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Yuri Mansur em sexto no CSI4*-W Palm Beach Masters.

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Na última quinta-feira, 30, o brasileiro Yuri Mansur chegou em sexto lugar no warm-up, a 1.40m, em duas fases, no CSI4*-W Palm Beach Masters. Montando Qh Alfons Santo Antonio, de 13 anos, o cavaleiro zerou o percurso em 35s81 na segunda fase.

Venceu a amazona americana Nicole Shahinian-Simpson, com Akuna Mattata, em 30s23, seguida por Jordan Coyle, da Irlanda, no dorso de Des le Debut, com o tempo de 30s89.

Dos 51 participantes, apenas nove zeraram a segunda fase.

Veja aqui o placar.

Fonte: Por Fora das Pistas

Tóquio: CBH bonifica conjuntos que competiram na Europa em 2019.

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O Brasil perdeu oficialmente a vaga por equipe para disputar a modalidade adestramento nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. O nome do País aparece riscado na atualização mais recente do documento da Federação Equestre Internacional (FEI) acerca do processo de qualificação para a olimpíada. Isto porque não será possível  entregar à entidade, até 31 de dezembro, o certificado de capacidade (“NOC Certificate of Capability” ou COC) para manter a vaga por equipe conquistada com a medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos de Lima. Agora deve ser alocada uma cota individual, cujo conjunto que for representar o Brasil deve ser apontado até 1º de junho de 2020 pela Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) à FEI.


De acordo com o regulamento de adestramento (item F), se um país declinar da cota por equipe ou não entregar o NOC Certificate of Capability deve ser direcionada uma vaga individual, respeitando o grupo olímpico da FEI no qual a nação está inserida.

Se mais de dois países do mesmo grupo retirarem-se antes de 3 de fevereiro de 2020, a prioridade da cota individual será por ordem cronológica de desistência — para as nações que não entregarem o COC a data de desistência para efeitos da regra é de 31 de dezembro.

A cota por equipe que ficar aberta será redistribuída para o que a FEI chama de “composite team”, cujos conjuntos também devem ter alcançado os MERs até 31 de dezembro. As definições com relação às alocações das cotas individuais e composite team serão informadas pela FEI em 17 de fevereiro.

Os países têm até o dia 16 de março para confirmar para a FEI se usarão a cota individual e a cota dos “composite teams”. Depois, têm até o dia 1º de junho para nomear o conjunto que representará a nação — é nesta data também que todos os conjuntos competindo em Tóquio 2020 precisam apresentar o certificado de capacidade individual contendo os MERs. A data prevista para a entrega da inscrição definitiva é 6 julho.

Conforme Bettina De Rham, diretora de adestramento, paraequestre, rédeas e volteio na Federação Equestre Internacional, explicou, por e-mail, ao Adestramento Brasil, a vaga individual obtida pela retirada da disputa por equipe está dentro das cotas regionais. Para o caso das regiões das Américas (Norte, Central e do Sul — grupos D e E), segundo o regulamento da Federação Equestre Internacional (FEI), são quatro vagas. “O total de quatro vagas de cotas individuais para os grupos D & E permanecerá, mesmo que um slot seja alocado ao Brasil”, disse. O máximo é de um conjunto individual por país. Leiam as respostas da executiva por e-mail.

As vagas individuais são definidas segundo classificação no Ranking Olímpico da FEI em 31 de dezembro. Até o momento, atletas da República Dominicana, Bermudas, México e Venezuela são os mais bem-colocados.

Além disso, de acordo com o artigo 139 do Regulamento Geral da FEI e dos artigos 606 e 620 do Regulamento da FEI para Eventos Equestres nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, a nacionalidade do dono de um cavalo competindo em Tóquio 2020 deve ser a mesma que a nacionalidade do atleta que monta o cavalo. O proprietário do cavalo e sua nacionalidade devem ser inseridos no banco de dados da FEI até 15 de janeiro de 2020.

Se a nacionalidade do cavalo for alterada entre 15 de janeiro de 2020 e Tóquio 2020, o cavalo não será elegível para competir no Tóquio 2020 (os proprietários podem mudar desde que a nacionalidade seja mantida).

Entenda o caso
O certificado de capacidade do país exige que, pelo menos, três conjuntos diferentes tenham atingido os requisitos mínimos de elegibilidade (MER, na sigla em inglês para minimum eligibility requirements). Para o MER, cada conjunto precisa obter, em duas competições diferentes, porcentual de, no mínimo, 66% tanto na nota final como na nota atribuída por juiz FEI 5* na prova de grande prêmio (GP) em CDIs 3*, 4* e 5*, CDI-W e/ou CDIO. Além disto, o juiz FEI 5* precisa ser de nacionalidade distinta do atleta.

As regras de qualificação para Tóquio 2020 foram aprovadas pela FEI em sua assembleia geral de 2017, realizada em novembro daquele ano em Montevidéu, no Uruguai. O documento (acesse aqui) contém o processo de qualificação para as três modalidades olímpicas. Apesar de o texto ter sofrido algumas modificações ao longo dos meses até a publicação da versão enviada ao Comitê Olímpico Internacional (COI), em 28 de janeiro de 2019, ele sempre manteve a exigência de cada nação com vaga por equipe enviar à FEI, até 31 de dezembro de 2019, o “NOC Certificate of Capability”.

Contudo, ao planejar os CDIs ocorridos no primeiro semestre de 2019 com objetivo de selecionar o time que representaria o Brasil nos Jogos Pan-Americanos de Lima, a CBH optou por concursos de duas e não três estrelas e, portanto, não válidos para obtenção de MERs e, consequentemente, do COC. A decisão destoa do histórico de realização de CDIs no Brasil. Desde 2010, segundo o banco de dados da FEI, o Brasil teve 52 concursos internacionais, sendo todos de três estrelas, exceto os quatro de 2019, um CDI 2* em 2015, um CDI 4* em 2011, os Jogos Olímpicos do Rio 2019 e um FEI Challenge.

Além disto, a própria CBH publicou em seu site, em 15 de abril de 2018, o documento oficial da FEI acerca do processo de qualificação para Tóquio 2020, contendo a necessidade do COC, o que aponta que a entidade tinha conhecimento da regra em tempo hábil de realizar CDIs 3* no Brasil. Caso os CDIs tivessem sido de três estrelas, o Brasil, provavelmente, teria o certificado, uma vez que todos os concursos internacionais contaram com juízes FEI 5* e três conjuntos competindo em big tour tiveram notas acima dos 66% tanto final quanto com juiz cinco estrela ao menos uma vez. Confira todas as notas dos CDIs 2019.

Cavalos rumo à Europa
Quando tomaram conhecimento da necessidade de entregar o COC à FEI, brasileiros decidiram permanecer Aoleo, de propriedade dos Tavares de Almeida, e Carthago Comando SN, da Coudelaria Sasa JE, em quarentena em Lima e de lá embarca-los à Europa para disputar lá CDIs, uma vez que o Brasil não teria nenhum concurso internacional. Depois, outros dois animais do time Rocas do Vouga — Xaparro do Vouga e Baluate do Vouga — foram para Argentina onde ficaram em quarentena para depois embarcar à Europa. Na época, Thereza Tavares de Almeida explicou ao Adestramento Brasil que estavam fazendo todos os esforços para tentar que o Brasil mantivesse a vaga por equipe para Tóquio.

O time Rocas do Vouga foi reforçado ainda com o aluguel do Xiripiti TVF, que fora montado por João Victor Marcari Oliva nos Jogos Equestres Mundiais. Pedro Tavares de Almeida e Edneu Senhorini disputaram diversos CDIs, assim como João Victor Oliva, que se apresentou com Aron de Massa e obteve um índice no CDI 3* de Le Mans, na França. Carthago Comando SN, montaria de João Paulo dos Santos, não chegou a disputar CDIs na Europa.

Para tentar os MERs, os brasileiros competiram em CDIs em Lisboa, Le Mans, Oldenburg, Randbøl, Munique e Moscou. No entanto, o Brasil encerra 2019 com dois conjuntos com apenas um índice cada. Além de João Victor Oliva, Leandro Silva com DiCaprio teve nota final de 67,326% na prova de grande prêmio nos Jogos Pan-Americanos de Lima.

Tanto Carthago, quanto Aoleo, Xaparro e Baluarte seguem na Europa. Além deles, Giovana Pass mantém Eleito Plus na Espanha em treinamento com Claudio Castilla. O conjunto não disputou GP em CDIs ainda.

Seleção
Até o momento, a CBH não divulgou como será a seleção do conjunto que representará o Brasil na vaga individual. A confederação divulgou em setembro comunicado com o processo seletivo para as vagas no time, no qual buscava resultados acima dos 68% em provas de grande prêmio, tanto com juiz FEI 5* quanto no porcentual final.

Na época, a CBH também definiu que o reserva do time seria o conjunto que obtivesse a média mais alta considerando seus dois melhores resultados em provas de GP disputadas entre os Jogos Pan-Americanos de Lima e 31 de dezembro de 2019, nas provas validadas pela Federação Equestre Internacional (FEI).

Fonte: Adestramento Brasil

CBH define processo seletivo para vaga individual no Adestramento em Toquio 2020.

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Duas seletivas acontecem na Hípica Paulista e em outros Internacionais na Europa e EUA. O juiz dinamarques 5* Hans Christian Matthiesen ministrará curso FEI de reciclagem para juizes internacionais em abril em São Paulo.

Em março e abril, duas seletivas olímpicas em busca da vaga individual no Adestramento nos Jogos Olímpicos vão movimentar a Sociedade Hípica Paulista. O primeiro CDI3* – Concurso Dressage Internacional 3* – acontece de 19 a 20/3 o segundo está agendado entre 17 e 19/4. O Brasil conquistou o direito a vaga olímpica com o bronze por equipes nos Jogos Pan-americanos 2019, mas acabou ficando com somente uma vaga individual porque, até 31/12/2019 conforme a regra,  o mínimo de três candidatos a vaga (cavalo x cavaleiro) não registraram dois índices técnicos (mínimo de 66% de aproveitamento no Grand Prix junto a um juiz nível 5* e média final) em diferentes concursos. Mas o país manteve o direito a uma vaga individual que será disputada em concursos na Europa, EUA e Brasil.

Em março, o francês Bernard Maurel, renomado juiz 5* que já esteve no país inúmeras vezes, atuou junto a federação e criação francesa, pode garantir índice técnico aos candidatos a vaga olímpica. Já em abril, o juiz 5* é o dinamarques Hans Christian Matthiesen, um dos mais requisitados juízes na atualidade e presidente do International Dressage Officials Club (IDOC), clube internacional de juizes de adestramento, está frente ao julgamento em busca da vaga. 

Matthiesen também vai ministrar um curso de atualização para juizes internacionais em 16 e 17/4. “Sem dúvida esse curso proposto e reconhecido pela FEI com apoio do IDOC será uma oportunidade única para os juizes internacionais do Brasil e América do Sul. Ao mesmo tempo também é aberto para juizes nacionais oficiais como ouvintes”, comenta Sandra Smith de Oliveira Martins, juiza internacional e diretora de adestramento da CBH. Maurel também ministrar um curso de julgamento de cavalos (a ser confirmado em breve) para juizes nacionais e internacionais. 

Vale lembrar que todos os juizes internacionais devem obrigatoriamente fazer cursos de reciclagem a cada três anos. As inscrições para juizes internacionais terão custo de U$ 150 e nacionais (ouvintes), U$100.

Rumo a Toquio 2020

Em 30/1/2020, a CBH divulgou o processo seletivo em busca da vaga individual para os Jogos Olímpicos.

2. Eventos do processo seletivo

Para escolha do cavaleiro individual que representará o Brasil serão consideradods os resultados das provas Grand Prix dos eventos aprovados pela FEI para conquista de olímpico entre 1 de janeiro a 1 de junho 2020. Os índices obtidos até a presentada data (30/1/2020) e aprovados pela FEI serão considerados.

3. Critério de seleção

Será considerada a média dos dois melhores no Grand Prix, dos eventos aprovados pela FEI para obtenção de índice até 1 de junho de 2020. Os conjuntos que competiram na Europa em pelo menos dois eventos internacionais no segundo semestre de 2019, buscando a classificação por equipe, terão um bônus de 1,5% adicionado a essa média. Dois conjuntos tem um índice técnico até o momento: Leandro Silva com Dicpario, nos Jogos Pan-americanos Lima 2019, e João Victor Oliva com sua nova montaria F-Aron de Massa, em outubro de 2019 na Europa

Consulte o processo seletivo completo.

Agenda do Adestramento em Toquio 2020

Sábado e domingo, 25 e 26 de julho – Grand Prix
3ª e quarta-feira, 28 e 29 de julho – Grand Prix Special e Freestyle Grand Prix

Fonte: Imprensa CBH

Surto de Coronavírus cancela o Longines Masters de Hong Kong.

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Originalmente seria de 14 a 16 fevereiro no AsiaWorld-Expo, EEM, porém o fundador, proprietário e organizador do evento, anunciou hoje que Longines Mestres de Hong Kong não acontecerá. Esta decisão é uma medida de precaução após os recentes desenvolvimentos do surto do coronavírus que está atualmente afetando a cidade de Hong Kong, China, e toda a região da APAC.

“Com mais de 35.000 pessoas esperadas de Hong Kong, da Ásia e de todo o mundo, a segurança do nosso público, atletas, visitantes, expositores, prestadores de serviços, equipes internas, bem como a dos cavalos que participam dos eventos dos Longines masters Series, é uma prioridade absoluta”, diz Christophe Ameeuw, fundador e presidente da EEM.

“Considerando a incerteza em torno da Coronavirus surto 2019-nCoV, e de modo a garantir o bem-estar dos nossos clientes, parceiros e interessados, é sem hesitação que decidimos não realizar o evento de 14-16 fevereiro de 2020. Nossos parceiros leais, que incluem a Longines, o Hong Kong Jockey Club, a Federação Hong Kong Equestrian, DBS Bank, Aeroporto Internacional de Hong Kong, AsiaWorld-Expo, o Posto de Turismo de Hong Kong e TVB Pearl, que já foram informados, mostrando compreensão e apoio “.

Os cavaleiros envolvidos com o Longines Mestres de Hong Kong serão contactados individualmente pela EEM nos próximos dias. O público que têm bilhete já reservado será reembolsado.

A série Longines Masters é uma série intercontinental de competições de salto reconhecido pela Federação Equestre Internacional (FEI). Durante os últimos cinco temporadas, a Longines Masters Series incluiu os Longines Mestres de Hong Kong, a etapa asiática estabelecida da série.

Fonte: Por Fora das Pistas

Rodrigo Pessoa garante o quarto posto no CSI4*-W Palm Beach.

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Foto: Rodrigo Pessoa e Venice Beach. Foto arquivo CHI Genebra

Rodrigo Pessoa, do Brasil, chegou em quarto lugar na quinta-feira, 30, no CSI4*-W Suncast Welcome Stake, com obstáculos a 1.45m. Montando Venice Beach, o brasileiro zerou a prova de velocidade com o tempo de 62s31, e assegurou a premiação em espécie no valor de 3,660.00 USD.

Da Grã-Bretanha, Emily Moffitt levou Tipsy du Terral à vitória com zero em 60s38, enquanto Erynn Ballard, do Canadá, garantiu o segundo posto com Erynn Ballard, na marca de 60s43 sem penalidade. Daniel Coyle, da Irlanda, garantiu o terceiro lugar montando Farrel, em 61s78.4

Veja aqui o placar final.

Fonte: Por Fora das Pistas

Rodolpho Riskalla garante vitória na Holanda.

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foto: enviada pelo cavaleiro

Nessa quinta-feira, 30 de janeiro, deu Brasil no Concurso de Adestramento Para-Equestre da Holanda. Rodolpho Riskalla teve uma estreia de sucesso com Don Frederic, cavalo da brasileira Tania Loeb, e garantiu a vitória na prova de abertura.

Amanhã será um dia decisivo para a equipe brasileira que está em busca dos últimos pontos de qualificação para Tóquio 2020.

“Fomos super bem e amanhã tem mais. Estamos quase classificando a equipe inteira para Tóquio. Estamos bem próximos da conquista!” Declarou o brasileiro Rodolpho Riskalla.

O  garanhão de 10 anos, com licença hanoveriana, Don Frederic, foi comprado no final do ano passado pelo amazona brasileira e desde então está sob os cuidados de Riskalla.

Aguarde em breve mais informações!

Fonte: Por Fora das Pistas

Vem aí o torneio de verão do CHSA em duas semanas.

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Aguarde em breve a divulgação do Programa e a abertura das inscrições!

Fonte: Por Fora das Pistas

FEI aconselha ficar de olho nos sinais clínicos do herpes vírus equino.

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Vírus Herpes Equino

A FEI está incitando a comunidade equestre internacional estar vigilante para os sinais clínicos da Herpes Equino Virus-1 (EHV-1) entre os cavalos de competição.

EHV-1 pode resultar em sinais clínicos de doença respiratória, doença neurológica e aborto em éguas prenhes. A forma neurológica da doença é considerada uma ameaça significativa à saúde equina e eventos eqüinos.

Incidência de EHV-1 neurológica

Desde 1 de Janeiro de 2019, mais de 70 casos de EHV-1 neurológica foram relatados em 10 países. Cavalos na Bélgica, Canadá, República Checa, França, Alemanha, Holanda, Noruega, Suécia, Suíça e Estados Unidos da América foram afetados.

No início deste mês, quatro cavalos morreram durante um surto de EHV-1 neurológica em Crofton Manor Equestrian Center, em Hampshire (GBR), um local de competição realização de eventos nacionais.

Antes deste surto, os casos de neurológica EHV-1 foram confirmados em eventos da FEI na Noruega durante março 2019, na República Checa, em Novembro de 2019.

O Departamento de Veterinária da FEI posteriormente entrou em contato com os responsáveis ​​dos cavalos que possam ter estado em contato próximo com estes casos para solicitar a execução de procedimentos de isolamento e de vigilância.

Regulamentos relativos EHV-1

Os veterinários são convidados a estar atentos aos sinais clínicos compatíveis com o vírus e cavalos em contato, durante a realização do exame na chegada em eventos da FEI.

Foram feitas alterações ao Regulamento Veterinário da FEI 2020, onde os cavalos que apresentem sinais clínicos ou tenham estado em contato com os cavalos afetados não será permitido o acesso aos eventos da FEI. Eles podem não ser inseridos em futuros eventos da FEI até que tenham cumprido os requisitos de saúde, conforme determinado pelo Departamento de Veterinária FEI.

No caso de um cavalo desenvolver sinais clínicos do vírus, o cavalo deve ser colocado em isolamento, medidas estritas biosecurity implementado e recolha de amostras para testes de diagnóstico. Em contato cavalos devem ser identificados e colocados em condições de biossegurança rigorosos e cuidadosamente monitorizados.

Reportando-se ao Departamento Veterinário da FEI

O Departamento Veterinário da FEI deve ser imediatamente notificado de casos suspeitos e confirmados de casos neurológicos EHV-1  em eventos da FEI por SMS ou WhatsApp.

Fonte: Por Fora das Pistas

Para-equestre brasileiro em disputa na Holanda.

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foto: reprodução internet

Começa nessa quinta-feira, 30 de janeiro, na Holanda mais um evento internacional de Adestramento Para-equestre, com atletas de diversos países. Cavaleiros brasileiros de modalidade estão a postos em busca da classificação para Tóquio 2020, visto que essa é a última seletiva marcada.

“Gostaria de pedir a torcida e o apoio de todos, para irmos em busca da classificação por equipe Paraequestre do Brasil, para os Jogos Paralímpicos de 2020!” Declarou Sergio Oliva.

Fonte: Por Fora das Pistas

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