Cunha repetiu a ordem e a Cabriola retomou o circuito circular, com vários aparelhos, distribuídos para exercitar os pacientes enquanto cavalgam.

Eva Silva, de 65 anos, não escondeu à Lusa a emoção “fabulosa” quando falou dos passeios em cima da égua branca, que lhe permitiu cumprir o sonho de quando tinha quatro anos.

Fonte: PublicoPT

Vivencie os jogos da XXXII Olimpíadas em Tóquio.

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FALTAM –  230 DIAS PARA OS JOGOS OLÍMPICOS

DESCUBRA TÓQUIO

Uma cidade de muitos contrastes, Tóquio às vezes parece um mundo à parte. Sua rica herança cultural, tecnologia de ponta e cultura de rua vibrante atraem milhares de turistas todos os anos. Tóquio é uma das cidades mais ricas do mundo e ganhou reputação como centro econômico e cultural da Ásia. É tão grande e diversificada que vários meses são insuficientes para visitar todas as suas atrações. Não importa quantas vezes você visite esta cidade eletrizante, ela sempre tem a capacidade de cativar e surpreender.

CURIOSIDADES:

População Total : 37 milhões

Idioma: Japonês

Horário do Japão: GMT +9

Moeda local : YEN

O LEGADO OLÍMPICO DE 1964

A primeira vez em que os jogos foram realizados nesta cidade, em 1964, representou um evento significativo para o Japão e para o mundo todo. Foram os primeiros Jogos Olímpicos realizados na Ásia e muitos fãs de esportes asiáticos tiveram a chance de assistir aos Jogos ao vivo. Os Jogos japoneses deram um passo à frente em termos de desenvolvimento tecnológico: durante as Olimpíadas de 1964, os computadores foram usados ​​para calcular as estatísticas durante a competição. Além disso, os Jogos de 1964 foram transmitidos nos Estados Unidos usando o primeiro satélite de comunicações. A transmissão das Olimpíada de 1964 foi a primeira a cruzar o Pacífico.

A restauração e renovação da infra-estrutura de Tóquio no pós-guerra foi um verdadeiro milagre. O famoso trem japonês Shinkansen foi inaugurado poucos dias antes do início dos Jogos e ligou Tóquio a Osaka. O aeroporto Haneda Tokyo se tornou muito mais conveniente, novas estradas modernas apareceram. 30 instalações esportivas foram envolvidas na acomodação de Jogos, algumas das quais estão atualmente em reforma e serão usadas novamente em 2020, por exemplo, o Yoyogi National Gymnasium, o Nippon Budokan e o Tokyo Metropolitan Gymnasium.

Os Jogos de 1964 foram bem sucedidos para a equipe japonesa. Atletas locais conquistaram 16 medalhas de ouro, 5 de prata e 8 de bronze, foi o terceiro resultado depois dos Estados Unidos e da URSS. A popularidade dos Jogos Olímpicos levou a um aumento do interesse em esportes em geral entre os japoneses, e o número de centros esportivos e seções para crianças e adultos cresceu.

Mas esses Jogos se tornaram tão importantes e notáveis ​​não tanto por causa das mudanças na infraestrutura e crescimento econômico. A principal conquista foi o retorno do Japão ao cenário mundial como um país pacífico, amigável e aberto.

SERVIÇO:

O QUE: XXXII JOGOS OLÍMPICOS ТÓQUIO 2020

DATA: 24 Julho – 9 Agosto

COMPREM INGRESSOS AQUI!

Fonte: match-hospitality

Top Riders 2019 na Hípica Paulista define campeão do ranking brasileiro Senior Top 2019.

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Ao longo da temporada 2019, 85 cavaleiros e amazonas disputaram o ranking brasileiro Senior Top (rendimento máximo) que tem nove etapas e termina no próximo domingo, 8/12, encerrando o Concurso de Salto Nacional 4* Top Riders, na Sociedade Hípica Paulista. Após oito das nove etapas, a liderança do ranking está nas mãos de José Roberto Reynoso Fernandez Filho com 302 pontos. Em 2º lugar vem Marcello Ciavaglia com 274 pontos. Computados os seis possíveis descartes, somente José Reynoso, 39, e Marcello, 42, podem matematicamente garantir o título do ranking. São duas as provas válidas: a qualificativa do GP, 1.45 metro, nessa sexta, 7/12, às 15h00, e o GP, a 1.55 metro, no domingo, 8/12, a partir das 14h30.

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José Roberto Reynoso Fernandez Filho com Azrael W na conquista do título do brasileiro Senior Top 2019 na Sociedade Hípica Paulista

Para Marcello que vem de vitória no GP Internacional do Rio de Janeiro, em 24/11, está em jogo a 1ª vitória no ranking. Já para Reynoso esse seria o bi consecutivo, o cavaleiro também foi campeão em 2015/2016. O circuito senior top disputado em até 10 etapas com uma qualificativa e um GP foi criado em 2013 e também passou a definir o título de campeão brasileiro da categoria. A partir de 2017, o Campeonato Brasileiro Senior Top, a exemplo do formato anterior a 2014, voltou a ser disputado em separado mas continuou integrando as etapas do ranking. Para Marcello está em jogo a 1ª vitória no ranking.

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Marcello Ciavaglia com seu Conto RJ na conquista do vice- campeonato brasileiro senior top 2019

Recentemente após o Campeonato Bcrasileiro Senior Top, na Hípica Paulista em 10/7, ambos os cavaleiros José Reynoso, campeão, e Marcello, vice, foram convocados Copa das Nações 4* na 8ª semana do Winter Equestrian Festival 2019 na Flórida (EUA) e podem se juntar ao grupo em observação para formação Time Brasil em Toquio 2020. A ida de Marcello aos EUA já está confirmada. Seu principal cavalo Conto RJ, de propriedade de Roberto Jessourun, não salta o Top Riders e embarca em breve. Na final do ranking, Marcello entra em pista com Theron RJ e Salamandra New Wonderful. José Roberto ainda não decidiu se participa da temporada no Exterior e busca o título com sua principal montaria Azrael W, com o qual também recém conquistou o tri consecutivo no GP do Internacional Indoor em 30/9, na Hípica Paulista.

“O José Roberto está em casa no Top Riders e acho que é mesmo o grande favorito. Eu vou competir com outras montarias e após a qualificativa decido se salto o GP ou não”, conta Marcello. Enquanto José Reynoso garante: “darei o meu máximo para garantir a vitória no ranking e ter um bom resultado no GP.”

Playoff do Longines XTC também agita a Final Top Riders

Depois de sete etapas com elevado nível de competição nas mais importantes hípicas do País, o Longines Xtreme Teams’ Challenge (LXTC), milionária disputa por equipes, promete ter mais uma emocionante decisão com a realização do seu esperado Playoff, durante o Top Riders na Sociedade Hípica Paulista. As 13 equipes que participam do LXTC brigam pelo prêmio extra de R$ 500 mil para ficar entre os seis times finalistas no Playoff.

Criado e organizado por Doda Miranda, o inédito campeonato de equipes ofereceu um total de R$ 2 milhões em toda a temporada. O grande diferencial é a composição das equipes com cavaleiros de ponta, entre olímpicos e pan-americanos, jovens talentos até 25 anos saltando 1.40m, amadores e nata jovem a partir de 12 anos, o Longines XTC fez sucesso e aumentou as inscrições dos principais concursos nacionais.

A grande final acontece no sábado, 7/12, e com as 6 melhores equipes da semifinal e, caso as equipes campeã e vice-campeã do Ranking Anual do LXTC – Artem liderada pelo cavaleiro pan-americano Artemus de Almeida e Exitum liderada pelo olímpico Stephan Barcha – não avancem para esta fase, o Comitê Executivo do campeonato pode, a seu critério, utilizar de “Wild Cards” e convidá-las a participar da disputa. A equipe Opus – liderada pelo olímpico José Reynoso – fechou a final em 3º lugar e vem bem na briga para a final das seis equipes, após a 1ª qualificativa nessa quinta, 5/12.

“O LXTC gerou motivação extra ao hipismo nacional reunindo jovens talentos, amadores e profissionais em uma saudável competição por equipes. Sem dúvida, é interessante para o público e agrega muito ao nosso esporte”, destaca Ronaldo Bittencourt Filho, presidente da Confederação Brasileira de Hipismo.

Serviço

CSN Top Riders e LXTC
Rua Quintana, 206 – Brooklin Novo – SHP
Entrada franca
Estacionamento R$ 25

Imprensa CBH – Carola May; fotos: Luis Ruas

Playoff do Longines XTC também agita a final Top Riders.

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Doda Miranda com ex jogador Amaral durante etapa do LXTC na SHP (Natasha Simionato)

Depois de sete etapas com elevado nível de competição nas mais importantes hípicas do País, o Longines Xtreme Teams’ Challenge (LXTC), milionária disputa por equipes, promete ter mais uma emocionante decisão com a realização do seu esperado Playoff, durante o Top Riders na Sociedade Hípica Paulista.

As 13 equipes que participam do LXTC brigam pelo prêmio extra de R$ 500 mil para ficar entre os seis times finalistas no Playoff.

Criado e organizado por Doda Miranda, o inédito campeonato de equipes ofereceu um total de R$ 2 milhões em toda a temporada. O grande diferencial é a composição das equipes com cavaleiros de ponta, entre olímpicos e pan-americanos, jovens talentos até 25 anos saltando 1.40m, amadores e nata jovem a partir de 12 anos, o Longines XTC fez sucesso e aumentou as inscrições dos principais concursos nacionais.

A grande final acontece no sábado, 7/12, e com as 6 melhores equipes da semifinal e, caso as equipes campeã e vice-campeã do Ranking Anual do LXTC – Artem liderada pelo cavaleiro pan-americano Artemus de Almeida e Exitum liderada pelo olímpico Stephan Barcha – não avancem para esta fase, o Comitê Executivo do campeonato pode, a seu critério, utilizar de “Wild Cards” e convidá-las a participar da disputa. A equipe Opus – liderada pelo olímpico José Reynoso – fechou a final em 3º lugar e vem bem na briga para a final das seis equipes, após a 1ª qualificativa nessa quinta, 5/12.

“O LXTC gerou motivação extra ao hipismo nacional reunindo jovens talentos, amadores e profissionais em uma saudável competição por equipes. Sem dúvida, é interessante para o público e agrega muito ao nosso esporte”, destaca Ronaldo Bittencourt Filho, presidente da Confederação Brasileira de Hipismo.

Fonte: Por Fora das Pistas

Equipe Vitae vence classificatórias para o playoff do Longines XTC e 10 equipes fazem semifinal na SHP.

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Rodrigo Lima, do team Vitae, venceu a prova decisiva de equipe de hoje do LXTC e também ficou com a vitória da prova individual (foto de Emerson Emerim)

Sem a presença das quatro equipes primeiras colocadas do Ranking 2019 (Artem, Exitum, Opus e Fortuna), que irão entrar diretamente amanhã (06/12, quinta-feira) nas semifinais, a partir das 8h30 da manhã, na Sociedade Hípica Paulista, o Playoff do Longines Xtreme Teams’ Challenge começou ontem (quinta-feira) com as provas classificatórias e apresentou um resultado com várias surpresas.

Das oito equipes que competiram pelas seis vagas das semifinais de hoje, que terá também as quatro classificadas pelo próprio ranking, a melhor foi a Vitae, formada na prova principal com os cavaleiros Thiago Mattos, Gabriel Cury, Tiago Mesquita e Rodrigo Lima. O team vencedor, que tinha ficado em sétimo lugar do ranking LXTC, terminou as três classificatórias sem nenhum ponto perdido. E ganhou por ter feito o melhor tempo total da prova principal, com 192,34 segundos, sendo que Rodrigo Lima foi ainda o mais veloz de todo o percurso (59,01 segundos).

O segundo lugar das classificatórias de ontem ficou para a equipe Aurum, a sexta colocada do ranking, que também não cometeu faltas em todas as disputas e terminou a prova principal com o tempo total dos três melhores cavaleiros em 202,42 segundos. Foi representada por Lúcio Osório, Rafael Ribeiro, Eduardo Mendes e Paulo Roberto Miranda.

Em terceiro ficou a equipe Cryslallini, que terminou o ranking do Longines XTC em quinto lugar, porém, ontem foi penalizada com 4 pontos perdidos por cometer uma falta na última classificatória. O team seria o último a entrar na pista, mas acabou sendo o primeiro porque a amazona Mariana Chaves, de Belo Horizonte, precisava pegar um voo para a sua cidade em tempo de fazer outra prova: a de sua Faculdade de Engenharia. Além dela, a equipe Crystallini teve as participações de Flávio Grillo Araújo, Fábio Sarti e Thiago Rhavy de Sá e Silva.

A melhor surpresa de ontem ficou com o team Audacius. Depois de terminar em último lugar do ranking, o time obteve o quarto lugar das classificatórias, cometendo uma falta na série de 1,30 metro e outra na de 1,40 metro. Na prova principal foi representado por Pedro Backheuser, Marcelo Gozzi, Raphael Halaban e Pedro Egoroff.

Classificaram também para a semifinal de amanhã mais duas equipes: a Auxilium, com 9 pontos perdidos e a Eqqus, com 17. Só não vão participar da semifinal de amanhã os times da Imperium e da Passion, que foram eliminados do playoff nas classificatórias.

Nas semifinais de amanhã, com 10 equipes, 6 delas irão pra final de sábado, às 16 horas, que terá transmissão ao vivo pela Fox Sports. Porém, caso as equipes campeã (Artem) e vice-campeã (Exitum) não se classifiquem entre as seis melhores, elas deverão ser convidadas para participar da grande final do Playoff Longines XTC 2019.

Programação restante do evento:

06/12 (sexta-feira) – 08h30 – Semifinal 1 (Série 1,20 metro, cronômetro); 10h30 – Semifinal 2 (Série 1,30 metro, cronômetro); e, 12h30 – Semifinal 3 (Série 1,40 metro, cronômetro).

07/12 (sábado) – 16h00 – Final Longines XTC (Série 1,40 metro, cronômetro)

08/12 (domingo) – 18h00 – Show especial e entrega de prêmios para os vencedores do Ranking do Longines Xtreme Teams’ Challenge.

Jornalista Responsável: Charles Marzanasco Filho,

Pernambuco recebe última etapa do Circuito Norte-nordeste de hipismo.

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Foto: Leandro Brayner

A decisão do Circuito Norte-Nordeste de Hipismo ficou para Pernambuco. A partir da sexta-feira (6) até o domingo (8), o Caxangá Golf & Country Club receberá a sexta e última etapa da competição, que será disputada junto à XXII Copa Pernambuco de Hipismo, com a participação de mais de 180 conjuntos.

Nos três dias da VI Etapa do Circuito Norte-Nordeste de Hipismo serão disputadas 19 provas divididas em sete séries. A competição reunirá cavaleiros competindo nas séries Escola Preliminar (0,60m) e Principal (0,80m), Aspirantes (0,90m), Extra (1m), Preliminar (1,10m), Intermediária (1,20m), Especial (1,30m) e Principal (1,40m).

Na sexta-feira e no sábado (7) as provas iniciam às 8h20 com a série Escola Preliminar. Já no domingo o dia será dedicado às provas especiais, que não contam pontos para o Circuito Norte-Nordeste e nem para a Copa Pernambuco. Serão realizadas as disputas Especial em Dupla e Especial Normal.

A VI Etapa do Circuito Norte-Nordeste de Hipismo definirá os campeões regionais da modalidade. A primeira etapa foi realizada em março, também em Pernambuco, já a segunda foi na Bahia, no mês de abril. A terceira foi disputada em Alagoas, em setembro, a quarta no Ceará, em outubro, e a quinta novamente na Bahia, em novembro.

A competição será aberta ao público e contará com muitas atividades. Além das provas, haverá feira de produtos de luxo, exposição de veículos, espaço gourmet, kombi com chopps artesanais, espaço kit, entre outras atrações.
Confira abaixo os líderes do Circuito por categoria:

Escola Preliminar (0,60m)
1º – Sofia Collares (FHSE)

Escola Principal (0,80m)
1º – Sofia Collares (FHSE)

Aspirante (0,90m)
1º – Tayna Tavares Passos (FHSE)

Extra – Jovem Cavaleiro B (1m)
1º – Bianka Gomes Soares (FEP)

Extra – Amador B (1m)
1º – Lisa Michele Tosto (FHB)

Extra – Mini-Mirim (1m)
1º – Maria Paula Veras Gomes (FEC)

Preliminar – Jovem Cavaleiro A (1,10m)
1º – Augusto Granjeiro Costa (FEA)

Preliminar – Pré-Mirim (1,10m)
1º – Esther Faldini Koren de Lima

Preliminar – Amador A (1,10m)
1º – Carlos Avelar (FEP

Preliminar – Aberta (1,10m)
1º – Alberto Augusto de Souza Neto (FEP)

Preliminar – Cavalos Novos 5 anos (1,10m)
1º – André Luis Giovanni/Allure (FHB)

Intermediária – Jovem Cavaleiro (1,20m)
1º – Sarah Orit Silveira Eriel (FEC)

Intermediária – Mirim (1,20m)
1º – Gabriela Gadelha Rattacaso (FEC)

Intermediária – Amador (1,20m)
1º – Geraldo Bandeira de Melo Filho (FEP)

Intermediária – Aberta (1,20m)
1º – Anderlei Tonon Rodrigues (FEC)

Intermediária – Cavalos Novos 6 anos (1,20m)
1º – Pedro Eduardo Teixeira/SL Onix (FEP)

Especial – Jovem Cavaleiro (1,30m)
1º – Samara Ribeira de Souza Vieira (FEC)

Especial – Pré-Júnior (1,30m)
1º – João Marcelo Monte Santos (FEP)

Especial – Amador Top (1,30m)
1º – Gonçalo Homem Moura (FHB)
Especial – Sênior (1,30m)
1º – Pedro Eduardo Teixeira (FEP)

Fonte: Por Fora das Pistas

Daniel Bluman ganha em Wellington prova a 1,50m.

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Daniel Bluman com o Steve Rector. © ESP

Daniel Bluman, de Israel, chegou ao primeiro lugar no dorso de Colestina H, de propriedade da Blue Star Investments & Kim Douglas, no qualificador de US $ 72.000 do Joe DiMaggio Children’s Health Specialist, a 1,50m. O conjunto parou os temporizadores de partida em 34.779 segundos.

Em segundo lugar, Nicole Shahinian-Simpson, de Wellington, Flórida, e Akuna Mattata, de Carol Rosenstein, após zerar o desempate em 34.958 segundos. Michael Morrissey, de Wellington, FL, montou Chance Ste Hermelle, de propriedade da Qbs Equestrian LLC, e parou os cronômetros em 35.132 segundos para reivindicar a escarapela amarela de terceiro lugar.

A pista de 1,50m, montada pelo designer da FEI Anthony D’ambrosia, desafiou um total de 53 concorrentes. Quatorze retornaram para o desempate.”Foi uma rodada agradável. Eu pensei que era um bom número de pessoas no início”, comentou Daniel Bluman após sua vitória.

“Honestamente, o mais importante é que o equilíbrio é incrível. Estamos tão felizes por ter um bom equilíbrio, é agradável para os cavalos, seguro para nós e honestamente, somos muito gratos. Faz uma enorme diferença. torna o programa com uma qualidade diferente e você pode sentir a emoção de todos ao redor “.

Fonte: Por Fora das Pistas

CBH promove reunião com atletas candidatos ao Time Brasil de Salto em Toquio 2020.

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Em Paris na terça-feira, 3/12, a Confederação Brasileira de Hipismo promoveu uma reunião de planejamento com candidatos a uma vaga no Time Brasil de Salto rumo a Toquio 2020. A reunião foi liderada pelo técnico do Time Brasil de Salto Phillipe Guerdat, o chefe de equipe Pedro Paulo Lacerda e Ronaldo Bittencourt Filho, presidente da CBH.

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Flash de confraternização ao final da reunião em Paris

Estiveram presentes, entre outros, integrantes do Time Brasil campeão nos Jogos Pan-americanos de Lima Marlon Zanotelli, também campeão individual, Pedro Veniss, Rodrigo Lambre, Eduardo Menezes e Luiz Felipe de Azevedo Filho, Felipe Amaral, Pedro Muylaert,Stephan Barcha, o campeão olímpico Rodrigo Pessoa, Bernardo Alves, Yuri Mansur, Carlos Ribas, Thiago Ribas da Costa, Thiago Rhavy, , Pedro Ramos, representando a equipe do Haras Império Egípcio. Participaram da reunião via Skype Francisco Musa, Karina Johannpeter e Cassio Rivetti. Vale lembrar, que outros atletas com índice técnico também estão entre os observados para Toquio 2020.

O principal foco foi fazer um planejamento adequado para que os cavaleiros e cavalos candidatos a uma vaga no Time Brasil em Toquio 2020 estejam em sua melhor forma na época dos Jogos.

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