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Niels Bruynseels: “Os cavalos estão perdendo o orgulho”.

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Niels Bruynseels: "The horses are losing their pride"

O Corona Virus não afeta apenas a nós, humanos, mas os cavalos também sentem o impacto das medidas de bloqueio. Niels Bruynseels, um dos melhores da Bélgica, confirma que: “Os cavalos estão perdendo o orgulho”.

“A maior vantagem dessa crise é que tenho mais tempo para os cavalos mais jovens”, diz o vencedor múltiplo do CSI5 * Grand Prix. “Mas vejo que meus melhores cavalos também são afetados nesta crise, e começam  a perder o orgulho e o brilho nos olhos. Se você estiver indo para uma prova, poderá ver que eles estão prontos e ansiosos para pular. Eles gostam de pular e não gostam de ficar em casa por tanto tempo. É claro que são tratados como reis e rainhas aqui, mas posso ver que eles também perdem um objetivo na vida “.

Fonte: Equnews

A amazona de dressage, Margit Otto-Crepin, medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Seul 1988, faleceu no domingo (19), aos 75 anos, vítima de doença prolongada.

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Nascida na Alemanha em 1945, naturalizou-se francesa em 1970 após casar com o cavaleiro de saltos Daniel Crepin.

Margit tornou-se um símbolo do hipismo francês. Estreou em competições internacionais em 1981 no Campeonato Europeu, após conquistar dois títulos nacionais seguidos. Participou também no Mundial de 1982 e na Olimpíada de 1984.

As suas principais conquistas foram com o cavalo Corlandus. Além da medalha de prata olímpica, este conjunto foi campeão europeu em 1987, prata em 1989 e bronze em 1991. Esta Amazona foi ainda medalha de bronze no Europeu de 1995.

No fim da sua carreira, Margit foi presidente do Riders Club de Dressage, membro da FEI e chefe da equipa francesa.

Fonte: Equisport 

Luís Príncipe sofre grave acidente.

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O cavaleiro português Luís Príncipe foi vítima de um acidente de moto na terça-feira passada, em Cheltenham, Inglaterra, encontrando-se ainda nos Cuidados Intensivos.

Luís Príncipe, cavaleiro internacional português de adestramento radicado em Inglaterra há 21 anos, sofreu um grave acidente de moto, onde partiu “todas as costelas do lado direito, a clavícula e a omoplata”, revelou o próprio à EQUITAÇÃO.

Tudo aconteceu na terça-feira passada (21 de Abril), pelas 20 horas, quando estava voltando para casa. “Tinha ido de moto fazer compras e seguia por uma estrada de campo,  para não cruzar com outras pessoas, mas acabei surpreendido por dois veados que seguiam à minha frente. Um deles ao tentar escapar da estrada chocou contra mim”, recorda o cavaleiro, que acabou por ficar inconsciente.

Luís Príncipe foi encontrado por um casal, que de imediato chamou uma ambulância para ser levado de urgência ao hospital. “Não sei quanto tempo estive inconsciente, se foram só minutos ou horas, mas as pessoas que me encontraram foram os meus anjos da guarda, foi um milagre”, contou o português.

Por enquanto, o cavaleiro vai permanecer no hospital e, posteriormente, terá que ficar isolado numa das suas casas, durante duas semanas devido ao Covid-19.

Fonte: Equitação Magazine

Como os animais percebem o ruído?

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Como os animais percebem o ruído? Os cavalos podem ouvir sons a distâncias maiores do que nós humanos

Os cavalos podem ouvir sons a distâncias maiores do que nós humanos

O efeito do ruído no sistema nervoso central depende do estado do cérebro. Em um indivíduo exausto, os mecanismos compensatórios são mais vulneráveis do que em um indivíduo descansado.

Dessa forma, a intensa exposição ao ruído pode danificar a cóclea e a orelha interna do equino. E ainda levam a uma cascata de efeitos auditivos ao longo de toda a cascata auditiva central. Animais têm um espectro diferente de sons audíveis com sensibilidade máxima a frequências inaudíveis para humanos.

Metabolismo e Estresse

O ruído demonstrou induzir uma variedade de mudanças fisiológicas, como mudanças na homeostase (Equilíbrio Fisiológico), cardiovascular e na secreção de hormônios. O sistema nervoso parassimpático também é influenciado e tem um efeito principalmente reverso em comparação com o sistema nervoso simpático.

O som alto é bem conhecido por efeitos adversos na pressão sanguínea e frequência cardíaca em seres humanos e animais. Assim sendo, o efeito mais óbvio é uma reação de estresse geral com maior secreção de ACTH, dando um aumento de hormônios adrenocorticais no sangue.

Reações ocorrem no sistema circulatório e na motilidade gastrointestinal, mudanças no metabolismo da glicose do fígado, mudanças na atividade enzimática dos rins. Assim como um aumento de percentual de eosinófilos no sangue e imunossupressão.

A saber, o ruído causa uma reação de estresse geral influenciando a maioria dos órgãos. A reação do estresse provoca efeitos em curto prazo e também efeitos em longo prazo. Fisiologicamente, exposição prolongada ao ruído intenso está associada ao aumento da atividade do sistema nervoso autônomo.

Sua ativação prolongada está correlacionada com maior atividade no hipotálamo-pituitárioa-adrenal, causando uma diminuição nos glucocorticóides plasmáticos e um aumento das catecolaminas plasmáticas, ACTH e concentrações de cortisol. No entanto, não só o estresse prolongado, mas também repetido, é perigoso.

A audição capta a atenção de um cavalo

Os seres humanos atendem movendo os olhos, independentemente da modalidade do alerta estímulo. Os cavalos, no entanto, atendem ao apontar os ouvidos. Estudos psicofísicos e comparativos falam sobre o alcance da audição no cavalo em comparação com um limite humano em muitas situações.

Para o cavalo é extremamente desconfortável sons de alta intensidade (altos e desajustados), o assustando demasiadamente, provocando reações comportamentais de medo e/ou fuga. Quando o cavalo se assusta provoca um estímulo de agitação o que compromete sua concentração e pode estragar sua performance de ‘cavalo atleta’.

Visto que a área de sensibilidade da audição do cavalo é ampla desencadeando defesas e reflexos do animal, geralmente de resistência aos comandos do cavaleiro. Outra área de grande importância na pesquisa sobre audição do cavalo é a sua capacidade para identificar certos estímulos auditivos com certas consequências.

Embora possa ser difícil para um cavalo associar qualidade de um sinal sonoro com uma resposta espacial, os cavalos podem aprender a associar certos sons em certos eventos, desenvolvendo fobias sobre uma determinada atividade, com comportamento agitado. Sua agitação pode estar relacionada com sons que estão fora do alcance do ouvido humano.

Os cavalos podem ligar experiências específicas tanto positivas como negativas a sons específicos. Às vezes, a chave para a agitação de um animal pode ser o que ele está ouvindo.

Conclusão

Baseado nas observações, e mesmo em pesquisas, é necessário ter um cuidado com a saúde auditiva, tanto de humanos quanto de animais, em especial o cavalo. Pesquisas continuam sendo realizadas e não podemos negligenciar a nossa própria sensibilidade auditiva.

Uma vez que ao nos incomodarmos com sons mal equalizados, em volumes acima do limite nos causando desconforto, imediatamente podemos lembrar que nossos cavalos por possuírem uma sensibilidade auditiva muito mais apurada que a nossa pela sua própria natureza ao longo de milhares de anos de adaptação e seleção, certamente sofrerão em mais intensidade e com sérios prejuízos a sua saúde, ao seu comportamento e a seu desempenho atlético.

Devemos isso aos nossos cavalos atletas, as melhores condições para se tornarem verdadeiros campeões.

Fonte : Cavalus Por Roger Clark
Médico Veterinário, Juiz e Inspetor Zootécnico ABQM e ABCPaint, Consultor em Comportamento e Bem-Estar Animal
Crédito da foto: James Lee/Pexels

CBH realiza AGE através de participação remota.

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CBH realiza AGE através de participação remota Confederação Brasileira de Hipismo é a entidade que rege as modalidades hípicas no Brasil

Confederação Brasileira de Hipismo é a entidade que rege as modalidades hípicas no Brasil

Pela primeira vez, a Assembleia Geral Extraordinária – AGE – da Confederação Brasileira de Hipismo aconteceu por participação remota. A saber, algo já previsto no estatuto da CBH em caso de necessidade.

Presidentes de federações e representantes de atletas reuniram-se conectados à plataforma disponibilizada pela CBH. A reunião foi bem-sucedida com aprovação unânime das alterações do estatuto CBH. Dessa forma, adequando-se à portaria 392/18 de 31/12/2018 do Ministério de Esporte (atual Secretaria Especial do Esporte) que alterou a portaria 115/18 de 3/4/2018.

Satisfeito com o desenrolar da AGE Ronaldo Bittencourt Filho, presidente da CBH, apontou vantagens da reunião virtual. “O estatuto da CBH já estava adequado a maior parte da legislação em vigor e foram poucas as adequações neste novo estatuto. Acredito que reuniões virtuais possam ser cada vez mais frequentes para interação com nossos diretores, dirigentes estaduais e organizadores, agilizando a tomada de decisão e otimização do uso dos recursos”, avalia Bittencourt.

As alterações tratam da representação de atletas no colégio eleitoral, apoio para a candidatura ao cargo de presidente e vice-presidente. E ainda, o não impedimento da candidatura de atletas a cargos eletivos, prévia publicação do calendário das assembleias e posterior publicação sequencial das atas.

Assim, o próximo passo é o registro da ata da AGE junto ao cartório que neste caso será através de processo online, cumprido esse tramite será publicada no portal da Transparência da CBH. A Assembleia Geral Ordinária que acontece em 28/4/2020 será para a apresentação do Relatório de Gestão e Prestação de Contas e conforme definido no estatuto deve ocorrer até o fim do primeiro quadrimestre.

Fonte: Cavalus com fonte CBH
Crédito da foto: Polina Zimmerman/Pexels

Jockey Club de Sorocaba anuncia retomada de eventos da temporada.

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Contudo, as provas serão realizadas de portões fechados seguindo as medidas de segurança por conta da pandemia do COVID-19

Uma boa notícia para os turfistas e entusiastas do Quarto de Milha de Corrida. Após o adiamento das corridas por causa da pandemia do COVID-19, o Jockey Club de Sorocaba acaba de anunciar a retomada de eventos da temporada 2020.

Dessa forma, foi necessário ser feita uma nova prévia do calendário. Assim, o primeiro evento será realizado no dia 23 de maio, com as classificatórias do GP Brazilian Futurity, o Breeder’s Derby e a final do GP Super Sprint, além do Leilão Haras Portofino.

Contudo, apesar da retomada dos evento, o Jockey Club de Sorocaba informou que as provas serão realizadas de portões fechados, até segunda ordem.

Afinal, estão sendo levadas em consideração as medidas de segurança adotadas pelos órgãos governamentais brasileiros e a Organização Mundial de Saúde (OMS), no que diz respeito à pandemia do novo coronavírus.

Portanto, seguindo os mesmos critérios, os leilões e os enfrenes serão realizadas de forma virtual, também até a segunda ordem.

O novo calendário pode ser acessado pelo endereço: www.jcsorocaba.com.br/calendario. Ademais, as corridas e os enfrenes poderão ser acompanhados ao vivo pela internet na página www.jcsorocaba.com.br/corridas-ao-vivo.

Por fim o Jockey Club de Sorocaba informou que os sorteios de balizas serão transmitidos através de “lives” realizadas na página oficial do hipódromo no Facebook. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (15) 99150-3410.

Por Equipe Cavalus
Crédito das fotos: Divulgação/Jockey Club de Sorocaba

“Lives” resgatam debates equestres.

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Para contornar o isolamento social, bate-papos e entrevistas ao vivo trazem à tona assuntos importantes esquecidos no dia a dia

O segmento equestre vem superando o período de quarentena do coronavírus com bastante interatividade, por mais incrível que possa parecer. A exemplo de outros setores da sociedade, a grande responsável por isso estão sendo as “Lives” do Instagram, que ganharam volume expressivo nas últimas semanas. Empresas, atletas, profissionais do segmento, entre outros, vêm usando a ferramenta tecnológica para promover bate-papos, entrevistas e discussão com variados temas da área, que vão desde a veterinária, criação, treinamento, até histórias pessoais e, claro, a mais apimentada delas: bastidores. Com isso, o público tem tido acesso a informações que não costumam ser correm soltas no dia a dia (Veja programação de algumas Lives no final do texto).

Nessa linha, a Revista Horse também tem retomado pela @revistahorse alguns assuntos que se destacaram nas edições mensais, com bate-papos ao vivo. Com Lives programadas para todas as terças e quintas-feiras, sempre às 19h30, o editor Marcelo Mastrobuono tem conversado com alguns personagens importantes do segmento, como o veterinário André Cintra, especialista em nutrição, que falou sobre a cólica equina, com base no artigo intitulado “Nós Matamos cavalos? Infelizmente, sim”, publicado na Horse e que ganhou grande repercussão entre leitores.

Para o editor, as Lives abriram uma nova possibilidade de interação entre os agentes do meio equestre para falar e discutir assuntos de relevância.  “Infelizmente, precisamos de uma pandemia para conseguir debater assuntos importantes que, na maioria das vezes, passam despercebidos no dia a dia. Fechadas em casa, a impressão que se tem é que a pessoas resolveram falar coisas que não falam habitualmente”, avalia o editor, que já entrevistou também com o fotógrafo Fagner Almeida, parceiro em coberturas internacionais com a Horse, e o horseman Eduardo Borba, precursor da Doma Racional no Brasil e colunista da Horse. “Nesta quinta (23/4), falaremos com o treinador de muares mexicano David Alonso, que faz um trabalho diferenciado com os muares e que tem muito a compartilhar com o público em geral”, destaca ele.

Quem tem mantido uma agenda intensa com grandes nomes do hipismo clássico é o fotógrafo João Pedro Markun, na página @jcmarkun. Com grande envolvimento com atletas, treinadores e profissionais da modalidade de Salto, Markun trouxe para a bancada virtual nomes como Nelson (Neco) Pessoa, Rodrigo Pessoa, Marlon Zanotelli, Doda, entre outros cavaleiros brasileiros de destaque internacional. “Achei que era um jeito bom de a gente aproveitar esse tempo para desenvolver conteúdo e se informar um pouco mais. É um jeito de a gente falar um pouco sobre o mundo dos cavalos”, justifica.

Segundo ele, a ideia das Lives é antiga e acabou virando prática durante a quarentena, justamente porque as pessoas ficam em casa e não tem muita coisa para fazer. “A gente precisava de conteúdo, pois não tem prova, não tem nada. Comecei com aqueles que eu conhecia, pessoas bastante próximas, depois fiz com o primeiro atleta importante, do cenário internacional, que foi o Marlon. Aí, um foi puxando outro e acabei entrevistando todos. Quero fechar com todo mundo que está no ciclo olímpico. Ainda faltam alguns nomes”, explica, destacando que uma das entrevistas que deu maior repercussão foi com o Neco Pessoa, considerado o maior expoente do hipismo brasileiro, principalmente no Exterior. No próximo domingo, às 15h (do Brasil), Markun entrevista Philippe Guerdat, o suíço técnico da Time Brasil de Salto, medalha de Ouro no Panamericano de Lima, que agora prepara a equipe para Tokyo 2020, que será realizada de  23 de julho a 8 de agosto de 2021.

O também fotógrafo Beto Falcão, que vem fazendo um trabalho de destaque na raça Mangalarga, fechou um pouco mais a abordagem e montou uma agenda de entrevistas com os colegas especializados fotografar equinos. Nas Lives que vão ao ar pela página @lasfpropagnada, a pauta geralmente flutua entre assuntos técnicos, dicas de fotografia de equinos e até algumas curiosidades pessoais, como ocorreu na quarta-feira (22/4), quando a fotógrafa Tamiris Soares, de Belo Horizonte (MG), falou, entre outras coisas, como a terapia de Reick faz parte da sua vida e a ajuda na busca pelo equilíbrio no dia a dia.

As empresas também viram no canal de transmissão ao vivo pelo Instagram uma forma de se aproximar do seu público, oferecendo conteúdo informativo. Nas entrevistas conduzidas pelo gerente comercial Daniel Pasquini, a Botupharma tem priorizado os bate-papos com veterinários, abordando diferentes assuntos. “Tem sido uma experiência muito boa e tem surpreendido muito a gente, principalmente com relação ao feedback e o aumento de seguidos da página”, afirma ele. “O pessoal tem elogiado bastante a iniciativa, o formato, e estamos em uma crescente”, destaca. Nesta quinta, 23/4, às 19h, ele entrevista o veterinário Ricardo Prianti, que vai falar sobre “cavalos atletas”, no @Botupharma.

Nesta quinta-feira, 23/4, também às 19h, o design de pista Alberto Vianna, da página @albertovianna82, dá sequência a série de entrevistas abrindo espaço para os criadores de cavalos do Brasil, que até então estavam ficando de fora. Ele entrevista o titular do Haras Rosa Mystica, Nilson Leite, que vai falar sobre o desenvolvimento da criação nacional de Brasileiro de Hipismo (BH) e como isso vem ganhando terreno no mercado internacional.  “Costumo falar sempre nas aberturas da Lives que nosso objetivo, além de levar esse entretenimento do mundo dos cavalos durante este momento que estamos vivendo, é levar também informação de qualidade, com as personalidades do cenário hípico, independente da área onde atuam”, explica.

Para ele, trata-se de uma ótima oportunidade para dar mais visibilidade ao esporte equestre, que não conta com muito espaço na grande mídia. “Cabe a gente usar essas nova mídias e divulgar quem são os nomes do esporte, além dos cavaleiros e amazonas. Também é uma forma de mostrar para quem está no meio que existe um leque de atuações que as pessoas podem ter dentro do hipismo, não só montar a cavalo ou dar aula”, justifica.

VEJA, ABAIXO, ALGUMAS LIVES PROGRAMADAS PARA OS PRÓXIMOS DIAS

@revistahorse

Dia 23/4 às 19h30
Entrevistado: David Alonso, treinador mexicano
Tema: Treinamento de muares

Dia 28/4 às 19h30
Entrevistado: Ndzinji Pontes, cavaleiro e treinador
Tema: A equitação da Escola Acadêmica

Dia 30/4 às 19h30
Entrevistado: Divago Barcellos, veterinário do Cursos Equinos
Tema: A retomada dos cavalos atletas

@Albertovianna82

Dia 23/4, às 19h
Entrevistado: Nilson Leite, titular do Haras Rosa Mystica
Tema: A criação de cavalos BH no Brasil

Dia 24/4, às 19h
Entrevistado: Guilherme Jorge, design de pista Internacional FEI 4 Estrelas
Tema: O Papel da armação de Percurso na evolução de cavalos e cavaleiros

@racoessupraoficial

Dia 23/4 às 20h30
Entrevistado: Décio Talon, treinador de cavalos de Tambor
Tema: Programa de Nutrição Equina no CT Décio Talon

@jcmarkun

Dia 23/4 às 16h
Entrevistado: Matheus Corrêa, cavaleiro

Dia 24/4 às 20h
Entrevistado: José Roberto Reynoso Filho, cavaleiro

Dia 25/4, às 16h
Entrevistado: Alberto Zorzi, cavaleiro

Dia 26/4, às 15h
Entrevistado: Philippe Guerdat, técnico do Time Brasil de Salto

@Botupharma


Dia 23/4, às 19h
Entrevistado: Ricardo Prianti
Tema: Os cuidados com o animal atleta de alto rendimento

@lasfpropaganda

Dia 23/4 às 19h
Entrevistado: Raphael Macek, fotógrafo
Tema: A fotografia artística

Dia 24/4 às 19h
Entrevistado: Júlio Oliveira, fotógrafro
Tema: A fotografia na raça Mangalarga Marchador

Dia 25/4, às 19h 
Entrevistado: João Gabriel, fotógrafo
Tema: O começo da fotografia de equinos

Fonte: Revista Horse

Fórum Esportivo FEI 2020.

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Com a pandemia de Covid-19, o Fórum Esportivo da FEI 2020 foi completamente revisto em forma e escopo para abordar apenas os tópicos sensíveis ao tempo do programa, ou seja, as Regras Antidopagem da FEI para atletas humanos e eqüinos, que estão sendo revisadas  em 2020 para aplicação em 1 de janeiro de 2021.

A consulta com a comunidade e o feedback de nossas partes interessadas é uma parte importante do processo de Revisão das Regras da FEI e, embora não tenhamos sido capazes de sediar pessoalmente as sessões antidoping no Fórum Esportivo, reunimos aqui todas as informações e documentação importantes para que possamos iniciar o processo e reunir suas informações antes do processo de Revisão das Regras, que começa em 13 de julho.

Recomendamos e encorajamos todos os indivíduos e organizações envolvidos – Federações Nacionais, Atletas e equipe de apoio, Veterinários, Médicos, Técnicos, Chefs de Equipe, etc. – a se familiarizarem com as Regras Antidopagem e as (potenciais) mudanças para  2021 e nos dê seu feedback!

Incluímos uma série de perguntas e detalhes de contato para interagir com todos os pontos-chave e esperamos ouvir a comunidade sobre essas regras importantes, que são vitais para a integridade do esporte e do jogo limpo.

As sessões restantes no programa original do Sports Forum, que incluiu logística e preparação em torno de Tóquio 2020;  Requerimentos mínimos;  o status dos tratadores;  e, o papel do treinador, todos foram adiados para o Fórum de Esportes de 2021. Esperamos discutir e debater esses importantes tópicos juntos como uma comunidade e aproveitar ao máximo o estágio do Fórum de Esportes da FEI no próximo ano.

Por fim, muito obrigado a nossos parceiros e patrocinadores dedicados por seu comprometimento e dedicação ao esporte equestre e não hesite em entrar em contato conosco caso tenha alguma dúvida ou queira fornecer algum feedback.

Vejas as regras no link: https://inside.fei.org/fei/about-fei/sportsforum/2020?utm_source=FEI+Update+Mailing+List+%28permanent%29&utm_campaign=53f061e1a4-EMAIL_CAMPAIGN_2020_02_19_04_32_COPY_01&utm_medium=email&utm_term=0_65ae899417-53f061e1a4-316648381#

Fonte: FEI

Vencedores da Copa Mundial Clintrexo Z e Caribis Z disponíveis para sêmen fresco na Studfarm Zangersheide.

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Na forma dos dois garanhões esportivos de ponta absoluta, os reforços Clintrexo Z e Caribis Z chegaram para a coleção de garanhões Studfarm Zangersheide. Uma chance única para os criadores, porque esses dois vencedores da Copa do Mundo nunca estavam disponíveis para reprodução!

Caribis Z nasceu em Studfarm Zangersheide em 2007 da combinação Caritano Z e a égua Canasta Z. Foi o primeiro potro da filha Canabis Z, Canasta Z, que saltaria a 1,60m sob Paris Sellon da América. As performances esportivas estão no sangue de Caribis Z porque, além de sua mãe, sua avó Carlaya Z também era um cavalo esportivo notável que saltou a 1,50m sob Judy Ann Melchior e vem do mesmo pedigree que a égua As Cold as Ice Z!

O próprio Caribis Z foi predestinado a se tornar de classe mundial e ele definitivamente atendeu às expectativas! Sob Christian Ahlmann, ele ganhou quase um milhão de euros em prêmios e suas vitórias incluem a Copa do Mundo em Leipzig, o GP de 5 * de Hong Kong, o GP de 5 * de St. Tropez. Ele triunfou em Roma, Aachen, Doha, Mechelen e em praticamente todo o mundo conquistou lugares fantásticos no pódio. É a primeira vez que os criadores podem usar esse tordilho, que deve adicionar um grau substancial de mentalidade de vencedor à sua égua!

No  Zangersheide nasceu no mesmo estábulo dois anos depois dele, Clintrexo Z que, assim como Caribis Z, acumulou centenas de milhares de euros e, sob Christian Ahlmann, conquistou a medalha de prata pela Alemanha no Campeonato Europeu de Roterdã em 2019. Este par não apenas brilhou em Roterdã, mas também ganhou o GP 5 * em Villach Treffen, a Copa do Mundo em Mechelen, bem como os GPs em Münster e Wiesbaden.
O Clintrexo Z também vem de um bom ninho: sua mãe, Rexotta Z, é irmã de Carvelo Z e Louis Z, que saltam a 1,50m, mas também da égua de Pio Schwizer, 1,60m, Chidame Z.

Christian Ahlmann descreve seu fiel parceiro de concurso da seguinte maneira: ‘O Clintrexo Z é um cavalo de poder que sempre faz o máximo possível na pista. Ele saltou seus primeiros GPs importantes com apenas oito anos e, desde então, sua carreira subiu rapidamente com uma medalha de prata com a Copa do Mundo – além de 5 * vitórias para arrancar como resultado! Seu galope agradável e a boca fácil tornam o Clintrexo Z uma alegria de pilotar e hoje em dia é absolutamente essencial para um garanhão também! ‘

Devido às restrições do Covid-19, ambos os astros retornam ao Stud Zangersheide em Lanaken por alguns meses, onde estarão disponíveis com sêmen fresco. Para mais informações, nosso escritório pode ser encontrado em studbook @zangersheide.com.

Obviamente, todas as informações também estão disponíveis em www.stallions.zangersheide.com

Fonte: Zangersheide

Quarentena dupla: a vida de cavalos e cavaleiros durante pandemia.

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Espalhados pelo mundo, Pedro Veniss, Pepê Muylaert e Bernardo Braga falam dos obstáculos do isolamento

No Brasil e no mundo, a quarentena imposta pelo coronavírus vem obrigando os atletas a se reinventarem, adaptando os treinamentos. Modalidades que dependem de um fator extra, como esportes aquáticos, ou que são praticadas coletivamente, como ginástica rítmica de conjunto e polo aquático, vêm tendo mais dificuldades para se adaptar ao novo cenário. Há, porém, um esporte que conta com um obstáculo um pouco diferente, porque não envolve apenas seres humanos. É o caso do hipismo. 

O hipismo é diferente. Não é esporte coletivo, mas também não é um esporte individual como todos os outros. É o único que une animal e ser-humano, e o sucesso de um é o sucesso do outro. Então como ficam os cavalos, cavaleiros e amazonas em tempos de pandemia?

Primeiro de tudo, é importante esclarecer que ainda não há estudos que comprovem a contaminação de cavalos por coronavírus, nem da transmissão da doença por eles.

“Até agora, o que se teve notícia foram de dois felinos, um tigre e um gato, contaminados. O tratador ou proprietário que passaram para o animal e não o contrário. E são casos que ainda estão sendo investigados para ver se realmente é COVID-19 ou não. Nos cavalos, não há nada que mostre que eles possam ser infectados. O único risco do cavalo passar o coronavírus é se a pessoa que estiver contaminada espirrar ou tossir nele e uma outra pessoa e encostar nessas gotículas que ficaram presas no pelo”, explica Daniel Fechio, veterinário da Sociedade Hípica Paulista.

Daniel ressaltou também a importância de os cavalos continuarem treinando, mesmo que sem poder saltar e com uma carga e frequência menores, especialmente pelo bem estar de seus sistemas digestórios. Houve também uma redução na ração para evitar sobrepeso e o risco de cólicas. É esperado, no entanto, que haja perda em relação à parte técnica e de condicionamento físico.

E como ficam os cavaleiros em meio a isso tudo? Conversamos com três deles espalhados pelo mundo e em situações bem diferentes para explicar como cada um está lidando com a quarentena: Pedro Veniss, na Espanha, Pepê Muylaert, na França, e Bernardo Braga Albuquerque, no Brasil.

Autorização para sair de casa

Campeão pan-americano por equipes em 2007 e 2019 e representante dos atletas da Federação Equestre Internacional (FEI)Pedro Veniss vive hoje em Barcelona (ESP), com a mulher e três filhos. O país é um dos mais afetados pela pandemia de coronavírus, tendo decretado quarentena obrigatória e total há quase um mês. Veniss mora em um apartamento no centro de Barcelona e conseguiu uma autorização do governo para ir ao clube hípico, onde ficam seus cavalos.

“Não posso saltar, mas pelo menos montar pode. Então os cavalos estão em um ritmo de treinamento leve, mas como eles estão muito acostumados com esse trabalho diário, é importante tirar eles para trabalhar, mesmo que seja um pouquinho”, contou Veniss ao Olimpíada Todo Dia. “E eu também procuro ver alguns vídeos meus em Jogos Olímpicos, outras competições que eu participei para tentar manter essa motivação e continuar trabalhando no dia a dia”.

Não é só cavaleiro que sente falta do cavalo. O cavalo também sente falta do seu dono e estranha o atual momento e a falta de competições.

“Eles sentem falta, porque estão acostumados com aquele manejo, com aquela pessoa que vem todo dia ver e montar ele. Então eles ficam um pouco diferentes, alguns ficam mais deprimidos, e dá para ver que o comportamento muda quando os proprietários aparecem. Ficam mais ativos, mais alegres. E não só pela pessoa, mas pelo que ela traz, como açúcar, cenoura, uma maçã… Então o cavalo sente falta disso também, tipo: ‘cadê meu dono?’”, explicou o veterinário da Sociedade Hípica Paulista.

“O mais legal dessa minha profissão, do hipismo, é que cada cavalo é diferente. Hoje eu tenho 14 cavalos em treinamento, e tem cavalo que você vê que está sentindo muita falta de competir e tem outros que eu tenho a sensação de que estão gostando desse período de férias”, completou Pedro Veniss.

Solidariedade no hipismo

Há alguns quilômetros dali, Pedro Muylaert, o Pepê, vive situação diferente. Morando na França, também um dos países mais afetados pelo coronavírus e que, assim como a Espanha, decretou lockdown total, Pepê mora em uma espécie de condomínio, onde pode continuar treinando com seu cavalo, mesmo em quarentena. No entanto, ele entende a situação mundial e mandou mandou um vídeo, se solidarizando com os outros atletas. Confira no final o link do video

E no Brasil?

A situação do coronavírus no Brasil também é preocupante, mas não foi decretado lockdown. A orientação é para que as pessoas fiquem em casa, mas não há proibição para sair. Morando em São Paulo há três anos, Bernardo Braga Albuquerque, promessa do hipismo de apenas 19 anos, tem conseguido treinar um pouco, mas longe do ideal.

“É um esporte que, como tem um animal vivo ali, você precisa trabalhar ele todo dia. Então estamos aproveitando esse tempo para trabalhar mais a parte respiratória dos cavalos e tentar fazer com que eles percam o menos de forma possível. É difícil quando a gente fica sem uma meta, sem saber quando vamos poder voltar…”, contou ao OTD o vice-campeão sul-americano de júnior.

E para tentar se manter em forma também, fisicamente e mentalmente, durante a quarentena, Bernardo vem usando algumas estratégias. “A gente geralmente tem três finais de semana por mês com prova. Então imagina você de quinta a domingo, fazendo prova, com exigência de tempo, de traçado… O que eu tenho feito é, por exemplo, tirar os estribos que a gente usa para cavalgar para fazer mais força e fortalecer as pernas”.

“E tem que pensar que uma hora vai ficar tudo normal e que quando isso acontecer, a gente tem que estar pronto. Não é fácil, mas não tem jeito. Eu sou atleta e vivo disso. Então preciso estar com a cabeça no lugar e pronto a qualquer momento”, completou.

Quando a quarentena acabar e a situação normalizar, todos estimam um período de pelo menos dois meses para que os cavalos estejam em forma como estavam antes da pandemia de coronavírus. A Federação Internacional de Hipismo (FEI), inclusive, definiu que uma competição 5 estrelas, o maior nível da modalidade, só pode ser marcada com três meses de antecedência.

Por isso, para Pedro Veniss, Pepê Muylaert, Bernardo Albuquerque e todos os outros cavaleiros e amazonas e seus cavalos, só resta esperar.

Video:  https://www.youtube.com/watch?v=SfXemIYn49E&feature=youtu.be 

Fonte: Olimpiadatododia.com.br

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