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O hino irlandês soa para o Michael Duffy no Pavo Trophy.

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Michael Duffy ®Moises Basallote

O CSI3 * contou com um total de 836 cavalos nas ordens de entrada. O destaque do dia foi o Big Tour, de 1,50m, patrocinado por Pavo, o especialista em alimentação de equídeos

A prova teve muitos competidores e foi finalmente vencida pelo irlandês Michael Duffy. Michael tem 26 anos e foi o cavaleiro mais jovem a vencer o Campeonato Nacional da Irlanda. Ele já representou seu país internacionalmente, inclusive nas rodadas da Copa das Nações. No evento ele estava montando seu cavalo próprio “Jeff Ten Halven”, um castrado de 11 anos de idade, que ele compete há 2 meses.

O francês Max Thirouin continua a ter grande sucesso em Montenmedio e foi o segundo colocado com Utopie Villelongue. Em terceiro lugar, estava outro irlandês, Alexander Butler, conduzindo “Quick Hamlet” e em quarto, o recém-chegado britânico Holly Smith, no “Heart’s Destiny”, de Graham Smith.

No Big Tour de 1,45m, o vencedor foi Marcelo Chirico, do Uruguai, com “QH Baloudarc LF”. O chileno Agustín Covarrubias ficou no topo dos 1,40m e nos 1,35m, Bernardo Cardoso de Resende, do Brasil, foi o vencedor por mais de 4s com “Mombay”, na prova de acumuladores.

O conhecido espanhol Rutherford Latham fez uma super rodada e ficou em quarto lugar no dorso de “Cash du Rozel”, de 8 anos. A Big Tour de 1,30m foi vencida pelo português Rodrigo Sampaio.

O Médium Tour foi dominado por cavaleiros de três países, Grã-Bretanha, Espanha e Bélgica.

Jessica Hewitt venceu os 1,40m com o “Hot Bluebird”, em uma prova com 91 competidores patrocinados pela Cadena Ser. O espanhol venceu os 1,35m em uma série com 112 inscrições, realizada na arena Deister.

Fidel Dávila, cavaleiro da Yeguada Finca Maeza, conduziu o experiente “Chantre 34” para superar Bart Clarys e Luis Felipe de Azevedo, que ficaram em segundo e terceiro lugar.

““ Chantre ”é um cavalo maduro e ele é super competitivo com muita qualidade, ele é o cavalo que eu comprei para ser competitivo. Não é que ele salte muito alto, mas sem dúvida ele é o melhor cavalo de competição que já montei, ele sempre ganha uma prova, não importa para onde vamos. ”

A rápida amazona britânica Kayleigh Watts montando “Arko’s Girl Z” voltou a ganhar uma prova em grande estilo. Desta vez, ela tinha 4 segundos em mãos sobre o outro britânico, Scott Dollemore. A prova muito competitiva de 1,25 a 1,30m, onde o tempo concedido estava extremamente apertado. A belga Stephanie Falisse ficou em terceiro com “Feoniki GB”.

No Small Tour houve mais vitórias britânicas, Kyle Bedford e Sophie Holliday foram vencedores dos 1.10 e 1.15m com “Princess of Mónaco” e “Westerhofs Limit”, respectivamente e nos 1.25-1.30m com 81 entradas, Jason Foley foi o vencedor com “Castlefield Sapphire”.

Fonte: Por Fora das Pistas

contato com cavalos integra projeto para ouvir crianças que presenciaram crimes no RS.

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Médica do IGP acompanha trabalho no 4º Regimento de Polícia Montada André Ávila / Agencia RBS

Sobre Retruco e Orquestra, cavalos da raça brasileiro de hipismo, um menino de 10 anos e uma garota de sete passeiam pelo 4º Regimento de Polícia Montada, em Porto Alegre. Os dois estão acompanhados de policiais militares, que conduzem os animais pelo cabresto, e de uma médica do Instituto-Geral de Perícias (IGP). A cena integra uma técnica pioneira, desenvolvida no Rio Grande do Sul, para coletar de forma menos traumática depoimentos de crianças testemunhas de crimes.

Desenvolvido há três anos, o projeto passou a ter sessões mensais no segundo semestre de 2019. Neste período, uma cena marcou o alcance que o trabalho poderia ter. Traumatizada, uma das crianças não permitia que nenhum estranho se aproximasse. Isso incluía os peritos, que precisariam ouvir seu relato sobre o caso que havia presenciado. Para tentar vencer a distância, o menino foi levado para o 4º RPMon. Por cerca de uma hora, manteve-se quieto e afastado do cavalo.

Demonstrava medo de montar. Aos poucos, o animal foi se aproximando, até deixar a cabeça descansar no colo do garoto, que correspondeu com afeto. O gesto demonstrava que a barreira do silêncio começava a ser vencida.

— Eles chegam muito destruídos, fragilizados. Ele estava totalmente fechado. O cavalo fez o trabalho. É como se o animal dissesse: estou aqui para te ajudar. É um vínculo que ela vai acabar refazendo com os humanos, mas nesse momento precisa fazer com aquele animal. Isso foi fundamental. Essa criança a gente ganhou — descreve a chefe do setor de perícias psíquicas do Departamento Médico Legal (DML) do IGP, Angelita Maria Ferreira Machado Rios.

Esse trabalho proporciona a médio e longo prazo um reinventar-se. É praticamente quebrar esse ciclo de violência. Essa violência que elas passaram, onde tu perdes algumas referências. Ao longo do tempo, elas passam a ter esperança, objetivo.

Segundo a perita, os cavalos servem como facilitadores, pois permitem desenvolver as emoções da criança. Ela passa a confiar no animal e assume responsabilidade sobre ele. Isso é importante para que tenha condições de logo depois relatar o que presenciou. As cinco crianças atendidas dessa forma eram testemunhas de crimes envolvendo violência doméstica. Entre eles, casos de feminicídios, onde a mãe foi assassinada. O filho é, por vezes, o único a presenciar a morte e precisa lidar com isso.

— A perícia trabalha uma evocação de memórias traumáticas e, às vezes, de um tempo bastante longo. Esse momento que elas passam aqui trabalha várias questões emocionais e fortalece a autoestima. Isso torna a criança um pouco mais forte. Esse testemunho fica muito mais robusto. Resumindo: a prova pericial se torna mais forte — avalia Angelita, única perita a cavalgar junto das crianças nas sessões.

O plano agora, segundo o comandante do 4º RPMon, tenente-coronel José Carlos Pacheco Ferreira é, além de manter o atendimento para as testemunhas de crimes, estender o trabalho e oferecer equoterapia para portadores de necessidades especiais.

— Andar a cavalo traz muitos benefícios seja na questão emocional, como no equilíbrio da criança. Ela também cria um vínculo com o animal e com o policial — afirma o oficial.
Superar

Desde o início do segundo semestre de 2019, decidiu-se manter o atendimento mesmo após a criança já ter sido ouvida pela perícia. Elas participam de sessões mensais, onde têm contato com o animal. É uma forma de ajudar a criança a se recuperar do trauma. É o caso de Bianca*, a menina de sete anos que acordou com o corpo da mãe ao lado dela. A mulher havia sido assassinada. O autor do crime, que é o pai da criança segundo a polícia, está preso.

— Tem dias que está mais para baixo. Não aceita falar. É muito difícil. Aqui ela fica muito feliz. Isso tem ajudado a superar. Ela quer até levar a Orquestra para casa — conta a avó.

No início, a menina alternava momentos em que estava alegre ao lado do animal e outros em que demonstrava tristeza. O comportamento da égua também se alterava. A forma como o animal se comporta permite compreender como está o emocional da criança e qual tipo de serviço ela necessita ser encaminhada.

— O cavalo é animal muito sensível. É um espelho dos nossos sentimentos. Acontece essa troca de energia, que também é importante para a criança — explica o capitão Rodrigo Fausto Mendes, comandante do 2º esquadrão do 4º RPMon.

As sessões também são forma de distração para a idosa, que tenta se reerguer do trauma de perder a filha. Orgulhosa da neta sobre o cavalo, usa o celular para fotografar a menina. Bianca acaricia o pescoço e a cabeça da égua com gestos delicados, logo após alimentá-la.

— Posso escovar ela? — pergunta empolgada.

A menina recebe uma escova das mãos do policial. O garoto também é incentivado a ajudá-la. Um em cada lado, escovam o animal. Assim que se encerra a tarefa, Bianca caminha até os avós, de mãos dadas com a perita. A garota abraça a médica antes de pegar o cachorrinho da família no colo.

— Esse trabalho proporciona a médio e longo prazo um reinventar-se. É praticamente quebrar esse ciclo de violência. Essa violência que elas passaram, onde tu perdes algumas referências. Ao longo do tempo, elas passam a ter esperança, objetivo. É esse olhar de futuro que esse trabalho acaba fornecendo — afirma Angelita.

Bianca, segundo os avós, já tem um sonho: diz que vai ser policial.

*O nome usado na reportagem é fictício. Não são divulgados detalhes sobre os casos, para proteger as crianças.

Como funciona o projeto

A criança é encaminhada ao 4º Regimento de Polícia Montada. Um cavalo, de comportamento dócil, é escolhido para que ela conviva com ele. O mesmo animal acompanhará toda a criança em todas as sessões.

A criança ajuda na preparação do animal e depois aprende a montar. O tratador, um policial militar, conduz o cavalo, enquanto a criança está montada. A perita do IGP acompanha, também andando a cavalo. Durante essa parte da sessão, eles conversam sobre outros temas.

Na sequência, a criança é levada pelo perito para o acolhimento no Centro de Referência no Atendimento Infanto Juvenil (Crai) no Hospital Materno Infantil Presidente Vargas, onde será realizada a entrevista. Lá a criança será ouvida sobre o crime que presenciou.

Quem faz a entrevista investigativa é outro perito, para que o trabalho seja isento. Mas o profissional com o qual ela já estabeleceu vínculo acompanha o depoimento, para que a criança se sinta mais confortável. Esse relato poderá servir como prova no processo relativo ao crime.

A Lei 13.431 de 2017 prevê que, sempre que possível, o depoimento especial seja realizado uma única vez. O depoimento precisa ser gravado em áudio e vídeo. Não é admitida a tomada de novo depoimento especial, ao menos que seja imprescindível e houver concordância da testemunha ou de seu representante.

Fonte: GZH / Por Fora das Pistas

Holly Smith assume o comando no Sunshine Tour.

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®Moises Basallote

A vencedora do Grande Prêmio do CSI4 * Suzuki do ano passado, a talentosa Holly Smith, chegou em Montenmedio e não se contentou com o quarto lugar com “Heart’s Destiny” na prova de 1,50m BT, ela trouxe seu outro cavalo “Denver” para o John Deere, do CSI3 * Small Grand Prix e saltou com perfeição.
Holly assumiu “Denver” em setembro passado e eles tiveram um ótimo começo juntos, se dando bem imediatamente, quando o cavalo mudou de carreira, passando de CCE para salto. Ela já teve grande sucesso com ele, na final da Copa das Nações em Barcelona, onde venceu uma prova e ficaram em terceiro lugar em janeiro na Copa do Mundo de Amsterdã.

16% dos competidores, 14 cavaleiros, entraram no desempate, incluindo o britânico Harry Charles; Gonzalo Añón da Espanha; o italiano Roberto Previtali, que ficou em segundo lugar com “Viceversa de la Roque” e o irlandês Anthony Condon, que ficou em terceiro lugar com “Zira VH Kapelhof Z”. Anthony foi o segundo no Grand Prix, Longines Invitational, realizado no ano passado.

As instalações na Dehesa Montenmedio são amplamente consideradas como as melhores da Europa e uma das melhores do mundo. Há uma boa razão para isso, além de um total de 21 pistas de grama e superfícies para qualquer clima, há espaço suficiente para abrigar confortavelmente 2.298 cavalos, número que poucos lugares do mundo podem ocupar. Nesta semana, quase 2000 baias estão ocupadas.
“O melhor de tudo é que nunca há um momento em que você se sinta superlotado por pessoas ou pelos cavaleiros e seus cavalos trabalhando nas pistas. Isso é graças à enorme área que temos à nossa disposição aqui no Dehesa Montenmedio. ” Em uma rápida entrevista, o chefe de manutenção disse.

Fonte: Por Fora das Pistas

Pedro Muylaert em quinto no John Deere Trophy (ESP).

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Pepe Muylaert, do Brasil, foto: JC Markun

Na tarde de sábado, em Vejer de La Frontera, 90 conjuntos largaram na prova a 1.45m, em disputa do Troféu John Deere.

A prova com validade para o Ranking FEI Longines teve a vitória de Holly Smith, com Denver, em 42s92, deixando na segunda posição Roberto Previtali, da Itália, com Viceversa de la Roque, na marca de 43s31.

Pelas cores da Irlanda, Anthony Condon ocupou o terceiro lugar em 43s67 e foi seguido por Laurent Goffinet, da França, com Atome des Etisses, em 44s49.

Do Brasil, o quinto lugar ficou com Pedro Junqueira Muylaert, montando Townhead Liberty V de 9 anos, com pista limpa em 48s69, e o sexto lugar foi para o francês Guillaume Foutrier, montando Ensing, em 49s32.

Veja aqui o plalcar.

Fonte: Por Fora das Pistas

Dois brasileiros entre os cinco melhores do Big Tour na Espanha.

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Nesse sábado, 7, a série Big Tour B, a 1.40m, na quarta semana de provas do Sunshine Tour aconteceu ao cronômetro, com a participação de 87 conjuntos.

Dois brasileiros receberam a premiação da prova; Pedro Veniss com Balada de Colores, com zero em 56s21, em terceiro, e Bernardo Alves, com Mombay, sem penalidades em 57s43, em quinto lugar.

Vitória para o português Tiago Morais montando Havana, sem penalidades em 54s11, seguido por Harriet Nuttall, da Grã-Bretanha, com Night of Glory O.l., na marca de 55s24.

Veja aqui o resultado completo.

Fonte: Por Fora das Pistas

Felipe Guinato em 5º no Vilamoura Atlantic Tour.

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Nesse sábado, 07, 67 participantes disputaram a prova Vila Galé, a 1.40m, no CSI3* Vilamoura Atlantic Tour 2020. Dos 12 conjuntos que avançaram para a decisão, destaque para o brasileiro Felipe Ramos Guinato, com Ulahop Boy, com zero em 20s23, em segundo lugar. O brasileiro teve exatamente o mesmo resultado de Guilherme Lucas Rosado, no dorso de Romeu de la Loge, de Portugal.

Venceu Jerome Hurel, com Capuccino de Nantuel, em 39s96, enquanto o quarto lugar ficou com Liam O’Meara, da Irlanda, montanfo MR Coolcaum, com pista limpa em 40s30.

Veja aqui o placar final.

Fonte: Por Fora das Pistas

Regulamento Campeonato Brasileiro Interclubes.

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A CBH lançou o novo regulamento do Campeonato Brasileiro Interclubes a ser realizado anualmente, sendo competições inseridas nos Calendário Anual da Modalidade salto. Poderão participar do Campeonato MMR, PMR, MR, PJR, JR, YR, U25 e SR.

– Sigla do evento que será identificado no programa CBI. Todas as etapas dever]ao ter no mínimo 2 provas e no máximo 3, respeitando as características das categorias constantes no regulamento.

A contagem de ponto será por prova seguindo a tabela Copa do Mundo.

.Clique Aqui.

Fonte: Por Fora das Pistas

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