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Programação do hipismo nos Jogos Olímpicos Tokyo 2020.

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Os Jogos Olímpicos Tokyo 2020 acontecem entre 24 de julho e 6 de agosto. As competições do hipismo terão lugar no Parque Equestre Baji Koen, que também foi sede da modalidade na Olimpíada Tokyo 1964. O parque Baji Koen é o principal palco de apresentações e competições equestres no país. A tempertura durante o período dos Jogos pode chegar a 40° celsius e será um dos obstáculos extras durante a competição.

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O Parque Equestre Baji Koen: sede do hipismo nos Jogos Olímpicos Tokyo 1964 e 2020

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Sea Forest Cross Country Course recebe a prova mais radical do Concurso Completo, que pode ser considerado o triatlo equestre

Adestramento:
Sábado e domingo, 25 e 26 de julho
3ª e quarta-feira, 28 e 29 de julho

Concurso Completo (Adestramento, Cross Country e Salto):
6ª a 2ª feira – 31 de julho a 3 de agosto
A prova de cross county será no Sea Forest Cross Country Course, especialmente construido para a competição e que após os jogos será uma área de lazer aberta ao público.

Salto
4ª e 5ª feira, 4 e 5 de agosto
6ª feira e sábado, 7 e 8 de agosto


Acesse o site oficial

Fonte: CBH

Aulas de hipismo com simulador de cavalo acontece nos EUA.

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(dr) Equicise

Equicity é um conceito que alia a equitação ao exercício físico e está a ganhar popularidade nos Estados Unidos. Cada aula com este simulador de cavalo custa 100 dólares.

Um simulador de equitação começa a ganhar uma certa popularidade nos Estados Unidos. É uma espécie de um touro mecânico, com um tamanho semelhante a um cavalo, e que procura mimetizar a experiência verdadeira de andar a cavalo.

Situado no estado da Califórnia, nos Estados Unidos, o Colleen Reid Dressage é a casa para Simon, o cavalo mecânico responsável por esta experiência bizarra. No entanto, por muito insólito que pareça, há de fato quem pague por aulas de equitação com ele. E estão longe de ser baratas: cada uma custa 100 dólares e dura 30 minutos.

Os alunos usam estas aulas como uma alternativa para se manterem em forma. O conceito chama-se “Equicise”, uma junção entre equitação e exercício físico.

Segundo o OZY, por muito futurista que isto pareça, os simuladores de equitação estão longe de ser uma invenção recente. Foram criados em 1982, inicialmente com a intenção de reabilitar jóqueis. Hoje, já começam a ser utilizadas quase como máquinas de ginásio.

Estados Unidos, Japão, Omã, Canadá e África do Sul são apenas alguns exemplos de países para onde o fenômeno já se espalhou. Aliados à tecnologia, estes simuladores fornecem uma experiência única e fiel à verdadeira. Um ecrã mostra as informações do cavaleiro em tempo real, dando um feedback do seu desempenho.

Cada cavalo como Simon custa sensivelmente 60 mil dólares e a indústria fitness está a adorar de tal forma a ideia que não parece ter problemas em pagar tanto por um simulador de equitação.

As aulas “fornecem um treino de corpo inteiro e beneficiam quem quer fortalecer e tonificar o corpo”, explica a professora de equitação londrina Carol Andrews, criadora do Equicise. Segundo Andrews, as aulas são também ideias para pessoas com deficiências e que tenham medo de cavalos verdadeiros.

Sem os custos inerentes ao sustento de um cavalo verdadeiro, estes cavalos eletrônicos podem revelar-se mais apelativos para muitas pessoas. Embora não ofereçam uma experiência de exercício físico tão enriquecedora como um cavalo real, podem, sem dúvida, ser um forte concorrente nesse mercado.

Fonte: ZAP / Por Fora da Pistas

Técnica de inseminação artificial permite usar material genético de cavalo que já morreu.

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Os cavalos são bonitos, elegantes e podem custar muito. Para assegurar o melhor de cada raça é preciso trilhar os caminhos da genética. Bons cavalos são sempre valorizados e criadores fazem o possível para manter a linhagem e conseguir bons descendentes.

Foto: Reprodução/TV TEM

Mas e quando o garanhão já morreu? Ou o sêmen do cavalo custa caro e precisa ser importado? É aí que entra uma técnica conhecida pela sigla ICSI, a mesma que é usada para gerar bebê de proveta.

O veterinário Fernando Dal Sasso, que também é criador da raça brasileira de hipismo, explica que o embrião gerado a partir do uso dessa técnica é fertilizado in vitro, dentro de um laboratório. Já em outros procedimentos, a fertilização se dá dentro da própria égua. Fernando diz que, com a ICSI, adquiriu palhetas com sêmen dos quatro melhores garanhões do mundo, o que não seria possível antes.

Tamanha tecnologia tem um preço. Enquanto o serviço de transparência de embrião custa em torno de R$ 2 mil, a ICSI pode chegar a R$ 12 mil por cada embrião. O investimento é alto, mas os retornos são proporcionais.

Fernando conta que um embrião “convencional” da raça brasileira de hipismo gira em torno de R$ 25 mil a R$ 30 mil. Já os embriões de ICSI podem chegar a R$ 70 mil. Em leilão, embriões chegaram a ser vendidos em média a R$ 200 mil, sendo que alguns foram vendidos por R$ 500 mil.

(Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 30/06/2019)
Técnica de inseminação permite usar até material genético de cavalo que já morreu

Técnica de inseminação permite usar até material genético de cavalo que já morreu

Philipp Reisinger também é criador de cavalos e já vendeu mais de 100 embriões a partir da ICSI. Outros 50 potros nasceram com o uso da tecnologia. Entre os animas do haras há um potro de cinco meses. O pai dele vivia nos Estados Unidos e já morreu há oito anos.

Na ICSI é usado apenas um pedacinho da palheta de esperma para a fertilização dar certo. Em outras técnicas são necessárias até oito palhetas. A economia é grande, já que cada palheta custa entre três e cinco mil dólares.

A médica veterinária especialista em genética Perla Fleury é uma das responsáveis por trazer a ICSI ao Brasil. Até o ano de 2015, apenas cinco laboratórios dominavam a técnica para reprodução de equinos no mundo. Todos ficavam na Europa e nos Estados Unidos.

Perla explica que a técnica não veio substituir a inseminação artificial, a transferência de embriões ou mesmo a gestação natural. Ela diz que se trata de mais uma ferramenta para complementar outras biotecnologias e que vem ajudar no caso de baixo resultado das outras técnicas.

Fonte – Por Nosso Campo, TV TEM (G1) / ABCCH

Será possível aumentar o índice de fertilidade das éguas?

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Chega a estação fria e com ela a ‘estação de monta’. Mas por que isso acontece? E se quisermos cobrir nossas éguas em qualquer época do ano? As respostas para estas dúvidas têm razões técnicas tanto quanto econômicas ou mesmo práticas. Também é preciso levar em conta a grande diversidade climática e geográfica de nosso país.

Muitas destas explicações estão inseridas na área de conhecimento chamada de bioclimatologia, ou seja, o estudo da correlação que o clima tem com os ciclos vitais de animais e plantas. E, claro, o estudo do clima pertence ao campo da geografia. Juntando algumas pitadas de biologia, já podemos seguir adiante.

A primeira informação a ter em mente é que as éguas são ‘poliéstricas estacionais’. Isto significa que elas têm ciclos estrais periódicos, durante mais ou menos metade do ano. Vale lembrar que toda regra tem exceção e dúvidas ou problemas precisam ser atendidos por um médico veterinário capacitado em reprodução de equinos.

Mas, aproximadamente, o ciclo estral das éguas ocorre em intervalos de 21 a 25 dias. A égua fica fértil durante três a cinco dias, depois ocorre um intervalo de 18 a 21 dias. E assim sucessivamente, durante a primavera, verão e início de outono.

Durante o inverno e nos períodos de transição, ela não cicla ou tem cios fracos, considerados subférteis, por vezes anovulatórios (quando a égua apresenta algum comportamento de cio, porém não chega a liberar um óvulo para possível fertilização).

É elucidativo visualizar estas duas épocas do ano, estro e anestro (= presença e ausência de cio), como duas ondas, com picos negativos e positivos de fertilidade. E os períodos de transição (quando a égua está entrando em anestro ou saindo dele) são os de fertilidade intermediária. Se fizermos uma superposição deste ciclo com um calendário, veremos que, no hemisfério Sul, o pico de fertilidade das éguas corresponde ao mês de outubro. Por que isto acontece?

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o fenômeno do anestro não tem relação direta com a temperatura ambiente e sim com o fotoperíodo, que é a quantidade de luz solar que incide naquele local em 24 horas. No verão escurece tarde e amanhece cedo, no inverno é ao contrário.

A geografia nos ensina que, quanto mais próximos estamos dos polos, maior a diferença entre fotoperíodo de verão e de inverno. Seja no polo norte ou no sul, no verão polar há o sol da meia-noite, quando o sol nunca se põe. Já no inverno o sol nunca nasce. No equador, em todos os 365 dias do ano, há doze horas de claridade e doze horas de período noturno.

Tal como na maioria dos mamíferos, o mecanismo endócrino dos equinos reage ao aumento ou ao decréscimo do fotoperíodo numa cadeia hormonal que inibirá ou estimulará a produção dos hormônios reprodutivos, principalmente do feedback progesterona x estrógeno.
fertilidade de suas éguas

Ainda dentro dos termos que pertencem à geografia mais do que à medicina veterinária, os solstícios são os dias do ano mais longo (de verão) e mais curto (de inverno). Entre eles, há os equinócios de primavera e de outono, em que, tal qual no equador, há luz durante exatas doze horas. E, não por coincidência, estas são as datas das mudanças de estação.

Assim, em datas aproximadas, para o hemisfério Sul:

    22 de março: equinócio de outono
    22 de junho: solstício de inverno
    22 de setembro: equinócio de primavera
    2 de dezembro: solstício de verão

De modo que mais ou menos no começo de fevereiro as éguas vão ficando menos férteis, com cios menos pronunciados e mais curtos. Sua hipófise já está reagindo ao progressivo encurtamento dos dias.

Por experiência ou conhecimento técnico, todas as pessoas experientes, nos haras, sabem disso, e é por isso que ‘bate o desespero’ para emprenhar aquelas éguas que ainda chegam a janeiro vazias.

O anestro em si dura do fim de março até junho, e o pico de fertilidade das éguas se dá no mês de outubro, fenômeno também bem conhecido por todos que já tenham trabalhado ou estagiado em um criatório.  Contudo, nas zonas tropicais a ocorrência do anestro é tanto menos caracterizada quanto mais próximos estivermos do equador.

No Brasil, isto significa que na região Sul – para baixo da linha de Sorocaba e Campinas, onde passa o Trópico de Capricórnio – as éguas costumam ter períodos de estro e anestro bem caracterizados, enquanto perto da linha do equador muitas delas nem têm anestro, ciclando o ano inteiro. E para o Brasil Central a resposta é ‘depende’, incluindo desde fatores genéticos a nutricionais, e também da maneira como o manejo reprodutivo é conduzido no criatório.

Mas tudo na natureza ocorre em ciclos. A alternância entre anestro e estro nada mais é do que uma possibilidade para que o organismo entre em descanso fisiológico, e que o potro seguinte nasça mais forte e bem formado. O mais tardar neste ponto é que devemos começar a pensar se um excesso de manipulação por meio da biotecnologia pode trazer prejuízo à qualidade de animais de nosso criatório.

De fotoperíodo artificial a tratamento hormonal, já existem muitas possibilidades de manter as éguas ciclando o ano inteiro – e, conforme explicado acima, em algumas regiões do Brasil elas irão ciclar naturalmente mesmo. Mas se o aparelho reprodutor entrar em exaustão fisiológica, as consequências podem ser potros menores e menos resistentes, ou ainda quebra na produção de leite – tanto no caso das matrizes (mães biológicas) quanto das receptoras (barrigas de aluguel), das quais ainda falaremos mais para frente.

Aqui como em quase tudo na vida, é necessário buscar o equilíbrio entre quantidade e qualidade.  A antiga máxima de “dois potros a cada três anos” pode ser válida, ainda que haja éguas que nos brindam com um potrinho a cada doze meses, relojinhos reprodutivos, sempre gordinhas e boas leiteiras. Mas aqui a chave está na predisposição individual, não na ‘forçada’ artificial.

Curiosamente, o ciclo hormonal acontece também com os garanhões, ainda que em menor intensidade. Isto foi verificado em garanhões PSI destinados a acompanhar a estação de monta tanto no hemisfério norte quanto no sul. Já que nesta raça a única forma aceita de reprodução continua sendo a monta natural, ao término de uma temporada os sementais eram (e em alguns casos ainda são) embarcados para servir as éguas na outra metade do globo, com a intenção de maximizar a produção destes valiosos animais.

Passariam, por exemplo, seis meses do ano na Inglaterra e os outros seis na Austrália, ou ainda poderiam se alternar entre Brasil e Estados Unidos. Em tese, vivendo apenas no verão, a hipófise estimulada por longas horas de incidência de luz solar, os garanhões teriam contínua produção elevada de sêmen de boa qualidade.

Só que na prática, a partir do segundo ano a fertilidade e até a libido destes garanhões começava a decair. É que a eles não era permitido o descanso fisiológico sazonal, correspondente ao comportamento natural da espécie.  Isto também pode servir de alerta sobre o uso excessivo ou mal direcionado do fotoperíodo artificial em éguas, por exemplo, pretendendo que elas comecem a ciclar muito antes do que seria natural. E vale também para os casos de importação de matrizes e reprodutores de um hemisfério a outro: é natural que eles sejam sub- ou até inférteis durante o primeiro ano de suas novas vidas.

Por Claudia Leschonski, MV
Fonte: Editora Passos
Fotos: commons.wikimedia

Fonte: Cavallus / ABCCH

Estudo revela que cavalos podem reconhecer as emoções humanas.

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Divulgação
Divulgação

Os cavalos podem reconhecer as diferentes expressões faciais humanas e distinguir emoções como a alegria e raiva, segundo revelou nesta quarta-feira um estudo da Universidade de Sussex.

No experimento, cujos resultados foram publicados na revista “Biology Letters”, os pesquisadores analisaram a reação de 28 cavalos após mostrar fotografias com o rosto de um homem que demonstrava tanto sentimentos positivos como negativos.

A co-diretora da pesquisa, Amy Smith, explicou que “o principal resultado foi descobrir que olhavam (os rostos raivosos) através do olho esquerdo”.

Como todos os cérebros de mamíferos, a informação que recebem por esta via ocular é transmitida ao hemisfério direito, que é o encarregado de processar os “estímulos negativos”.

Os cientistas também descobriram que o ritmo cardíaco destes animais aumentava de forma significativa quando ficavam expostos perante rostos de ira ou raiva.

Também descobriram que outras espécies, como os cachorros, contemplam as ações negativas por meio do olho esquerdo.

Como apontou Smith, os cavalos manifestavam uma “resposta mais forte perante expressões negativas do que positivas”, o que se deve à importância “de reconhecer possíveis ameaças em seu entorno”.

“Reconhecer caras de raiva se transforma em um sistema de alarme que permite aos cavalos se antecipar a comportamentos humanos negativos”, ressaltou a investigadora.

Para os cientistas, o reconhecimento das emoções das pessoas se encontra na domesticação, que teria permitido aos equinos se adaptar e interpretar a conduta de homens e mulheres.

Os pesquisadores apontaram que seus resultados demonstram o “impacto” que o comportamento humano tem sobre estes animais.

Fonte: Terra Notícias

Momentos marcantes de 2019 do Tryon Resort.

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2019 foi um ano marcante para o Tryon Resort e o Tryon International Equestrian Center (TIEC). Leia abaixo para revisar alguns de nossos momentos icônicos favoritos do ano passado.

Kristen Vander marca sua 30ª vitória na FEI com Faustino de Tili, de Bull Run

Kristen VanderVeen (EUA) e Faustino de Tili, da Bull Run, retornaram à TIEC com uma vitória marcante na CSI Horseware Ireland Welcome Stake CSI 3 * de US $ 36.000 durante a competição Tryon Spring 4, interrompendo os temporizadores em 38,71 segundos para reivindicar sua 30ª vitória na FEI .

“Foi uma vitória especial porque foi sua 30ª vitória na FEI desde que eu o tive”, disse VanderVeen. “Estamos de olho nisso e tentando chegar aos 30.Taylor Land ocupa todo o pódio no Tryon Resort Grand Prix

Taylor Land (Atlanta, GA) conquistou uma vitória icônica durante o Tryon em 1º de agosto no Grand Prix do $ 30.000 Tryon Resort na TIEC como o primeiro cavaleiro local a conquistar o primeiro, o segundo e o terceiro lugar na competição de Grand Prix. Land subiu ao pódio com o Get Go, parando os temporizadores em 34.885 segundos. Ela também ficou em segundo e terceiro montando Pinetree Farms Inc., Liroy 30, um cavalo de esporte alemão de dez anos (Levistano x King Kolibri) e Falco V, um Warmblood holandês de nove anos (Bustique x Montreux), zerando o percurso em 35.081 segundos e 35.3 segundos, respectivamente.

“É louco! Eu nunca pensei que isso iria acontecer, mas é incrível “, confidenciou Land sobre sua vitória icônica. “Estou tão feliz que ele [Get Go] ganhou; ele é meu bebê. “Maior competição americana de cavalo interage com o público infanto-juvenil

A American Hobby Horse Series, um evento gratuito realizado todos os sábados de julho e outubro antes da competição “Saturday Night Lights” no Tryon Stadium, viu uma competição recorde com 181 inscrições na Summer Series. Oferecido para crianças até os 14 anos, o método gratuito, acessível e divertido de interagir com o esporte equestre usando um cavalo de pau tornou-se o favorito do Tryon Resort em seu terceiro ano.

Fonte: Por Fora das Pistas

Billy Twomey é o Campeão do Grande Prêmio de Liverpool.

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foto: /billytwomey

No último dia de 2019 o Grande Prêmio Theraplate UK, com obstáculos a 1.60m, levou 31 participantes, de diversos países, para o último GP internacional do ano.
Em duas voltas, 8 conjuntos avançaram para o decisão.

Venceu o irlandês Billy Twomey, no dorso de Kimba Flamenco, com duplo zero na marca de 40s93, deixando na segunda colocação Jack Whitaker, da Grã-Bretaha, sem penalidades em 42s87 montando Elucar VE. Com o total de uma falta, em 39s61, Holly Smith completou o placar montando Hearts Destiny.

A égua BH GB Celine (Cardento 933 x Concorde) fechou a prova com duas faltas no percurso inicial com o potuguês Rodrigo Almeida.

Veja aqui o placar completo.

Fonte: Por Fora da Pistas

Dica de leitura equestre – sobre mulheres e cavalos.

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O cavaleiro profissional e diretor da agência Cavalgadas Brasil, Paulo Junqueira Arantes lançou no mês de dezembro o livro “Sobre Mulheres e Cavalos”.

De acordo com Paulo, a obra é resultado do trabalho em conjunto com as renomadas fotógrafas do meio equestre, Paula da Silva e Elayne Massaine.

“Este livro é uma viagem pelo universo de mulheres reconhecidamente destacadas no meio equestre brasileiro. Elas são referência na nobre arte de se relacionar com cavalos”.

Livro traz o perfil de 12 mulheres renomadas no meio equestre brasileiro

Dessa forma, o livro traz fotos e textos descrevendo o perfil de cada uma das mulheres homenageadas, dando foco na relação delas com os cavalos.

“São 12 mulheres destacadas no meio equestre brasileiro, de várias atividades e raças. Portanto, tem atuação com equoterapia, volteio, salto, tambor e baliza, e arquearia a cavalo. Criadoras de Mangalarga, Bretão, Crioulo, Campolina, Pampa, Lusitano”, explica Paulo.

Ainda de acordo com o autor da obra, a ideia do livro surgiu depois que ele percebeu que a relação das mulheres com os cavalos é mais forte do que a dos homens.

“Surpreendentemente, depois que eu comecei a trabalhar com cavalgadas, eu comecei a ver a relação de mulheres com cavalos, e fui entender que as mulheres tem uma relação diferente por causa da sensibilidade deles”.

Além disso, Paulo cita que no Brasil as pessoas ainda associam muito mais o homem ao meio do cavalo, diferentemente do que acontece no resto do mundo. Segundo ele, as mulheres são dominam o meio do cavalo internacional.

Com infos Cavalus

Fonte: Por Fora da Pistas

Marketplace de nicho moderniza mercado equestre no Brasil.

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2 de janeiro de 2020

MARKETPLACE DE NICHO MODERNIZA MERCADO EQUESTRE NO BRASIL

Marketplace é uma plataforma de vendas pela internet, é como um shopping center online, em que diversos lojistas e marcas podem vender. O modelo funciona através da infraestrutura de um site ou aplicativo, onde a venda do lojista gera comissão ao marketplace.

No Brasil, somente no primeiro semestre de 2019, os marketplaces tiveram um crescimento de 13%, comparado aos 12% da média do e-commerce. Com faturamento de R$ 17,6 bilhões, enquanto o e-commerce faturou R$ 26,4 bi.

Marketplaces já representam uma fatia significativa do comércio eletrônico, beneficiando lojistas que podem alcançar visibilidade através desses canais já consolidados, e para o consumidor é uma ferramenta de pesquisa de preços e segurança em todo o processo de compra.

A maioria dos marketplaces garantem as transações feitas em suas plataformas. É o caso da Klopr.com, que é voltada para o público equestre e country.

O mercado de cavalos no Brasil fatura cerca de R$ 17 bilhões/ano, e cresceu mais de 12% de 2009 para cá. Acompanhando o setor, a Klopr.com une o mundo equestre ao da tecnologia, e inova com uma solução de nicho, reunindo lojistas de todo o país – dos que estão começando e querem vender pela internet, aos que já possuem loja virtual e buscam ampliar seu alcance.

Hoje, já são mais de 120 mil pessoas conectadas, entre consumidores e vendedores, formando uma verdadeira comunidade. “Trabalhamos para desenvolver as melhores soluções para que nossos vendedores vendam mais, e uma excelente experiência de compra aos nossos compradores”, afirma Abelardo Santana, CEO da Klopr.com.

O consumidor que acessar a Klopr.com, tem a disposição milhares de produtos e centenas de departamentos como acessórios para cavalos, roupas, saúde e nutrição animal, além de uma equipe de suporte atuando em toda jornada do usuário, tirando dúvidas e auxiliando no processo de compra.

A Klopr conta com o selo de Compra Segura Klopr, que garante junto a lojistas o padrão de entrega no prazo e qualidade dos produtos ofertados.

A Klopr.com quer se tornar a principal plataforma de compra e venda do mercado agro, agregando comunidades e criando novas oportunidades de negócios, através de tecnologia e inteligência dos dados gerados pelos consumidores para prever suas emoções e entregar experiências cada vez mais personalizadas e recorrentes.

Fonte: Klopr.com e PRNewswire / Por Fora das Pistas

De olho na data da prova de residência do Hospital Veterinário Jockey Club SP.

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No próximo dia 20 de janeiro será realizada a 42° prova de residência do Hospital Veterinário do Jockey Club de São Paulo.

“É a grande oportunidade para, além de aperfeiçoar seus conhecimentos, trabalhar ao lado de Alceu Athaide, Celso Bertollini, Thomas Wolff, verdadeiros ícones da medicina veterinária de equinos e também ao lado de grandes veterinários como Bernardo M. Espinhal, Reinaldo de Campos, Roberto Cintra, Leonardo Santos, Hernani Azevedo Silva e tantos outros.” Afirmou o diretor veterinário do Jockey.

As Inscrições terminam no próximo dia 15 de janeiro. Não perca essa oportunidade.

Maiores informações no site do jockey www.jockeysp.com.br

Fonte: Por Fora das Pistas

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