Sexta-feira foi anunciado que o Campeonato Europeu não ocorrerá este ano por causa do adiamento das Olimpíadas.
Por isso, decidimos investigar a história olímpica para saber quais nações equestres e pontos equestres foram os que tiveram mais sucesso na história.
A melhor nação? Alemanha!
Não é de surpreender que a Alemanha seja a nação equestre de maior sucesso de todos os tempos.
Em 1936, conquistaram três medalhas de ouro nas três disciplinas olímpicas pela primeira vez. Foi apenas uma ‘coincidência’ que Hitler estivesse governando a Alemanha naquele momento e que as Olimpíadas foram organizadas em Berlim naquele momento.
Em 1988, eles reconquistaram o ouro triplo em Seul. Os cavaleiros alemães conquistaram 52 medalhas em toda a história olímpica, entre elas 25 de ouro.
A Suécia (43 medalhas) e a França (37 medalhas) completaram o pódio.
O atleta olímpico de maior sucesso é Isabell Werth.
A rainha do Adestramento ganhou 10 medalhas, 6 delas eram de ouro. Riener Klimke está em segundo lugar. Em 1960, ele competiu nas Olimpíadas como CCE, mas depois decidiu começar a competir em adestramento.
Esta foi uma boa decisão, já que ele conquistou seis medalhas de ouro e duas de bronze nesta disciplina. Günter Winkler, outro cavaleiro alemão, está no terceiro esporte com um total de sete medalhas. O cavaleiro alemão morreu em 2018.
O espanhol e matador Juan Matute Guimon foi submetido a uma cirurgia de sete horas ontem, que os médicos dizem ter “ sido um sucesso completo ” na noite de terça-feira em que o espanhol desmaiou após sofrer vários dias de dor de cabeça. Após o exame, verificou-se que ele apresentava uma hemorragia cerebral causada por um defeito cerebral congênito. O espanhol é mantido em coma artificial por mais uma semana.
Enquanto isso, o sueco Patrick Kittel disse que também pensa no talento espanhol: “Acho que nunca rezei na minha vida, mas com prazer fiz uma exceção para ele. Chorei lágrimas ao ouvir as notícias e Eu realmente espero que tudo fique bem. Juan é um cavaleiro talentoso.
Ele está sempre de bom humor, ele sempre ri, não é à toa que eu o chamo de ‘sorridente’.
Meus pensamentos estão constantemente com ele e sua família.
Não cometa o erro de deixar seu cavalo consumir esses itens. Podem ser perigosos à saúde do seu animal
É muito divertido alimentar seu cavalo com petiscos, mas é importante que esse lanche seja seguro! Você pode se surpreender ao descobrir que alguns itens relativamente comuns são realmente tóxicos para o seu animal.
Queremos manter nossos cavalos alegres, bem humorados, contudo sem colocá-los em risco. Por isso, a Cowgirl Magazine preparou uma lista de itens que não podemos alimentá-los em nenhuma situação. Ou seja, a ideia é manter os cavalos longe deles!
1 – Chocolate – contém um produto químico tóxico chamado teobromina, que em cavalos é considerada doping nos esportes
2 – Laticínios – seu cavalo adulto é intolerante à lactose. Leite, sorvete e queijo lhes causam diarreia
3 – Carne – os cavalos são herbívoros e não conseguem digerir a carne adequadamente
4 – Tomates – faz parte da família nightshade, ou seja, causa inflamação e pode causar cólicas por diminuição da motilidade, devido a atropina presente
5 – Pão – pode causar casos de compactações no sistema digestivo
6 – Frutas sem caroço – seu cavalo pode engasgar. Além disso, algumas sementes contêm toxinas
7 – Batatas – são tóxicos, especialmente quando verdes ou podres
8 – Abacate – árvore, folhas, casca e frutos são todos tóxicos para os cavalos e podem causar obstrução de esôfago
9 – Grama aparada – podem conter pesticidas ou plantas tóxicas
10 – Feno mofado – pode causar danos respiratórios e digestórios
Sempre verifique com seu nutricionista ou veterinário equino uma lista detalhada de produtos alimentares aceitáveis e não-tóxicos. Você não quer ser o motivo pelo qual seu cavalo fica doente, não é mesmo?
Neste período sem precedentes que estamos vivendo, pude constatar com muita alegria e orgulho, a quantidade de pessoas envolvidas com o hipismo no Brasil que, estão tentando fazer algo enriquecedor e produtivo pelo nosso esporte.
Tal constatação, abrange pessoas envolvidas com a equitação em vários setores, desde a nossa confederação à comissão técnica internacional (chefe de equipe e técnico) que, estão atentos em nos manter motivados através de reuniões virtuais com a presença de todos os cavaleiros internacionais, bem como através de telefonemas semanais com a finalidade de saber como estamos e se precisamos de algo.
Tudo isso é muito confortante e faz com que possamos debater e refletir a respeito do que fazer em tão rara e inimaginável ocasião.
Contudo, o que mais me impressionou – positivamente – foi a atitude de jovens amantes do hipismo que fazem acontecer e agregam valores dentro de suas possibilidades. Me refiro, principalmente, aos pioneiros que realizaram de forma muito criativa e dinâmica as “lives” que contaram com a participação de diversas personalidades do esporte.
E, adicionalmente, à possibilidade de poder conhecer o trabalho de muitos envolvidos no hipismo brasileiro.
Alguns desses envolvidos no hipismo brasileiro, mencionados no parágrafo acima, vivem em regiões estrutura e geograficamente desfavoráveis no que tange à interação com os grandes polos, certamente, mais desenvolvidos. Porém, ainda assim, são incansáveis lutadores, podendo ser classificados como – quase que – bandeirantes que, catequizam a arte da equitação Brasil a fora!
Por um outro lado, muito me espanta a atitude de certos entrevistados, participantes e telespectadores, apesar de se tratar de um país democrático de livre expressão/opinião. O que, a meu ver, é motivo de preocupação e repúdio…..
O Brasil é um país que se encontra em intenso processo de moralidade, onde grandes empresas e governos que pareciam intocáveis estão sendo desmascarados por fraude e corrupção e ainda assim, a demonstração de que o egoísmo e o benefício próprio são mais importantes do que o desenvolvimento da nossa pátria permanece recorrente.
Tal problema está enraizado na cultura do nosso país desde a época colonial e vem se potencializando ao longo do galopante desenvolvimento demográfico de um país repleto de riquezas naturais e um povo talentoso por excelência e isso nos permite fazer uma analogia ao meio hípico.
Por muitos anos, fizeram com o que nos sentíssemos comandados por famílias e clãs que, usufruindo de uma política (praticamente) feudal no âmbito de um regime pautado na filosofia do “pão e circo”, costumavam manipular os votos das federações para que pudessem exercer seus próprios interesses esportivos.
Dessa forma, coagiam cavaleiros, que não participavam do sistema, a muitas vezes tomarem atitudes drásticas, como por exemplo: mudar de nacionalidade para que pudessem realizar os seus sonhos e objetivos esportivos. Ou, ainda, a se acomadrarem e se atrofiarem esportivamente por se sentirem sem esperança.
Felizmente, parecemos viver em outros tempos. Tempos estes de otimismo, onde o “coronelismo” parece ter sido revogado. Tempos estes de união e grandes conquistas dentro e fora das pistas. Tempos com seletivas claras e imparciais, respeitando os regulamentos pré-estabelecidos, com a presença de uma comissão técnica em coesão com os cavaleiros que, comemora as vitórias e chora as derrotas sem fugir das responsabilidades.
Certamente, o caminho é longo e estamos muito longe da perfeição… Mas, acreditamos que o caminho em que galgamos seja o correto! Devemos permanecer atentos para que não regressemos à uma filosofia retrógrada e manipuladora. Nesse sentido, como dizia Belchior: “o novo sempre vem (…)”.
Estamos conquistando títulos e copas das nações e, agora, precisamos estreitar as relações entre cavaleiros, proprietários e comissão técnica que vivem no Brasil e no exterior. Afinal, somos todos brasileiros e, a bandeira que tremula e o hino que toca é um só!
Desculpem o desabafo e a minha preocupação em relatar esse assunto, mas, o fato é que minha primeira copa das nações é datada do ano de 1993 e pude viver na pele grandes dificuldades.
O nosso esporte, por si só já é dotado de extrema inconstância e complexidade em relação à maioria. A grande prova disso é que, mesmo os primeiros do ranking perdem mais do que ganham.
Nesse sentido, não posso me omitir ao escutar acusações levianas a respeito de nossa equipe.
Acusaram a convocação para o Pan de Lima como injusta, quando os cavaleiros convocados venceram, nas pistas, em condições de igualdade nas seletivas e os cinco cavaleiros que foram convocados, foram os melhores entre os candidatos na competição crucial que decidia a equipe. Taxaram, publicamente, um cavalo de acuado, de forma irresponsável e sem o menor conhecimento de causa (basta olhar os resultados na FEI, de todos os cavalos convocados, para que se possa constatar que não há histórico de refugo em nenhuma competição de alto nível).
O animal taxado de manco, foi preponderante na conquista da medalha e passou na inspeção veterinária da FEI. O que comprova que, realmente, tratavam-se de comentários desesperados, sem conteúdo e ilegítimos. Inaceitável!.
De fato, o que aconteceu em Lima, foi um acidente que já aconteceu – inclusive – com o campeão olímpico em provas de adaptação. E, que não cabe justificativa, pois, em nada atrapalhou a equipe.
A equipe cumpriu o seu papel, dando o melhor de si. A nossa consciência está tranquila, as medalhas de ouro vieram para o Brasil e a vaga olímpica está garantida para o nosso país.
Tais comentários, nada mais são do que comentários inconsequentes e incabíveis, vindo da boca de pessoas comprometidas há muitos anos com o esporte que, mas que, nesse caso, não têm o menor conhecimento de causa. Além de serem deselegantes, da parte de pessoas que deveriam se dar ao respeito.
Ainda, criticaram a nossa participação em Barcelona, quando os resultados dos conjuntos eram legítimos e sólidos nas competições que antecederam a competição.
Mas, isso tudo não acrescenta em nada!
Gostaria apenas de alertar aos dirigentes e atletas de um movimento que, parece estar sendo criado, o que pode ser nocivo – e muito – ao desenvolvimento do hipismo brasileiro.
Embora o vírus corona ainda classifique os cavaleiros , houve muitas compras na quinta-feira, 7 de maio, durante a segunda edição do Youhorse.Auction
Mario Everse e Alan Waldman viram a maioria dos 44 cavalos de salto sendo vendidos on-line por pouco mais de 600.000 euros. Os Estados Unidos e o Canadá acabaram sendo os maiores compradores, mas a Inglaterra também estava em ascensão.
Estamos realmente satisfeitos. Esperávamos um pouco mais dos cavalos montados, especialmente os cavalos de qualidade real. Alguns não foram vendidos, mas a maioria encontrou um novo proprietário!
Certamente houve muita demanda pelos cavalos amadores, que são honestos e muito agradáveis de montar. Alguns ganharam menos do que esperávamos, mas outros cavalos compensaram ”, diz Mario Everse.
A coleção incluía saltadores de três anos, montados de quatro anos e cavalos ainda um pouco mais velhos com experiência em competições.
O leilão on-line foi aberto em 5 de maio e foi visitado por pessoas de 86 países diferentes. “Havia muito o que fazer entre os clientes. Alguns até ligaram, por medo de perder cavalos, porque eles mesmos são menos úteis com o PC. Havia até comerciantes que compravam, mas também profissionais e cavaleiros amadores.
Havia também pechinchas reais.
Os dois cavalos mais caros foram comprados por um cliente regular nos EUA. Os quatro anos de idade, Quando van de Bisschop (Harley VDL) e Limited Edition (Gullit HBC x Vingino), vendidos por 36.000 e 35.000 euros, respectivamente, permanecerão no Stal Everse para no próximo ano serem treinados.
O Mônaco , de 3 anos (Chapeau TN x Ahorn) vai para o Canadá por 25.000 euros.
Love, de quatro anos (Diamant de Semilly x Heartbreaker) e Me The Rebel RT, de três anos (Cornet Obolensky x Baloubet du Rouet), partem para a Inglaterra por 22.000 euros.
A Cardenta van de Eijkhof, de seis anos de idade (Cardento x Diamant de Semilly), recebeu um proprietário holandês por 21.000 euros.
Pelo mesmo preço, o talento de quatro anos Lime’n Ice (Iceman de Muze x Lux) foi comprado dos Emirados.
A evenoude Legend (Diamant de Semilly x Carthago) vai para a Itália por 20.000 euros.
Também houve compras da Bélgica, Alemanha, Suécia e Polônia.
Enquanto isso, as pessoas esperam um leilão mensal. Alan Waldman e Mario Everse já capturaram as próximas datas.
Um leilão semelhante com cavalos jovens será realizado de 13 a 16 de junho. Outras pessoas também podem registrar seus cavalos para esse fim, a fim de promover vendas.
Qualquer pessoa que enviar um WhatsApp antes de 20 de maio com vídeo, informações curtas e link para pedigree será informada em breve se o cavalo é elegível.
O dia da seleção / vídeo ocorrerá de 22 a 24 de maio, após o qual a nova coleção aparecerá on-line em 6 de junho. O próximo leilão está previsto de 24 a 27 de julho, mas com potros . O Youhorse.auction está longe de terminar o leilão on-line…
Normalmente, essas regras seriam aplicáveis a partir de primeiro de janeiro de 2021. A idéia geral era que os cavaleiros que se classificassem e participassem das Olimpíadas estariam sujeitos ao mesmo conjunto de regras da FEI. Mas a FEI anuncia agora que essa data permanece.
As novas regras já estavam em uso durante os eventos da FEI para os Sub-25, Jovens Cavaleiros, Juniores, Pôneis, Crianças, Amadores e Veteranos.
A FEI anunciou hoje que o Campeonato Europeu nas disciplinas Olímpica e Paraolímpica de salto, CCE, adestramento e para-adestramento não será realizado no próximo ano devido às datas revisadas para os Jogos de Tóquio. . Campeonatos da Europa em disciplinas não olímpicas ainda serão organizados em 2021.
Um comunicado de imprensa da FEI diz:
“A capital húngara de Budapeste deve sediar cinco disciplinas no próximo verão – salto, adestramento, adestramento para equestre, atrelagem e salto de 23 de agosto a 5 de setembro. No entanto, a proximidade do campeonato aos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos remarcados significava que não é mais possível realizar saltos, adestramento e adestramento Para equestre .
Como parte das comemorações do seu 50º aniversário do primeiro Campeonato Europeu de Atrelagem da FEI em Budapeste, em 1971, os Organizadores manterão tanto a Atrelagem quanto o Salto no próximo ano. Os torneios de eventos 2021 estavam programados para acontecer de 11 a 15 de agosto em Haras du Pin (FRA), local para o teste de eventos dos Jogos Equestres Mundiais da FEITM 2014, mas foi tomada a decisão de cancelar o campeonato após o adiamento de Tóquio 2020
As novas datas dos Jogos Olímpicos de Tóquio são de 23 de julho a 8 de agosto de 2021 e os Jogos Paraolímpicos ocorrerão de 24 de agosto a 5 de setembro de 2021. O Conselho da FEI concordou que o processo de licitação para o Campeonato Europeu de 2021 nessas quatro disciplinas não será reaberto, pois todos os organizadores enfrentarão os mesmos desafios de tentar sediar grandes Campeonatos tão próximos dos Jogos de Tóquio. “Juntamente com os comitês organizadores de Budapeste e Haras du Pin, bem como as federações nacional húngara e francesa, examinamos todas as opções possíveis para tentar salvar o campeonato em 2021”, disse a secretária geral da FEI, Sabrina Ibáñez, “mas nós chegaram à decisão lamentável de que simplesmente não é possível ter esses eventos importantes tão próximos dos Jogos Olímpicos e Para olímpicos no próximo ano.
“Embora existam algumas nações que tenham potência suficiente para enviar equipes fortes para os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos e também para o Campeonato Europeu nas quatro disciplinas, precisamos oferecer condições equitativas a todos os países elegíveis e simplesmente não podemos fazer isso. Nesse caso, concordamos que o foco deveria estar em Tóquio no próximo ano. “É claro que é desesperador desapontar a perda desses campeonatos no calendário de 2021, mas continuaremos a apoiar Budapeste com seus duplos europeus de direção e salto”. O Secretário-Geral da FEI tem responsabilidade geral pelo Calendário da FEI e atualmente preside as oito Forças-Tarefa específicas da disciplina que foram criadas para buscar formas de mitigar o efeito da atual pandemia de Covid-19 no Calendário da FEI, incluindo sobre os efeitos em 2021. ” O próximo Campeonato Europeu de salto será em 2023.
Steve Tinti, do ST Stables, e Carlos Pinto estão organizando “The Collection” pela primeira vez. “Carlos e eu tivemos a idéia de combinar os melhores cavalos de nossas respectivas cocheiras com nossos melhores clientes. Dada a atual situação de saúde, um leilão on-line foi a solução mais adequada ”.
Steve Tinti e Carlos Pinto dificilmente precisam de uma introdução. Ambos já provaram seu nome, conhecimento e discernimento no esporte equestre no passado. “Em parceria com Steve, estamos reunindo anos de experiência e conhecimento para garantir que a The Collection traga a melhor qualidade aos seus compradores”, diz Pinto da Milstone Farm. “Nós não pensamos apenas nos cavalos de salto, mas também temos dois de Hunter lindos em nossa coleção”.
A coleção é composta por 16 cavalos. Toda a coleção está totalmente disponível no site. “Também queremos motivar compradores em países estrangeiros e é por isso que, quando um cavalo vendido não pode ser transportado para seus novos proprietários por causa de fronteiras fechadas, cuidaremos do cavalo às nossas próprias custas, pelo tempo que for necessário. Também estamos mais do que felizes em organizar o transporte para o novo proprietário ”, acrescenta Tinti.
“É bom saber que, para cada oferta, doaremos 10 euros ao Unicef. Quanto ao número de casos de COVD-19, aumenta também as necessidades das crianças e de suas famílias. Desde o fornecimento de suprimentos de saúde que salvam vidas até a construção de instalações de água e higiene, o UNICEF está trabalhando para retardar a disseminação do vírus Corona e gostaríamos de contribuir para isso ”.
O leilão será realizado de 22 a 24 de maio. Não perca esta oportunidade única de comprar sua próxima estrela!
Todo mundo e todo cavaleiro podem ter um dia ruim. É claro que é uma pena que esse caia no dia de uma competição importante. No entanto, Olivier Philippaerts diz que é importante ter aprendido com seus erros: “É importante que você saiba como perder”.
Olivier Philippaerts: “É claro que é bom vencer, mas é importante que você aprenda a perder também. Em nosso esporte, você não vencerá com a mesma frequência que perde. Você precisa aprender a aceitar isso e terá que perceber que nem sempre será possível levar a vitória para casa. Se você não puder fazer isso, as coisas serão assim. Você conhecerá altos e baixos em sua carreira, mesmo no nível mais alto. As pessoas nem sempre entendem as coisas, mas até os melhores cavaleiros estão passando por momentos mais difíceis. Nos últimos dois anos, tive que dar um passo para trás também; caí algumas vezes, conheci alguns dias piores … No momento, estou apenas usando essas experiências se tornam ainda mais fortes.Eu aprendi com meus erros e os deixei para trás. Não penso mais sobre eles e tento fazer melhor da próxima vez.Se você continuar vivendo no passado, seu futuro será ser mais difícil “.
Chic Chic , de 9 anos de idade, da Vlock Show Stables (Comme Il Faut x Contendro I) à sua equipe. “O plano é que eu esteja montando o Chic Chic até que Teddy Vlock o substitua”, explica Kenny ao World of Showjumping. Nos últimos três anos, o Chic Chic foi feito pelo irlandês Stephen Moore, que o levou a 1,50m. Em sua página no Instagram, Moore escreve: “Hoje, o Chic Chic passa para o próximo capítulo de sua carreira com Darragh Kenny. Estou orgulhoso de ter tido a chance de produzir este grande cavalo e os resultados que alcançamos nos últimos 3 anos. “